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September 21, 2016

OECD. 09/21/2016. OECD warns weak trade and financial distortions damage global growth prospects. Weak trade growth and financial distortions are exacerbating slow global economic growth, according to the OECD’s latest Interim Economic Outlook.

The global economy is projected to grow at a slower pace this year than in 2015, with only a modest uptick expected in 2017. The Outlook warns that a low-growth trap has taken root, as poor growth expectations further depress trade, investment, productivity and wages.

Over the past few years, the rate of global trade growth has halved relative to the pre-crisis period, and it declined further in recent quarters, with the weakness concentrated in Asia. While low investment has played a role, rebalancing in China and a reversal in the development of global value chains could signal permanently lower trade growth, leading to weaker productivity growth. Lack of progress – together with some backtracking – on the opening of global markets to trade has added to the slowdown.

Exceptionally low – and in some cases negative – interest rates are distorting financial markets and raising risks across the financial system.  A disconnect between rising bond and equity prices and falling profit and growth expectations, combined with over-heating real estate markets in many countries, increases the vulnerability of investors to a sharp correction in asset prices.

“The marked slowdown in world trade underlines concerns about the robustness of the economy and the difficulties in exiting the low-growth trap,” said OECD Chief Economist Catherine L. Mann. “While weak demand is surely playing a role in the trade slowdown, a lack of political support for trade policies whose benefits could be widely shared is of deep concern.

”Monetary policy is becoming over-burdened. Countries must implement fiscal and structural policy actions to reduce the over-reliance on central banks and ensure opportunity and prosperity for future generations.”

 The OECD projects that the global economy will grow by 2.9 percent this year and 3.2 percent in 2017, which is well below long-run averages of around 3¾ percent.

The small downgrade in the global outlook since the previous Economic Outlook in June 2016 reflects downgrades in major advanced economies, notably the United Kingdom for 2017, offset by a gradual improvement in major emerging-market commodity producers.

Growth among the major advanced economies will be subdued. In the United States, where solid consumption and job growth is countered by weak investment, growth is estimated at 1.4 percent this year and 2.1 percent in 2017. The euro area is projected to grow at a 1.5 percent rate in 2016 and a 1.4 percent pace in 2017. Germany is forecast to grow by 1.8 percent in 2016 and 1.5 percent in 2017, France by 1.3 percent in both 2016 and 2017, while Italy will see a 0.8 percent growth rate this year and next.



In the United Kingdom, growth is slowing following the 23 June referendum to leave the European Union. While a strong response from the Bank of England has helped stabilise markets, uncertainty remains extremely high and risks are clearly on the downside. In this environment, the UK is projected to grow by 1.8 percent in 2016 and 1 percent in 2017, well below the pace in recent years.

Growth in Japan will remain weak and uneven, at 0.6 percent in 2016 and 0.7 percent in 2017, with the appreciation of the yen and weak Asian trade weighing on exports. Canadian growth is projected at 1.2 percent this year and 2.3 percent in 2017.

China is expected to continue facing challenges as it rebalances its economy from manufacturing-led demand toward consumption and services. Chinese growth is forecast at 6.5 percent in 2016 and 6.2 percent in 2017. India will continue to grow robustly, by 7.4 percent in 2016 and 7.5 percent in 2017. Despite some improvements, Brazil’s economy continues experiencing a deep recession, and is expected to shrink by 3.3 percent this year and a further 0.3 percent in 2017.

The Interim Economic Outlook renews calls for a stronger collective response using fiscal, structural and trade policies to boost growth. On the fiscal front, low interest rates offer governments additional fiscal space for investing in human capital and physical infrastructure to promote short-term demand, long-term output and inclusiveness.

On the structural side, more ambitious policies are needed, particularly those that boost trade, including commitments to stand still on new protectionist measures, roll back existing ones and urgently tackle other obstacles to trade and investment.

FULL DOCUMENT: http://www.oecd.org/eco/outlook/economic-outlook/

IPEA. 20/09/2016. Desemprego cresce entre idosos, enquanto entre jovens se estabiliza. Análise está na Carta de Conjuntura do Ipea, que apresenta ainda os rendimentos por setor, por tipo de ocupação e por estado, além da taxa de formalidade.

A análise desagregada do mercado de trabalho feita pelo Grupo de Conjuntura do Ipea, por meio de microdados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC), mostra uma radiografia inédita do desemprego no país. O grupo de jovens entre 14 e 24 anos é o mais afetado entre os vários segmentos da população economicamente ativa, mas é no grupo de idosos (pessoas com mais de 59 anos) que se observa a maior taxa de variação. Na comparação do segundo trimestre deste ano com o quarto trimestre de 2014 (último período antes da piora no mercado de trabalho), o aumento do desemprego na faixa de idosos foi de 132%, enquanto entre os jovens a variação chega a 75%. Esta é uma das constatações da análise publicada na Carta de Conjuntura nº 32, divulgada hoje (20/09), pelo Ipea.

Quando se analisa o que ocorreu em 2016, a taxa de variação do desemprego também foi maior para as pessoas com mais de 59 anos: alta de 44% na comparação entre o primeiro e o segundo trimestres deste ano. A taxa de desemprego desse grupo passou de 3,29% no primeiro trimestre para 4,75% no segundo trimestre.

O trabalho publicado pelo Ipea traz uma análise desagregada do mercado de trabalho, com base em microdados da PNADC e dados detalhados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED)​. Entre abril e junho de 2016, foram encerradas mais de 226 mil vagas formais, além de outras 94 mil no mês de julho. Segundo o coordenador da publicação, o técnico de Planejamento e Pesquisa do Ipea José Ronaldo Souza Jr, “na comparação com o trimestre anterior, o rendimento real médio não apresentou um desempenho tão ruim quanto à ocupação, apresentando uma queda de 1,5%”.

A redução nos salários reais foi pior em setores que exigem menor qualificação, sendo a queda dos rendimentos mais forte entre os que recebem menos que o salário mínimo - cerca de 9% nos últimos 12 meses. Apenas o trabalhador que ganha exatamente o salário mínimo não apresentou perda real de rendimento. A queda generalizada nos rendimentos, somada à queda na ocupação, fizeram com que no trimestre entre maio e julho de 2016, a massa salarial se situasse em 175 bilhões de reais (em R$ de junho de 2016), mesmo patamar que se encontrava há três anos.

A deterioração do emprego já está bastante generalizada pelo país. Em apenas oito estados a taxa de desemprego encontra-se ainda abaixo dos 10%: em três estados do Sul, além de  Rondônia, Roraima, Piauí, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso.  As maiores taxas de desemprego foram observadas no Amapá e na Bahia, seguidos de Pernambuco e Alagoas.

Entre as ocupações que não observaram diminuição da renda no último ano estão os militares, profissionais das ciências e engenharias, ciências sociais e culturais, profissionais da engenharia de nível médio e profissionais de saúde de nível médio. As maiores quedas no rendimento médio foram observadas entre os professores do ensino superior, profissionais em operações financeiras e administrativas, trabalhadores qualificados, operários e artesãos da construção e diretores e gerentes. Entre as ocupações que exigem ensino superior, os maiores rendimentos estão entre os médicos, enquanto os menores estão entre os professores do ensino médio e fundamental.

Segundo a Carta de Conjuntura do Ipea, devido ao cenário macroeconômico atual, é provável que se observe a manutenção da queda do nível de ocupação, causada principalmente pelo menor número de admissões, e estas ainda não apresentaram sinais de recuperação. Se isso resultará em aceleração da taxa de desemprego, dependerá muito do comportamento da População Economicamente Ativa (PEA).

DOCUMENTO: http://www.ipea.gov.br/cartadeconjuntura/

IPEA. 15/09/2016. Ipea lança 15ª edição do Boletim Regional, Urbano e Ambiental. Renda média e meio ambiente foram analisados na publicação.

A Diretoria de Estudos e Políticas Regionais, Urbanas e Ambientais (Dirur) do Ipea apresentou nesta terça feira, 13, durante seminário no Instituto, a décima quinta edição do Boletim Regional, Urbano e Ambiental. O pesquisador e editor do boletim, Constantino Cronemberger Mendes, apresentou um artigo que aponta resultados de vários indicadores dos estados e regiões brasileiras, a exemplo do indicador de renda.“Percebemos que houve uma queda nos indicadores em todas as regiões. Em relação à renda média, a Região Norte foi a que obteve o pior resultado, ficando com uma porcentagem de -7,6. Já a Região Sudeste foi a que teve uma menor queda, com apenas -1,2%”, declarou.

Na área ambiental, a publicação discutiu como manter uma gestão adequada dos recursos naturais do país e quais as estratégias possíveis para avançar na agenda ambiental com a geração de incentivos econômicos que garantam a conservação e o uso sustentável do meio ambiente. Entre 2014 e 2015, por exemplo, houve um aumento de 28,6% no número de focos de calor, com maior densidade no Pará, Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia. Cronemberger explicou que um dos motivos para esse aumento seria o desenvolvimento do agronegócio nessa região.

Estudos em andamento

A sessão de opinião contou com a análise do professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Célio Campolina Diniz, que destacou a importância do boletim para o aprofundamento de pesquisas territoriais. “Esses indicadores são importantíssimos para estimular estudos sobre o que está acontecendo com cada estado e cada região”, afirmou. Campolina acrescentou que o crescimento do uso das Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) alteraram profundamente a relação dos territórios, do ponto de vista econômico e político, tornando essa questão como um ponto central a ser discutido.

Nesta edição, na sessão de indicadores, foi acrescentado o indicador de turismo, mostrando a participação, em porcentagem, do emprego formal do turismo em relação ao emprego formal de todos os setores da economia. O estudo mostrou que, em 2014, a região com mais postos de trabalhos formais do setor turismo foi a Região Sudeste, com 57% dos empregos, enquanto a Região Norte ficou com apenas 4%.

Por fim, o técnico de Planejamento e Pesquisa do Ipea Aristides Monteiro Neto ressaltou que “o boletim não é só um papel, ele é um debate que precisa ser feitos mais vezes e em mais lugares, é preciso que haja um aprofundamento dessas discussões”. O periódico põe em discussão dados não só regionais, mas também federativos, ambientais e de turismo.

DOCUMENTO: http://www.ipea.gov.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=28494&catid=193&Itemid=7

FGV. PORTAL UOL. JORNAL FSP. Retomada da economia não virou realidade em agosto, diz FGV. PIB do Brasil recua no 2º trimestre.
MARIANA CARNEIRO
DE SÃO PAULO

A esperada recuperação econômica não se materializou, em agosto, nos dados que monitoram a atividade.

Segundo informações divulgadas pela FGV, com a metodologia do instituto americano Conference Board, os dados que acompanham a atividade no presente recuaram em agosto pelo segundo mês seguido.

Pesaram no desempenho negativo a baixa na ocupação do mercado de trabalho e a menor produção de papelão ondulado (usado em embalagens). O consumo de energia pela indústria ficou praticamente estável e as vendas do comércio tampouco mostram dinamismo.

Já os indicadores que buscam antecipar a tendência da economia subiram pelo sétimo mês seguido, puxados por expectativas positivas de investidores do mercado financeiro, consumidores e empresários do setor de serviços.

Também ajudou a estabilidade da taxa de câmbio, que conteve a queda dos preços de produtos negociados pelo país no exterior.

Segundo o pesquisador Paulo Picchetti, se as incertezas políticas parecem perder fôlego, sobram dúvidas no campo econômico.

O Banco Central avisou que não cortará juros até que haja indicativos de que o ajuste fiscal será feito.

"Diminuiu a incerteza, mas longe do suficiente para se dizer que está aberto o caminho para uma retomada", afirmou Picchetti.

Os indicadores adicionam interrogações sobre a velocidade de recuperação da economia. A queda da arrecadação de impostos sobre lucros das empresas em agosto e o declínio da importação de máquinas e equipamentos corroboram uma visão mais cética sobre uma retomada rápida.

"São mais elementos que sugerem que a recuperação parece ter ficado para o quarto trimestre", diz Picchetti.

SBVC. REUTERS. 21/09/2016. Retomada de vendas terá impacto amplificado em lucros do setor de varejo, vê SBVC
Por Paula Arend Laier

SÃO PAULO (Reuters) - A retomada das vendas do varejo no Brasil terá um efeito amplificado nos lucros das empresas em razão de ajustes adotados pelas companhias para enfrentarem o cenário difícil dos últimos anos, avalia o presidente da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC), Eduardo Terra.

"Com a crise, muitas empresas ficaram mais enxutas, tomaram decisões difíceis, fecharam lojas, abortaram projetos ruins, entre outras medidas (buscando eficiência operacional)", disse ele, explicando que isso se refletirá em lucros crescendo mais do que as vendas quando estas reagirem.

Um exemplo de medidas de gestão está o Grupo Pão de Açúcar, maior varejista do país, que apenas no segundo trimestre deste ano fechou 22 lojas e abriu 9.

"O impacto da retomada vai ser maior no resultado do que na venda", avalia Terra, acrescentando que o setor de eletrodomésticos será o mais beneficiado, uma vez que tende a ser o que apresenta as maiores oscilações também nos períodos negativos.

O presidente da SBVC, uma entidade sem fins lucrativos e com atuação complementar às demais do varejo, aguarda começo da retomada no setor como um todo a partir do quarto trimestre, mas destaca que o ritmo dessa recuperação ainda é uma incógnita, uma vez que depende de outras variáveis, particularmente crédito.

Na visão de Terra, se a recente melhora da confiança continuar e houver uma retomada do crédito, o setor poderá reagir mesmo com o desemprego e a renda ainda não acompanhando o movimento. Ele argumenta que as pessoas empregadas que deixaram de comprar afetaram mais do que aqueles que não têm emprego.

Segundo ele, o resultado das vendas da Black Friday neste ano deve ser melhor do que em 2015, com o varejo apostando fortemente em promoções, mas com os números também influenciados pelo aumento da popularidade em si da data e pelo crescimento do comércio eletrônico como um todo. A Black Friday está marcada para a última sexta-feira de novembro.

Apesar de esperar também um desempenho melhor para as vendas no Natal, principalmente por causa da base de comparação fraca de 2015, Terra alertou sobre o risco dos números da Black Friday criarem uma falsa expectativa como ocorreu no ano passado.

"O ideal é olhar o conjunto das duas datas e eu acredito que o conjunto será melhor ", afirmou.

Em relação aos estoques do varejo para o fim do ano, Terra observa uma preparação conservadora, mas as redes de varejo estão preparando planos alternativos no caso de uma demanda acima do esperado. "Eles estão preparados para uma demanda pé no chão, sem risco de super estocagem, mas preparados para correr atrás cada um do seu jeito se precisar."

No segmento de varejo de moda, o diretor executivo da Associação Brasileira do Varejo Têxtil (ABVTEX), afirmou na semana passada à Reuters que a maior parte das empresas está trabalhando com um cenário igual ao de 2015, quando as vendas de fim de ano não foram fortes.

FED. PORTAL G1. 21/09/2016. Fed deve manter os juros, mas pode sinalizar alta até final do ano. Cenário é de inflação fraca e dados econômicos fracos. Mas BC dos EUA pode sinalizar probabilidade de alta até o final do ano.
Da Reuters

O Federal Reserve, banco central norte-americano, deve manter a taxa de juros nesta quarta-feira (21) em meio a uma inflação fraca e a recentes dados econômicos fracos, mas pode sinalizar uma elevada probabilidade de alta até o final do ano.
O Fed elevou a taxa de juros referencial para uma faixa de 0,25% a 0,5% em dezembro, primeira alta em quase uma década, mas desde então não fez mais alterações.
Economistas consultados pela Reuters vêem uma pequena chance de alta na conclusão da reunião de dois dias do Fed nesta quarta-feira, com a maioria esperando a elevação dos juros na reunião de dezembro.
"A última coisa que o Fed quer é perturbar os mercados financeiros com uma grande surpresa", disse o economista-chefe do Deutsche Bank, Torsten Slok.
O Banco do Japão adotou nesta quarta-feira uma meta para a taxa de juros de longo prazo, em uma reformulação da sua estrutura de política monetária destinada a acelerar o cumprimento de sua meta de inflação de 2%.
O Banco do Japão disse que vai continuar a comprar títulos do governo de longo prazo, mas abandonou a meta de base monetária e em vez disso determinou um "controle da curva de rendimento", segundo o qual comprará títulos governamentais de longo prazo para manter os rendimentos dos bônus de 10 anos em torno dos níveis atuais de zero por cento.
O comitê que estabelece os juros no Fed vai divulgar seu comunicado às 15:00 (horário de Brasília). A chair do Fed, Janet Yellen, dará entrevista à imprensa meia hora mais tarde.
As 17 autoridades do Fed terão que contrapor um mercado de trabalho forte, marcado por uma taxa de desemprego de 4,9% e ganhos de emprego que estão ultrapassando o crescimento da população, com a inflação que ainda está bem abaixo da meta de 2% do banco central e leituras fracas em agosto para a atividade da indústria e de serviços.

FED. REUTERS. 21/09/2016. Fed deve manter os juros, mas pode sinalizar alta até final do ano

WASHINGTON (Reuters) - O Federal Reserve, banco central norte-americano, deve manter a taxa de juros nesta quarta-feira em meio a uma inflação fraca e a recentes dados econômicos fracos, mas pode sinalizar uma elevada probabilidade de alta até o final do ano.

O Fed elevou a taxa de juros referencial para uma faixa de 0,25 por cento a 0,50 por cento em dezembro, primeira alta em quase uma década, mas desde então não fez mais alterações.

Economistas consultados pela Reuters vêem uma pequena chance de alta na conclusão da reunião de dois dias do Fed nesta quarta-feira, com a maioria esperando a elevação dos juros na reunião de dezembro.

"A última coisa que o Fed quer é perturbar os mercados financeiros com uma grande surpresa", disse o economista-chefe do Deutsche Bank, Torsten Slok.

O Banco do Japão adotou nesta quarta-feira uma meta para a taxa de juros de longo prazo, em uma reformulação da sua estrutura de política monetária destinada a acelerar o cumprimento de sua meta de inflação de 2 por cento.

O Banco do Japão disse que vai continuar a comprar títulos do governo de longo prazo, mas abandonou a meta de base monetária e em vez disso determinou um "controle da curva de rendimento", segundo o qual comprará títulos governamentais de longo prazo para manter os rendimentos dos bônus de 10 anos em torno dos níveis atuais de zero por cento.

O comitê que estabelece os juros no Fed vai divulgar seu comunicado às 15:00 (horário de Brasília). A chair do Fed, Janet Yellen, dará entrevista à imprensa meia hora mais tarde.

As 17 autoridades do Fed terão que contrapor um mercado de trabalho forte, marcado por uma taxa de desemprego de 4,9 por cento e ganhos de emprego que estão ultrapassando o crescimento da população, com a inflação que ainda está bem abaixo da meta de 2 por cento do banco central e leituras fracas em agosto para a atividade da indústria e de serviços.

(Por Lindsay Dunsmuir)

IBGE. 21/09/2016. PAS 2014: Copa do Mundo impulsiona empresas esportivas em três regiões do país

Em 2014, a receita bruta das empresas dedicadas às atividades culturais recreativas e desportivas mostrou a maior variação real anual, entre todas as atividades do setor de Serviços, nas regiões Norte (18,0%), Nordeste (37,8%) e Sul (20,2%), devido à Copa do Mundo de futebol.
Em relação a 2013, o pessoal ocupado no setor de Serviços aumentou 4,5%, enquanto a receita operacional líquida cresceu 6,5% e a massa salarial, 8,0%, ambas em termos reais. O segmento que deu a maior contribuição ao crescimento da massa salarial (2,8 pontos percentuais) foi serviços profissionais, administrativos e complementares, que cresceu 7,6%.
As três atividades que mais contribuíram para a variação de 8,0% da massa salarial (todas com 1,1 ponto percentual) foram serviços de alimentação (impactados pelo aumento de contratações para a Copa), tecnologia de informação (pela entrada de novas empresas no mercado) e transporte rodoviário de cargas (com a safra recorde de grãos em 2014).
De 2013 para 2014, oito das 35 subdivisões dos Serviços mostraram queda no seu número de pessoas ocupadas: Telecomunicações (-8,0%), Agências de viagem, operadores turísticos e outros serviços de turismo (-7,5%), Manutenção e reparação de objetos pessoais e domésticos (-6,6%), Transporte dutoviário (-2,6%), Seleção, agenciamento e locação de mão de obra (-2,6%), Agências de notícias e outros serviços de informação (-2,3%), Edição e edição integrada à impressão (-0,5%) e Esgoto, coleta, tratamento e disposição de resíduos e recuperação de materiais (-0,5%).
Em 2014, a região Sudeste continuou predominando nos Serviços, com as maiores parcelas da receita bruta (64,9%), das remunerações (65,2%) e do pessoal ocupado (58,4%), além de pagar o maior salário médio (2,6 salários mínimos). Nesse período, entre as unidades da federação, Roraima mostrou a maior taxa de crescimento real (20,3%) da receita bruta dos Serviços.
Entre 2007 e 2014, o Centro-Oeste teve o maior crescimento real em receita bruta de Serviços (87,8%), embora o Sudeste continue a ter o maior peso no setor. Essas são algumas informações da Pesquisa Anual de Serviços (PAS) 2014, que analisa a estrutura produtiva do setor de Serviços não financeiros no país.
Em 2014, segundo a Pesquisa Anual de Serviços (PAS) do IBGE, o país tinha cerca de 1,3 milhão de empresas de Serviços não financeiros, que totalizaram R$ 1,4 trilhão em receita operacional líquida e R$ 842,1 bilhões em valor adicionado. Essas empresas ocuparam 13,0 milhões de pessoas e pagaram R$ 289,7 bilhões em remunerações. A produtividade (divisão do valor adicionado pelo total de ocupados) média dessas empresas chegou a R$ 64.010.
O estrato certo da PAS, composto por empresas com 20 ou mais pessoas ocupadas, reunia 5,4% das empresas dos Serviços, mas gerou 76,1% da receita operacional líquida do setor (R$ 1,1 trilhão). As empresas deste estrato também foram responsáveis por 70,6% do valor adicionado (R$ 594,4 bilhões), 78,9% dos salários, retiradas e outras remunerações (R$ 228,6 bilhões) e 65,2% do pessoal ocupado (8,5 milhões de pessoas) do setor.
Receita dos Serviços teve crescimento real de 6,5% em relação a 2013
De 2013 para 2014, em termos reais, isto é, já descontados os efeitos da inflação, a receita operacional líquida do setor de Serviços cresceu 6,5% e a massa salarial, 8,0%, enquanto o número de pessoas ocupadas aumentou 4,5%.
O segmento de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio cresceu 10,7% no período e deu a maior contribuição, de 3,0 pontos percentuais (p.p), para a taxa de crescimento (6,5%) da receita dos Serviços.
De 2013 para 2014, massa salarial dos Serviços cresceu 8,0%
O segmento que deu a maior contribuição para o crescimento da massa salarial (2,8 p.p.) foi o dos Serviços profissionais, administrativos e complementares, que cresceu 7,6%.
As três atividades que mais contribuíram para a alta de 8,0% da massa salarial (com 1,1 p.p, cada) foram Serviços de alimentação (pelo aumento de contratações relacionado à Copa do Mundo), tecnologia de informação (com a entrada de novas empresas no mercado) e transporte rodoviário de cargas (com a safra recorde de grãos, em 2014). Essas três atividades tiveram crescimento real de, respectivamente, 14,0%, 11,8% e 14,8%.
Copa impulsionou atividades culturais, recreativas e esportivas em três regiões
De 2013 para 2014, as atividades culturais, recreativas e esportivas tiveram o maior crescimento real em receita bruta nas regiões Norte (18,0%), Nordeste (37,8%) e Sul (20,2%). Isso é coerente com a evolução da taxa de investimento nessas atividades, que passou de 4,8% em 2011 para 10,0% em 2012, 12,3% em 2013 e 12,0% em 2014, principalmente devido à Copa do Mundo de futebol, realizada em 2014. As atividades culturais, recreativas e esportivas ainda foram responsáveis pelos maiores aumentos percentuais em postos de trabalho nas regiões Norte (25,1%) e Sul (12,9%).
Ainda em relação a 2013, as atividades culturais, recreativas e esportivas também mostraram a maior alta real dos salários (19,3%), com as atividades de ensino continuado logo a seguir (19,1%). Ambas cresceram bem acima do terceiro colocado, transporte rodoviário de cargas (14,3%).
De 2013 para 2014, ocupação recuou em oito subdivisões dos Serviços
De 2013 para 2014, a população ocupada nas empresas de Serviços cresceu 4,5%. Nesse período, entre os 35 segmentos, divisões e subdivisões da PAS, oito tiveram queda na ocupação: Telecomunicações (-8,0%), Agências de viagem, operadores turísticos e outros serviços de turismo (-7,5%), Manutenção e reparação de objetos pessoais e domésticos (-6,6%), Transporte dutoviário (-2,6%), Seleção, agenciamento e locação de mão de obra (-2,6%), Agências de notícias e outros serviços de informação (-2,3%), Edição e edição integrada à impressão (-0,5%) e Esgoto, coleta, tratamento e disposição de resíduos e recuperação de materiais (-0,5%).
O salário pago pelas empresas de Serviços teve crescimento real de 8,0%. No entanto, quatro das 35 subdivisões investigadas tiveram queda real: Transporte dutoviário (-8,2%), manutenção e reparação de objetos pessoais e domésticos (-2,1%), Edição e edição integrada à impressão (-1,7%) e Correio e outras atividades de entrega (-1,4%).
Em 2014, Sudeste manteve sua predominância nos Serviços
O Sudeste concentrou a maior parcela da receita bruta (R$ 1,0 trilhão, 64,9%), das remunerações (R$ 188,9 bilhões, 65,2%) e do pessoal ocupado (7,6 milhões de pessoas, 58,4%) nos Serviços em 2014. O salário médio mensal pago pelas empresas de Serviços no Sudeste (2,6 salários mínimos) foi o maior entres as cinco grandes regiões e acima da média do país (2,3). No outro extremo, com média de 1,7 salário mínimo, estava o Nordeste.
De 2013 para 2014, Roraima cresceu mais e São Paulo teve o maior peso
Entre as unidades da federação, Roraima apresentou a maior taxa de crescimento real (20,3%) da receita bruta dos Serviços, graças à atividade de transporte, serviços auxiliares aos transportes e correio, que contribuiu com 7,0 p.p. para essa taxa.
Outro destaque foi São Paulo, onde a receita bruta dos Serviços cresceu 5,7%, dando a maior contribuição (2,4 p.p.) para a taxa de crescimento da receita do setor no país (6,5%).
De 2007 a 2014, receita bruta de Serviços cresceu mais no Centro-Oeste
Entre 2007 e 2014, o dinamismo do Sudeste foi relativamente menor que o das demais regiões e a média no Brasil (tabela 3). O Centro-Oeste destacou-se com o maior crescimento da receita bruta de Serviços (87,8%) e o Nordeste, com o maior crescimento em pessoal ocupado (77,3%) e massa salarial (106,1%).

Tabela 3 - Variação real acumulada e contribuição da receita bruta, da massa
salarial e do pessoal ocupado, segundo Grandes Regiões - Brasil - 2007/2014

Grandes RegiõesReceita bruta de serviçosMassa salarialPessoal ocupado
Variação real
acumulada (%)
Contribuição (p.p)
Variação real
acumulada (%)
Contribuição (p.p)
Variação real
acumulada (%)
Contribuição (p.p)
Brasil
66,0
66,0
83,9
83,9
56,8
56,8
Norte
57,8
1,7
95,6
2,3
59,2
1,7
Nordeste
79,8
7,9
106,1
10,5
77,3
10,2
Sudeste
61,0
40,9
77,6
52,4
49,7
30,4
Sul
72,1
9,9
87,6
12,1
58,7
9,3
Centro-Oeste
87,8
5,7
104,2
6,6
76,2
5,2
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Serviços e Comércio, Pesquisa Anual de Serviço 2007/2014.
Entre 2007 e 2014, a receita bruta dos Serviços cresceu 66,0%, dos quais 40,9 p.p. foram responsabilidade da região Sudeste. A massa salarial teve crescimento de 83,9%, para os quais o Sudeste contribuiu com 52,4 p.p. O pessoal ocupado, por sua vez, evoluiu 56,8%, com contribuição 30,4 p.p. do Sudeste.
De 2007 para 2014, informação e comunicação perderam a liderança
Em 2007, os serviços de informação e comunicação eram o maior segmento do setor de Serviços do país, gerando 31,1% da sua receita operacional líquida. Mas esse segmento perdeu participação ao longo da série e, em 2014, estava na terceira posição (23,1%), atrás dos serviços de transportes, serviços auxiliares e correio (29,1%) e dos serviços profissionais, administrativos e complementares (26,5%).
Em número de empresas, os serviços prestados principalmente às famílias mantiveram-se com a maior participação, tanto em 2007 (32,6%) quanto em 2014 (31,2%). Nesse período, a participação dos serviços profissionais, administrativos e complementares variou de 29,6% para 30,8%, se aproximando bastante da liderança.
Em pessoal ocupado, os serviços profissionais, administrativos e complementares mantiveram a maior participação: 40,1%, em 2007, e 40,5%, em 2014. No mesmo período, contudo, mudaram as posições dos serviços prestados principalmente às famílias e dos transportes e correio no ranking do setor (tabela abaixo).

Ranking (% pessoal ocupado)
20072014
Serviços profissionais (40,1%)
Serviços Profissionais (40,5%)
Transportes e correio (21,2%)
Serviços prestados às famílias (22,3%)
Serviços prestados às famílias (21,0%)
Transportes e Correios (20,5%)
Fonte: IBGE, Pesquisa Anual de Serviços.

DOCUMENTO: http://saladeimprensa.ibge.gov.br/noticias?view=noticia&id=1&busca=1&idnoticia=3261

CNC. 20/09/2016. Confiança do comércio aumenta 14,8% na comparação anual. Icec chega a 93,5 pontos e todos os componentes sobem na comparação mensal e anual

Confiança no comércio (Foto: G1)

Adicionar aos meus Itens  Impulsionado pela melhora nos três subitens, o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), chegou a 93,5 pontos em setembro. Na série com o ajuste sazonal, houve um crescimento de 1,5% em relação a agosto e de 14,8% na comparação com o mesmo período do ano passado. Todos os componentes que fazem parte do índice apresentaram alta, em ambas as bases de comparação. O resultado, porém, ainda permanece abaixo da zona de indiferença, de 100 pontos.
“Ainda não é possível afirmar que a recuperação do comércio ocorrerá em breve. O ritmo da queda nas vendas vem diminuindo, mas ainda não indica um aquecimento do varejo. As condições do mercado de trabalho e o crédito caro ainda são um entrave para a retomada do consumo e consequentemente das vendas”, pondera a economista da CNC Izis Ferreira.

Atualidade X Expectativas

Com uma expressiva variação anual em relação à percepção da economia (+70,2%), o componente que mede as Condições Atuais alcançou 53,2 pontos. O resultado mostra uma elevação de 25,4% em relação a setembro de 2015 e de 6,3% em relação ao mês anterior. Na passagem mensal, a percepção dos varejistas melhorou em relação à economia (+11,6%), ao setor (+5,1%) e à empresa (+4,6%). Contudo, para 85,6% dos varejistas, a economia piorou em setembro.

O único componente do Icec acima da zona de indiferença é o que mede as Expectativas, que chegou a 144 pontos em setembro. O avanço do IEEC se deu em todos os itens, tanto na comparação mensal quanto na anual. Melhoraram em setembro  as expectativas de curto prazo relativas ao desempenho da economia (+1,3%), do setor (+1,2%) e à própria empresa (+0,6%).

Na comparação com setembro de 2015, destacou-se a avaliação do futuro da economia, que registrou elevação de 32,7%. Para 76,4%, a economia vai melhorar nos meses à frente.

Investimentos

Já o componente que mede as condições de Investimento registrou 83,4 pontos, influenciado pelo aumento na intenção de contratar funcionários (+0,6%), aumentar os investimentos na própria empresa (+0,8%) e uma ligeira melhora na avaliação do nível dos estoques (+0,1%).  O resultado positivo deste mês – com aumento de 0,5% ante agosto e 3,9% ante o mesmo período do ano passado – já captura as intenções de contratação de funcionários temporários para as festas de fim de ano.

Na comparação anual, no entanto, evidencia-se uma retração nas intenções de investir na empresa (-1,2%) e nos estoques (-3,7%), o que reflete a evolução negativa do setor este ano.

Para 71,7% dos empresários consultados, as intenções de investir no capital social das empresas são menores. Do total de varejistas, 30,9% acreditam que os estoques estão acima do adequado.

A CNC revisou de -5,4% para -5,2% a sua estimativa de vendas, em 2016, para o varejo restrito. Já para o varejo ampliado, que inclui os setores de automóveis e materiais de construção, a revisão foi de -9,8% para -9,4%.

Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec): setembro de 2016

Adicionar aos meus Itens  O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) é indicador mensal antecedente, apurado entre os tomadores de decisão das empresas do varejo para detectar as tendências das ações do setor do ponto de vista do empresário. A amostra é composta por aproximadamente 6 mil empresas situadas em todas as capitais do País, e os índices apresentam dispersões que variam de zero a duzentos pontos.

DOCUMENTO: http://www.cnc.org.br/central-do-conhecimento/pesquisas/economia/indice-de-confianca-do-empresario-do-comercio-icec-sete-1

USP. FIPE. ZAP IMÓVEIS. 21/09/2016. Preço de imóveis comerciais têm queda real de 18% em agosto. Recuo considera os últimos 12 meses, e é calculado pelo FipeZap. Preços de novos contratos de aluguel caíram 11% na mesma comparação.
Do G1, em São Paulo

Os preços dos imóveis comerciais voltaram a cair, segundo pesquisa divulgada nesta quarta-feira (20). Segundo o Índice FipeZap Comercial, os preços de locação de imóveis tiveram queda de 10,77% nos últimos 12 meses terminados em agosto, enquanto os de venda caíram 3,25%. Se considerada a inflação no período, a queda real foi de 18,12% e 11,22%, respectivamente.

A pesquisa monitora os valores de imóveis comerciais de até 200 metros quadrados em 4 municípios – São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Porto Alegre. De julho para agosto, os preços de venda de imóveis comerciais caíram 0,49% e de aluguel, 1,01%. No acumulado do ano, os preços de venda e locação têm queda de 1,87% e 5,99%, respectivamente.

fipezap (Foto: g1)

Entre as cidades pesquisadas, o Rio de Janeiro continua tendo o metro quadrado mais caro – R$ 11.899 para a venda e R$ 50 para o aluguel. Já a cidade mais barata para a venda é Belo Horizonte, com média de R$ 7.510 por metro quadrado. Para o aluguel de imóveis comerciais, o metro quadrado mais barato é em Porto Alegre, com R$ 32. A média de preços das 4 cidades é de R$ 10.409 para a venda e R$ 45 para a locação.

Investimento em imóveis
Segundo a pesquisa, a comparação entre o investimento feito em imóveis comerciais e uma alternativa considerada de menor risco, o Certificado de Depósito Interbancário (CDI), mostra que desde 2015 o investidor que optou por imóveis comerciais tem tido perdas.

Nos 12 meses até agosto, enquanto o CDI rendeu 14%, os proprietários de imóveis comerciais alugados receberam retorno de 2,2%, em média.

A taxa média de rentabilidade do aluguel de imóveis comerciais, considerando as 4 cidades pesquisadas, foi de 5,3% em agosto. Entre os locais avaliados, a maior rentabilidade foi registrada em São Paulo, com 5,5%, e a menor em Porto Alegre, com 4,8%.

fipezap (Foto: g1)


OPEP. PORTAL G1. 20/09/2016. Acordo sobre produção de petróleo pode durar um ano, diz oficial da Opep. Período é mais longo que o indicado até o momento. Insistência do Irã em aumentar exportações pode atrapalhar negociações.
Da Reuters

Um possível acordo dos principais países produtores do mundo para sustentar os preços do petróleo pode durar mais de um ano, disse o secretário-geral da Opep, Mohammed Barkindo, nesta terça-feira (20). O período é maior que outros oficiais têm indicado.
Produtores membros e não membros da Opep, como a Rússia, estão discutindo um acordo para estabilizar o mercado a partir de, pelo menos, um congelamento de produção, embora detalhes importantes como um cronograma e os volumes básicos ainda não tenham sido citados.
"Um ano, estamos olhando para um ano", disse Mohammed Barkindo, secretário-geral da Opep, segundo a agência de notícias RIA.
A Rússia e membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo vão participar de um encontro informal em Argel no dia 28 de setembro. O ministro de Energia da Argélia disse na segunda-feira que qualquer medida da Opep para congelar a produção ajudaria a equilibrar o mercado por ao menos seis meses.
Diversos produtores clamaram por um congelamento de produção para combater um acúmulo de produto que desencadeou um colapso nos preços nos dois últimos anos, atingindo sua renda. Negociações anteriores sobre um congelamento fracassaram em abril.
Um potencial obstáculo -- a insistência do Irã em aumentar as exportações após o fim de sanções em janeiro-- é um problema menor neste momento, uma vez que os próprios números do Irã sugerem que sua produção está próxima dos níveis pré-sanções.

CONAB. 21/09/2016. Brasil deverá colher 49,64 milhões de sacas de 60 quilos de café beneficiado

A terceira estimativa da Safra 2016 de café, divulgada nesta quarta-feira (21) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), prevê que o país deverá colher 49,64 milhões de sacas de 60 quilos de café beneficiado. O resultado representa um acréscimo de 14,8%, se comparado à produção de 43,24 milhões de sacas obtidas em 2015.

Quanto à área plantada, totaliza 2,22 milhões de hectares e é 1,3% menor do que a registrada em 2015. Desse total, 270 mil hectares (12,2%) estão em formação e 1,95 milhão de hectares (87,8%) em produção.

Arábica - O café arábica representa 83,2% da produção total do país e estima-se que sejam colhidas 41,29 milhões de sacas nesta safra, que é de ciclo de bienalidade positiva. Isso representa um acréscimo de 28,8% em relação à safra passada, resultado, principalmente, do aumento de 45,5 mil hectares da área em produção e às condições climáticas favoráveis.
A área total dessa variedade, no entanto, tem estimativa de redução de 0,6% (10,5 mil hectares) em relação à safra anterior, ficando em 1,76 milhão de hectares - o que corresponde a 79,11% das lavouras de café do país. Minas Gerais concentra a maior área plantada de café arábica no país: 1,18 milhão de hectares.

Conilon - A produção do conilon, que representa 16,8% do total do país, está estimada em 8,35 milhões de sacas, o que aponta uma redução de 25,3% em relação à safra passada. O resultado deve-se à redução de 4% na área em produção e, sobretudo, à seca e à má distribuição de chuvas por dois anos consecutivos nos estágios de florescimento, formação e enchimento de grãos no Espírito Santo, maior produtor da espécie.
Para a área total plantada, estimada em 463,7 mil hectares, o levantamento indica redução de 3,8%. Desse total, 424,7 mil hectares estão em produção e 39 mil hectares em formação. No Espírito Santo está a maior área plantada, com 286 mil hectares.

O estudo foi realizado entre os dias 21 de agosto e 3 de setembro, com a visita de 28 técnicos a áreas de todos os estados produtores, contando para isso, também, com parceiros da Conab nas regiões.

DÓLAR/ANÁLISE

BACEN. PORTAL G1. 21/09/2016. Dólar opera em queda, abaixo de R$ 3,25, à espera de Fed. Na véspera, moeda norte-americana caiu 0,53%, vendida a R$ 3,2621. Em setembro, o dólar tem alta de 0,98% e no ano, queda de 17,4%.
Do G1, em São Paulo

O dólar opera em queda nesta quarta-feira (21), com o mercado à espera da decisão do Federal Reserve (banco central dos EUA) sobre a taxa de juros e após anúncio do banco central do Japão de que reformou sua estrutura de política monetária, adotando uma meta para a taxa de juros.
Às 11h09, a moeda norte-americana caía 0,8%, vendida a R$ 3,2348.
Acompanhe a cotação ao longo do dia:

  • Às 9h09, queda de 0,7%, a R$ 3,2381
  • Às 9h29, queda de 0,55%, a R$ 3,243
  • Às 10h29, queda de 0,68%, a R$ 3,2387

"Essa decisão inesperada do BC japonês ajustou os 'yields' dos títulos longos (nos EUA) e fez dólar cair", comentou  à Reuters o gestor de uma corretora nacional.
O banco central japonês fez uma mudança abrupta e adotou como foco a taxa de juros de títulos do governo buscando alcançar sua meta de inflação, após anos de forte impressão de dinheiro que não tirem efeito para tirar a economia de décadas de estagnação.
Embora o Banco do Japão tenha garantido aos mercados que continuará comprando grandes quantidades de títulos e ativos de maior risco, a reformulação da política monetária parece abrir a porta para eventual fim de suas compras de ativos e tenta reparar parte do dano provocado por sua decisão de adotar taxa de juros negativa, destaca a Reuters.
O mercado gostou do resultado e os mercados internacionais mostravam procura por risco, com alta nas bolsas. A Bovespa opera em alta nesta quarta, e as bolsas asiáticas também registraram avanço. O dólar também recuava sobre outras moedas, inclusive de países emergentes.
Juros nos EUA
De acordo com a Reuters, a percepção é de que o Federal Reserve não vai elevar sua taxa de juros no encontro desta quarta-feira, mas os mercados globais esperam sinalizações de quando esse movimento deve ocorrer; e muitas apostas são de que ele virá ainda este ano.
O Brasil, assim como outras economias emergentes, oferece rendimentos mais elevados aos investidores. A taxa básica de juros do país está em 14,25% há mais de um ano, uma das mais elevadas do mundo.
"O mercado todo tem quase certeza de que o juro norte-americano não sobe agora e acredito que um discurso mais duro da (chair do Fed, Janet) Yellen também já está no preço", disse à Reuters o gerente de câmbio da corretora Fair, Mário Battistel. "Mas o mercado sempre fica com um pé atrás para não tomar um susto de última hora", acrescentou.
A expectativa é de que o Fed mantenha sua taxa de juros na faixa entre 0,25 e 0,50%, uma vez que a inflação e os dados econômicos recentes ainda estão fracos, mas a autoridade pode sinalizar elevada probabilidade de alta até o final do ano.
Atuação do BC
O Banco Central brasileiro vendeu nesta manhã todo o lote de 5 mil contratos de swap reverso, equivalente à compra futura de dólares.
O presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, disse que o Brasil não precisa mudar sua meta de inflação, sendo que o BC avalia que o alcance do alvo de 4,5% em 2017 é possível e que a desinflação continuará nos próximos anos.
Na véspera, o dólar caiu 0,53%, vendido a R$ 3,2621. Em setembro, tem alta de 0,98% e no ano, queda de 17,4%.

BACEN. PORTAL UOL. 21/09/2016. Dólar opera em queda, vendido perto de R$ 3,24; Bovespa avança

O dólar comercial operava em queda e a Bovespa subia nesta quarta-feira (21). Por volta das 11h15, a moeda norte-americana caía 0,8%, a R$ 3,235 na venda. No mesmo horário, o Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, avançava 0,46%, a 58.003,27 pontos. Investidores estavam otimistas após o banco central japonês adotar como foco a taxa de juros de títulos do governo, buscando alcançar sua meta de inflação. O mercado aguardava, mais tarde, a reunião do Fed (Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos) para definir a taxa de juros. (Com Reuters)

BACEN. REUTERS. 21/09/2016. Dólar cai quase 1% e volta a R$3,23 com BC do Japão; mercado aguarda Fed
Por Claudia Violante

SÃO PAULO (Reuters) - O dólar operava em queda de quase 1 por cento nesta quarta-feira, na casa de 3,23 reais, seguindo o movimento nos mercados externos diante da menor aversão ao risco após o Banco do Japão mudar o foco da sua política monetária e determinar meta para rendimentos de títulos públicos.

Os investidores também aguardavam o resultado do encontro de política monetária do Federal Reserve, banco central norte-americano, o que imprimia uma certa cautela.

Às 10:41, o dólar recuava 0,90 por cento, a 3,2316 reais na venda, e chegou a 3,2300 reais na mínima do dia. O dólar futuro caía cerca de 0,80 por cento.

"Essa decisão inesperada do BC japonês ajustou os 'yields' dos títulos longos (nos EUA) e fez dólar cair", comentou o gestor de uma corretora nacional.

O banco central japonês fez uma mudança abrupta e adotou como foco a taxa de juros de títulos do governo buscando alcançar sua meta de inflação, após anos de forte impressão de dinheiro que não tirem efeito para tirar a economia de décadas de estagnação.

Embora o Banco do Japão tenha garantido aos mercados que continuará comprando grandes quantidades de títulos e ativos de maior risco, a reformulação da política monetária parece abrir a porta para eventual fim de suas compras de ativos e tenta reparar parte do dano provocado por sua decisão de adotar taxa de juros negativa.

O mercado gostou do resultado e os mercados internacionais mostravam procura por risco, com alta nas bolsas. O dólar também recuava sobre outras moedas, inclusive de países emergentes.

Os investidores também aguardavam o resultado da reunião do Fed, às 15:00 (horário de Brasília), em busca de mais sinais sobre o futuro da política monetária dos Estados Unidos.

"O mercado todo tem quase certeza de que o juro norte-americano não sobe agora e acredito que um discurso mais duro da (chair do Fed, Janet) Yellen também já está no preço", comentou o gerente de câmbio da corretora Fair, Mário Battistel. "Mas o mercado sempre fica com um pé atrás para não tomar um susto de última hora", acrescentou.

A expectativa é de que o Fed mantenha sua taxa de juros na faixa entre 0,25 e 0,50 por cento, uma vez que a inflação e os dados econômicos recentes ainda estão fracos, mas a autoridade pode sinalizar elevada probabilidade de alta até o final do ano.

O Banco Central brasileiro vendeu nesta manhã todo o lote de 5 mil contratos de swap reverso, equivalente à compra futura de dólares.

BACEN. PORTAL G1. 20/09/2016. Dólar fecha em queda nesta terça, à espera de decisão do Fed. A moeda norte-americana caiu 0,53%, vendida a R$ 3,2621. Em setembro, o dólar tem alta de 0,98% e no ano, queda de 17,4%.
Do G1, em São Paulo

O dólar fechou em queda nesta terça-feira (20), véspera de decisão de política monetária dos bancos centrais norte-americano e japonês e em sessão marcada pelo recuo dos preços do petróleo no exterior.
A moeda norte-americana caiu 0,53%, vendida a R$ 3,2621.
Acompanhe a cotação do longo do dia:

  • Às 9h10, queda de 0,21%, a R$ 3,2714
  • Às 9h19, queda de 0,61%, a R$ 3,258
  • Às 9h59, queda de 0,67%, a R$ 3,2561
  • Às 11h09, queda de 0,8%, a R$ 3,2519
  • Às 12h40, queda de 0,59%, a R$ 3,2588
  • Às 13h29, queda de 0,58%, a R$ 3,2593
  • Às 14h49, queda de 0,42%, a R$ 3,2643
  • Às 15h39, queda de 0,69%, a R$ 3,2556
  • Às 16h, queda de 0,77%. a R$ 3,253

"Temos visto fluxo de fundos estrangeiros, já que a perspectiva de não haver aumento de juros nos EUA e corte de taxa pelo banco central japonês deixa o mundo mais líquido, com investidores atrás de retornos mais atrativos", comentou à Reuters o diretor da Correparti Corretora, Jefferson Rugik.
De modo geral, a percepção é de que o Federal Reserve, banco central norte-americano, não vai elevar sua taxa de juros no encontro desta quarta-feira, mas os mercados globais esperam sinalizações de quando esse movimento deve ocorrer; e muitas apostas são de que ele virá ainda este ano, destaca a agência.
No caso do Japão, a expectativa é de que a política monetária deve ser afrouxada ainda mais, segundo pesquisa Reuters, mas os economistas consultados estavam divididos sobre se o próximo passo será de cortar ainda mais sua taxa de juros negativa, aumentar ou recalibrar seu programa de compra de ativos ou mesmo fazer ambos movimentos.
O Brasil, assim como outras economias emergentes, oferece rendimentos mais elevados aos investidores. A taxa básica de juros do país está em 14,25% há mais de um ano, uma das mais elevadas do mundo.
Cenário interno
Favoreceu ainda o recuo do dólar ante o real nesta sessão o clima doméstico mais otimista com a aprovação de reformas fiscais, depois de declarações de representantes do governo.
"As falas do (presidente Michel) Temer e de outros integrantes do governo nos últimos dias agradaram", comentou à Reuters um operador de uma corretora paulista.
Em discurso na abertura da Assembleia Geral da ONU nesta manhã, Temer disse que o país precisa retomar o crescimento econômico e a geração de empregos. "Temos clareza sobre o caminho a seguir: o caminho da responsabilidade fiscal e da responsabilidade social."
Atuação do BC
O Banco Central anunciou leilão de swap cambial reverso, equivalente à compra de futura de dólares, com lote de 5 mil contratos.
O presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, disse nesta terça-feira que o Brasil não precisa mudar sua meta de inflação, sendo que o BC avalia que o alcance do alvo de 4,5% em 2017 é possível e que a desinflação continuará nos próximos anos.

BOVESPA/ANÁLISE

BOVESPA. PORTAL G1. 20/09/2016. Pregão da Bovespa será ampliado em uma hora a partir de 17 de outubro. O pregão à vista passa a funcionar das 10h às 18h, sem o after market. A bolsa não informou a data em que o pregão voltará ao horário regular.
Da Reuters

O horário de negociação da Bovespa será alterado a partir de 17 de outubro, com o pregão à vista funcionando das 10h às 18h, sem o after market, informou a BM&F Bovespa nesta terça-feira (20).
A mudança acontece devido ao início do horário de verão no Brasil, em outubro, e ao fim do horário de verão nos Estados Unidos, em novembro. Desta forma, os horários de negociações podem potencializar o fluxo de clientes estrangeiros. A bolsa não informou a data exata em que o pregão voltará ao horário regular.
No ano passado, a bolsa realizou a mudança no horário e informou que a alteração seria permanente. Desta forma, todos os anos o segmento Bovespa teria dois horários, o chamado "regular" entre março e outubro, das 10h às 17h, com datas efetivas de início e de fim a depender do horário de verão. Já o pregão estendido em 1 hora, valendo para o restante do ano.
A bolsa informou ainda que os horários de negociação para o segmento BM&F também serão alterados. As operações de contratos futuros e de opções e operações estruturadas referenciados em dólar comercial também terão mudanças nos horários a partir do dia 17, com pregão até às 18h15.
Já o horário de negociação de contratos futuros e de opções e operações estruturadas referenciadas em commodities terão duas fases de mudança, sendo a primeira no dia 17 de outubro e a segunda em 7 de novembro.

BOVESPA. PORTAL UOL. 20/09/2016. BM&FBovespa muda horário de negociação a partir de 17 de outubro
Valor

A partir do dia 17 de outubro os horários de negociação da BM&FBovespa serão alterados.

De acordo com comunicado da bolsa, a mudança ocorre devido ao início do horário de verão no Brasil, em 16 de outubro, e ao término do horário de verão nos Estados Unidos, em 6 de novembro.

A partir do dia 17 de outubro, o novo horário de funcionamento do segmento Bovespa será das 10h às 18h.

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LGCJ.: