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September 9, 2016

IBGE. 09/09/2016. Em agosto, IPCA fica em 0,44%

PeríodoTAXA
Agosto
0,44%
Julho
0,52%
Ago/15
0,22%
Acumulado no ano
5,42%
Acumulado 12 meses
8,97%
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de agosto subiu 0,44% e ficou abaixo da taxa de julho (0,52%) em 0,08 ponto percentual (p.p.). O acumulado no ano (5,42%) ficou bem abaixo dos 7,06% registrados em igual período de 2015. O acumulado nos últimos doze meses (8,97%) ficou acima dos 8,74% relativos aos doze meses imediatamente anteriores. Em agosto de 2015, o IPCA fora 0,22%.
O grupo Alimentação e Bebidas, que de 1,32% em julho foi para 0,30% em agosto, é o principal responsável pela desaceleração do IPCA, conforme mostra a tabela a seguir.
Grupo
Variação (%)
Impacto (p.p.)
Julho
Agosto
Julho
Agosto
Índice Geral
0,52
0,44
0,52
0,44
Alimentação e Bebidas
1,32
0,30
0,34
0,08
Habitação
-0,29
0,30
-0,04
0,05
Artigos de Residência
0,53
0,36
0,02
0,01
Vestuário
-0,38
0,15
-0,02
0,01
Transportes
0,40
0,27
0,07
0,05
Saúde e Cuidados Pessoais
0,61
0,80
0,07
0,09
Despesas Pessoais
0,70
0,96
0,08
0,10
Educação
0,04
0,99
0,00
0,05
Comunicação
0,02
-0,02
0,00
0,00
O grupo dos alimentos, nas regiões pesquisadas, apresentou variações entre -0,48% e 1,26%, enquanto havia se situado entre 0,96% e 2,06% em julho. Seis das 13 localidades pesquisadas mostraram redução nos preços: Goiânia (-0,48%), Belém (-0,45%), Salvador (-0,27%), Brasília (-0,25%), Recife (-0,03%) e Porto Alegre (-0,01%).
Entre os produtos que contribuíram para conter a taxa destacam-se a batata-inglesa (-8,00%) e o feijão-carioca (-5,60%), que deram as maiores contribuições para a redução do IPCA (-0,03 p.p., ambos). Ainda assim, o feijão-carioca, que exerceu forte pressão nos os últimos meses, acumula alta de 136,57% no ano. Já a batata-inglesa aumentou 13,39% no ano. Na tabela a seguir, os principais alimentos em queda no mês de agosto:
Item
Variação (%)
Variação
Acumulada (%)
Julho
Agosto
Ano
12 meses
Cebola
-28,37
-18,46
-36,95
-56,73
Hortaliças
-5,65
-8,81
0,86
7,63
Batata-inglesa
-20,00
-8,00
13,39
43,24
Cenoura
-13,40
-5,67
-10,80
-15,53
Feijão-carioca
32,42
-5,60
136,57
160,25
Açaí
0,59
-5,53
12,24
8,98
Alho
3,54
-5,10
33,78
56,66
Óleo de soja
-2,06
-1,91
5,92
16,43
Pão doce
1,01
-1,38
5,71
8,27
Carnes
-0,69
-0,86
-2,04
3,28
Pescado
-0,63
-0,61
0,28
6,49
Entre os alimentos em alta (tabela abaixo), o destaque ficou com o item frutas, que aumentou 4,94% e deu a contribuição positiva mais significativa para o índice do mês (0,05 p.p.).
Item
Variação (%)Variação
Acumulada (%)
Julho
Agosto
Ano
12 meses
Feijão-fradinho
14,72
11,27
57,87
70,05
Leite condensado
9,87
10,23
40,03
40,65
Leite em pó
5,26
7,40
20,65
20,56
Tomate
-0,28
5,76
-14,57
2,37
Frutas
-3,28
4,94
14,65
25,36
Manteiga
5,72
4,46
58,83
70,56
Feijão-mulatinho
18,89
3,40
126,66
129,95
Queijo
2,34
3,29
12,15
13,75
Arroz
4,68
2,92
14,35
24,85
Café da manhã
2,32
2,87
9,48
13,02
Feijão-preto
41,59
2,82
89,91
94,42
Leite longa vida
17,58
2,52
52,74
47,67
Café moído
0,90
2,46
13,77
19,87
Pão de forma
0,98
2,26
12,84
21,48
Cafezinho
2,52
1,87
11,66
15,35
Açúcar refinado
3,38
1,85
21,46
53,21
Açúcar cristal
1,69
1,72
17,87
51,81
Outras bebidas alcoólicas
1,08
1,41
8,05
12,67
Chocolate em barra e bombom
3,48
1,38
20,68
24,23
Iogurte
0,89
1,21
11,51
11,00
Suco de frutas
-0,10
0,99
5,38
9,51
Refrigerante fora
-0,02
0,84
6,22
10,02
Lanche fora
0,72
0,69
7,64
9,22
Biscoito
0,51
0,67
6,63
9,05
Carnes industrializadas
0,74
0,50
4,78
5,71
Além de Alimentação e Bebidas (de 1,32% em julho para 0,30% em agosto), outros três grupos, dos nove pesquisados, mostraram desaceleração: Artigos de Residência (de 0,53% para 0,36%), Transportes (de 0,40% para 0,27%) e Comunicação (de 0,02% para -0,02%). A desaceleração do grupo Transportes se deve, em grande parte, às passagens aéreas, com queda de 3,85% em média. Os preços das passagens aéreas recuaram em 10 das 13 regiões pesquisadas e as três exceções foram Rio de Janeiro (7,50%), Belo Horizonte (6,15%) e Brasília (3,11%).
Entre os grupos em aceleração, Educação (0,99%) e Despesas Pessoais (0,96%) foram os mais elevados. Educação refletiu o resultado apurado na coleta realizada em agosto a fim de captar a realidade dos preços praticados no segundo semestre do ano letivo. Os cursos regulares tiveram variação de 0,95%, enquanto os cursos diversos (informática, idioma, etc.) apresentaram alta de 1,14%.
As diárias de hotel (11,58%) foram destaques no grupo Despesas Pessoais. Isto se deve ao aumento de 111,23% registrado na região metropolitana do Rio de Janeiro, devido à Olimpíada ocorrida em agosto.
Quanto aos índices regionais (tabela abaixo), o maior foi registrado na região metropolitana do Rio de Janeiro, com 1,00%, pressionado pela alta de 111,23% nas diárias dos hotéis, além de 0,90% nos alimentos, bem acima da média nacional (0,30%). O menor índice foi o de Recife (-0,09%), sob influência do item energia elétrica (-4,01%), que refletiu a redução das alíquotas de PIS/COFINS. O recuo da gasolina (-3,16%) também contribuiu.
Região
Peso Regional (%)
Variação (%)
Variação acumulada (%)
Julho
Agosto
Ano
12 meses
Rio de Janeiro
12,06
0,50
1,00
6,04
9,86
Vitória
1,78
0,57
0,68
4,47
8,38
São Paulo
30,67
0,33
0,55
5,19
8,84
Fortaleza
3,49
0,65
0,54
6,67
11,03
Porto Alegre
8,40
0,57
0,37
6,13
9,50
Belo Horizonte
10,86
0,63
0,30
5,88
8,50
Goiânia
3,59
0,81
0,29
4,95
9,30
Brasília
2,80
0,53
0,25
3,57
8,15
Belém
4,65
0,73
0,24
5,84
9,96
Curitiba
7,79
0,10
0,24
4,00
7,59
Campo Grande
1,51
0,74
0,18
5,26
8,57
Salvador
7,35
0,92
0,08
5,88
9,10
Recife
5,05
0,79
-0,09
5,28
8,27
Brasil
100,00
0,52
0,44
5,42
8,97
O IPCA é calculado pelo IBGE desde 1980, se refere às famílias com rendimento monetário de 01 a 40 salários mínimos, qualquer que seja a fonte, e abrange dez regiões metropolitanas do país, além dos municípios de Goiânia, Campo Grande e de Brasília. Para cálculo do índice do mês foram comparados os preços coletados entre 29 de julho a 30 de agosto de 2016 (referência) com os vigentes entre 30 de junho a 28 de julho de 2016 (base).
INPC fica em 0,31% em agosto
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor - INPC apresentou variação de 0,31% em agosto e ficou abaixo da taxa de 0,64% de julho em 0,33 p.p.. Com este resultado o acumulado no ano foi para 6,09%, bem menos do que os 7,69% registrados em igual período do ano anterior. Considerando os últimos doze meses, o índice está em 9,62%, pouco acima dos 9,56% relativos aos doze meses imediatamente anteriores. Em agosto de 2015 o INPC fora de 0,25%.
Os produtos alimentícios tiveram alta de 0,28% em agosto enquanto em julho a variação foi de 1,63%. O agrupamento dos não alimentícios ficou com variação de 0,32% em agosto, acima da taxa de 0,18% de julho.
Dentre os índices regionais (tabela abaixo), o maior foi o de Vitória (0,76%), sob pressão da alta na taxa de água e esgoto (9,89%), reajustada em 10,78% a partir de 1º de agosto. O menor índice foi o de Recife (-0,07%), sob influência do item energia elétrica (-4,08%), que refletiu a redução das alíquotas de PIS/COFINS.
Região
Peso Regional (%)
Variação mensal (%)
Variação acumulada (%)
Julho
Agosto
Ano
12 meses
Vitória
1,83
0,56
0,76
5,43
9,18
Fortaleza
6,61
0,66
0,58
6,83
11,35
Rio de Janeiro
9,51
0,60
0,57
6,47
10,15
São Paulo
24,24
0,47
0,46
6,27
9,71
Porto Alegre
7,38
0,66
0,28
6,52
9,93
Curitiba
7,29
0,04
0,26
4,34
7,84
Belo Horizonte
10,60
0,72
0,25
6,30
8,80
Goiânia
4,15
1,03
0,25
5,37
10,03
Belém
7,03
0,76
0,23
6,22
10,29
Campo Grande
1,64
0,79
0,16
5,40
9,16
Salvador
10,67
0,93
0,06
6,65
9,86
Brasília
1,88
0,46
0,05
3,52
8,60
Recife
7,17
0,92
-0,07
5,89
8,99
Brasil
100,00
0,64
0,31
6,09
9,62
Para cálculo do índice de agosto foram comparados os preços coletados entre 29 de julho a 30 de agosto de 2016 (referência) com os preços vigentes entre 30 de junho a 28 de julho de 2016 (base). O INPC é calculado pelo IBGE desde 1979, se refere às famílias com rendimento monetário de 01 a 05 salários mínimos, sendo o chefe assalariado, e abrange dez regiões metropolitanas do país, além dos municípios de Goiânia, Campo Grande e de Brasília.

DOCUMENTO: http://saladeimprensa.ibge.gov.br/noticias?view=noticia&id=1&busca=1&idnoticia=3253

IBGE. 09/09/2016. Índice Nacional da Construção Civil varia 0,24% em agosto

O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), calculado pelo IBGE em parceria com a CAIXA, apresentou variação de 0,24% em agosto, ficando 0,04 ponto percentual acima da taxa de julho (0,20%). Os últimos 12 meses foram para 5,98%, resultado inferior aos 6,47% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em agosto de 2015 o índice foi 0,70%.
O custo nacional da construção, por metro quadrado, que em julho fechou em 1.009,76, em agosto subiu para R$ 1.012,16, sendo R$ 527,83 relativos aos materiais e R$ 484,33 à mão de obra.
Em agosto, a parcela dos materiais apresentou queda (-0,03%) pelo segundo mês consecutivo, após a taxa de -0,11% em julho. Já a parcela da mão de obra, apresentou variação de 0,53% e ficou próxima do percentual registrado no mês anterior (0,54%).
De janeiro a agosto deste ano, os acumulados foram de 2,27% (materiais) e 8,25% (mão de obra). Em 12 meses, os acumulados ficaram em 3,31% (materiais) e 9,01% (mão de obra).
Região Centro-Oeste registra maior variação mensal
A região Centro-Oeste, com 2,51%, ficou com a maior variação regional em agosto. As demais regiões apresentaram os seguintes resultados: 0,03% (Norte), 0,10% (Nordeste), -0,09% (Sudeste) e 0,07% (Sul).
Os custos regionais, por metro quadrado, foram: R$ 1.018,02 (Norte); R$ 939,93 (Nordeste); R$ 1.059,87 (Sudeste); R$ 1.034,72 (Sul) e R$ 1.025,21 (Centro-Oeste).
Mato Grosso registra a maior alta
Decorrente de pressão exercida pelo reajuste salarial do acordo coletivo, o Mato Grosso foi o estado que apresentou a maior variação mensal: 5,06%, seguido pelo estado de Goiás com 3,14%, e Espírito Santo, 1,82%, também sob impacto de reajuste salarial.
SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL
Agosto/2016 considerando a desoneração da folha de pagamento de
empresas do setor da construção civil


ÁREAS GEOGRÁFICAS
CUSTOS MÉDIOS
NÚMEROS ÍNDICES
VARIAÇÕES PERCENTUAIS
R$/m2
Jun/94=100
MENSAL
NO ANO
12 MESES
BRASIL
1012,16
506,71
0,24
5,07
5,98
REGIÃO NORTE
1018,02
507,20
0,03
2,28
6,17
Rondônia
1069,68
596,32
-0,23
3,62
4,84
Acre
1122,90
596,10
0,00
5,07
5,73
Amazonas
988,25
483,78
-0,18
-0,72
1,42
Roraima
1028,64
427,28
-0,23
0,28
2,31
Para
1004,61
481,48
0,01
3,26
9,57
Amapá
1009,39
490,23
0,79
2,13
7,65
Tocantins
1047,72
550,77
0,51
3,83
5,57
REGIÃO NORDESTE
939,93
507,73
0,10
5,61
6,89
Maranhão
965,55
508,66
-0,12
5,82
7,50
Piauí
959,22
637,41
0,14
6,00
7,24
Ceara
952,38
550,00
0,29
6,33
7,54
Rio Grande do Norte
877,72
442,43
0,31
1,03
5,86
Paraíba
984,74
544,52
1,23
5,42
6,06
Pernambuco
908,23
485,60
-0,27
5,80
6,76
Alagoas
941,25
470,34
-0,20
5,61
6,97
Sergipe
906,18
481,58
0,16
4,89
5,10
Bahia
939,87
497,30
0,04
5,91
6,80
REGIÃO SUDESTE
1059,87
507,26
-0,09
5,82
5,92
Minas Gerais
952,85
524,42
-0,32
6,88
7,22
Espirito Santo
919,97
510,24
1,82
4,30
5,51
Rio de Janeiro
1147,14
522,79
-0,21
6,06
5,53
São Paulo
1100,54
497,07
-0,05
5,30
5,46
REGIÃO SUL
1034,72
494,86
0,07
3,49
4,24
Paraná
1011,69
483,85
0,03
1,55
2,17
Santa Catarina
1115,24
604,21
-0,08
5,68
6,87
Rio Grande do Sul
995,78
452,01
0,29
4,59
5,15
REGIÃO CENTRO-OESTE
1025,21
523,35
2,51
5,07
5,56
Mato Grosso do Sul
1020,48
479,85
0,22
6,56
6,92
Mato Grosso
1037,13
591,77
5,06
5,78
6,76
Goiás
1012,37
534,72
3,14
5,63
5,53
Distrito Federal
1030,43
455,13
-0,02
2,44
3,19
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Índices de Preços.
NOTA: estes resultados são calculados mensalmente pelo IBGE através de convênio com a CAIXA – Caixa Econômica Federal.

DOCUMENTO: http://saladeimprensa.ibge.gov.br/noticias?view=noticia&id=1&busca=1&idnoticia=3252

IBGE. 09/09/2016. Produção industrial cresce em seis dos 14 locais pesquisados em julho

A expansão de ritmo observada na produção industrial nacional na passagem de junho para julho de 2016, série com ajuste sazonal, foi acompanhada por seis dos 14 locais pesquisados, com destaque para os avanços mais intensos registrados por Pernambuco (3,9%), Paraná (2,6%) e Espírito Santo (2,3%). São Paulo (1,6%), Minas Gerais (1,1%) e Ceará (0,4%) completaram o conjunto de locais com índices positivos em julho de 2016. Por outro lado, Bahia (-11,2%) apontou o resultado negativo mais acentuado nesse mês, quarta queda seguida na produção. As demais taxas negativas foram assinaladas por Santa Catarina (-3,1%), Rio Grande do Sul (-2,8%), Rio de Janeiro (-2,3%), região Nordeste (-2,1%) e Pará (-2,0%), enquanto Amazonas (0,0%) e Goiás (0,0%) repetiram o patamar registrado no mês de junho.


Indicadores Conjunturais da Indústria
Resultados Regionais
julho de 2016


LocaisVariação (%)
Julho 2016/
Junho 2016*
Julho 2016/
Julho 2015
Acumulado
Janeiro-Julho
Acumulado nos
Últimos 12 Meses
Amazonas
0,0
-4,4
-15,0
-17,1
Pará
-2,0
9,9
10,2
6,2
Região Nordeste
-2,1
-8,1
-3,8
-3,6
Ceará
0,4
-2,0
-5,1
-7,9
Pernambuco
3,9
-3,7
-15,7
-11,3
Bahia
-11,2
-19,2
-3,1
-4,7
Minas Gerais
1,1
-4,3
-8,0
-8,2
Espírito Santo
2,3
-21,2
-22,4
-16,5
Rio de Janeiro
-2,3
-5,0
-7,8
-8,7
São Paulo
1,6
-1,8
-7,5
-10,1
Paraná
2,6
-0,1
-6,9
-9,1
Santa Catarina
-3,1
-5,5
-5,9
-7,6
Rio Grande do Sul
-2,8
-11,9
-5,7
-9,9
Mato Grosso
-
3,1
9,9
9,0
Goiás
0,0
-6,8
-7,0
-4,8
Brasil
0,1
-6,6
-8,7
-9,6
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Indústria
* Série com Ajuste Sazonal
Ainda na série com ajuste sazonal, a evolução do índice de média móvel trimestral para o total da indústria nacional cresceu 0,6% no trimestre encerrado em julho de 2016 frente ao nível do mês anterior, após subir em junho (0,7%) e maio (0,8%). Em termos regionais, dez locais mostraram taxas positivas, com destaque para os avanços no Amazonas (4,1%), Pernambuco (1,8%), Paraná (1,5%), Rio de Janeiro (1,1%), Santa Catarina (1,0%), Ceará (1,0%) e São Paulo (0,8%). Por outro lado, Bahia, com recuo de 4,4%, registrou a principal perda em julho de 2016.
Na comparação com igual mês do ano anterior, o setor industrial mostrou redução de 6,6% em julho de 2016, com 13 dos 15 locais pesquisados apontando resultados negativos. Os recuos mais intensos foram registrados por Espírito Santo (-21,2%), Bahia (-19,2%) e Rio Grande do Sul (-11,9%). Região Nordeste (-8,1%) e Goiás (-6,8%) também apontaram resultados negativos mais acentuados do que a média nacional (-6,6%), enquanto Santa Catarina (-5,5%), Rio de Janeiro (-5,0%), Amazonas (-4,4%), Minas Gerais (-4,3%), Pernambuco (-3,7%), Ceará (-2,0%), São Paulo (-1,8%) e Paraná (-0,1%) completaram o conjunto de locais com taxas negativas nesse mês. Por outro lado, Pará (9,9%) e Mato Grosso (3,1%) assinalaram os avanços em julho de 2016.
No indicador acumulado para o período janeiro-julho de 2016, a redução na produção nacional alcançou 13 dos 15 locais pesquisados, com três recuando com intensidade superior à média nacional (-8,7%): Espírito Santo (-22,4%), Pernambuco (-15,7%) e Amazonas (-15,0%). Minas Gerais (-8,0%), Rio de Janeiro (-7,8%), São Paulo (-7,5%), Goiás (-7,0%), Paraná (-6,9%), Santa Catarina (-5,9%), Rio Grande do Sul (-5,7%), Ceará (-5,1%), região Nordeste (-3,8%) e Bahia (-3,1%) completaram o conjunto de locais com resultados negativos no fechamento dos sete primeiros meses do ano. Por outro lado, Pará (10,2%) e Mato Grosso (9,9%) assinalaram os avanços no índice acumulado no ano.
A taxa anualizada, indicador acumulado nos últimos 12 meses, com a queda de 9,6% em julho de 2016 para o total da indústria nacional, reduziu ligeiramente o ritmo de perda frente ao registrado em junho (-9,8%). Em termos regionais, 13 dos 15 locais pesquisados mostraram taxas negativas em julho de 2016, mas nove apontaram maior dinamismo frente ao índice de junho. Os principais ganhos entre junho e julho foram registrados por Amazonas (de -18,1% para -17,1%), Ceará (de -8,9% para -7,9%), São Paulo (de -11,0% para -10,1%) e Paraná (de -10,0% para -9,1%), enquanto Espírito Santo (de -14,4% para -16,5%), Bahia (de -2,8% para -4,7%) e Goiás (de -3,4% para -4,8%) mostraram as maiores perdas entre os dois períodos.

DOCUMENTO: http://saladeimprensa.ibge.gov.br/noticias?view=noticia&id=1&busca=1&idnoticia=3251

FGV. IBRE. 09/09/2016. Sondagens e Índices de Confiança. Sondagem de Investimentos. Intenção de Investimentos da Indústria cresce no 3ºTri de 2016

O Indicador de Intenção de Investimentos da Indústria da Fundação Getulio Vargas subiu 7,9 pontos no terceiro trimestre de 2016, em relação ao trimestre imediatamente anterior. Com o resultado, o índice atingiu 90,4 pontos, o maior valor desde o terceiro trimestre de 2015 (91,9 pontos).

O Indicador de Intenção de Investimentos mede a disseminação do ímpeto de investimento entre as empresas industriais, colaborando, desta forma, para antecipar tendências econômicas.

“Assim como ocorre com os indicadores de confiança, o resultado do Indicador de Intenção de Investimentos sugere taxas de crescimento do investimento produtivo menos negativas daqui por diante. Há, no entanto, ainda muita incerteza com relação à execução dos planos de investimento que, associada à combinação de ociosidade elevada, tende a manter o ritmo de retomada de investimentos mais lento que em recuperações recentes”, afirma Aloisio Campelo Jr., Superintendente de Estatísticas Públicas do FGV/IBRE.

Quando o Indicador de Intenção de Investimentos fica abaixo dos 100 pontos é porque há mais empresas prevendo diminuir que aumentar investimentos nos 12 meses seguintes. No terceiro trimestre de 2016, 14,8% das empresas estão prevendo investir mais nos 12 meses seguintes, e 24,4% prevendo investir menos. No trimestre anterior, esses percentuais haviam sido de 16,2% e 33,7%, respectivamente.

Outro quesito abordado nesse trimestre, foi sobre a probabilidade de revisão do programa de plano de investimentos para os próximos 12 meses. Atualmente, 57,6% das empresas afirmam que os investimentos devem ficar dentro do programado. Dos 42,4% que consideram uma possível mudança, 23,8% admitem investir mais que o previsto enquanto 18,6% preveem a possibilidade de reprogramação para baixo.

Grau de incerteza em relação aos investimentos continua elevado

Neste trimestre, as empresas foram consultadas, pela sexta vez, a respeito do grau de certeza em relação ao plano de de investimentos para os meses seguintes. Este tema foi introduzido na Sondagem de Investimentos no quarto trimestre de 2014 como um quesito semestral, passando à frequência trimestral nesta edição da pesquisa.
Hoje, no setor industrial, a proporção de empresas que estão incertas (32,7%) supera pelo segundo trimestre consecutivo a das que estão certas (30,4%) com relação à execução de seus programas de investimentos nos 12 meses seguintes, um saldo de -2,3 pontos. Esse foi o menor percentual de empresas certas sobre a execução dos investimentos e o segundo maior de empresas incertas desde o início do quesito (4º trimestre de 2014). O resultado decorre possivelmente das incertezas ainda existentes em relação aos cenários econômicos e políticos do país e seus efeitos sobre as projeções de rentabilidade dos investimentos produtivos.

A edição do terceiro trimestre de 2016 da Sondagem de Investimentos coletou informações de 691 empresas entre os dias 05 de julho e 31 de agosto.

DOCUMENTO: http://portalibre.fgv.br/main.jsp?lumPageId=402880972283E1AA0122841CE9191DD3&contentId=8A7C82C5557F25F201570E72F6910312

FGV. IBRE. 09/09/2016. Inflação pelo IPC-S aumenta em três das sete capitais pesquisadas
09-Set-2016 | Índices Gerais de Preços | IPC-S Capitais

O IPC-S de 07 de setembro de 2016 registrou variação de 0,34%, 0,02 ponto percentual (p.p.) acima da taxa divulgada na última apuração. Três das sete capitais pesquisadas registraram acréscimo em suas taxas de variação.

A tabela a seguir, apresenta as variações percentuais dos municípios das sete capitais componentes do índice, nesta e na apuração anterior.
tabela7setembro
DOCUMENTO: http://portalibre.fgv.br/main.jsp?lumPageId=402880972283E1AA0122841CE9191DD3&contentId=8A7C82C5557F25F201570E8635AA67D6

FGV. 09/09/2016. Pesquisas. Intenção de Investimentos da Indústria cresce no 3º tri, diz FGV

O Indicador de Intenção de Investimentos da Indústria da Fundação Getulio Vargas subiu 7,9 pontos no terceiro trimestre de 2016, em relação ao trimestre imediatamente anterior. Com o resultado, o índice atingiu 90,4 pontos, o maior valor desde o terceiro trimestre de 2015 (91,9 pontos).

O Indicador de Intenção de Investimentos mede a disseminação do ímpeto de investimento entre as empresas industriais, colaborando, desta forma, para antecipar tendências econômicas.

“Assim como ocorre com os indicadores de confiança, o resultado do Indicador de Intenção de Investimentos sugere taxas de crescimento do investimento produtivo menos negativas daqui por diante. Há, no entanto, ainda muita incerteza com relação à execução dos planos de investimento que, associada à combinação de ociosidade elevada, tende a manter o ritmo de retomada de investimentos mais lento que em recuperações recentes”, afirma Aloisio Campelo Jr., Superintendente de Estatísticas Públicas do FGV/IBRE.

Quando o Indicador de Intenção de Investimentos fica abaixo dos 100 pontos é porque há mais empresas prevendo diminuir que aumentar investimentos nos 12 meses seguintes. No terceiro trimestre de 2016, 14,8% das empresas estão prevendo investir mais nos 12 meses seguintes, e 24,4% prevendo investir menos. No trimestre anterior, esses percentuais haviam sido de 16,2% e 33,7%, respectivamente.

Outro quesito abordado nesse trimestre, foi sobre a probabilidade de revisão do programa de plano de investimentos para os próximos 12 meses. Atualmente, 57,6% das empresas afirmam que os investimentos devem ficar dentro do programado. Dos 42,4% que consideram uma possível mudança, 23,8% admitem investir mais que o previsto enquanto 18,6% preveem a possibilidade de reprogramação para baixo.

Grau de incerteza em relação aos investimentos continua elevado

Neste trimestre, as empresas foram consultadas, pela sexta vez, a respeito do grau de certeza em relação ao plano de de investimentos para os meses seguintes. Este tema foi introduzido na Sondagem de Investimentos no quarto trimestre de 2014 como um quesito semestral, passando à frequência trimestral nesta edição da pesquisa.

Hoje, no setor industrial, a proporção de empresas que estão incertas (32,7%) supera pelo segundo trimestre consecutivo a das que estão certas (30,4%) com relação à execução de seus programas de investimentos nos 12 meses seguintes, um saldo de -2,3 pontos. Esse foi o menor percentual de empresas certas sobre a execução dos investimentos e o segundo maior de empresas incertas desde o início do quesito (4º trimestre de 2014). O resultado decorre possivelmente das incertezas ainda existentes em relação aos cenários econômicos e políticos do país e seus efeitos sobre as projeções de rentabilidade dos investimentos produtivos.

A edição do terceiro trimestre de 2016 da Sondagem de Investimentos coletou informações de 691 empresas entre os dias 05 de julho e 31 de agosto.

USDA. REUTERS. 09/09/2016. Brasil compra o equivalente a 5 navios de trigo nos EUA em uma semana

(Reuters) - O Brasil contribuiu para um forte aumento nos novos negócios de exportação de trigo dos Estados Unidos na última semana, mostraram nesta sexta-feira dados do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), que compila vendas e embarques de commodities agrícolas.

O país tem elevado suas compras nos EUA neste momento do ano em que os grãos da nova colheita ainda não estão disponíveis no mercado e após perdas de qualidade na safra de 2015. Além disso, os moinhos brasileiros estão tirando proveito dos preços em Chicago, que oscilam perto de mínimas em uma década, registradas no início do mês.

Empresas dos Estados Unidos fecharam vendas líquidas de 661,1 mil toneladas de trigo na semana encerrada em 1 de setembro, alta de 136 por cento ante a semana anterior, segundo o USDA.

Deste volume, o Brasil foi o segundo maior comprador, com negócios de 152,9 mil toneladas, incluindo 85,6 mil toneladas que haviam sido anunciadas anteriormente como para destino não revelado.

O volume de vendas é o suficiente para lotar cinco navios do porte que habitualmente carrega trigo para o Brasil.

Na semana encerrada em 25 de agosto, o Brasil havia sido o principal comprador nos Estados Unidos, tendo fechado a aquisição de 186,5 mil toneladas de trigo.

A escala de navios previstos para atracar em portos brasileiros já mostrava no início do mês um forte movimento de importações em setembro. O volume previsto para chegar no país, proveniente dos EUA, estava em 157 mil toneladas, ante apenas 11 mil da previsão para setembro do ano passado.

Os EUA normalmente complementam o abastecimento de trigo do Brasil, que geralmente importa a maior parte do produto da Argentina, que está na entressafra. A colheita brasileira está em fase inicial.

(Por Gustavo Bonato, em São Paulo)

FED. 09/09/2016. Rosengren (Fed) diz que é cada vez mais arriscado adiar alta do juro nos EUA

QUINCY, Massachusetts (Reuters) - O Federal Reserve, banco central dos Estados Unidos, enfrenta cada vez mais riscos se esperar demais para elevar a taxa de juros, de modo que um aperto gradual da política monetária é provavelmente apropriado, disse nesta sexta-feira o presidente do Fed de Boston, Eric Rosengren.

Em outro sinal de que um aumento dos juros nos EUA está se aproximando, Rosengren indicou que os riscos estão se tornando cada vez mais equilibrados. Isso significa que, embora uma desaceleração no exterior continue sendo uma preocupação, a economia dos EUA tem se mostrado resiliente e até pode até superaquecer se a política do Fed permanecer inalterada por muito mais tempo, disse ele.

Rosengren, uma autoridade do Fed historicamente "dovish" que se tornou mais confiante sobre elevar os juros neste ano, citou a decisão britânica para sair da União Europeia como um exemplo da resistência dos EUA aos choques externos.

"Há também os riscos de longo prazo de exagerar o crescimento da economia dos EUA", disse ele.

"Se quisermos garantir que permaneceremos no pleno emprego, o aperto gradual é provavelmente apropriado", disse Rosengren, membro com direito a voto no comitê de política do Fed neste ano.

O Fed elevou os juros de quase zero em dezembro passado --o primeiro aumento em quase uma década--, mas depois disse não voltou a mexer na taxa diante de uma perda de força da economia norte-americana e de mercados voláteis no exterior.

Embora investidores e economistas vejam uma pequena chance de alta na reunião do Fed em duas semanas, um alta em dezembro é vista como mais provável.

(Por Svea Herbst-Bayliss)

DÓLAR/ANÁLISE

BACEN. PORTAL G1. 09/09/2016. Dólar opera em alta e bate R$ 3,25. Na véspera, moeda norte-americana subiu 0,07%, vendida a R$ 3,2104. Na semana, o dólar acumula queda de 1,32% e no mês, de 0,59%.
Do G1, em São Paulo

O dólar opera em alta de mais de 1% nesta sexta-feira (9), após fechar abaixo de R$ 3,20 na véspera, em meio à compra de moeda norte-americana por importadores atraídos pelos preços baixos.
Às 9h30, a moeda norte-americana subia 1,27%, vendida a R$ 3,2514.
Na véspera, o dólar subiu 0,07%, vendido a R$ 3,2104. Na semana, o dólar acumula queda de 1,32% e no mês, de 0,59%. No ano, há desvalorização de 18,68%.
Cenário externo
A variação da moeda tem sido influenciada pela perspectiva de que o Federal Reserve, banco central norte-americano, não deve elevar os juros da maior economia do mundo tão cedo, mantendo a atratividade de outros mercados que oferecem maiores rendimentos, como o Brasil.
Cenário interno
No cenário interno, o mercado espera o encaminhamento pelo governo de Michel Temer da proposta de reforma da Previdência até o final do mês, antes das eleições municipais, considerada um dos principais pontos para colocar as contas públicas do país em ordem.
Por outro lado, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), avaliou como "inócua" a proposta, segundo o jornal O Estado de S. Paulo, argumentando que ela somente dar entrada na Casa no início de outubro mesmo.

BOVESPA/ANÁLISE

BOVESPA. PORTAL UOL. 09/09/2016. Bolsa cai mais de 2,5%; dólar sobe 1,6%, perto de R$ 3,26

O dólar comercial subia e a Bovespa operava em queda nesta sexta-feira (9). Por volta das 12h30, a moeda norte-americana subia 1,58%, a R$ 3,261 na venda. No mesmo horário, o Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, tinha baixa de 2,76%, a 58.569,6 pontos. O dia é de nervosismo no exterior, com teste nuclear norte-coreano e dados fracos de comércio da Alemanha colocando dúvidas sobre a força da maior economia da zona do euro. A alta do dólar se firmou após o presidente do Fed de Boston, Eric Rosengren, declarar que o banco central norte-americano enfrenta cada vez mais riscos se esperar muito tempo para elevar a taxa de juros. Juros mais altos nos EUA podem atrair para lá recursos atualmente aplicados em países onde as taxas são maiores, como o Brasil. (Com Reuters)

BOVESPA. PORTAL G1. 09/09/2016. Bovespa opera em queda nesta sexta-feira. Mercado repercute teste nuclear da Coreia do Norte e inflação na China. Na véspera, Ibovespa avançou 0,17%, a 60.231 pontos.
Do G1, em São Paulo

O principal índice da Bovespa opera em queda nesta sexta-feira (9), após renovar a máxima de fechamento desde setembro de 2014 na véspera. O mercado repercute o novo teste nuclear da Coreia do Norte e dados fracos de inflação na China.
Às 12h52, o Ibovespa, principal índice de ações da bolsa, caía 2,82%, a 58.535 pontos. Veja a cotação.
As ações da Vale, Petrobras e dos bancos Itaú Unibanco e Bradesco, com maior peso no índice, operavam no vermelho por volta do mesmo horário.
O anúncio de um teste nuclear pela Coreia do Norte e dados de inflação abaixo do previsto da China que foram interpretados como sinal de atividade econômica menos forte azedaram o humor dos investidores pelo mundo, segundo a Reuters.
Em relatório, a equipe de análise da Modalmais afirmou que essas notícias estão levando os mercados a ajustarem posições, após fustração com a decisão do Banco Central Europeu de manter a política monetária estabilizada.
Assim, os preços do petróleo recuavam, após sucessivas altas, e as bolsas europeias também operavam no vermelho, ainda de acordo com a Reuters.
No mercado doméstico, os investidores corriam a vender ações para embolsar ganhos recentes, após o Ibovespa ter renovado na quinta-feira a pontuação máxima desde setembro de 2014. O dólar subia mais de 1%.
Na véspera, o Ibovespa avançou 0,17%, aos 60.231 pontos, renovando a máxima de fechamento desde setembro de 2014.

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LGCJ.: