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September 20, 2016

US ECONOMICS

US DoC. 09/20/2016. U.S. Secretary of Commerce Penny Pritzker Appoints New Advisory Council to Advance President's Business Priorities for Africa

U.S. Secretary of Commerce Penny Pritzker today announced the appointment of 23 private sector leaders to the second President’s Advisory Council on Doing Business in Africa (PAC-DBIA). PAC-DBIA members – representing small, medium, and large companies from a variety of industry sectors – advise the President, through the Secretary of Commerce, on ways to strengthen commercial engagement between the United States and Africa.

"Building stronger commercial relationships with some of the world's fastest growing economies in Africa continues to be a top priority for the Obama administration," said Secretary Pritzker. "Private sector engagement through initiatives like the PAC-DBIA is driving our efforts to expand trade, speed investments, build new technologies, and grow new and transformative industries across Africa."

The appointments are announced in conjunction with the second U.S.-Africa Business Forum. This historic event connects hundreds of American and African chief executive officers and business leaders, along with African heads of state, to discuss overall economic growth and to stimulate additional trade and investment between the United States and Africa.

The varied, diverse, and accomplished appointees of the 2016-2018 President’s Advisory Council on Doing Business in Africa include:

  • Jay Ireland, President and CEO, GE Africa* (Chair)
  • Laura Lane, President of Global Public Affairs, UPS (Vice Chair)
  • Walé Adeosun, Founder and Chief Investment Officer, Kuramo Capital Management*
  • Mimi Alemayehou, Managing Director, Black Rhino Group; and Executive Advisor and Chair, Blackstone Africa Infrastructure LP
  • Kimberly Brown, CEO, Amethyst Technologies
  • Takreem El-Tohamy, General Manager of Middle East and Africa, IBM
  • Peter Grauer, Chairman, Bloomberg LP*
  • Diane Hoskins, Co-CEO, Gensler
  • Denise Johnson, Group President, Caterpillar Resource Industries
  • Kusum Kavia, President, Combustion Associates, Inc.
  • Barbara Keating, President, Computer Frontiers, Inc.
  • Bill Killeen, President and CEO, Acrow Bridge
  • Tom Klein, President and CEO, Sabre
  • Jack Leslie, Chairman, Weber Shandwick
  • Edward Mathias, Managing Director, Carlyle Group*
  • Ross McLean, President of Sub-Saharan Africa, Dow Chemical Company
  • Jehiel Oliver, Founder and CEO, Hello Tractor
  • Andrew Patterson, President for Africa, Bechtel
  • Martin Richenhagen, Chairman, President, and CEO, AGCO*
  • Fred Sisson, CEO, Synnove Energy
  • Andrew Torre, President of Sub-Saharan Africa, Visa
  • Dow Wilson, President and CEO, Varian Medical Systems*
  • Rahama Wright, Founder and Chief Executive Director, Shea Yeleen*

*Denotes reappointed PAC-DBIA member

As part of his commitment to deepen engagement between the United States and Africa, President Obama signed an Executive Order (E.O.) at the 2014 U.S.-Africa Business Forum to establish PAC-DBIA. The PAC-DBIA has provided information, analysis, and recommendations on U.S.-Africa trade and investment priorities. Such priorities include job creation in both the United States and Africa, developing sustainable commercial partnerships, building entrepreneur capacity, and keeping the private sector engaged in developing policies and strategies on investment in Africa. Highlights of the previous PAC-DBIA’s recommendations include launching the institutional investor roadshow with several African countries and convening an East Africa cold chain symposium.


U.S. merchandise exports to sub-Saharan Africa increased 19 percent from 2009 to 2015, reaching more than $18 billion last year. Total U.S. exports of goods and services to the continent of Africa reached $42 billion in 2015, representing total growth of 17 percent in the same period. In addition, between 2009 and 2015, U.S. goods exports to five sub-Saharan African countries – Ethiopia, Togo, Mauritania, Burkina Faso, and South Sudan – and U.S. goods exports to an additional five countries have increased more than 50 percent – Mali, Swaziland, Sierra Leone, Democratic Republic of the Congo, and Benin.


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PETROBRÁS. 20/09/2016. Plano Estratégico da Petrobras tem métricas para aumentar segurança e baixar alavancagem

Anunciamos o Plano Estratégico para o período de 2017 a 2021 com dois indicadores principais. A taxa de acidentados registráveis (TAR) – indicador da indústria que mede todos os tipos de acidentes e incidentes ocorridos – deve ser reduzida dos 2,2 por milhão de homens hora em operações da companhia em 2015 para 1,4 em dois anos, chegando a 1 em 2021. Já a meta financeira estabelece que a dívida líquida da empresa seja equivalente a 2,5 vezes a sua geração de caixa em 2018. De acordo com o balanço anual de 2015, esse índice alcançava 5,3 vezes.
O objetivo de ter duas métricas prioritárias na nossa gestão é garantir avanços significativos nos indicadores de segurança ao mesmo tempo em que se acelera a recuperação financeira da empresa no menor prazo possível.

“Nos próximos dois anos estaremos concentrados na recuperação da solidez financeira da Petrobras, como uma empresa integrada de energia que tem foco em óleo e gás. No horizonte total dos cincos anos desse planejamento, a nossa proposta é que a empresa tenha sido saneada, tenha padrões de governança e ética inquestionáveis para sustentar uma produção crescente, mas realista, e capaz de investir e se posicionar nos processos de transição por que passa o mercado de energia no mundo”, disse o presidente da empresa, Pedro Parente.

A melhora nos indicadores de acidentes exigirá uma mudança cultural e de foco nas ações de segurança. Para isso, a Petrobras lançará um novo programa, o Compromisso pela Vida, que terá envolvimento direto das lideranças e será baseado num reforço de segurança de processos baseado em risco para garantir a integridade das instalações e sistemas da companhia, assim como um sistema de consequências para desvios de padrões e ações integradas.

Uma das principais ações para garantir que as metas sejam cumpridas será a adoção de novas ferramentas de gestão e gerenciamento de custos, especialmente o Orçamento Base Zero (OBZ). Por meio desse instrumento, os gastos da empresa serão revistos, mantendo as despesas consideradas essenciais para o negócio e evitando cortes lineares que prejudicam a operação.

Além disso, as metas de desempenho serão desdobradas até o nível de supervisores, com reuniões mensais de avaliação. A estimativa no Plano Estratégico é de uma redução de 18% em relação à primeira estimativa para esses gastos no período 2017-2021. Essas despesas totalizam US$126 bilhões. O corte é de cerca de R$ 27 bilhões em relação à estimativa inicial 2017-2021. Se a comparação for feita com o plano 2015-2019, que estava em vigor, a redução dessas despesas é de aproximadamente R$ 16 bilhões ou 11%.

Além disso, o Plano mantém o ritmo intenso de parcerias e desinvestimentos que nos próximos dois anos deverão somar US$ 19,5 bilhões. Esse resultado deve ser atingido por meio de crescentes parcerias estratégicas na área de Exploração e Produção, além de Refino, Transporte, Logística, Distribuição e Comercialização. A Petrobras também sairá das atividades de produção de biocombustíveis, distribuição de GLP, produção de fertilizantes e das participações em petroquímica. No segmento de gás, a estratégia é adequar a participação da companhia e, no setor de energia, reorganizar as participações societárias.

Os investimentos próprios previstos de 2017 a 2021 são de US$ 74,1 bilhões. Esse valor representa uma redução de 25% em relação ao plano anterior. O conjunto de investimentos gerados a partir dos projetos da Petrobras, no entanto, é estimado em US$ 40 bilhões nos próximos dez anos, o que demonstra que apesar do menor volume de investimentos, a companhia alavanca valores significativos por meio de sua atuação.

O segmento de Exploração e Produção absorverá a maior parte dos investimentos próprios da Petrobras, concentrando 82% dos recursos. A área de Refino e Gás Natural receberá 17% do total, enquanto as outras áreas da companhia responderão por 1%. A meta de produção no Brasil de óleo e líquido de gás natural foi fixada em 2,8 milhões de barris por dia (bpd) para 2021, considerando a entrada em operação de 19 sistemas de produção no período de 2010 a 2021.

A sustentabilidade de curva de produção da empresa vem sendo garantida pela combinação de melhoras crescentes no desempenho operacional e a aplicação de novas tecnologias. O tempo médio para construir um poço marítimo no pré-sal da Bacia de Santos era, em 2010, de aproximadamente 152 dias. Em 2016, esse tempo baixou para 54 dias, numa velocidade três vezes maior em relação a 2010.

A economia de recursos obtida com avanços desse tipo assegurou um custo médio de extração abaixo de US$ 8 por barril de óleo equivalente, muito inferior à média da indústria, que oscila em torno de US$ 15/boe.  Além disso, a alta produtividade dos poços já interligados aos sistemas de produção instalados no pré-sal já chega, por exemplo, a 25 mil barris por dia (bpd) por poço, volume muito acima do que era inicialmente projetado.

A carteira de projetos da Petrobras prevê para 2017 o primeiro óleo dos projetos de Tartaruga Verde e Mestiça, no pós-sal da Bacia de Campos, além de Lula Norte e Lula Sul, no pré-sal da Bacia de Santos e do Teste de Longa Duração (TLD) de Libra. No ano seguinte, entrarão em operação Berbigão, Lula Extremo Sul, além de Búzios 1, 2 e 3, todos no pré-sal.

Em 2020, a projeção é a entrada em produção de Búzios 5, Piloto de Libra e Sépia – os três no pré-sal -, além do projeto de Revitalização de Marlim (Módulo 1), no pós-sal da Bacia de Campos. Por fim, em 2021, está previsto o primeiro óleo do projeto de Revitalização de Marlim (Módulo 2) e do projeto integrado Parque das Baleias – ambos na Bacia de Campos -, além de Itapu e Libra 2.

Buscando garantir a geração de valor estabelecida como um dos princípios de sua atuação, a Petrobras seguirá a estratégia de garantir a disciplina do uso de capital e retorno aos acionistas em todos os projetos, com alta confiabilidade e previsibilidade. Também buscará garantir a sustentabilidade da produção de petróleo e gás pela incorporação de volumes já descobertos, mantendo a disciplina no uso de capital.

No horizonte do plano estratégico 2017/2021, a Petrobras terá consolidado sua recuperação financeira, com garantia de produção crescente e capacidade para elevar investimentos. O futuro de mais longo prazo desenha uma companhia com uma trajetória prudente e sustentável, guiada por lógica empresarial e ética, com visão de longo prazo nas áreas financeira, ambiental e social. Será uma das melhores empresas para se trabalhar e onde o mérito é a base de reconhecimento e desenvolvimento. A Petrobras continuará a ser a maior companhia integrada de energia do Brasil, de petróleo e gás e crescente participação de energias alternativas.

PETROBRÁS. 16/09/2016. Refinaria Abreu e Lima bate novo recorde mensal de processamento de petróleo

A Refinaria Abreu e Lima (RNEST) bateu, pelo quarto mês consecutivo, seu recorde de processamento de petróleo. Em agosto, a refinaria alcançou a marca de 3,09 milhões de barris, o equivalente a 99,77 mil barris de petróleo processados por dia, carga 0,6% superior ao mês de julho de 2016.

Com esse desempenho operacional, a RNEST já é responsável por cerca de 30% de todo o Diesel S-10 que é produzido no Brasil e colabora com a redução do nosso nível de importação do combustível. Atualmente, a Unidade entrega 10 mil m³ por dia do derivado aos seus mercados-alvo, no Norte e Nordeste. Segundo o diretor de Refino e Gás Natural, Jorge Celestino Ramos, a RNEST tem se mostrado um ativo competitivo, com 70% de capacidade de conversão de petróleo em diesel, combustível essencial para a circulação de produtos e riquezas do país. “Nós temos conseguido operar essa refinaria com bastante eficiência, vide os recordes que obtivemos”, ressalta.

Estas marcas reafirmam a nossa busca contínua pelo aumento da eficiência operacional de nossas refinarias, com excelência na gestão integrada do sistema de abastecimento, contribuindo para a maior rentabilidade da empresa. O resultado foi atingido respeitando os princípios de Segurança, Meio Ambiente e Saúde que norteiam as nossas ações.

Nova unidade - Localizada em Ipojuca, Pernambuco, no complexo industrial portuário de Suape, a Refinaria Abreu e Lima produz ainda gás liquefeito de petróleo (GLP), nafta petroquímica, bunker (óleo combustível para navios), coque, ácido sulfúrico e enxofre. O projeto da refinaria prevê a implantação de dois conjuntos (trens) de refino, com capacidade total de 230 mil barris por dia. O trem 1 está em operação desde novembro de 2014, com carga autorizada de 100 mil barris por dia.

Nosso Conselho de Administração (CA) aprovou, em julho deste ano, a continuidade das atividades de contratação, atualmente em curso, para conclusão da unidade de abatimento de emissões (SNOx) e demais obras de complementação do trem 1 da RNEST. Com a entrada em operação da SNOx, que tratará os gases resultantes do processo de produção de combustíveis com baixo teor de enxofre, a refinaria passará a operar a plena carga.

PETROBRÁS. 13/09/2016. Refinaria Lubrificantes e Derivados do Nordeste aumenta carga processada

A Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) autorizou o aumento da carga processada na Unidade de Destilação à Vácuo (UVAC) da Refinaria Lubrificantes e Derivados do Nordeste (Lubnor), em Fortaleza (CE). O aumento de carga é importante para a rentabilidade da Petrobras, pois representa um crescimento no faturamento da refinaria da ordem de US$ 1,4 milhão/mês, um incremento do lucro operacional da unidade em US$ 500 mil/mês, além de reduzir o custo operacional da Lubnor em US$ 2,75/barril.

Com a mudança, a refinaria passa a processar 1.650 m³ de petróleo por dia, contra 1.500 m³/dia processados anteriormente. A nova carga vai suprir o mercado de asfalto, que está aquecido neste ano, com demanda maior que a produção da Lubnor.

De fevereiro a agosto de 2016, após estudos técnicos de processo (desenvolvidos em parceria com o nosso Centro de Pesquisas - Cenpes) e a autorização da ANP, foram realizados testes de carga máxima na unidade de processamento. Verificou-se que a unidade poderia operar com carga de 1.650 m³/dia, respeitando os requisitos de segurança, meio ambiente e qualidade dos produtos. Foi solicitada então a autorização definitiva da ANP para a nova carga, baseada em análise de mercado, na documentação técnica gerada pelos testes e na licença de operação emitida pela Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace).

ANÁLISE

PETROBRÁS. PORTAL G1. 20/09/2016. Petrobras reduz plano de investimento para US$ 74,1 bilhões em 5 anos. Redução é de 25% em relação à última previsão do plano anterior. Plano de investimento do período anterior foi de US$ 98,4 bilhões.
Do G1, em São Paulo

O Conselho de Administração da Petrobras avaliou que seu Plano de Negócios e Gestão 2017-2021 será de US$ 74,1 bilhões. O valor é 25% menor que os US$ 98,4 bilhões previstos para o plano do período anterior, anunciado em janeiro deste ano. Os dados foram divulgados na manhã desta terça-feira (20), por meio de um comunicado enviado ao mercado.
Nesse período, a petroleira Petrobras vislumbra que sua recuperação financeira estará consolidada.
"A carteira de investimentos do plano prioriza projetos de exploração e produção de petróleo no Brasil, com ênfase em águas profundas. Nas demais áreas de negócios, os investimentos destinam-se, basicamente, à manutenção das operações e à projetos relacionados ao escoamento da produção de petróleo e gás natural", afirma o comunicado.
Analistas ouvidos pela agência Reuters aguardavam investimentos até 2021 de cerca de cerca de US$ 80 bilhões.
A redução dos aportes é ainda maior quando comparada com o plano de negócios da petroleira em 2014, de US$ 220,6 bilhões em cinco anos, quando a companhia ainda não havia reportado perdas bilionárias pelo escândalo de corrupção e os preços do petróleo estavam mais altos.
“Nos próximos dois anos estaremos concentrados na recuperação da solidez financeira da Petrobras, como uma empresa integrada de energia que tem foco em óleo e gás. No horizonte total dos cincos anos desse planejamento, a nossa proposta é que a empresa tenha sido saneada, tenha padrões de governança e ética inquestionáveis para sustentar uma produção crescente, mas realista, e capaz de investir e se posicionar nos processos de transição por que passa o mercado de energia no mundo”, disse o presidente da empresa, Pedro Parente, por meio de nota enviada à imprensa.
A Petrobras prevê investimentos da área de Exploração e Produção de US$ 60,6 bilhões, sendo que 76% do montante será alocado para desenvolvimento da produção, 11% para exploração e 13% para suporte operacional. No plano anterior, a principal divisão da empresa receberia investimentos de US$ 80 bilhões.
Já a área de Refino e Gás Natural receberá investimentos de US$ 12,4 bilhões no período, sendo 50% destinados à continuidade operacional dos ativos e o restante a projetos relacionados ao escoamento da produção de óleo e gás. No plano anterior, a divisão de Abastecimento tinha uma previsão de US$ 10,9 bilhões e a de Gás e Energia, de US$ 5,4 bilhões.
Venda de ativos
O plano apresentado também inclui a "vendas de ativos", chamada de desinvestimentos. De acordo com a companhia, estão previstos US$ 19,5 bilhões de "parcerias e desinvestimentos" entre 2017 e 2018. A Petrobras sairá das atividades de produção de biocombustíveis, distribuição de GLP, produção de fertilizantes e das participações em petroquímica.
A petroleira prevê que essas iniciativas, associadas a uma geração operacional de caixa estimada em US$ 158 bilhões, permitirão à Petrobras realizar seus investimentos e reduzir seu endividamento, sem precisar fazer novas captações.
Produção
A companhia afirmou que espera alcançar uma produção total de óleo e gás, no Brasil e no exterior, de 3,41 milhões de barris de óleo equivalente por dia em 2021: 2,77 milhões de barris por dia de óleo e líquido de gás natural no Brasil.
Gestão
No comunicado, a Petrobras disse que será adotado um sistema de gestão baseado na meritocracia, acompanhamento sistemático e correção de desvios, com o objetivo de "garantir a disciplina na execução das iniciativas e no alcance das metas estabelecidas no Plano de Negócios e Gestão".
Planos anteriores
O Plano de Negócios e Gestão 2015-2019, anunciado em junho de 2015, previa inicialmente US$ 130,3 bilhões em investimentos, uma redução de 37% na comparação com o ano anterior.
Depois, foi reduzido para US$ 98,4 bilhões, queda de US$ 32 bilhões ou de 24,5% ante a projeção inicial, principalmente devido à otimização do portfólio de projetos e do efeito cambial, em meio a preços do petróleo mais baixos.
No plano para 2014-2018, a companhia chegou a prever investimentos de US$ 220,6 bilhões.
Na ocasião, a companhia informou que o plano tinha como "objetivos fundamentais a desalavancagem da companhia e a geração de valor para os acionistas".

PETROBRÁS. PORTAL UOL. 20/09/2016. Petrobras reduz plano de investimento em 25%, para US$ 74,1 bi, em 5 anos
Reuters

SÃO PAULO, 20 Set (Reuters) - A Petrobras (PETR3, PETR4) prevê investir US$ 74,1 bilhões entre 2017 e 2021, uma queda de 25% em relação ao Plano de Negócios e Gestão 2015-2019, revisado em janeiro deste ano, informou nesta terça-feira (20) a petroleira em comunicado ao mercado.

O corte de investimento foi geral, ainda que a empresa continue priorizando investimentos na exploração e produção do pré-sal.

"A carteira de investimentos do Plano prioriza projetos de exploração e produção de petróleo no Brasil, com ênfase em águas profundas. Nas demais áreas de negócios, os investimentos destinam-se, basicamente, à manutenção das operações e a projetos relacionados ao escoamento da produção de petróleo e gás", afirmou a estatal em nota.

Analistas ouvidos pela agência de notícias Reuters aguardavam investimentos até 2021 de cerca de US$ 80 bilhões.

Lava Jato e preço do petróleo
A redução dos aportes é ainda maior quando comparada com o plano de negócios da petroleira em 2014, de US$ 220,6 bilhões em cinco anos, quando a companhia ainda não havia reportado perdas bilionárias pelo escândalo de corrupção investigado pela operação Lava Jato e os preços do petróleo estavam mais altos.

A Petrobras prevê investimentos da área de Exploração & Produção de US$ 60,6 bilhões, sendo que 76% do montante será alocado para desenvolvimento da produção, 11% para exploração e 13% para suporte operacional. No plano anterior, a principal divisão da empresa receberia investimentos de US$ 80 bilhões.

Já a área de Refino e Gás Natural receberá investimentos de US$ 12,4 bilhões no período, sendo 50% destinados à continuidade operacional dos ativos e o restante a projetos relacionados ao escoamento da produção de óleo e gás. No plano anterior, a divisão de Abastecimento tinha uma previsão de US$ 10,9 bilhões e a de Gás e Energia, de US$ 5,4 bilhões.

(Por Roberto Samora; Edição de Camila Moreira)

PETROBRÁS. REUTERS. 20/09/2016. Petrobras reduz plano de investimento em 25%, para US$74,1 bi, em 5 anos
Por Roberto Samora

SÃO PAULO (Reuters) - A Petrobras prevê investir 74,1 bilhões de dólares entre 2017 e 2021, uma queda de 25 por cento em relação ao Plano de Negócios e Gestão 2015-2019, revisado em janeiro deste ano, informou nesta terça-feira a petroleira em comunicado ao mercado.

O corte de investimento foi geral, ainda que a empresa continue priorizando investimentos na exploração e produção do pré-sal.

"A carteira de investimentos do Plano prioriza projetos de exploração e produção de petróleo no Brasil, com ênfase em águas profundas. Nas demais áreas de negócios, os investimentos destinam-se, basicamente, à manutenção das operações e à projetos relacionados ao escoamento da produção de petróleo e gás", afirmou a estatal em nota.

Analistas ouvidos pela Reuters aguardavam investimentos até 2021 de cerca de 80 bilhões de dólares.

A redução dos aportes é ainda maior quando comparada com o plano de negócios da petroleira em 2014, de 220,6 bilhões de dólares em cinco anos, quando a companhia ainda não havia reportado perdas bilionárias pelo escândalo de corrupção e os preços do petróleo estavam mais altos.

A Petrobras prevê investimentos da área de Exploração & Produção de 60,6 bilhões de dólares), sendo que 76 por cento do montante será alocado para desenvolvimento da produção, 11 por cento para exploração e 13 por cento para suporte operacional. No plano anterior, a principal divisão da empresa receberia investimentos de 80 bilhões de dólares.

Já a área de Refino e Gás Natural receberá investimentos de 12,4 bilhões de dólares no período, sendo 50 por cento destinados à continuidade operacional dos ativos e o restante a projetos relacionados ao escoamento da produção de óleo e gás. No plano anterior, a divisão de Abastecimento tinha uma previsão de 10,9 bilhões de dólares e a de Gás e Energia, de 5,4 bilhões de dólares.

PETROBRÁS. REUTERS. 20/09/2016. Petrobras prevê desinvestimentos e parcerias de US$19,5 bi em 2017 e 2018

SÃO PAULO (Reuters) - A Petrobras apontou uma meta de desinvestimentos de 19,5 bilhões de dólares para o biênio de 2017 e 2018, ante 15,1 bilhões projetados em vendas de ativos entre 2015-2016, como parte importante de seu novo Plano de Negócios e Gestão, divulgado nesta terça-feira.

Segundo a empresa, na área de desinvestimentos, uma estratégia importante será a ampliação das parcerias, "disseminando a experiência bem sucedida na área de exploração e produção para as demais áreas da companhia".

"Essas iniciativas, associadas a uma geração operacional de caixa estimada em 158 bilhões de dólares, após dividendos, permitirão à Petrobras realizar seus investimentos e reduzir seu endividamento, sem necessidade de novas captações líquidas no horizonte do plano", afirmou a empresa.

O corte acentuado dos investimentos permitirá à Petrobras uma redução de sua enorme dívida. A estatal prevê investir 74,1 bilhões de dólares entre 2017 e 2021, queda de 25 por cento em relação ao Plano de Negócios e Gestão 2015-2019.

Segundo o novo programa, a Petrobras prevê reduzir a alavancagem (medida pela relação de dívida líquida/Ebitda) de 5,3 vezes em 2015 para 2,5 vezes em 2018.

A petroleira reafirmou que, como empresa integrada, buscará reduzir o riscos por meio de parcerias e desinvestimentos na atuação em Exploração e Produção, Refino, Transporte, Logística, Distribuição e Comercialização.

Disse ainda que buscará reestruturar os negócios de energia, consolidando os ativos termelétricos e demais negócios desse segmento, buscando a alternativa que maximize o valor para a empresa.

A companhia afirmou também que vai rever o posicionamento do negócio de lubrificantes, objetivando maximizar a geração de valor.

(Por Roberto Samora)

PETROBRÁS. REUTERS. 20/09/2016. Petrobras diz que, com maior eficiência, redução de investimento não impacta metas

SÃO PAULO (Reuters) - A Petrobras afirmou que a maior eficiência na aplicação dos recursos investidos e medidas de redução de custos possibilitarão a redução do volume de investimento sem grande impacto nas metas operacionais de produção.

Em seu plano de negócios para 2017-2021, a Petrobras reduziu em 25 por cento os investimentos em relação ao Plano de Negócios e Gestão 2015-2019, revisado em janeiro deste ano.

A companhia espera alcançar uma produção total de óleo e gás, no Brasil e no exterior, de 3,41 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed) em 2021, sendo 2,77 milhões de barris por dia (bpd) de óleo e líquido de gás natural (LGN) no Brasil, já considerando o novo nível de investimento, as parcerias e os desinvestimentos.

No plano anterior, a estatal previa produção de 2,7 milhões de barris por dia, em média, em 2020.

Além da maior eficiência na aplicação dos recursos investidos, o plano também prevê a adoção de novas medidas para redução de custos (gastos operacionais gerenciáveis).

"Dentre essas ações destaca-se a implantação de novas ferramentas de gestão, como o Orçamento Base Zero (OBZ), a gestão diferenciada de contratos e de pessoal. A meta é reduzir em 18 por cento os gastos operacionais gerenciáveis, quando comparado ao valor estimado caso nenhuma iniciativa fosse implementada."

(Por Roberto Samora)

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USP. FIPE. PORTAL G1. REUTERS. 20/09/2016. Preço de alimentos sobe menos e alivia inflação em São Paulo. IPC-Fipe passou de 0,05% na 1ª prévia de setembro para 0,01%, na 2ª. Alta de preços relacionados à saúde também perdeu força.
Do G1, em São Paulo

A inflação em São Paulo medida pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou variação positiva de 0,01% na segunda prévia de setembro, após avançar 0,05% na semana anterior, informou a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) nesta terça-feira (20).
A variação de preços relativos a alimentação diminuiu, passando de 0,55% para 0,06%, assim como a de saúde, que recuou de 0,69% para 0,52%. Também contribuíram as despesas pessoais, que ficaram mais baratas (de -0,19% para -0,47%).
O IPC-Fipe mede as variações quadrissemanais dos preços às famílias paulistanas com renda mensal entre 1 e 10 salários mínimos.

(REUTERS, por Camila Moreira)

BACEN. REUTERS. 20/09/2016. BC está pronto para normalização de política monetária de países avançados, diz diretor

SÃO PAULO (Reuters) - O diretor de Política Monetária do Banco Central, Reinaldo Le Grazie, afirmou nesta terça-feira que a autoridade monetária está preparada para a normalização da política monetária das economias avançadas e defendeu a necessidade de resgatar o tripé macroeconômico.

"Ou seja, nutrir a responsabilidade fiscal, manter controle da inflação e regime de câmbio flutuante", afirmou ele durante evento em São Paulo.

O diretor ressaltou que está se completando oito anos do início da crise financeira global e que, desde então, os mercados de renda fixa têm sido afetados por fortes transformações.

Na quarta-feira, os bancos centrais norte-americano e japonês finalizam suas reuniões para definir os próximos passos da política monetária. Nos Estados Unidos, a expectativa é de que o Federal Reserve não eleve os juros, mas de que dê sinais sobre quando o fará.

Le Grazie disse ainda que, "sem ferir o regime de câmbio flutuante, o BC utiliza, sempre com a necessária parcimônia, as ferramentas cambiais de que dispõe", e ressaltou que a eficiência da política monetária será maior "quanto mais bem-sucedidos forem os esforços para a implantação de reformas e ajustes que fortaleçam o pilar da responsabilidade fiscal".

(Reportagem de Thaís Freitas; Texto de Patrícia Duarte)

FGV. IBRE. 20/09/2016. Indicador Antecedente Composto da Economia avança em agosto

O Indicador Antecedente Composto da Economia (IACE) para o Brasil, divulgado pelo FGV/IBRE e pelo The Conference Board (TCB), avançou 0,7% entre julho e agosto. Após a sétima alta consecutiva, o Indicador alcançou 98,9 pontos (2010 = 100). Dos oito componentes, cinco contribuíram positivamente para o índice em agosto: o SWAP 360; os Índices de Expectativas das Sondagens de Serviços e do Consumidor; o Índice de Ações Ibovespa; e o Índice de Termos de Troca.

O Indicador Coincidente Composto da Economia (ICCE) do Brasil, também elaborado pelo FGV/IBRE e pelo TCB, que mensura as condições econômicas atuais, apresentou queda de 0,5% entre julho e agosto, atingindo a marca de 97,2 pontos (2010 = 100). Nos dois meses anteriores, considerando-se a revisão de dados, o indicador havia recuado 0,4% em julho e avançado 0,3 % em junho.
“A continuidade da trajetória de avanço do IACE nos últimos meses segue sendo explicada de forma majoritária pelas expectativas favoráveis”, afirma Paulo Picchetti. “Os acontecimentos políticos recentes podem viabilizar escolhas que concretizem estas expectativas que, tal como refletido pelo comportamento do ICCE nestes últimos meses, ainda não afetaram o ambiente econômico atual de forma decisiva”, acrescenta Picchetti.

O Indicador Antecedente Composto da Economia agrega oito componentes econômicos que medem a atividade econômica no Brasil. Cada um deles vem se mostrando individualmente eficiente em antecipar tendências econômicas. A agregação dos indicadores individuais em um índice composto filtra os chamados “ruídos”, colaborando para que a tendência econômica efetiva seja revelada.

Sobre o Indicador Antecedente Composto da Economia (IACE)

O Indicador Antecedente Composto da Economia (IACE)™ para o Brasil foi lançado em julho de 2013 pelo FGV/IBRE e pelo The Conference Board.  Com uma série desde 1996, o IACE teria antecipado, de maneira confiável, todas as quatro recessões identificadas pelo Comitê de Datação de Ciclos Econômicos do IBRE (CODACE) durante este período. O indicador permite uma comparação direta dos ciclos econômicos do Brasil com os de outros 11 países e regiões já cobertos pelo The Conference Board: China, Estados Unidos, Zona do Euro, Austrália, França, Alemanha, Japão, México, Coréia, Espanha e Reino Unido.

Os oito componentes do IACE são:

  • Taxa referencial de swaps DI pré-fixada - 360 dias (Fonte: Banco Central do Brasil)
  • Ibovespa (Fonte: BOVESPA - Bolsa de Valores de São Paulo)
  • Índice de Expectativas da Indústria (Fonte: FGV/IBRE)
  • Índice de Expectativas dos Serviços (Fonte: FGV/IBRE)
  • Índice de Expectativas do Consumidor (Fonte: FGV/IBRE)
  • Índice de produção física de bens de consumo duráveis (Fonte: IBGE)
  • Índice de Termos de troca (Fonte: FUNCEX - Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior)
  • Índice de quantum de exportações (Fonte: FUNCEX - Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior) 

SOBRE O THE CONFERENCE BOARD

O The Conference Board é uma instituição independente de âmbito global para realização de pesquisas e seminários sobre negócios, que trabalha para o interesse público. Sua missão é equipar as principais companhias internacionais com conhecimentos práticos necessários à melhoria de seu desempenho e para melhor servirem a sociedade. O TCB é uma entidade sem fins lucrativos sediada nos Estados Unidos da América que produz desde 1996 índices econômicos, época que foi selecionado pelo U.S. Department of Commerce Bureau of Economic Analysis a assumir a responsabilidade pelos cálculos dos indicadores antecedentes americanos. O Conference Board expandiu o programa global desde meados da década de 1990.

DOCUMENTO: http://portalibre.fgv.br/main.jsp?lumPageId=402880972283E1AA0122841CE9191DD3&lumItemId=8A7C82C5557F25F2015747B9DE004D1F

BACEN. PORTAL G1. 20/09/2016. Brasil não precisa mudar meta de inflação, diz presidente do BC. Ilan Goldfajn participa de evento do BC argentino, em Buenos Aires. BC avalia que o alcance do alvo de 4,5% em 2017 é possível.
Da Reuters

O presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, disse nesta terça-feira (20) que o Brasil não precisa mudar sua meta de inflação, sendo que o BC avalia que o alcance do alvo de 4,5% em 2017 é possível e que a desinflação continuará nos próximos anos.
"Estamos seguros que a inflação no Brasil convergirá para a meta em todos os horizontes relevantes, em particular para 4,5% em 2017", disse ele.
Ao participar de evento do BC argentino, em Buenos Aires, ele reiterou que a meta de inflação atual brasileira é ambiciosa, mas pode ser cumprida, chamando a atenção para a recente redução nas expectativas para a alta de preços na economia.
A meta de inflação do Brasil é de 4,5%, com margem de 1,5 ponto percentual em 2017. Atualmente, em 12 meses, o IPCA acumula alta de cerca de 9%.
O BC já havia sinalizado que pode começar a reduzir a Selic, que está em 14,25% há mais de um ano, em breve. No mercado de juros futuros, as apostas majoritárias são que isso ocorrerá em outubro, próximo encontro do Comitê de Política Monetária (Copom) do BC.

Taxa de juros é mantida a 14,25% pela nona vez seguida (Foto: Arte/G1)

Em seu discurso, feito em espanhol, Ilan também chamou a atenção para a conjuntura atual de liquidez abundante e de lenta recuperação do crescimento das principais economias, cenário que se desenha como um período benigno para os países emergentes e que deve ser aproveitado, já que é provável que não dure muito tempo.
"Com o tempo, as economias vão recuperar sua trajetória de crescimento. Este movimento inevitavelmente provocará um processo de normalização das condições monetárias em economias avançadas, particularmente nos Estados Unidos", afirmou.
"As economias emergentes devem aproveitar esta janela de oportunidade para reformar e ajustar suas economias", acrescentou.
Especificamente sobre Brasil, Ilan disse ver como "imperativas" as medidas fiscais na direção da redução e racionalização dos gastos, buscando colocar a dinâmica da dívida em ordem.

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DÓLAR/ANÁLISE

BACEN. PORTAL G1. 20/09/2016. Dólar opera em queda, à espera do Fed. Na véspera, moeda encerrou o dia em alta de 0,32%, vendida a R$ 3,2783. Operadores optam por cautela antes da reunião do Federal Reserve.
Do G1, em São Paulo

O dólar opera em queda nesta terça-feira (20), véspera de decisão de política monetária dos bancos centrais norte-americano e japonês e em sessão marcada pelo recuo dos preços do petróleo no exterior.
Às 9h59, a moeda norte-americana caía 0,67%, vendida a R$ 3,2561.
Acompanhe a cotação do longo do dia:

  • Às 9h10, queda de 0,21%, a R$ 3,2714
  • Às 9h19, queda de 0,61%, a R$ 3,258

Na véspera, o dólar fechou em alta de 0,32%, vendido a R$ 3,2783.
De acordo com a Reuters, os investidores não esperam mudanças na política de juros dos Estados Unidos, mas estão atentos para eventual sinalização mais "hawkish" do Fed para os passos seguintes. No caso do Japão, a expectativa é de que a política monetária deve ser afrouxada ainda mais.
No cenário doméstico, o mercado se mostra mais cauteloso com o cenário político, diante de novoas denúncias que podem afetar a capacidade do governo do presidente Michel Temer de conseguir aprovar importantes medidas fiscais no Congresso, destaca a Reuters.
Atuação do BC
O Banco Central realiza nesta manhã leilão de swap cambial reverso, equivalente à compra de futura de dólares, com lote de 5 mil contratos.
O presidente da autoridade monetária brasileira, Ilan Goldfajn, disse na sexta-feira em entrevista à Reuters que o BC enxerga menor espaço para redução do estoque de swaps cambiais tradicionais - equivalentes à venda futura de dólares - diante da perspectiva de aumento dos juros nos EUA batendo à porta. Ele disse que o BC reduzirá o estoque de swaps numa velocidade que não pressione o mercado. Segundo Ilan, o câmbio é flutuante.

BACEN. PORTAL UOL. 20/09/2016. Dólar opera em queda, vendido perto de R$ 3,26; Bolsa sobe

O dólar comercial operava em queda e a Bovespa subia nesta terça-feira (20). Por volta das 10h10, a moeda norte-americana caía 0,68%, a R$ 3,256 na venda. No mesmo horário, o Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, avançava 0,44%, a 57.602,87 pontos, com investidores à espera da decisão de política monetária do Federal Reserve, na quarta-feira (21), na expectativa de que o banco central norte-americano mantenha os juros. Ontem, a Bolsa fechou em alta de 0,47%. (Com Reuters)

BACEN. REUTERS. 20/09/2016. Dólar cai e volta à casa de R$3,25 com fluxo positivo e à espera de Fed e BC do Japão
Por Claudia Violante

SÃO PAULO (Reuters) - O dólar operava em queda e voltava à casa dos 3,25 reais nesta terça-feira, dia marcado por fluxo positivo de recursos e com investidores à espera das reuniões de política monetária nos Estados Unidos e no Japão no dia seguinte.

"Temos visto fluxo de fundos estrangeiros, já que a perspectiva de não haver aumento de juros nos EUA e corte de taxa pelo banco central japonês deixa o mundo mais líquido, com investidores atrás de retornos mais atrativos", comentou o diretor da Correparti Corretora, Jefferson Rugik.

Às 10:31, o dólar recuava 0,69 por cento, a 3,2556 reais na venda, após subir 0,32 por cento na véspera. Na mínima da sessão, a moeda marcou 3,2519 reais e, na máxima, 3,2768 reais. O dólar futuro recuava cerca de 0,55 por cento.

O Brasil, assim como outras economias emergentes, oferece rendimentos mais elevados aos investidores. A taxa básica de juros do país está em 14,25 por cento há mais de um ano, uma das mais elevadas do mundo.

De modo geral, a percepção é de que o Federal Reserve, banco central norte-americano, não vai elevar sua taxa de juros no encontro desta quarta-feira, mas os mercados globais esperam sinalizações de quando esse movimento deve ocorrer; muitas apostas são de que ele virá ainda este ano.

No caso do Japão, a expectativa é de que a política monetária deve ser afrouxada ainda mais, segundo pesquisa Reuters, mas os economistas consultados estavam divididos sobre se o próximo passo será de cortar ainda mais sua taxa de juros negativa, aumentar ou recalibrar seu programa de compra de ativos ou mesmo fazer ambos movimentos.

O Banco Central brasileiro vendeu esta manhã todo o lote de 5 mil contratos de swap cambial reverso, equivalente à compra futura de dólares.

BOVESPA/ANÁLISE

BOVESPA. PORTAL UOL. 20/09/2016. Ibovespa abre em alta de 0,82%
EFE

São Paulo, 20 set (EFE).- O índice Ibovespa, da Bolsa de Valores de São Paulo, abriu nesta terça-feira em alta de 0,82%, aos 57.818 pontos.

No mercado de câmbio, o dólar comercial abriu em baixa, cotado a R$ 3,25 para venda.

BOVESPA. PORTAL G1. 16/09/2016. Bovespa segue mercado externo e recua. Na véspera, o Ibovespa subiu 1,49%, a 57.909 pontos. O mercado está na expectativa dos próximos passos do Federal Reserve.
Do G1, em São Paulo

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) opera em queda nesta sexta-feira (16),  acompanhando o declínio de praças acionárias no exterior e pressionado pelo recuo nos preços de commodities, segundo a Reuters, com Petrobras entre as maiores pressões negativas.
Às 16h17, o principal índice de açõe da bolsa recuava 1,3%, aos 57.154 pontos. Veja a cotação.
Por volta do mesmo horário, as ações preferenciais da Petrobras caíam mais de 1% e as ordinárias, mais de 2%. Já a Vale perdia menos de 1% nas preferenciais e mais de 1% nas ordinárias.
O mercado está na expectativa dos próximos passos do Federal Reserve (banco central norte-americano), particularmente na reunião de política monetária na próxima semana, na qual será decidido se haverá ou não uma alta dos juros na maior economia do mundo.
Na véspera, a Bovespa fechou no azul, acompanhando o cenário externo mais favorável, com o avanço das ações Petrobras entre as maiores contribuições positivas. O Ibovespa subiu 1,49%, a 57.909 pontos.

BOVESPA. PORTAL G1. 20/09/2016. Petrobras sobe mais de 2% e puxa alta da Bovespa. Ações da estatal lideram altas do Ibovespa nesta terça-feira. Na véspera, bolsa brasileira subiu 0,47%, aos 57.350 pontos.
Do G1, em São Paulo

O principal índice da Bovespa subia nesta terça-feira (20), com as ações da Petrobras entre as principais altas do dia, após divulgação do plano de negócios para o período entre 2017-2021, com redução de 25% nos investimentos para o período.
Às 15h59, o Ibovespa subia 0,64%, a 57.716 pontos.
Por volta do mesmo horário, as ações preferenciais (com prioridade na distribuição dos dividendos) da Petrobras subiam 2,45% e as ordinárias avançavam 0,87%, em meio à repercussão favorável da revisão do plano estratégico da companhia.
A estatal estimou o total de investimentos para os próximos 5 anos em US$ 74,1 bilhões - 25% abaixo do plano anterior. A petroleira prevê também arrecadar US$ 19,5 bilhões com a venda de ativos (os chamados desinvestimentos) e parcerias  2017 e 2018.
A ação do Brasdesco subia perto de 1%, em sessão positiva para o setor bancário e com o acordo com a Justiça do Distrito Federal para a oferta de garantias de até R$ 104 milhões relacionada à operação Greenfield, da Polícia Federal.
No exterior, os principais índices acionários eram guiados por expectativas quanto ao resultado da reunião do Federal Reserve na quarta-feira, com Wall Street em alta diante de apostas de manutenção dos juros norte-americanos.
Investidores ainda aguardam o desfecho da reunião de política monetária do banco central do Japão, também na quarta-feira.
Véspera
Na segunda-feira, o Ibovespa subiu 0,47%, aos 57.350 pontos. No mês de setembro, a bolsa brasileira recua 0,95%. No acumulado de 2016, contudo, avança 32%.

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LGCJ.: