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May 31, 2019


US ECONOMICS



INTERNATIONAL TRADE



THE WHITE HOUSE. May 30, 2019. Remarks by Vice President Pence Before Canadian Council for the U.S.-Mexico-Canada Agreement Meeting. Parliament Hill. Ottawa, Canada

VICE PRESIDENT PENCE:  Well, thank you, Mr. Prime Minister.  Thank you again for your hospitality and having the opportunity to express our appreciation to the USMCA advisory council here in Canada.

President Trump asked me to be here to express our appreciation for the efforts the Prime Minister, his government, and all of you have made in fashioning what will be, for the United States, the largest trade deal in the history of our country.

When the Prime Minister and I first met, I told him then that President Trump and I believe that we could negotiate a new trade agreement that would be a win, win, win for the nations across North America.  And we believe that we’ve all done that, collectively.

And I can assure you that your Prime Minister, representing all of the interests on this advisory council, drove a hard bargain.  I was in on many of those discussions, and our President drove a hard bargain as well.  But we really do believe that the USMCA is an idea whose time has come, and we’re grateful for the progress that Parliament has already made in ratifying the agreement.  And as the Prime Minister and I discussed today, our administration is working earnestly with leaders in the Congress of the United States to approve the USMCA this summer.

So I’m anxious to hear your thoughts.  We see the historic nature of this agreement, not only in its conventions, but issues like intellectual property, digital trade, currency policy, and labor standards have all been incorporated.  And the people of Canada and the United States know that this agreement is superior to its predecessor in every way, in the interests of jobs and growth and working people and investment and all the things that we want to improve — the economies of our country and yours.

So I just wanted to thank you for all of your efforts in helping to bring this about.  I want to thank the Prime Minister and his entire team for the way that they worked in good faith to reach this agreement.  And I’m here to pledge to you that we’re going to work closely with Canada, with our neighbors in Mexico, and we’re going to get the USMCA done this year.

EUA. MÉXICO. PORTAL G1. 30/05/2019. Donald Trump anuncia que vai taxar produtos do México por causa da imigração ilegal. Medida passa a valer em 10 de junho, quando os EUA começam a taxar em 5% todas as importações mexicanas. Percentual pode aumentar para até 25% caso imigração clandestina não termine ou não seja drasticamente reduzida.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou na noite desta quinta-feira (30) que vai taxar todos os produtos importados do México em 5% até que o país vizinho elimine ou reduza drasticamente a entrada de imigrantes clandestinos em território norte-americano. A medida começa a valer em 10 de junho.

De acordo com comunicado divulgado pela Casa Branca, essa taxação vai aumentar gradualmente, caso não haja queda na imigração ilegal. Veja:

  • Taxação de 5% a partir de 10 de junho;
  • 15% a partir de 1º de agosto;
  • 20% a partir de 1º de setembro;
  • 25% a partir de 1º de outubro;
  • Permanecer em 25% indefinidamente.

No comunicado, Trump acusa o México de "não tratar de maneira justa" os Estados Unidos. O texto também diz que o governo mexicano tem meios legais de parar "rápida e facilmente" o fluxo de imigrantes rumo ao território norte-americano.

"Se a crise de imigração ilegal for aliviada com atitudes eficazes tomadas pelo México, as tarifas serão removidas", promete Trump.

"Se o México falhar em agir, as taxas vão continuar no nível alto [25%], e as empresas localizadas no México podem começar a retornar aos Estados Unidos para fabricar seus bens e produtos. As companhias que se mudarem de volta aos Estados Unidos não vão pagar as tarifas ou serem afetadas de maneira alguma", explica Trump.

Trump pede apoio do Congresso

No comunicado, o presidente dos EUA também pressiona congressistas – inclusive do Partido Democrata, de oposição – a aprovarem mudanças no sistema migratório do país.

"Os democratas no Congresso estão completamente a par desta situação horrível e ainda assim se recusam em ajudar de qualquer maneira", acusou.

Caso o Congresso aprove mudanças na política migratória, disse Trump, as taxações anunciadas nesta quinta-feira podem ser suavizadas ou mesmo canceladas. As medidas incluiriam o "fechamento de buracos", que, segundo o presidente, são:

  • Leis sobre asilos
  • Sistema judiciário
  • Política de "capturar e liberar"
  • Loteria de vistos – existente com o Green Card
  • Imigração em cadeia, ou seja, quando pessoas de uma mesma família ou região imigram sucessivamente

Antes de anunciar a taxação ao México, aliados do governo Trump no Congresso deram início aos trâmites para votar o Acordo Estados Unidos-México-Canadá (USMCA, na sigla em inglês), substituto do Nafta acertado em outubro de 2018.

O vice-presidente dos EUA, Mike Pence, disse que pretende ver o acordo aprovado até setembro.

Pressão pelo muro

Trump prometeu endurecer a política migratória nos Estados Unidos ainda durante a campanha presidencial de 2016, quando prometeu construir um muro na fronteira com o México – e fazer o país vizinho pagar pela obra.

No ano passado, quando o Partido Democrata conseguiu maioria na Câmara dos Representantes, Trump travou uma batalha política para aprovar recursos destinados à construção do muro. Os oposicionistas se negaram, o Congresso não aprovou orçamento a tempo, e o governo ficou paralisado por mais de um mês.

Como Trump não conseguiu convencer os congressistas a aprovarem o orçamento com a verba destinada ao muro, o presidente declarou emergência nacional, em fevereiro, para garantir o início da obra. A taxação anunciada nesta quinta-feira está entre as prerrogativas dessa declaração emergencial.

A Câmara dos Representantes e o Senado aprovaram uma resolução que revertia a declaração de emergência de Trump, mas o presidente exerceu o poder de veto para manter o status na fronteira.

Mapa mostra onde Trump pretende construir muro contra imigrantes na fronteira com o México — Foto: Infografia: G1

Crise migratória na fronteira

O governo norte-americano tenta endurecer a política fronteiriça principalmente depois do aumento do fluxo de imigrantes na fronteira dos Estados Unidos com o México. Ali, em muitos dos casos, as pessoas tentam pedido de asilo para conseguir permanecer no país – processo longo que acaba permitindo que o requerente fique em solo norte-americano.

Há duas semanas, Trump anunciou um pacote de medidas que promete celeridade na análise desses pedidos de asilo. Isso porque vários dos imigrantes da América Central que chegam pela fronteira afirmam que correm risco nos países de origem – o que, segundo o presidente, nem sempre é verdade.

"Se você tem um motivo real [para pedir asilo], você será rapidamente atendido. Se não, será mandado para fora", afirmou Donald Trump, na ocasião.

Muitos dos migrantes sequer são mexicanos – e, sim, pessoas que saíram de países da América Central (principalmente Guatemala, El Salvador e Honduras) e atravessaram o México para chegar aos EUA. Tais caravanas se intensificaram no fim de 2018.

Balanço divulgado no começo de maio mostrou que as autoridades detiveram 460.294 imigrantes ilegais na fronteira com o México somente entre outubro e abril, segundo dados do Escritório de Alfândega e Proteção de Fronteiras (CBP). O número já é maior que o registrado em 2009 e representa um novo recorde de detenções na região.

EUA. MÉXICO. REUTERS. 31 DE MAIO DE 2019. Presidente do México diz que vai responder com prudência a ameaças de Trump e pede união nacional

CIDADE DO MÉXICO (Reuters) - O presidente do México, Andrés Manuel López Obrador, disse nesta sexta-feira que responderá com “grande prudência” às ameaças tarifárias feitas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e pediu que os mexicanos se unam para lidar com esse desafio.

Trump ameaçou impor tarifas punitivas em 10 de julho caso o México não interrompa o fluxo de imigração ilegal da América Central para os EUA.

Durante entrevista coletiva de rotina, o presidente López Obrador disse que o ministro das Relações Exteriores do México, Marcelo Ebrard, irá a Washington incumbido de convencer o governo norte-americano de que as medidas de Trump não atendem aos interesses de nenhum dos países.

Reportagem de Dave Graham e Stefanie Eschenbacher

EUA. MÉXICO. REUTERS. 31 DE MAIO DE 2019. Trump cobra México a "finalmente fazer o que precisa ser feito" sobre imigração
Reuters Staff

WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta sexta-feira que o México precisa “finalmente fazer o que precisa ser feito” para corrigir os problemas relacionados à imigração, um dia após ameaçar impor tarifas sobre importações mexicanas em uma tentativa de forçar o país a impedir o fluxo ilegal de pessoas através da fronteira.

Reportagem de Makini Brice

EUA. MÉXICO. REUTERS. 31 DE MAIO DE 2019. Trump ameaça México com tarifas crescentes a menos que imigração ilegal acabe
Por Steve Holland e Frank Jack Daniel

WASHINGTON/CIDADE DO MÉXICO (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reagindo a uma onda de imigrantes ilegais na fronteira sul, prometeu na quinta-feira impor tarifa a todos os produtos oriundos do México, que começará em 5% e ficará cada vez mais alta até que o fluxo de pessoas termine.

A medida intensifica a campanha de Trump para controlar uma onda de dezenas de milhares de postulantes a asilo, inclusive muitas famílias da América Central em fuga da pobreza e da violência, que cresceu ao mesmo tempo que o governo promete tornar mais difícil se refugiar nos EUA e em meio aos esforços do presidente para construir um muro na fronteira mexicana.

O anúncio abalou os investidores, que temem que o agravamento da tensão comercial prejudique a economia global. O peso mexicano, os índices de futuros das ações norte-americanas e os mercados de ação asiáticos tombaram com a notícia, incluindo ações de montadoras japonesas que exportam carros do México para os EUA.

A decisão de Trump, anunciada no Twitter e em um comunicado subsequente, foi um desafio direto ao presidente mexicano, Andrés Manuel López Obrador, e pegou o governo vizinho de surpresa em um dia no qual este iniciou um processo formal para ratificar um acordo comercial com os EUA e o Canadá (USMCA).

A medida também aumentou o risco de relações econômicas devastadoras com o maior parceiro comercial de bens dos EUA. O México, muito dependente do comércio fronteiriço, chegou a tal patamar em resultado da guerra comercial de Trump com a China.

As medidas contra o México abrem uma nova frente de batalha no comércio e, se implantadas, devem provocar uma retaliação que afetaria Estados da região central, do agronegócio apoiado por Trump e de zonas industriais dos EUA.

As tarifas mais elevadas começarão em 5% no dia 10 de junho e aumentarão mensalmente até atingirem 25% em 1º de outubro, a menos que o México adote ações imediatas para combater a imigração, disse Trump.

“Se a crise de imigração ilegal for aliviada através de ações efetivas adotadas pelo México, a serem determinadas somente por nosso critério e julgamento, as tarifas serão retiradas”, afirmou.

López Obrador respondeu com uma carta publicada no Twitter, classificando a política de Trump “América Primeiro” como “uma falácia” e acusando-o de transformar os EUA em um “gueto” que estigmatiza e maltrata migrantes.

“Presidente Trump, problemas sociais não são resolvidos com impostos ou medidas coercitivas”, escreveu, acrescentando que uma delegação liderada pelo ministro das Relações Exteriores, Marcelo Ebrard, viajará a Washington nesta sexta-feira. Ele não ameaçou retaliar, dizendo que quer evitar um confronto.

López Obrador rejeitou a afirmação de Trump de que o México deixa a imigração acontecer por meio de uma “cooperação passiva”, dizendo: “Você sabe que estamos cumprindo nossa responsabilidade de deter (migrantes) que atravessam nosso país, tanto quanto possível e sem violar os direitos humanos”.

Em Pequim, o porta-voz da chancelaria, Geng Shuang, expressou solidariedade com o México.

“Os Estados Unidos adotaram ações de intimidação comercial repetidamente. A China não é a única vítima”, disse Geng aos repórteres.

Quando indagado em uma teleconferência com repórteres quais produtos mexicanos podem ser afetados pelas tarifas, o chefe de gabinete interino da Casa Branca, Mick Mulvaney, respondeu: “Todos eles”.

Mulvaney acrescentou: “Estamos interessados em ver o governo mexicano agir hoje à noite, amanhã”.

As ações da Toyota, Nissan e Honda caíram cerca de 3% ou mais, e as da Mazda recuaram quase 7% — as quatro operam fábricas de montagem de veículos no México.

(Por Steve Holland, Eric Beech e Mohammed Zargham; reportagem adicional de Mica Rosenberg, em Nova York; Noe Torres e Anthony Esposito, na Cidade do México; e Cate Cadell, em Pequim)



PERSONAL INCOMES



DoC. BEA. MAY 31, 2019. Personal Income and Outlays, April 2019

Personal income increased $92.8 billion (0.5 percent) in April according to estimates released today by the Bureau of Economic Analysis. Disposable personal income (DPI) increased $69.3 billion (0.4 percent) and personal consumption expenditures (PCE) increased $40.8 billion (0.3 percent).

Real DPI increased 0.1 percent in April and Real PCE decreased less than 0.1 percent. The PCE price index increased 0.3 percent. Excluding food and energy, the PCE price index increased 0.2 percent.

20182019
Dec.Jan.Feb.Mar.Apr.
Percent change from preceding month
Personal income:
   Current dollars0.9-0.10.20.10.5
Disposable personal income:
   Current dollars1.0-0.20.20.10.4
   Chained (2012) dollars1.0-0.10.1-0.20.1
Personal consumption expenditures (PCE):
   Current dollars-0.60.30.01.10.3
   Chained (2012) dollars-0.60.4-0.10.90.0
Price indexes:
   PCE0.1-0.10.10.20.3
   PCE, excluding food and energy0.20.00.00.10.2
Price indexes:Percent change from month one year ago
   PCE1.81.31.31.41.5
   PCE, excluding food and energy2.01.81.61.51.6

The increase in personal income in April primarily reflected increases in personal interest income, wages and salaries, and government social benefits to persons.

The $3.7 billion decrease in real PCE in April reflected a decrease of $5.4 billion in spending for services that was partly offset by a $2.4 billion increase in spending for goods (table 7). Within services, the largest contributor to the decrease was spending for household electricity and gas. Within goods, spending for gasoline and other energy goods was the leading contributor to the increase. Detailed information on monthly real PCE spending can be found in Table 2.3.6U.

Personal outlays increased $42.7 billion in April (table 3). Personal saving was $990.3 billion in April and the personal saving rate, personal saving as a percentage of disposable personal income, was 6.2 percent (table 1).

Updates to Personal Income and Outlays

Estimates have been updated for October through March. The percent change from the preceding month for current-dollar personal income, and for current-dollar and chained (2012) dollar DPI and PCE -- revised and previously published in last month's release -- are shown below.


Change from preceding month
FebruaryMarch
PreviousRevisedPreviousRevisedPreviousRevisedPreviousRevised
(Billions of dollars)(Percent)(Billions of dollars)(Percent)
Personal income:
Current dollars35.640.90.20.211.421.00.10.1
Disposable personal income:
Current dollars23.023.90.10.20.68.30.00.1
Chained (2012) dollars5.99.50.00.1-28.3-21.9-0.2-0.2
Personal consumption expenditures:
Current dollars11.7-2.10.10.0123.5157.30.91.1
Chained (2012) dollars-2.8-13.10.0-0.187.4117.80.70.9

FULL DOCUMENT: https://www.bea.gov/system/files/2019-05/pi0419_0.pdf



EMPLOYMENT



DoL. BLS. May 29, 2019. METROPOLITAN AREA EMPLOYMENT AND UNEMPLOYMENT -- APRIL 2019

Unemployment rates were lower in April than a year earlier in 306 of the 389
metropolitan areas, higher in 57 areas, and unchanged in 26 areas, the U.S.
Bureau of Labor Statistics reported today. A total of 149 areas had jobless
rates of less than 3.0 percent and 2 areas had rates of at least 10.0 percent.
Nonfarm payroll employment increased over the year in 46 metropolitan areas
and was essentially unchanged in 343 areas. The national unemployment rate
in April was 3.3 percent, not seasonally adjusted, down from 3.7 percent a
year earlier.

This news release presents statistics from two monthly programs. The civilian
labor force and unemployment data are based on the same concepts and
definitions as those used for the national household survey estimates. These
data pertain to individuals by where they reside. The employment data come
from an establishment survey that measures nonfarm employment, hours, and
earnings by industry. These data pertain to jobs on payrolls defined by where
the establishments are located. For more information about the concepts and
statistical methodologies used by these two programs, see the Technical Note.

Metropolitan Area Unemployment (Not Seasonally Adjusted)

In April, Ames, IA, had the lowest unemployment rate, 1.3 percent. The next
lowest rates were in Burlington-South Burlington, VT, and Iowa City, IA,
1.5 percent each, and Midland, TX, 1.7 percent. El Centro, CA, and Yuma, AZ,
had the highest unemployment rates, 16.2 percent and 14.3 percent,
respectively. A total of 204 areas had April jobless rates below the U.S.
rate of 3.3 percent, 167 areas had rates above it, and 18 areas had rates
equal to that of the nation. (See table 1.)

Ocean City, NJ, had the largest over-the-year unemployment rate decrease in
April (-2.8 percentage points). An additional 36 areas had rate declines of
at least 1.0 percentage point. The largest over-the-year rate increase occurred
in Kokomo, IN (+3.4 percentage points).

Of the 51 metropolitan areas with a 2010 Census population of 1 million or
more, Nashville-Davidson--Murfreesboro--Franklin, TN, had the lowest unemployment
rate in April, 2.1 percent. Detroit-Warren-Dearborn, MI, had the highest
jobless rate among the large areas, 3.9 percent. Forty-five large areas had
over-the-year unemployment rate decreases, 4 had increases, and 2 had no change.
The largest rate decline occurred in Las Vegas-Henderson-Paradise, NV (-1.1
percentage points). No large area had an unemployment rate increase of
more than 0.4 percentage point.

Metropolitan Division Unemployment (Not Seasonally Adjusted)

Eleven of the most populous metropolitan areas are made up of 38 metropolitan
divisions, which are essentially separately identifiable employment centers.
In April, San Francisco-Redwood City-South San Francisco, CA, had the lowest
unemployment rate among the divisions, 2.0 percent. Takoma-Lakewood, WA, had
the highest division rate, 5.5 percent. (See table 2.)

In April, 31 metropolitan divisions had over-the-year unemployment rate decreases,
6 had increases, and 1 had no change. The largest rate declines occurred in
Camden, NJ, and Newark, NJ-PA (-1.0 percentage point each). The largest over-
the-year jobless rate increase occurred in Elgin, IL (+0.5 percentage point).

Metropolitan Area Nonfarm Employment (Not Seasonally Adjusted)

In April, 46 metropolitan areas had over-the-year increases in nonfarm payroll
employment and 343 were essentially unchanged. The largest over-the-year
employment increases occurred in New York-Newark-Jersey City, NY-NJ-PA (+139,600),
Dallas-Fort Worth-Arlington, TX (+115,600), and Houston-The Woodlands-Sugar Land,
TX (+86,200). The largest over-the-year percentage gains in employment occurred
in Ocean City, NJ (+8.5 percent), Reno, NV (+5.6 percent), and Gainesville, GA
(+5.2 percent). (See table 3.)

Over the year, nonfarm employment rose in 27 of the 51 metropolitan areas with
a 2010 Census population of 1 million or more, while employment was essentially
unchanged in 24 areas. The largest over-the-year percentage increases in
employment in these large metropolitan areas occurred in Orlando-Kissimmee-Sanford,
FL (+3.5 percent), Dallas-Fort Worth-Arlington, TX, and Phoenix-Mesa-Scottsdale,
AZ (+3.2 percent each), and Houston-The Woodlands-Sugar Land, TX; Nashville-
Davidson--Murfreesboro--Franklin, TN; and Seattle-Tacoma-Bellevue, WA (+2.8
percent each).

Metropolitan Division Nonfarm Employment (Not Seasonally Adjusted)

In April, nonfarm payroll employment increased in 13 of the 38 metropolitan
divisions over the year and was essentially unchanged in 25 divisions. The largest
over-the-year increase in employment among the metropolitan divisions occurred
in New York-Jersey City-White Plains, NY-NJ (+120,600), followed by Dallas-
Plano-Irving, TX (+94,900), and Chicago-Naperville-Arlington Heights, IL (+58,300).
(See table 4.)

The largest over-the-year percentage increases in employment occurred in Dallas-
Plano-Irving, TX, and San Francisco-Redwood City-South San Francisco, CA (+3.7
percent each), followed by Seattle-Bellevue-Everett, WA (+2.9 percent), and
West Palm Beach-Boca Raton-Delray Beach, FL (+2.8 percent).

FULL DOCUMENT: https://www.bls.gov/news.release/pdf/metro.pdf



INFLATION



FED. PORTAL G1. REUTERS. 31/05/2019. Inflação dos EUA acelera em abril e gastos desaceleram. Indicador pode sustentar a afirmação do Fed de que as recentes taxas baixas inflação são transitórias e permitem que o banco central mantenha a taxa de juros inalterada por um tempo.

Os preços ao consumidor nos Estados Unidos aumentaram em abril, o que pode sustentar a afirmação do Federal Reserve (BC dos EUA) de que as recentes taxas baixas inflação são transitórias e permitem que o banco central mantenha a taxa de juros inalterada por um tempo.

O Departamento de Comércio informou nesta sexta-feira que o índice PCE aumentou 0,3% no mês passado, após alta de 0,2% em março. Isso elevou o aumento anual do índice de preços para 1,5%, de 1,4% em março.

Excluindo os componentes voláteis de alimentos e energia, o índice PCE subiu 0,2% no mês passado, após ter subido 0,1% em março. Nos 12 meses até abril, o núcleo do índice de preços PCE aumentou 1,6%, após subir 1,5% em março.

O núcleo do índice PCE é a medida de inflação preferencial do Fed. Ela atingiu a meta de inflação de 2% do banco central dos EUA em março de 2018 pela primeira vez desde abril de 2012.

A persistente manutenção da inflação e a desaceleração do crescimento econômico levaram a pedidos, inclusive do presidente Donald Trump, para que o Fed reduza os juros. O chairman do Fed, Jerome Powell, vem mantendo que as leituras fracas "podem acabar sendo transitórias". O Fed este mês manteve os juros e sinalizou pouca intenção de ajustar a política monetária em breve.

Taxas de juros nos EUA
em %
em %mínimamáximajan 17fev 17mar 17abr 17mai 17jun 17jul 17ago 17set 17out 17nov 17dez 17jan 18fev 18mar 18abr 18mai 18jun 18jul 18ago 18set 18nov 18dez 18jan 19mar 19mai 1900,511,522,53

nov 17
 mínima: 1
Fonte: Fed

Um ritmo de inflação muito mais fraco do que se pensava inicialmente no primeiro trimestre levou os economistas a anteciparem uma moderação no núcleo do índice anual de preços PCE em abril.

O governo também informou nesta sexta-feira que os gastos do consumidor, que respondem por mais de dois terços da atividade econômica dos EUA, aumentaram 0,3%, com os consumidores gastando menos em serviços, incluindo eletricidade e gás domésticos.

Os dados de março foram revisados para cima, mostrando que os gastos do consumidor saltaram 1,1%, o maior aumento desde agosto de 2009, em vez do aumento de 0,9% informado anteriormente. Economistas consultados pela Reuters previam que os gastos do consumidor avançariam 0,2% em abril.

Quando ajustados pela inflação, os gastos do consumidor permaneceram inalterados em abril. Este chamado gasto real do consumidor subiu 0,9% em março. Esse resultado sugere um crescimento econômico mais lento no segundo trimestre.

Os gastos dos consumidores aumentaram a uma taxa anualizada de 1,3% no primeiro trimestre, a mais lenta em um ano. A economia cresceu a uma taxa de 3,1% no último trimestre, pressionada por exportações, estoques e componentes de defesa. As estimativas de crescimento para o trimestre de abril a junho estão abaixo de 2,0%.



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ORGANISMS



ECLAC (CEPAL). MISSION WASHINGTON, DC, USA. 8 MAY 2019. Trends and major holders of U.S. federal debt in charts. The U.S. debt burden became heavier as a result of the unprecedented policy response to the global financial crisis and economic recession, and it has continued to grow.


1. Federal debt has increased and its pace has accelerated since 2001

At the end of the fiscal year in September 2018, U.S. debt was at US$ 21.5 trillion. In February 2019, federal debt reached a milestone, surpassing US$ 22 trillion.

ANNUAL U.S. HISTORICAL DEBT OUTSTANDING


2. Foreign and international entities hold the largest share of U.S. debt

As of end of FY 2018, 36% of the U.S. Treasury securities held by the public were owned by foreign and international entities, a decline from the peak of 45% reached in 2008. Pension funds and the monetary authority (the Federal Reserve) are the second and third largest holders, at 15% and 13%, respectively.

HOLDERS OF U.S. TREASURY SECURITIES, END OF FY 2018

3. The top five foreign holders

The five largest foreign holders of U.S. Treasury securities as of December 2018 were China, Japan, Brazil, Ireland, and the United Kingdom. Together they owned close to half of total foreign holdings and 14% of the total U.S. debt. China and Japan combined holdings represented 35% of all foreign holdings of U.S. Treasury securities.

TOP 15 FOREIGN HOLDERS OF U.S. TREASURY SECURITIES (AS OF 31 DECEMBER 2018)

4. LAC holders of U.S. debt

At the end of 2018, Latin America and the Caribbean (LAC) held 12.5% (US$ 783 billion) of the total foreign holdings of U.S. Treasury securities. Brazil was the third largest foreign holder overall and the largest in the region. Mexico has historically been a major holder of U.S. debt, but after reaching a peak of US$ 85 billion in 2014, it has reduced holdings to US$ 47 billion at the end of 2018. Other South American countries have gained ground, such as Colombia and Chile.

OWNERSHIP OF U.S. TREASURY SECURITIES: BRAZIL, CHILE, COLOMBIA AND MEXICO

5. Foreign demand for U.S. debt has fallen

The foreign share of holders of U.S. Treasury securities has fallen from 43% at the end of FY 2013 to 36% at the end of FY 2018, with China and Japan explaining most of the decline. From December 2013 to December 2018 China’s share of total foreign and international ownership of U.S. Treasury securities fell to 18% from 22%, while Japan’s share fell to 17% from 20%.

CHINA AND JAPAN’S HOLDINGS OF U.S. TREASURY SECURITIES

FULL DOCUMENT: https://www.cepal.org/sites/default/files/news/files/s1900341_en.pdf



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ECONOMIA BRASILEIRA / BRAZIL ECONOMICS



DESEMPREGO



IBGE. 31/05/2019. Taxa de desocupação é de 12,5% e taxa de subutilização é 24,9% no trimestre encerrado em abril de 2019

No trimestre encerrado em abril de 2019, a taxa de desocupação (12,5%) variou 0,5 ponto percentual (p.p.) em relação ao trimestre de novembro de 2018 a janeiro de 2019 (12,0%) e caiu (-0,4 p.p.) na comparação com o trimestre de fevereiro a abril de 2018 (12,9%).

Indicador/PeríodoFev-Mar-Abr 2019Nov- Dez (2018)-Jan 2019Fev-Mar-Abr 2018
Taxa de desocupação12,5%12,0%12,9%
Taxa de subutilização24,9%24,2%24,5%
Rendimento real habitualR$2.295R$2.304R$2.281
Variação do rendimento real habitual em relação a:- 0,4 (estabilidade)0,6% (estabilidade)

A população desocupada (13,2 milhões de pessoas) variou 4,4% (mais 552 mil pessoas) frente ao trimestre anterior (12,6 milhões de pessoas) e ficou estável em relação a igual período de 2018 (13,4 milhões de pessoas).

A população ocupada (92,4 milhões de pessoas) ficou estável na comparação com o trimestre anterior (92,3 milhões de pessoas) e cresceu 2,1% (mais 1.937 mil pessoas) na comparação como o mesmo período de 2018 (90,4 milhões de pessoas).

A população fora da força de trabalho (65,0 milhões de pessoas) permaneceu estável frente ao trimestre de novembro de 2018 a janeiro de 2019 (65,3 milhões de pessoas) e também ao mesmo trimestre do ano anterior (64,9 milhões de pessoas).

A taxa de subutilização da força de trabalho (24,9%) variou 0,7 p.p. em relação ao trimestre de novembro de 2018 a janeiro de 2019 (24,2%) e subiu 0,4 p.p. na comparação com o mesmo trimestre de 2018 (24,5%).

A população subutilizada (28,4 milhões de pessoas) é recorde da série histórica iniciada em 2012, com alta em ambas as comparações: 3,9% (mais 1.063 mil pessoas) frente ao trimestre anterior (27,3 milhões de pessoas) e 3,7% (mais 1.001 mil pessoas) no confronto com igual trimestre de 2018 (27,4 milhões de pessoas).

O número de pessoas desalentadas (4,9 milhões) aumentou 4,3% (mais 202 mil pessoas) em relação ao trimestre anterior (4,7 milhões de pessoas) e 4,2% (mais 199 mil pessoas) frente ao mesmo trimestre de 2018 (4,7 milhões de pessoas).

O número de empregados no setor privado com carteira assinada (exclusive trabalhadores domésticos) foi de 33,1 milhões de pessoas, ficando estável frente ao trimestre anterior e subindo 1,5% (mais 480 mil pessoas) frente ao mesmo período de 2018. Já o número de empregados sem carteira assinada (11,2 milhões de pessoas) ficou estável frente ao trimestre anterior e subiu 3,4% (mais 368 mil pessoas) em relação ao mesmo trimestre de 2018.

A categoria dos trabalhadores por conta própria (23,9 milhões de pessoas) ficou estável frente ao trimestre anterior e cresceu 4,1% (mais 939 mil pessoas) frente ao mesmo período de 2018.

O rendimento médio real habitual (R$ 2.295) ficou estável em ambas as comparações. Já a massa de rendimento real habitual (R$ 206,8 bilhões) permaneceu estável em relação ao trimestre anterior e cresceu 2,8% (mais 5,7 bilhões) frente ao mesmo período de 2018.

Taxa de Desocupação - Brasil - 2012/2019

A taxa de desocupação foi de 12,5% no trimestre móvel encerrado em abril de 2019, variando 0,5 ponto percentual em relação ao trimestre de novembro de 2018 a janeiro de 2019 (12,0%). Na comparação com o trimestre de fevereiro a abril de 2018 (12,9%), o quadro foi de queda (-0,4 ponto percentual).

No trimestre de fevereiro a abril de 2019, havia 13,2 milhões de pessoas desocupadas no Brasil. Este contingente variou 4,4% (mais 552 mil pessoas) frente ao trimestre de novembro de 2018 a janeiro de 2019 (12,6 milhões de pessoas) e ficou estável no confronto com igual trimestre do ano anterior (13,4 milhões de pessoas).

A taxa composta de subutilização da força de trabalho (Percentual de pessoas desocupadas, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas e na força de trabalho potencial em relação a Força de trabalho ampliada) foi de 24,9% no trimestre de fevereiro a abril de 2019, variando 0,7 p.p. em relação ao trimestre de novembro de 2018 a janeiro de 2019 (24,2%). Na comparação com o mesmo trimestre móvel do ano anterior (24,5%), houve alta de 0,4 ponto percentual.

Taxa de Composta de subutilização da força de trabalho trimestres de fevereiro a abril - 2012/2019 Brasil (%)

No trimestre de fevereiro a abril de 2019, havia 28,4 milhões de pessoas subutilizadas no Brasil. Este contingente variou 3,9% (mais 1.063 mil pessoas) frente ao trimestre de novembro de 2018 a janeiro de 2019 (27,3 milhões de pessoas) e 3,7% (mais 1.001 mil pessoas) no confronto com igual trimestre do ano anterior (27,4 milhões de pessoas).

O contingente de pessoas subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas foi de 7,0 milhões no trimestre de fevereiro a abril de 2019. Houve alta de 3,3% (mais 223 mil pessoas) em relação ao trimestre anterior (6,8 milhões de pessoas). Em relação ao mesmo período de 2018 (6,3 milhões de pessoas), o aumento foi de 11,9% (mais 745 mil pessoas).

No trimestre de fevereiro a abril de 2019, a força de trabalho potencial (pessoas de 14 anos ou mais que na semana de referência não estavam ocupadas nem desocupadas, mas possuíam um potencial de se transformarem em força de trabalho) foi de 8,2 milhões de pessoas. Essa população cresceu 3,6% (mais 287 mil pessoas) na comparação com o trimestre de novembro de 2018 a janeiro de 2019 e 5,7% (mais 439 mil pessoas) frente ao mesmo trimestre do ano anterior.

O contingente fora da força de trabalho, no trimestre de fevereiro a abril de 2019, foi de 65,0 milhões de pessoas. Essa população permaneceu estável na comparação com o trimestre de novembro de 2018 a janeiro de 2019 e frente ao mesmo trimestre de 2018.

A população desalentada era de 4,9 milhões no trimestre de fevereiro a abril de 2019. Houve aumento de 4,3% (mais 202 mil pessoas) em relação ao trimestre anterior (4,7 milhões de pessoas desalentadas) e de 4,2% (mais 199 mil pessoas) frente ao mesmo período de 2018 (4,7 milhões de pessoas desalentadas).

O Percentual de pessoas desalentadas em relação à população na força de trabalho ou desalentada foi de 4,4% no trimestre de fevereiro a abril de 2019, variando 0,2 p.p. em relação ao trimestre de novembro de 2018 a janeiro de 2019 (4,3%). Na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior (4,3%), houve estabilidade.

A força de trabalho (pessoas ocupadas e desocupadas), no trimestre de fevereiro a abril de 2019, foi de 105,5 milhões de pessoas. Essa população aumentou 0,6% (mais 627 mil pessoas) quando comparada com o trimestre de novembro de 2018 a janeiro de 2019 e 1,7% (mais 1,8 milhão de pessoas) frente ao mesmo trimestre de 2018.

O número de pessoas ocupadas chegou a 92,4 milhões no trimestre de fevereiro a abril de 2019, o que representa estabilidade em relação ao trimestre anterior e crescimento de 2,1% (mais 1.937 mil pessoas) frente ao mesmo período de 2018.

O nível da ocupação (percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar) foi estimado em 54,2% no trimestre de fevereiro a abril de 2019, ficando estável frente ao trimestre de novembro de 2018 a janeiro de 2019 (54,2%) e subindo 0,6 p.p. em relação a igual trimestre do ano anterior (53,6%).

O contingente de empregados no setor privado com carteira de trabalho assinada (exclusive trabalhadores domésticos) foi de 33,1 milhões de pessoas, o que representa estabilidade frente ao trimestre anterior e alta de 1,5% (mais 480 mil pessoas) no confronto com o trimestre de fevereiro a abril de 2018.

No período de fevereiro a abril de 2019, a categoria dos empregados no setor privado sem carteira de trabalho assinada (11,2 milhões de pessoas) ficou estável frente ao trimestre anterior e cresceu 3,4% (mais 368 mil pessoas) frente ao mesmo período de 2018.

Na categoria dos trabalhadores por conta própria, formada por 23,9 milhões de pessoas, houve estabilidade na comparação com o trimestre de novembro de 2018 a janeiro de 2019 e alta de 4,1% (mais 939 mil pessoas) em relação ao mesmo período do ano anterior.

No período de fevereiro a abril de 2019, a categoria dos empregadores (4,4 milhões de pessoas) ficou estável em relação ao trimestre anterior e ao mesmo trimestre de 2018.

O número de trabalhadores domésticos (6,1 milhões de pessoas) ficou estável frente ao trimestre anterior e ao mesmo período de 2018.

O grupo dos empregados no setor público (inclusive servidores estatutários e militares), estimado em 11,5 milhões de pessoas, ficou estável frente ao trimestre anterior e ao mesmo trimestre de 2018.

O rendimento médio real habitual (R$ 2.295) ficou estável em ambas as comparações.

A massa de rendimento real habitual (R$ 206,8 bilhões de reais) ficou estável frente ao trimestre de novembro de 2018 a janeiro de 2019 e subiu 2,8% (mais R$ 5,7 bilhões) em relação ao mesmo trimestre do ano anterior.

Rendimento médio mensal real, habitualmente recebido no mês de referência, 
de todos os trabalhos das pessoas ocupadas - Brasil - 2012/2019 - (R$)

Após quatro anos de queda, emprego com carteira assinada cresce em abril. O mercado de trabalho está longe de recuperar a perda de empregos desde 2014

Depois de 16 trimestres seguidos de queda, o emprego no setor privado com carteira de trabalho voltou a crescer 1,5% no trimestre fechado em abril, na comparação com o mesmo período de 2018. Foram gerados cerca de 480 mil postos de trabalho formais, totalizando 33,1 milhões de pessoas com carteira. Esses são os resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada hoje pelo IBGE.

Segundo o coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE, Cimar Azeredo, parte expressiva da recuperação de postos com carteira no ano veio dos setores de educação e saúde, de trabalhadores de baixo nível educacional da mineração, construção e transporte e, também, dos profissionais liberais. “O aumento reflete o início de um quadro favorável. É a primeira vez que a categoria carteira de trabalho respira desde o início da crise em 2014”, explica.


Variação em relação ao mesmo trimestre do ano anterior


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Empregado no setor privado, exclusive trabalhador doméstico - com carteira de trabalho assinada | Brasilnov-dez-jan …fev-mar-abr 2015mai-jun-jul 2015ago-set-out 2015nov-dez-jan 2016fev-mar-abr 2016mai-jun-jul 2016ago-set-out 2016nov-dez-jan 2017fev-mar-abr 2017mai-jun-jul 2017ago-set-out 2017nov-dez-jan 2018fev-mar-abr 2018mai-jun-jul 2018ago-set-out 2018nov-dez-jan 2019fev-mar-abr 2019-4-202-6ago-set-out 2016-3,7 %
Fonte: IBGE - Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua mensal

Cimar acrescenta que essa alta no emprego com carteira foi observada principalmente em São Paulo e entre as mulheres. Mesmo assim, o mercado de trabalho está longe de recuperar a perda de 14,5 milhões de empregos com carteira ocorrida desde 2014.

Taxa de desocupação atinge 12,5% no trimestre encerrado em abril

Apesar da melhora no mercado de trabalho na comparação anual, a taxa de desocupação voltou a subir de 12% para 12,5%, na passagem do trimestre fechado em janeiro para o encerrado em abril, com mais 552 mil pessoas desempregadas.

Cimar ressalta que esse aumento é resíduo das demissões dos trabalhadores contratados no final do ano passado e dispensados no início do ano. Nessa comparação, a PNAD Contínua registra aumento de 270 mil empregos com carteira assinada, que, segundo Cimar, representa “estabilidade com tendência de alta”.

O quadro do mercado de trabalho também piora se considerada a taxa composta de subutilização da força de trabalho (percentual de pessoas desocupadas, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas e na força de trabalho potencial), que atingiu 24,9%, recorde da série histórica iniciada em 2012. Isso representa 28,4 milhões de pessoas subutilizadas.

Também foram recordes a força de trabalho potencial, que registrou 8,2 milhões de pessoas que não buscaram trabalho, mas gostariam de trabalhar, e o número de desalentados – foram 4,9 milhões de pessoas que desistiram de procurar uma ocupação. Além disso, quase 7 milhões de pessoas eram ocupadas por insuficiência de horas, ou seja, trabalhavam menos que 40 horas semanais, e gostariam de trabalhar mais.

DOCUMENTO: https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-sala-de-imprensa/2013-agencia-de-noticias/releases/24691-pnad-continua-taxa-de-desocupacao-e-de-12-5-e-taxa-de-subutilizacao-e-24-9-no-trimestre-encerrado-em-abril-de-2019



RENDIMENTO DOMICILIAR



IBGE. 31/05/2019. IBGE divulga o rendimento domiciliar per capita e o coeficiente de desequilíbrio regional 2018

O IBGE divulga hoje (31/05) os valores de rendimento domiciliar per capita (RDPC) e os coeficientes de desequilíbrio regional (CDR) referentes a 2018 para as Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, calculados com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua). Esta divulgação atende ao disposto no Decreto 9.291, de 21 de fevereiro de 2018.

O CDR de cada região foi calculado como razão entre o rendimento domiciliar per capita (RDPC) da região e o RDPC do país, conforme disposto no artigo 1º, parágrafo 1º, do referido Decreto. Nesse cálculo, foram considerados os rendimentos de trabalho e de outras fontes. Todos os moradores foram incluídos no cálculo, inclusive os moradores classificados como pensionistas, empregados domésticos e parentes dos empregados domésticos. Os valores foram obtidos a partir dos rendimentos brutos de trabalho e de outras fontes, efetivamente recebidos no mês de referência, acumulando as informações das primeiras entrevistas do 1º, 2º, 3º e 4º trimestres da PNAD Contínua de 2018.

Os resultados foram calculados para as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, limitando o CDR ao máximo de um inteiro, conforme artigo 1ºA, inciso III.

RegiãoRendimento nominal mensal domiciliar per capita - RDPC da população residente e o Coeficiente de Desequilíbrio Regional - CDR - Brasil e Regiões Selecionadas
2018
RDPCCDR
Brasil1373...
Norte8990,65
Nordeste8240,60
Centro-Oeste15681,00
Fonte: Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua - PNAD Contínua - 2018

A PNAD Contínua é uma pesquisa domiciliar que, a cada trimestre, capta informações socioeconômicas e demográficas em cerca de 211 mil domicílios, em aproximadamente 16 mil setores censitários, distribuídos em cerca de 3,5 mil municípios.

RELATÓRIO: https://www.ibge.gov.br/estatisticas/sociais/populacao/17270-pnad-continua.html?=&t=coeficiente-de-desequilibrio-regional



POLÍTICA FISCAL



BACEN. 31/05/2019. Estatísticas fiscais

1. Resultados fiscais

O setor público consolidado registrou superávit primário de R$6,6 bilhões em abril, comparativamente a superávit de R$2,9 bilhões no mesmo mês do ano anterior. No Governo Central e nos governos regionais houve superávits de R$6,1 bilhões e R$731 milhões, respectivamente, e nas empresas estatais, déficit de R$227 milhões.

Resultado primário

Os juros nominais do setor público consolidado, apropriados por competência, alcançaram R$34,7 bilhões em abril, comparativamente a R$29,7 bilhões no mesmo mês de 2018. No acumulado em 12 meses, os juros nominais atingiram R$389,5 bilhões (5,60% do PIB), ante R$380,9 bilhões (5,73% do PIB) no acumulado dos 12 meses encerrados em abril do ano anterior.

Juros nominais

O resultado nominal do setor público consolidado, que inclui o resultado primário e os juros nominais apropriados, foi deficitário em R$28 bilhões em abril. No acumulado em 12 meses, o déficit nominal alcançou R$485,1 bilhões (6,98% do PIB), reduzindo-se 0,02 p.p. do PIB em relação ao déficit acumulado registrado em março de 2019.

2. Dívida Líquida do Setor Público (DLSP) e Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG)

Divída líquida e dívida bruta

A DLSP alcançou R$3.769,7 bilhões em abril, 54,2% do PIB, reduzindo-se 0,1 p.p. em relação ao mês anterior. Esse resultado refletiu, sobretudo, a incorporação de juros nominais (aumento de 0,5 p.p.), o superávit primário (redução de 0,1 p.p.), o crescimento do PIB nominal (redução de 0,3 p.p.) e o efeito da desvalorização cambial de 1,2% no mês (redução de 0,2 p.p.). No ano, a relação DLSP/PIB aumentou 0,1 p.p., influenciada pela incorporação de juros nominais (aumento de 1,9 p.p.), pelo superávit primário (redução de 0,3 p.p.), pelo efeito da desvalorização cambial de 1,8% acumulada no ano (redução de 0,3 p.p.), pelo ajuste de paridade da cesta de moedas que integram a dívida externa líquida (redução de 0,2 p.p.) e pelo crescimento do PIB nominal (redução de 1,0 p.p.).

A DBGG – que compreende o Governo Federal, o INSS e os governos estaduais e municipais – alcançou R$5.479,6 bilhões em abril, equivalente a 78,8% do PIB, 0,3 p.p. acima do percentual registrado em março. Contribuíram para essa evolução as emissões líquidas de dívida do governo geral (aumento de 0,1 p.p.), a incorporação de juros nominais (aumento de 0,5 p.p.), o efeito da desvalorização cambial (aumento de 0,1 p.p) e o crescimento do PIB nominal (redução de 0,4 p.p.). No ano, houve crescimento de 1,6 p.p. na relação DBGG/PIB, decorrente, em especial, da incorporação de juros (aumento de 2,1 p.p.), de emissões líquidas de dívida do governo geral (aumento de 0,9 p.p.) e do crescimento do PIB nominal (redução de 1,4 p.p.).

DOCUMENTO: https://www.bcb.gov.br/content/estatisticas/Documents/Estatisticas_mensais/Fiscal/Nota%20para%20a%20Imprensa%20-%20Estat%C3%ADsticas%20Fiscais.pdf



INDÚSTRIA



CNI. PORTAL G1. 30/05/2019. Produtividade na indústria tem queda de 0,1% no 1º trimestre deste ano, aponta CNI. Resultado que comparou desempenho industrial entre janeiro e março com últimos três meses de 2018 mostra estabilidade no setor. Índice foi calculado com base em estatísticas de IBGE e CNI.

A produtividade do trabalho na indústria de transformação se manteve praticamente estável no primeiro trimestre de 2019, com uma queda de 0,1% em comparação com os três últimos meses do ano passado, informou nesta quinta-feira (30) a Confederação Nacional da Indústria (CNI).

O resultado da produtividade industrial, calculado com base em estatísticas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e da CNI, foi medido como base no volume produzido dividido pelas horas trabalhadas.

De acordo com a entidade dos industriais, o volume produzido aumentou 0,1% no primeiro trimestre deste ano, ritmo inferior ao aumento no índice de horas trabalhadas na produção (indicador de atividade), que foi de 0,2%.

"Na comparação com o primeiro trimestre de 2018, entretanto, a produtividade do trabalho na indústria de transformação apresentou queda de 1,5%", acrescentou a CNI.

Nessa comparação, o volume produzido pela indústria caiu 1,4%, enquanto as horas trabalhadas na produção aumentaram 0,2%.

De acordo com a economista Maria Carolina Marques, da CNI, os setores precisam promover melhorias de gestão e incorporar novas tecnologias para apresentar longos períodos de ganho de produtividade.

Desde 2017, segundo ela, a produtividade na indústria de transformação vem crescendo, mas em ritmo lento. "Para mudar o quadro, é preciso que haja melhora na economia", ponderou a analista.

Setores

A CNI também divulgou nesta quinta-feira uma avaliação da produtividade industrial, considerando um período mais longo.

De acordo com a entidade, o setor de coque (um tipo de combustível derivado da hulha), derivados de petróleo e biocombustíveis registrou ganhos elevados de produtividade entre 2011 e 2016. No entanto, nos últimos anos, a trajetória ficou praticamente estável, informou a CNI.

Outros setores que apresentaram ganhos de produtividade, segundo a entidade da indústria, foram o de papel e celulose, com aumento médio anual de 2,5% no indicador entre 2008 e 2018. Na sequência vêm produtos diversos (2,4%) e veículos automotores” (2,1%).

"No outro extremo, com trajetória de perda de produtividade na última década, estão produtos farmacêuticos e couro e calçados, ambos com queda média anual de 1,3% na produtividade", concluiu a entidade.



CONFIANÇA EMPRESARIAL



FGV. IBRE. 31/05/19. Sondagens e Índices de Confiança. Índice de Confiança Empresarial. Confiança Empresarial recua em maio e atinge menor nível desde outubro de 2018

O Índice de Confiança Empresarial (ICE) da Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE) recuou 2,0 pontos em maio, para 91,8 pontos, o menor nível desde outubro de 2018. Na métrica de média móveis trimestrais, o índice recuou pela terceira vez consecutiva, em 1,6 ponto.

“A confiança empresarial acumula queda de 5,7 pontos desde janeiro, praticamente anulando a alta de 6,3 pontos entre outubro de 2018 e janeiro deste ano, período de Lua de Mel dos mercados com o novo Governo. O resultado geral continua retratando uma economia com um nível de atividade fraco e, o que é pior, um quadro de relativo pessimismo com a possibilidade de uma aceleração consistente nos próximos meses. De certa forma esse pessimismo moderado pode estar contribuindo para manter a economia andando de lado neste segundo trimestre”, afirma Aloisio Campelo Jr., Superintendente de Estatísticas Públicas da FGV IBRE.

O Índice de Confiança Empresarial (ICE) consolida os índices de confiança dos quatro setores cobertos pelas Sondagens Empresariais produzidas pela FGV IBRE: Indústria, Serviços, Comércio e Construção.

O Índice de Situação Atual caiu 0,7 ponto em maio, para 89,5 pontos, retornando ao nível de outubro de 2018. O Índice de Expectativas (IE-E) cedeu pela terceira vez consecutiva, em 2,2 pontos, para 96,1 pontos, também o menor nível desde outubro do ano passado.

Em maio, houve queda em todos os subíndices que integram o ICE. Na Indústria, o recuo de 0,7 ponto foi determinado pela piora das expectativas. No setor de serviços, a confiança caiu pela quarta vez consecutiva, acumulando perda de 9,2 pontos, quase idêntica à alta de 9,3 pontos ocorrida entre outubro de 2018 e janeiro de 2019. No Comércio, houve queda de 5,4 pontos e na Construção, de 1,8 ponto. Na métrica de média móveis trimestrais, todos os setores recuam.

Difusão da Confiança

Em maio, a confiança avançou somente em 27% dos 49 segmentos que integram o ICE. O destaque do mês é o Comércio, setor em que todos os segmentos registraram queda. No mês passado, a disseminação da alta havia alcançado 47% dos segmentos.

DOCUMENTO: https://portalibre.fgv.br/navegacao-superior/noticias/noticias-1550.htm



COMÉRCIO INTERNACIONAL



EUA. CHINA. 31 DE MAIO DE 2019. China ameaça criar lista negra de empresas e pessoas pouco antes de tarifas entrarem em vigor
Por Stella Qiu e Dominique Patton

PEQUIM (Reuters) - A China ameaçou nesta sexta-feira divulgar uma lista sem precedentes de empresas, grupos e indivíduos “não confiáveis” que prejudicam os interesses das empresas chinesas, com uma série de tarifas retaliatórias sobre produtos norte-americanos seguindo programadas para entrar em vigor no sábado.

O Ministério do Comércio da China não destacou nenhum país ou empresa, mas a ameaça pode aumentar ainda mais as tensões depois que os Estados Unidos colocou a Huawei em uma lista negra que efetivamente impede que empresas dos EUA façam negócios com a gigante chinesa de equipamentos de telecomunicações.

A “lista de entidades não confiáveis” de Pequim se aplicará aos que violam as regras do mercado e o espírito dos contratos, bloqueiam as empresas chinesas por razões não comerciais, “danificam seriamente os direitos e interesses legítimos” das empresas chinesas e prejudicam a segurança nacional da China, disse o ministério.

Uma série de comentários, críticas e advertências agudas da China nas últimas duas semanas piorou a retórica com os Estados Unidos, o que pode complicar a preparação para qualquer reunião entre seus respectivos líderes no mês que vem.

No início deste mês, os EUA impuseram tarifas adicionais de até 25% sobre 200 bilhões de dólares em importações de produtos chineses, acusando Pequim de renegar promessas anteriores de fazer mudanças estruturais sobre suas práticas econômicas. Isso levou Pequim a reagir com mais impostos sobre a maioria das importações norte-americanas em uma lista 60 bilhões de dólares em produtos - que deve entrar em vigor no sábado.

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que planeja se encontrar com seu colega, Xi Jinping, durante a cúpula do G20, marcada para 28 e 29 de junho, em Osaka, embora a China não tenha formalmente confirmado isso.

Xi e Trump provavelmente acharão “difícil” fazer grandes progressos para acabar com a guerra comercial, disse uma ex-autoridade chinesa.

A abordagem dos EUA para as negociações comerciais foi “bullying e América Primeiro”, enquanto os princípios da negociação da China eram igualdade e cooperação, disse Dai Xianglong, que chefiou o Banco do Povo da China entre 1995 e 2002 e continua sendo uma figura influente na China.

“A expectativa é que no encontro de líderes do Japão, no próximo mês, seja difícil alcançar grandes progressos”, disse Dai, acrescentando que não podia confirmar se a reunião de fato acontecerá, mas acrescentou que espera que seja.

Dai também disse que não descartou uma retaliação mais forte da China. Ele disse que as grandes vendas de títulos do Tesouro dos EUA pela China eram uma opção menos provável de retaliação, uma vez que prejudicariam os próprios interesses da China.



ENERGIA



OPEP. PORTAL G1. REUTERS. 30/05/2019. Preços do petróleo têm mínimas de 2 meses com queda menor que a esperada em estoques dos EUA. No mês, o Brent está a caminho de perder cerca de 8%, enquanto o WTI deverá registrar retração de cerca de 11%.

Os preços do petróleo caíram quase 4% nesta quinta-feira (30), para seus menores níveis em mais de dois meses, por conta de uma redução menor que a esperada nos estoques de petróleo dos Estados Unidos e temores de uma desaceleração econômica mundial devido à guerra comercial entre EUA e China.

A Administração de Informação sobre Energia (AIE) informou que os estoques do produto nos EUA recuaram em quase 300 mil barris na última semana, número menor que a queda de 900 mil barris prevista por analistas em pesquisa da Reuters e muito abaixo da retração de 5,3 milhões de barris reportada pelo Instituto Norte-Americano de Petróleo no final da quarta-feira.

A diminuição da semana passada retira os estoques de petróleo dos EUA de seu maior nível desde julho de 2017, registrado na semana anterior, mas, com 476,5 milhões de barris, eles seguem cerca de 5% acima da média de cinco anos para este período.

"O relatório de estoques somou-se ao sentimento baixista que prevalecia na sessão de hoje", disse Abhishek Kumar, analista-chefe da Interfax Energy, acrescentando que "as preocupações sobre demanda que vêm da guerra comercial entre EUA e China devem permanecer como principal condutor pesando sobre os preços do petróleo."

Os contratos futuros do petróleo Brent recuaram US$ 2,58, ou 3,7%, e fecharam a US$ 66,87 por barril, enquanto o petróleo nos EUA cedeu US$ 2,22, ou 3,8%, para fechar a US$ 56,59/barril. Esse foi o menor fechamento para o Brent desde 12 de março, e o menor para o WTI desde 8 de março.

No mês, o Brent está a caminho de perder cerca de 8%, enquanto o WTI deverá registrar retração de cerca de 11%, o que representaria o primeiro declínio mensal para ambos os contratos em cinco meses.


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LGCJ.: