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June 3, 2019


US ECONOMICS



INDUSTRY



REUTERS. 3 DE JUNHO DE 2019. Atividade da indústria nos EUA cresce em maio no ritmo mais lento em 2 anos e meio

(Reuters) - O crescimento da indústria nos Estados Unidos desacelerou mais em maio, para o ritmo mais fraco de atividade em mais de dois anos e meio, mostrou nesta segunda-feira uma pesquisa de gerentes de compras nacional.

O Instituto de Gestão de Fornecimento (ISM, na sigla em inglês) informou nesta segunda-feira que seu índice de atividade de serviços caiu para 52,1, ante 52,8 em abril, o nível mais baixo desde outubro de 2016. A expectativa em pesquisa da Reuters era de uma leitura de 53.

Uma leitura acima de 50 indica crescimento.

As indústrias apontaram o menor crescimento da produção no mês passado desde agosto de 2016, com o índice de produção indo a 51,3, ante 52,3 em abril.

Reportagem de Dan Burns



REAL ESTATE



US CENSUS. REUTERS. 3 DE JUNHO DE 2019 / ÀS 10:24 / HÁ 2 HORAS
Gastos com construção nos EUA ficam inalterados em abril
Reuters Staff
1 MIN, DE LEITURA

Construção de residências na Califórnia, EUA 25/06/2018 REUTERS/Mike Blake
WASHINGTON (Reuters) - Os gastos com construção nos Estados Unidos ficaram inalterados em abril, com o salto no setor público compensando os gastos em projetos residenciais prviados, que caíram pelo quarto mês seguido.

Os dados de março foram revisados para mostrar alta de 0,1% em vez da queda de 0,9% informada anteriormente.

Economistas consultados pela Reuters esperavam um aumento de 0,4% nos gastos com construção em abril.

Em abril os gastos com construção pública subiram 4,8% depois de alta de 0,5% em março. Foi o quarto mês seguido de aumento.

Os gastos em construções privadas recuaram 1,7%, para o menor nível desde janeiro de 2017 depois de terem ficado inalterados em março.

Reportagem de Andrea Ricci



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INDICADORES/INDICATORS




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BACEN. BOLETIM FOCUS: RELATÓRIO SEMANAL DE MERCADO
(Projeções atualizadas semanalmente pelas 100 principais instituições financeiras que operam no Brasil, para os principais indicadores da economia brasileira)



ANÁLISE



BACEN. PORTAL G1. 03/06/2019. Após divulgação de PIB negativo no 1º trimestre, mercado baixa previsão de crescimento para 2019. Foi a 14ª queda seguida na previsão de alta do PIB deste ano. Expectativa de inflação dos analistas dos bancos recuou de 4,07% para 4,03% em 2019.
Por Alexandro Martello, G1 — Brasília

Os economistas das instituições financeiras reduziram a estimativa de alta do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano de 1,23% para 1,13%. Foi a 14ª queda consecutiva do indicador.

A previsão consta no boletim de mercado também conhecido como relatório "Focus", divulgado nesta segunda-feira (3), pelo Banco Central (BC). O relatório é resultado de levantamento feito na semana passada com mais de 100 instituições financeiras.

As revisões para baixo na expectativa de crescimento do mercado financeiro para o PIB deste ano começaram, com mais intensidade, após a divulgação do resultado do ano passado – quando a economia avançou 1,1%.

De acordo com dados divulgados pelo pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na última quinta-feira (30), o PIB brasileiro caiu 0,2% no 1º trimestre, na comparação com o último trimestre do ano passado. Essa foi primeira queda desde o 4º trimestre de 2016 (-0,6%).

VEJA O HISTÓRICO DAS PREVISÕES DO MERCADO PARA O PIB DE 2019
ESTIMATIVAS CONTIDAS NO RELATÓRIO FOCUS
POR CENTRO06/04/201808/06/201821/06/201817/01/201901/03/201918/03/201929/03/201917/04/201926/04/201903/05/201910/05/201917/05/201931/05/201911,522,533,5

17/01/2019
 : 2,6
Fonte: BANCO CENTRAL

No fim de março, o Banco Central estimou expansão de 2% para a economia brasileira neste ano e, na semana passada, o Ministério da Economia baixou a previsão de crescimento de 2,2% para 1,6% em 2019.

Para o ano que vem, a expectativa do mercado financeiro de expansão da economia permaneceu estável em 2,50%.

Os economistas dos bancos também não alteraram a previsão de expansão da economia para 2021 e para 2022 – que continuou em 2,5% para os dois anos.

Inflação
Para 2019, os economistas do mercado financeiro reduziram a expectativa de inflação de 4,07% para 4,03%. A meta central deste ano é de 4,25%, e o intervalo de tolerância do sistema de metas varia de 2,75% a 5,75%.

A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic).

Para 2020, o mercado financeiro manteve em 4% a estimativa de inflação – em linha com a meta central de 4% para o próximo ano. No ano que vem, a meta terá sido oficialmente cumprida se a inflação oscilar entre 2,5% e 5,5%.

Outras estimativas

  • Taxa de juros - O mercado manteve em 6,5% ao ano a previsão para a taxa Selic no fim de 2019. Esse é o índice atualmente em vigor. Com isso, o mercado segue prevendo juros estáveis neste ano. Para o fim de 2020, a previsão continuou em 7,25% ao ano. Desse modo, os analistas continuam prevendo alta nos juros no ano que vem.
  • Dólar - A projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2019 ficou estável em R$ 3,80 por dólar. Para o fechamento de 2020, permaneceu em R$ 3,80 por dólar.
  • Balança comercial - Para o saldo da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), a projeção em 2019 subiu de US$ 50,25 bilhões para US$ 50,50 bilhões de resultado positivo. Para o ano que vem, a estimativa dos especialistas do mercado recuou de US$ 45,33 bilhões para US$ 45,10 bilhões.
  • Investimento estrangeiro - A previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil, em 2019, recuou de US$ 83,29 bilhões para US$ 82,65 bilhões. Para 2020, a estimativa dos analistas permaneceu em US$ 84,36 bilhões.

BACEN. REUTERS. 3 DE JUNHO DE 2019. Expectativa de crescimento do Brasil em 2019 é reduzida pela 14ª vez, a 1,13%, mostra Focus

SÃO PAULO (Reuters) - A expectativa para o crescimento econômico do Brasil foi reduzida mais uma vez na pesquisa Focus do Banco Central divulgada nesta segunda-feira após o país voltar a registrar contração no primeiro trimestre.

O levantamento mostrou que os economistas consultados cortaram pela 14ª vez seguida a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB) este ano, passando a ver uma expansão de 1,13%, de 1,23% antes.

A economia brasileira iniciou 2019 com contração de 0,2% no primeiro trimestre, com fraqueza em indústria, agropecuária e investimentos, na primeira queda trimestral desde o fim de 2016.

O cenário confirma o quadro de dificuldades da economia e as preocupações com as perspectivas, embora a estimativa do PIB para 2020 no Focus tenha permanecido em uma expansão de 2,50%.

A pesquisa semanal mostrou também ajuste nas contas para a inflação, com a alta do IPCA neste ano estimada em 4,03%, de 4,07% antes. Para 2020 permanece a perspectiva de uma inflação de 4,0%.

O centro da meta oficial de 2019 é de 4,25 por cento e, de 2020, de 4 por cento, ambos com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

Apesar da fraqueza da economia, o BC deve manter a taxa básica Selic no atual patamar de 6,5% até o final do ano, segundo os economistas consultados, elevando a taxa para 7,25% no fim de 2020, em cenário inalterado.

O Top-5, grupo dos que mais acertam as previsões, também manteve suas contas, com a Selic a 6,5% este ano e a 7,0% em 2020.

Por Camila Moreira



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ECONOMIA BRASILEIRA / BRAZIL ECONOMICS



INFLAÇÃO



FGV. IBRE. 03/06/19. Índices Gerais de Preços. IPC-S. Inflação pelo IPC-S recua na última semana de maio

O IPC-S de 31 de maio de 2019 variou 0,22%, ficando 0,12 ponto percentual (p.p) abaixo da taxa registrada na última divulgação. Com este resultado, o indicador acumula alta de 2,44% no ano e 4,99% nos últimos 12 meses.

Nesta apuração, cinco das oito classes de despesa componentes do índice registraram decréscimo em suas taxas de variação. A maior contribuição partiu do grupo Transportes (0,96% para 0,49%). Nesta classe de despesa, cabe mencionar o comportamento do item gasolina, cuja taxa passou de 3,03% para 1,86%.

Também registraram decréscimo em suas taxas de variação os grupos: Alimentação (-0,18% para -0,37%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,75% para 0,62%), Despesas Diversas (0,49% para 0,23%) e Comunicação (-0,14% para -0,23%). Nestas classes de despesa, vale destacar o comportamento dos itens: hortaliças e legumes (-1,35% para -4,68%), medicamentos em geral (1,92% para 1,51%), bilhete lotérico (20,55% para 11,44%) e pacotes de telefonia fixa e internet (-0,69% para -1,05%).

Em contrapartida, os grupos Habitação (0,42% para 0,54%), Vestuário (0,17% para 0,27%) e Educação, Leitura e Recreação (0,07% para 0,10%) apresentaram avanço em suas taxas de variação. Nestas classes de despesa, vale citar os itens: tarifa de eletricidade residencial (1,49% para 1,99%), calçados (-0,12% para 0,03%) e passagem aérea (-9,57% para -5,19%).

DOCUMENTO: https://portalibre.fgv.br/navegacao-superior/noticias/noticias-1552.htm



INDÚSTRIA



IHS MARKIT. REUTERS. 3 DE JUNHO DE 2019. Otimismo enfraquece e indústria do Brasil se aproxima de estagnação em maio, mostra PMI
Por Camila Moreira

SÃO PAULO (Reuters) - A indústria do Brasil mostrou enfraquecimento e se aproximou da estagnação em maio, em meio às incertezas econômicas e políticas e com menor otimismo em relação às perspectivas futuras, de acordo com a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês) divulgada nesta segunda-feira.

O IHS Markit informou que o PMI da indústria do Brasil caiu a 50,2, de 51,5 em abril, muito perto da marca de 50,0, que indica estagnação. O nível é o mais baixo do atual período de 11 meses de crescimento.

De acordo com a pesquisa, o crescimento do subsetor de bens de capital mostrou enfraquecimento, enquanto a categoria de bens intermediários registrou contração pela primeira vez em quase dois anos.

O subsetor de bens de consumo foi o único a apresentar melhora mais forte nas condições operacionais em comparação com abril.

“O setor industrial do Brasil caminhou para estagnação na metade do segundo trimestre, com declarações dos participantes da pesquisa destacando um cenário político preocupante, desemprego alto, confiança morna e desempenho econômico fraco em destinos importantes da exportação”, afirmou a economista do IHS Markit, Pollyanna De Lima.

A produção da indústria, embora tenha crescido pelo 11º mês seguido em maio, teve o ritmo mais fraco desde outubro, com os produtores citando incerteza do mercado, alta taxa de desemprego, problemas políticos e demanda baixa.

Isso em um cenário em que as novas encomendas interromperam 10 meses de aumento e registraram contração, devido tanto ao mercado doméstico quanto ao internacional. Os pedidos para exportação recuaram pelo sexto mês seguido.

O resultado foram mais cortes de vagas de trabalho, com o nível de empregos diminuindo pela primeira vez em 2019, uma vez que as empresas mostraram preocupação com custos, incerteza econômica e demanda fraca.

O enfraquecimento do real continuou a resultar em cargas de custos mais elevadas, e a inflação dos preços de insumos atingiu em maio um recorde de sete meses. Como resultado, os preços cobrados subiram com a maior força desde outubro de 2018, já que as empresas procuraram proteger as margens de lucros.

A visão otimista das indústrias em relação às perspectivas de crescimento se enfraqueceu no mês, atingindo o ponto mais baixo em mais de um ano e meio. Preocupações com os negócios e com a incerteza econômica estiveram entre os fatores que pressionaram o sentimento.



COMÉRCIO INTERNACIONAL



EUA. MÉXICO. REUTERS. 3 DE JUNHO DE 2019. Presidente do México diz que é possível acordo sobre disputa comercial com EUA

(Reuters) - O presidente do México, Andrés Manuel López Obrador, reiterou nesta segunda-feira que acredita que um acordo possa ser alcançado com os Estados Unidos para solucionar a disputa comercial que ameaça impor tarifas norte-americanas a produtos mexicanos.

Em sua coletiva de imprensa rotineira, López Obrador disse que um acordo era interesse de ambas as partes, à medida que autoridades do México deram início a encontros com representantes dos EUA em Washington com o objetivo de intermediar um tratado.

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que vai aplicar tarifas de 5% a produtos mexicanos a partir de 10 de junho caso o México não interrompa o fluxo de imigração ilegal, principalmente da América Central, através da fronteira entre os dois países.

Reportagem de Dave Graham

EUA. MÉXICO. PORTAL G1. 02/06/2019. Ministra da Economia do México discutirá ameaça de tarifas com secretário dos EUA. Donald Trump pode impor tarifas punitivas sobre as mercadorias mexicanas se imigração clandestina não for controlada.

A ministra da Economia do México, Graciela Marquez, disse neste domingo (2) que se reunirá com o secretário de Comércio norte-americano, Wilbur Ross, em Washington, na segunda-feira (3), dois dias antes de os países vizinhos discutirem possíveis tarifas sobre produtos mexicanos.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou impor tarifas punitivas de 5% sobre as mercadorias mexicanas, que aumentariam gradualmente para 25% se o México não controlar a imigração para o norte.

A vice-ministra do Comércio Exterior do México, Luz Maria de la Mora, afirmou em um tuíte que ambos analisarão a relação comercial entre os dois países, acrescentando que o México se tornou o maior parceiro comercial dos Estados Unidos no início de 2019.

O presidente mexicano, Andres Manuel Lopez Obrador, está otimista de que seria possível encontrar uma maneira de evitar as tarifas.

Enquanto isso, Trump chamou o México de "abusador" no Twitter neste domingo de manhã. Ele pediu a construção de um muro na fronteira com os EUA e reiterou as ameaças de tarifas.

Marquez e Ross se encontraram em El Salvador, onde ambos assistiram à posse do novo presidente do país centro-americano, Nayib Bukele.

EUA. CHINA. REUTERS. 3 DE JUNHO DE 2019. Tarifas sobre importações da China não estão elevando a inflação nos EUA, diz Trump

LONDRES (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que as tarifas que seu governo impôs sobre as importações chinesas não estão elevando a inflação no país, e estão levando produtores industriais a saírem do país asiático.

“Muitas empresas estão deixando a China e indo para outros países, incluindo os EUA, para evitar pagar as tarifas”, disse Trump no Twitter pouco depois de iniciar uma visita de Estado ao Reino Unido.

“Não há aumento visível nos custos nem na inflação, mas os EUA estão recebendo bilhões.”

Reportagem de Kate Holton



AGRICULTURA



CitrusBR. REUTERS. 3 DE JUNHO DE 2019. Estoques de suco de laranja do Brasil devem cair 34,5% em 2018/19, diz CitrusBR

SÃO PAULO (Reuters) - Os estoques de suco de laranja do Brasil terminarão a safra 2018/19 (julho/junho) em 224.518 toneladas do produto congelado e concentrado (FCOJ, na sigla em inglês), acima da previsão de 200.567 toneladas divulgada em fevereiro, de acordo com números divulgados nesta segunda-feira pela Associação Nacional dos Exportadores de Sucos Cítricos (CitrusBR).

Apesar do ajuste positivo, os estoques de suco de laranja do maior exportador global deverão cair 34,54% em comparação com a temporada passada, após um recuo na produção da fruta nas principais áreas citrícolas do país.

“É um pequeno ajuste na revisão, a exemplo do que fazemos todos os anos, sem que haja mudança na conjuntura”, disse o diretor-executivo da CitrusBR, Ibiapaba Netto.

Os dados foram apurados por auditoria independente em cada uma das empresas associadas à CitrusBR (Citrosuco, Cutrale e Louis Dreyfus Company) e, posteriormente, consolidados por uma auditoria externa.

A compilação das informações mostrou ainda que a estimativa total para a produção de suco de laranja no Cinturão Citrícola de São Paulo e Minas Gerais na safra 2018/2019 é de 875.169 toneladas (FCOJ equivalente), uma redução de 33,18% em relação à safra 2017/2018.

“Além de a safra ter sido substancialmente menor, também verificamos um rendimento industrial que não foi dos melhores”, comentou Netto.

Por Roberto Samora



ENERGIA



OPEP. GOLDMAN SACHS. REUTERS. 3 DE JUNHO DE 2019. Goldman Sachs prevê que preços do petróleo devem se estabilizar perto do atual nível

(Reuters) - Os preços do petróleo devem se estabilizar próximos dos níveis atuais, com incertezas crescentes no cenário macro, uma produção em alta nos EUA e a grande disponibilidade de capacidade ociosa em países da Opep compensando restrições à produção do Irã e da Venezuela, disse o Goldman Sachs.

Os Estados Unidos agitaram os mercados globais de petróleo com preocupações sobre a oferta no mês passado, com a reimposição de sanções sobre o Irã, um dos maiores fornecedores globais.

Mas os mercados de petróleo tiveram o maior recuo mensal em seis meses em maio, em meio a uma desaceleração na demanda conforme disputas comerciais levantam temores de um menor crescimento econômico global.

“A escalada das guerras comerciais e os indicadores mais fracos de atividade finalmente alcançaram o sentimento do mercado de petróleo”, disse o banco norte-americano em nota.

“A magnitude e a velocidade do movimento para baixo foram exacerbadas ainda pela crescente preocupação com uma forte produção nos EUA e estoques em alta.”

“Nós esperamos que os preços do petróleo sigam voláteis nos próximos meses, perto de seus níveis atuais e de nossas projeções para o terceiro trimestre”, escreveu o banco em nota com data de 2 de junho.

Por Brijesh Patel e Nallur Sethuraman em Bangalore

PETROBRAS. 03/06/2019. Petrobras divulga venda de campos terrestres na Bahia

A Petrobras iniciou a etapa de divulgação das oportunidades (teaser) referentes à cessão da totalidade de suas participações em dois conjuntos de concessões terrestres, incluindo as instalações compartilhadas de escoamento e tratamento de produção, denominados Polo Recôncavo e Polo Rio Ventura, ambos localizados na Bahia.

O Polo Recôncavo compreende 14 concessões terrestres: Aratu, Cambacica, Candeias, Cexis, Dom João, Dom João Mar, Guanambi, Ilha de Bimbarra, Mapele, Massui, Pariri, São Domingos, Socorro e Socorro Extensão, com produção total média, em 2018, de cerca de 2,8 mil bpd de óleo e 588 mil m3/dia de gás.

O Polo Rio Ventura compreende oito concessões terrestres: Água Grande, Bonsucesso, Fazenda Alto das Pedras, Pedrinhas, Pojuca, Rio Pojuca, Tapiranga, Tapiranga Norte, com produção total média, em 2018, de cerca de 1,5 mil bpd de óleo e 43 mil m3/dia de gás.

A Petrobras é operadora com 100% de participação nas concessões, com exceção de Cambacica e Guanambi (Polo Recôncavo), em que possui participação majoritária de 75% e 80%, respectivamente.

Essas operações estão alinhadas à otimização do portfólio e à melhoria de alocação do capital da companhia, visando a geração de valor para os nossos acionistas.

Os teasers, que contêm as principais informações sobre as oportunidades, bem como os critérios de elegibilidade para a seleção de potenciais participantes, estão disponíveis no site da Petrobras: http://www.petrobras.com.br/ri.

A presente divulgação está em consonância com a sistemática para desinvestimentos da Petrobras e alinhada às disposições do procedimento especial de cessão de direitos de exploração, desenvolvimento e produção de petróleo, gás natural e outros hidrocarbonetos fluidos, previsto no Decreto 9.355/2018.


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LGCJ.: