US ECONOMICS
US TREASURY. 09/26/2016. Remarks by U.S. Treasury Secretary Lew at Meeting with Argentine Finance Minister Prat-Gay
BUENOS AIRES – I would like to thank President Macri and my friend and colleague Minister Prat-Gay for hosting me today.
As you know, this is the first visit by a U.S. Treasury Secretary to Argentina since 2002, and I am grateful for the Finance Minister’s invitation to join him in Buenos Aires to continue our discussions regarding this important period of change in Argentina, as well as our shared objectives for the future of the U.S.-Argentina economic relationship, the G-20, and the global economy.
My team and I have been working closely with Minister Prat-Gay and his staff since the beginning of the Macri administration and the Finance Minister and I have gotten to know one another well over several meetings this year. In January, we announced the change in U.S. voting policy for multilateral development bank projects for Argentina, and we’ve since met in Shanghai, Chengdu, and Hangzhou to further advance U.S.-Argentine economic cooperation.
A prosperous Argentina that is fully participating in the global economy is not only in the interest of the Argentine people, but also the region, the United States, and the international community. In its early months, the Macri administration has made a lot of progress.
We recognize that policies to prepare the Argentine economy for more balanced and sustainable economic growth may be difficult. Rebuilding institutions, reestablishing credibility, improving governance, and implementing structural reforms will not happen overnight. It is important for the government to stay the course, thereby creating opportunities for the private sector to further unlock the creativity and dynamism of the Argentine people.
As a central piece of discussions here today, Minister Prat-Gay and I will carry forward our work to negotiate a comprehensive Bilateral Tax Treaty, including provisions that allow for the exchange of tax information. To accelerate the process of sharing tax data on Argentine residents in the United States, Treasury and Argentina’s tax agency (AFIP) will immediately begin assessing Argentina’s preparedness to receive such information and to explore steps to expedite the process. I have invited Argentina's representatives to visit Treasury next week for consultations, and I have instructed Treasury’s senior tax negotiators to visit Buenos Aires in the near future.
We also plan to discuss enhancing our collective efforts to combat money laundering and illicit finance. In particular, I want to emphasize the importance of the recent re-establishment of information sharing between our financial intelligence units – the Financial Crimes Enforcement Network (FinCEN for short) in the United States, and the UIF in Argentina. The appropriate sharing of financial intelligence via secure channels for use by our respective law enforcement communities is critical in the fight against terrorism, money laundering and other illicit activity. The recently strengthened and growing relationship between FinCEN and the UIF will benefit both our countries. Treasury will also support Argentina’s efforts to combat money laundering through technical assistance to the UIF.
I also look forward to discussing the role Treasury can play with the government of Argentina on efforts to promote the private financing of infrastructure, and how we can help the central bank promote financial inclusion.
We welcome Argentina’s decision to improve the conditions for private investment by working toward meeting the OECD’s standards and codes. We strongly support Argentina’s desire to work more closely with the OECD, and the United States will work with the OECD and with the government of Argentina to make progress towards adopting OECD instruments and recommendations.
Our two countries are in a new era of our long bilateral relationship, and through this trip and the many other areas of U.S. engagement, I hope that the enduring friendship between Argentina and the United States is translated into concrete cooperation at many levels.
Thank you.
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MDIC. 26/09/2016. Quarta semana de setembro tem superávit de US$ 690 milhões. Valor é resultado de exportações de US$ 3,710 bilhões e importações de US$ 3,020 bilhões
Brasília (26 de setembro) - Na quarta semana de setembro, com cinco dias úteis, a balança comercial brasileira teve superávit de US$ 690 milhões, resultado de exportações de US$ 3,710 bilhões e importações de US$ 3,020 bilhões No mês, as exportações somaram US$ 12,530 bilhões e as importações, US$ 9,475 bilhões, com saldo positivo de US$ 3,055 bilhões. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC).
A média das exportações da quarta semana chegou a US$ 741,9 milhões, 7,5% abaixo da média de US$ 801,8 milhões até a terceira semana, em razão da queda nas exportações de produtos básicos (-25%) por conta de petróleo em bruto, minério de ferro, carne de frango, suína e bovina, milho em grão e minério de cobre. Em relação aos produtos manufaturados, houve crescimento (+10,5%), em razão, principalmente, de automóveis, aviões, açúcar refinado, suco de laranja não congelado, tubos flexíveis de ferro e aço. As vendas externas de semimanufaturados cresceram 3,5%, em razão de açúcar em bruto, ouro em forma semimanufaturada, alumínio em bruto, ferro fundido, couros e peles.
Do lado das importações, foi registrado crescimento de 2,9%, sobre igual período comparativo principalmente pelo aumento nos gastos com combustíveis e lubrificantes, químicos orgânicos e inorgânicos, farmacêuticos, instrumentos de ótica e precisão e cereais e produtos de moagem.
Mês
A média das exportações até a quarta semana chegou a US$ 783,1 milhões, o que representa crescimento de 1,8%, por conta do aumento das vendas de produtos semimanufaturados (+21,6%) em função do crescimento dos embarques de açúcar em bruto, ouro em forma semimanufaturada, madeira serrada ou fendida, manteiga, gordura e óleo, de cacau e óleo de soja. Em relação aos básicos, houve queda nas vendas (-2,2%) por conta, principalmente, de soja em grão, fumos em folhas, farelo de soja, carne bovina e milho em grão. Nos manufaturados houve uma pequena queda (-0,5%), por conta da diminuição das exportações de óxido e hidróxido de alumínio, polímeros plásticos, autopeças, motores para veículos e laminados de ferro e aço). Em relação a ao mês de agosto de 2016, houve crescimento de 6%, em virtude do aumento nas vendas dos três grupos de produtos: semimanufaturados (+12,3%), básicos (+6,1%) e manufaturados (+4,2%).
Nas importações, a média diária até a quarta semana de setembro (US$ 592,2 milhões), ficou 5,8% abaixo da média de setembro do ano passado (US$ 628,7 milhões). Houve queda nas compras externas com siderúrgicos (-17,6%), equipamentos mecânicos (-17,4%), adubos e fertilizantes (-16,1%) e combustíveis e lubrificantes (-12,0%). Em relação ao mês de agosto de 2016, as importações aumentaram 6% por conta de cereais e produtos de moagem (+54,9%), siderúrgicos (+21,6%), veículos e partes (+18,7%), combustíveis e lubrificantes (+14,9%) e farmacêuticos (+8,5%).
Ano
No ano, as vendas externas brasileiras totalizam US$ 136,101 bilhões e as compras, US$ 100,674 bilhões, gerando superávit de US$ 35,427 bilhões. As exportações acumularam média diária de US$ 739 milhões, e as importações, US$ 547,1 milhões. A corrente de comércio soma US$ 236,774 bilhões, com desempenho médio diário de US$ 1,286 bilhão.
Coletiva
Na próxima segunda-feira, 3 de outubro, será realizada coletiva de imprensa para divulgação dos dados da balança comercial brasileira do mês de setembro.
BACEN. 26/09/2016. Setor Externo em agosto/2016
I - Balanço de pagamentos - Agosto de 2016
Em agosto, as transações correntes registraram deficit de US$579 milhões, acumulando, nos últimos doze meses, deficit de US$25,8 bilhões, equivalente a 1,46% do PIB. Na conta financeira, as captações líquidas superaram as concessões líquidas em US$116 milhões, destacando-se os ingressos líquidos de US$7,2 bilhões em investimentos diretos no país e redução de US$5,7 bilhões nos passivos de investimentos em carteira.
A conta de serviços apresentou despesas líquidas de US$2,2 bilhões no mês, redução de 16,1% comparativamente ao resultado de agosto de 2015, em decorrência de aumentos nas receitas e despesas brutas de 16,7% e 0,3%, na ordem. No mesmo período comparativo, ocorreram reduções nas despesas líquidas de serviços de propriedade intelectual, aluguel de equipamentos e telecomunicação, computação e informações, respectivamente, 18,7%, 10,7% e 5,3%. A conta de viagens internacionais registrou despesas líquidas de US$690 milhões, recuo de 16,5%, na mesma base de comparação. As receitas com viagens cresceram US$166 milhões, incremento de 38,1%, impactadas pelos gastos dos turistas estrangeiros durante as olimpíadas do Rio de Janeiro, enquanto as despesas de turistas brasileiros no exterior avançaram 2,3%.
As despesas líquidas de renda primária totalizaram US$2,5 bilhões em agosto de 2016, recuo de 2,6% na comparação com o mesmo período do ano anterior. As despesas líquidas de lucros e dividendos alcançaram US$1,8 bilhão, decorrente de retração nas receitas de 34,1% e relativa estabilidade nas despesas. As despesas líquidas de juros atingiram US$770 milhões, recuo de 26,8% em relação a mês correspondente do ano anterior.
A conta de renda secundária apresentou ingressos líquidos de US$214 milhões em agosto de 2016. As receitas líquidas de transferências pessoais alcançaram US$84 milhões no mês, 26,3% inferiores ao observado em período correspondente do ano anterior.
As aplicações líquidas em investimentos diretos no exterior alcançaram US$306 milhões no mês, concentradas em participação no capital, e em patamar semelhante ao ocorrido em agosto de 2015.
INVESTIMENTO
Os investimentos diretos no país somaram ingressos líquidos de US$7,2 bilhões, repercutindo ingressos líquidos de US$5,5 bilhões em participação no capital, incluídas as entradas líquidas de US$803 milhões decorrentes de lucros reinvestidos, e créditos líquidos recebidos do exterior de US$1,7 bilhão em operações intercompanhia. Em doze meses, os ingressos líquidos dos investimentos diretos no país totalizaram US$74,0 bilhões, equivalentes a 4,17% do PIB.
Os investimentos em carteira passivos registraram saídas líquidas de US$5,7 bilhões em agosto, compostos por saídas líquidas em ações, US$1,6 bilhão, e em títulos de renda fixa negociados no mercado doméstico, US$3,8 bilhões, dentre outros.
Os outros investimentos ativos aumentaram US$3,4 bilhões, compreendendo concessão de US$4,0 bilhões em créditos comerciais e adiantamentos, redução de US$1,1 bilhão em depósitos de bancos brasileiros mantidos no exterior, e ampliação de US$536 milhões em depósitos de propriedade de empresas não financeiras.
Os outros investimentos passivos registraram ingressos líquidos de US$3,1 bilhões. Os créditos comerciais e adiantamentos cresceram US$2,5 bilhões, essencialmente em operações de curto prazo. Os ingressos líquidos de empréstimos de longo prazo atingiram US$1,7 bilhão, e as amortizações líquidas de empréstimos de curto prazo, US$1,1 bilhão, no mês.
II - Reservas internacionais
As reservas internacionais no conceito liquidez totalizaram US$376,9 bilhões em agosto, recuo de US$609 milhões em relação ao mês anterior. O estoque de linhas com recompra atingiu US$7,4 bilhões, diminuição de US$810 milhões em relação à posição de julho de 2016. Em agosto, a receita de remuneração das reservas somou US$258 milhões, enquanto as variações por preços e por paridades contribuíram para reduzir o estoque em US$498 milhões e US$511 milhões, na ordem. No conceito caixa, o estoque de reservas atingiu US$369,5 bilhões em agosto, aumento de US$201 milhões em relação a julho.
III - Dívida externa
A posição da dívida externa bruta estimada para agosto de 2016 totalizou US$338,8 bilhões, aumento de US$2,4 bilhões em relação ao montante apurado para julho de 2016. A dívida externa estimada de longo prazo atingiu US$275 bilhões, elevação de US$2,3 bilhões, enquanto o endividamento de curto prazo somou US$63,8 bilhões, praticamente estável.
Dentre os determinantes da variação da dívida externa de longo prazo, destacam-se as amortizações de empréstimos de US$2 bilhões realizadas pelo setor não financeiro; desembolsos de empréstimos do setor financeiro, US$2,7 bilhões, e emissão de título de dívida do governo, US$1,5 bilhão.
DOCUMENTO: http://www.bcb.gov.br/htms/notecon1-p.asp
MF. STN. 26/09/2016. Dívida Pública. Estoque da Dívida Pública Federal recua 0,07% em julho. Destaque do mês foi a emissão externa de US$ 1,5 bilhão do Global 2047, que atraiu forte demanda
O estoque da Dívida Pública Federal (DPF) diminuiu 0,07% em julho na comparação com junho, passando de R$ 2,958 bilhões para R$ 2,956 bilhões. Essa variação é explicada pelo resgate líquido de R$ 31,57 bilhões, compensado, em parte, pela apropriação positiva de juros no valor de R$ 29,44 bilhões.
A Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi) recuou 0,20%, para R$ 2,832 bilhões, enquanto a Dívida Pública Federal externa (DPFe) cresceu 2,97%, para R$ 124,36 bilhões. As informações estão no Relatório Mensal da Dívida, divulgado nesta segunda-feira (26/09)pela Secretaria do Tesouro Nacional.
Um dos destaques de julho foi o lançamento, no mercado dos Estados Unidos, do Global 2047, um novo bônus de referência de 30 anos, no valor de US$ 1,5 bilhão. “Foi uma emissão que teve demanda expressiva, acima de US$ 6 bilhões”, comentou a coordenadora de operações da dívida pública, Marcia Fernanda Tapajós.
O bônus foi colocado no mercado ao preço de 96,464% do seu valor de face, o que resultou em taxa de retorno para o investidor (yield) de 5,875% e cupom de 5,625%. A operação foi realizada com spread de 357,20 pontos-base acima do título de dívida do Tesouro americano com prazo similar.
Indexadores, composição e prazos
Na divisão por indexadores, a parcela de títulos prefixados na DPF diminuiu de 36,30% em junho para 35,23% em julho, enquanto a de papéis indexados a índices de preços aumentou de 33,73% para 34,25%. A fatia de títulos a taxa flutuante aumentou de 25,75% para 26,16% e a de papéis atrelados ao câmbio subiu de 4,22% para 4,36%.
Entre os detentores, a parcela do grupo Previdência na DPMFi cresceu de 23,57% em junho para 24,36% em julho, enquanto a de instituições financeiras recuou de 23,65% para 22,85% entre os dois meses. A parcela de não residentes oscilou de 16,41% para 16,23%. Na carteira desse grupo, 86,8% dos títulos são prefixados.
O percentual de títulos da DPF com vencimento nos próximos 12 meses, por sua vez, cresceu de 20,44% em junho para 20,61% em julho. O prazo médio da dívida avançou de 4,55 para 4,62 anos entre junho e julho, enquanto a vida média, que considera apenas o principal e é mais utilizada na literatura internacional, passou de 6,46 para 6,54 anos.
O custo médio da DPF diminuiu de 13,80% ao ano em junho para 13,33% em julho. O custo médio da DPFMi recuou de 14,02% para 13,81%, enquanto o da DPFe apresentou queda expressiva, passando de 9,34% para 1,92% ao ano, devido à menor valorização do dólar.
Tesouro Direto
Segundo o relatório do Tesouro, as emissões do programa de vendas de títulos públicos a pessoas físicas atingiram R$ 1,579 bilhão em julho, enquanto os resgates somaram R$ 554,56 milhões, resultando em emissão líquida de R$ 1,024 bilhão. Quase 60% da demanda correspondem a títulos remunerados por índices de preços.
O estoque do Tesouro Direto alcançou R$ 34,154 bilhões, um aumento de 4,16% sobre junho. O número de investidores cresceu em 50.451 no mês, atingindo 885.286, 64,86% maior que o de julho de 2015.
FGV. IBRE. 26/09/2016. Sondagens e Índices de Confiança. Indicador de Expectativa de Inflação dos Consumidores. Inflação prevista pelos consumidores apresenta estabilidade em setembro
Em setembro, a expectativa mediana dos consumidores para a inflação nos próximos 12 meses manteve-se estável em 9,8%. Esta é primeira vez que o indicador fica dois meses consecutivos abaixo da marca dos 10% desde julho de 2015.
“Tanto as expectativas dos especialistas quanto dos consumidores iniciaram movimento de queda em março desse ano. Mas a desaceleração medida em pontos nesse período mostra um impacto relativo mais intenso entre especialistas que entre consumidores. A estabilidade desse mês confirma uma aparente resistência dos consumidores que pode estar atrelada a uma persistência da alta dos preços dos alimentos até o mês passado, embora existam sinais de acomodação ao longo de setembro.”, afirma a economista Viviane Seda Bittencourt, da FGV/IBRE.
Na comparação entre classes de renda, as respostas não foram homogêneas. Há expectativa de desaceleração da inflação tanto pelos consumidores com menor renda quanto entre os de maior poder aquisitivo. Para os consumidores com renda familiar acima de R$ 9.600, a inflação prevista vem se reduzindo há sete meses consecutivos. Entre os consumidores de menor poder aquisitivo, essa perspectiva vem se mantendo nos últimos três meses. Para os consumidores com renda entre R$ 2.100 e R$ 4.800, a tendência não é tão evidente e o indicador tem oscilado bastante; enquanto entre os que ganham entre R$ 4.800 e R$ 9.600, a expectativa tem se mantido em torno de 10%.
Considerando-se a distribuição de respostas, a proporção dos consumidores pesquisados que esperam inflação superior a 10% nos próximos 12 meses caiu de 34,7% para 34,3%. Houve aumento da proporção de consumidores prevendo inflação entre a meta (4,5%) e o limite superior de tolerância (6,5%), de 5,3% para 6,7%; e da proporção dos que preveem inflação entre 6,5% e 9,0%, 35,1% para 36,2%.
DOCUMENTO: http://portalibre.fgv.br/main.jsp?lumPageId=402880972283E1AA0122841CE9191DD3&contentId=8A7C82C5557F25F2015765F9023E52BA
FGV. IBRE. 26/09/2016. Índices Gerais de Preços. IPC-S Capitais. Cinco das sete capitais pesquisadas registraram queda na inflação pelo IPC-S
O IPC-S de 22 de setembro de 2016 registrou variação de 0,18%, 0,09 ponto percentual (p.p.) abaixo da taxa divulgada na última apuração. Cinco das sete capitais pesquisadas registraram decréscimo em suas taxas de variação.
A tabela a seguir, apresenta as variações percentuais dos municípios das sete capitais componentes do índice, nesta e na apuração anterior.
DOCUMENTO: http://portalibre.fgv.br/main.jsp?lumPageId=402880972283E1AA0122841CE9191DD3&contentId=8A7C82C5557F25F20157661651A1662C
OPEP. PORTAL G1. 26/09/2016. Preços do petróleo sobem com reunião da Opep. Membros discutem um possível acordo para limitar ou congelar produção. Preços caíram mais da metade ante níveis de 2014 ante excedente.
Da Reuters
Os preços do petróleo subiam nesta segunda-feira (26), com os maiores produtores do mundo se reunindo na Argélia para discutir formas de apoiar o mercado e com o nervosismo levando a volatilidade para seu maior nível desde que os exportadores se reuniram em abril.
O petróleo Brent subia US$ 0,77, ou 1,68%, a US$ 46,66 por barril, às 8h57 (horário de Brasília). O petróleo dos Estados Unidos avançava US$ 0,62, ou 1,39%, a US$ 45,1 por barril.
O ceticismo quanto a se alcançar qualquer acordo levou os gestores de recursos a cortar suas apostas de alta para o menor nível em um mês na semana passada, quando os preços caíram quase 5%, devido a sinais de que a Arábia Saudita e o Irã estavam progredindo pouco para chegar a um acordo preliminar para congelar a produção.
Os membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) estão reunidos informalmente no Fórum Internacional da Energia, na Argélia, de 26 a 28 de setembro, onde discutem um possível acordo para limitar a produção.
Os Emirados Árabes disseram nesta segunda-feira que irão apoiar um congelamento da produção global de petróleo para sustentar os preços, enquanto alguns delegados da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) projetam que o encontro na Argélia ainda conseguirá produzir um acordo para restringir a oferta.
Os preços do petróleo caíram mais da metade ante os níveis de 2014 devido a um excedente ao redor do planeta, levando membros da Opep e a Rússia, que não integra o grupo a buscar um reequilíbrio que possa elevar receita com exportações e ajudar a recuperar os orçamentos nacionais.
A ideia predominante desde o início de 2016 entre produtores tem sido um acordo para limitar a produção, embora observadores do mercado tenham dito que esse movimento será incapaz de enxugar o excedente de oferta.
Fontes disseram à Reuters na semana passada que a Arábia Saudita havia oferecido um corte de produção se o Irã aceitasse congelar os níveis de bombeamento, em uma mudança na posição de Riad, já que os sauditas vinham se recusando a discutir cortes.
Com as delegações encontrando-se em Argel, alguns ministros e autoridades expressaram esperanças de que um acordo possa surgir esta semana.
"Se todos os membros da Opep estiverem em acordo sobre uma decisão, eu penso que há alta probabilidade de conseguir o apoio de outros, especialmente da Rússia", disse à Reuters o ministro de Energia dos Emirados Árabes, Suhail bin Mohammed al-Mazroui.
"Para nós nos Emirados Árabes, apoiamos uma decisão. Achamos que um congelamento irá ajudar, se houver acordo. Nós esperamos que todos concordem."
Um delegado da Opep de fora do Golfo Pérsico disse: "Nós esperamos que haja um congelamento da produção. Nós esperamos que haja um pré-acordo." O foco dos delegados tem sido persuadir o Irã a congelar a produção em níveis aceitáveis para o resto da Opep, disse outro delegado.
OPEP. REUTERS. 26/09/2016. Emirados Árabes dizem que apoiam congelamento da produção de petróleo
Por Alex Lawler e Rania El Gamal
ARGÉLIA (Reuters) - Os Emirados Árabes disseram nesta segunda-feira que irão apoiar um congelamento da produção global de petróleo para sustentar os preços, enquanto alguns delegados da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) projetam que um encontro na Argélia esta semana ainda conseguirá produzir um acordo para restringir a oferta.
Os preços do petróleo caíram mais da metade ante os níveis de 2014 devido a um excedente ao redor do planeta, levando membros da Opep e a Rússia, que não integra o grupo a buscar um reequilíbrio que possa elevar receita com exportações e ajudar a recuperar os orçamentos nacionais.
A ideia predominante desde o início de 2016 entre produtores tem sido um acordo para limitar a produção, embora observadores do mercado tenham dito que esse movimento será incapaz de enxugar o excedente de oferta.
Fontes disseram à Reuters na semana passada que a Arábia Saudita havia oferecido um corte de produção se o Irã aceitasse congelar os níveis de bombeamento, em uma mudança na posição de Riad, já que os sauditas vinham se recusando a discutir cortes.
Com as delegações encontrando-se em Argel, alguns ministros e autoridades expressaram esperanças de que um acordo possa surgir esta semana.
"Se todos os membros da Opep estiverem em acordo sobre uma decisão, eu penso que há alta probabilidade de conseguir o apoio de outros, especialmente da Rússia", disse à Reuters o ministro de Energia dos Emirados Árabes, Suhail bin Mohammed al-Mazroui.
"Para nós nos Emirados Árabes, apoiamos uma decisão. Achamos que um congelamento irá ajudar, se houver acordo. Nós esperamos que todos concordem."
Um delegado da Opep de fora do Golfo Pérsico disse: "Nós esperamos que haja um congelamento da produção. Nós esperamos que haja um pré-acordo."
O foco dos delegados tem sido persuadir o Irã a congelar a produção em níveis aceitáveis para o resto da Opep, disse outro delegado.
(Por Alex Lawler e Rania El Gamal)
OPEP. PORTAL G1. 26/09/2016. Preços do petróleo sobem com reunião da Opep. Membros discutem um possível acordo para limitar ou congelar produção. Preços caíram mais da metade ante níveis de 2014 ante excedente.
Da Reuters
Os preços do petróleo subiam nesta segunda-feira (26), com os maiores produtores do mundo se reunindo na Argélia para discutir formas de apoiar o mercado e com o nervosismo levando a volatilidade para seu maior nível desde que os exportadores se reuniram em abril.
O petróleo Brent subia US$ 0,77, ou 1,68%, a US$ 46,66 por barril, às 8h57 (horário de Brasília). O petróleo dos Estados Unidos avançava US$ 0,62, ou 1,39%, a US$ 45,1 por barril.
O ceticismo quanto a se alcançar qualquer acordo levou os gestores de recursos a cortar suas apostas de alta para o menor nível em um mês na semana passada, quando os preços caíram quase 5%, devido a sinais de que a Arábia Saudita e o Irã estavam progredindo pouco para chegar a um acordo preliminar para congelar a produção.
Os membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) estão reunidos informalmente no Fórum Internacional da Energia, na Argélia, de 26 a 28 de setembro, onde discutem um possível acordo para limitar a produção.
Os Emirados Árabes disseram nesta segunda-feira que irão apoiar um congelamento da produção global de petróleo para sustentar os preços, enquanto alguns delegados da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) projetam que o encontro na Argélia ainda conseguirá produzir um acordo para restringir a oferta.
Os preços do petróleo caíram mais da metade ante os níveis de 2014 devido a um excedente ao redor do planeta, levando membros da Opep e a Rússia, que não integra o grupo a buscar um reequilíbrio que possa elevar receita com exportações e ajudar a recuperar os orçamentos nacionais.
A ideia predominante desde o início de 2016 entre produtores tem sido um acordo para limitar a produção, embora observadores do mercado tenham dito que esse movimento será incapaz de enxugar o excedente de oferta.
Fontes disseram à Reuters na semana passada que a Arábia Saudita havia oferecido um corte de produção se o Irã aceitasse congelar os níveis de bombeamento, em uma mudança na posição de Riad, já que os sauditas vinham se recusando a discutir cortes.
Com as delegações encontrando-se em Argel, alguns ministros e autoridades expressaram esperanças de que um acordo possa surgir esta semana.
"Se todos os membros da Opep estiverem em acordo sobre uma decisão, eu penso que há alta probabilidade de conseguir o apoio de outros, especialmente da Rússia", disse à Reuters o ministro de Energia dos Emirados Árabes, Suhail bin Mohammed al-Mazroui.
"Para nós nos Emirados Árabes, apoiamos uma decisão. Achamos que um congelamento irá ajudar, se houver acordo. Nós esperamos que todos concordem."
Um delegado da Opep de fora do Golfo Pérsico disse: "Nós esperamos que haja um congelamento da produção. Nós esperamos que haja um pré-acordo." O foco dos delegados tem sido persuadir o Irã a congelar a produção em níveis aceitáveis para o resto da Opep, disse outro delegado.
OPEP. REUTERS. 26/09/2016. Emirados Árabes dizem que apoiam congelamento da produção de petróleo
Por Alex Lawler e Rania El Gamal
ARGÉLIA (Reuters) - Os Emirados Árabes disseram nesta segunda-feira que irão apoiar um congelamento da produção global de petróleo para sustentar os preços, enquanto alguns delegados da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) projetam que um encontro na Argélia esta semana ainda conseguirá produzir um acordo para restringir a oferta.
Os preços do petróleo caíram mais da metade ante os níveis de 2014 devido a um excedente ao redor do planeta, levando membros da Opep e a Rússia, que não integra o grupo a buscar um reequilíbrio que possa elevar receita com exportações e ajudar a recuperar os orçamentos nacionais.
A ideia predominante desde o início de 2016 entre produtores tem sido um acordo para limitar a produção, embora observadores do mercado tenham dito que esse movimento será incapaz de enxugar o excedente de oferta.
Fontes disseram à Reuters na semana passada que a Arábia Saudita havia oferecido um corte de produção se o Irã aceitasse congelar os níveis de bombeamento, em uma mudança na posição de Riad, já que os sauditas vinham se recusando a discutir cortes.
Com as delegações encontrando-se em Argel, alguns ministros e autoridades expressaram esperanças de que um acordo possa surgir esta semana.
"Se todos os membros da Opep estiverem em acordo sobre uma decisão, eu penso que há alta probabilidade de conseguir o apoio de outros, especialmente da Rússia", disse à Reuters o ministro de Energia dos Emirados Árabes, Suhail bin Mohammed al-Mazroui.
"Para nós nos Emirados Árabes, apoiamos uma decisão. Achamos que um congelamento irá ajudar, se houver acordo. Nós esperamos que todos concordem."
Um delegado da Opep de fora do Golfo Pérsico disse: "Nós esperamos que haja um congelamento da produção. Nós esperamos que haja um pré-acordo."
O foco dos delegados tem sido persuadir o Irã a congelar a produção em níveis aceitáveis para o resto da Opep, disse outro delegado.
(Por Alex Lawler e Rania El Gamal)
OPEP. REUTERS. 26/09/2016. Rússia dá poucos sinais de congelar oferta de petróleo antes de reunião com Opep
MOSCOU (Reuters) - O ministro de Energia da Rússia, Alexander Novak, voa para a Argélia nesta semana para conversas com a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) sobre cortes na produção, mas o cenário doméstico russo indica que o país ainda está pouco preparado para qualquer ação coordenada sobre a produção.
As quatro maiores petroleiras russas, responsáveis por três quartos da oferta no maior produtor mundial de petróleo, dizem todas que estão elevando a produção no próximo ano após atingir níveis recordes nos últimos meses.
Sem dúvida, todas essas companhias obedeceriam a uma ordem do presidente Vladimir Putin para reduzir a produção.
Mas até o momento Putin não teve nenhum encontro com as maiores petroleiras russas, estatais ou privadas, e mesmo o ministro de Energia ainda não realizou tais consultas para avaliar detalhes e logísticas referentes a uma eventual ação sobre a produção.
"Nós achamos que isso é impossível de se aceitar... ninguém confia em ninguém, todo mundo tem apenas elevado a produção (dentro e fora da Opep)", disse uma fonte na maior produtora russa, Rosneft.
As petroleiras russas planejam elevar a produção em cerca de 1,6 por cento, em média, em 2017, segundo projeções das empresas e cálculos da Reuters, beneficiando-se de um rublo mais fraco e menores custos domésticos. Analistas do banco suíço UBS veem uma alta de 2,7 por cento na produção de petróleo russa no próximo ano.
"A produção está batendo novos recordes... seria estúpido congelar a produção, sem falar em reduzir, uma vez que os cofres públicos precisam de dinheiro e as companhias estão iniciando novos campos", disse uma fonte próxima ao ministro de Energia.
(Por Vladimir Soldatkin, Olesya Astakhova, Oksana Kobzeva e Katya Golubkova; reportagem adicional de Nina Chestney em Londres)
DÓLAR/ANÁLISE
BACEN. PORTAL G1. 26/09/2016. Dólar opera com instabilidade nesta segunda, de olho no exterior. Na sexta-feira, moeda encerrou o dia em alta de 0,66%, a R$ 3,2472. No acumulado do ano, dólar recua 17,7%.
Do G1, em São Paulo
O dólar alterna movimentos de alta e baixa em relação ao real segunda-feira (26), mas voltou a subir, em dia de alta do petróleo e de olho no primeiro debate entre os candidatos à Presidência dos Estados Unidos, de acordo com a agência Reuters.
Às 11h09, a moeda norte-americana subia 0,09%, vendida a R$ 3,25.
Acompanhe a cotação ao longo do dia:
- Às 9h10, alta de 0,09%, a R$ 3,2502
- Às 9h19, queda de 0,17%, a R$ 3,2415
- Às 9h50, queda de 0,16%, a R$ 3,2417
- Às 10h10, queda de 0,26%, a R$ 3,2386
- Às 10h39, queda de 0,17%, a R$ 3,2415
"As condições internas estão melhores", comentou à Reuters o operador de uma corretora nacional.
Segundo a agência, o mercado leu com bons olhos o resultado da pesquisa Focus do início desta segunda-feira e a nova fase da operação Lava Jato.
O levantamento divulgado pelo Banco Central trouxe perspectivas menores para a inflação ao final deste ano e também de 2017, e reduziu marginalmente a estimativa do câmbio ao final de 2016.
Nesta manhã, o ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci foi preso pela Polícia Federal por suspeita de relação criminosa do petista com o grupo Odebrecht.
"Essas operações ajudam na credibilidade brasileira e, apesar de não ser determinante hoje no mercado, contribuiu para um viés favorável", disse o operador.
Interferência do BC
O Banco Central vendeu hoje lote integral de 5 mil contratos de swap cambial reverso - equivalente à compra futura de moeda. Na quinta-feira, o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, reiterou que o espaço para reduzir o estoque de swaps cambiais tem diminuído com a proximidade da normalização das condições monetárias dos Estados Unidos.
Cenário externo
No exterior, a cautela predominava, com queda das bolsas europeias e destaque para o forte recuo dos papéis do Deutsche Bank. O petróleo, por outro lado, avançava, com os maiores produtores do mundo se reunindo na Argélia para discutir formas de apoiar o mercado.
O primeiro debate entre os presidenciáveis norte-americanos Hillary Clinton e Donald Trump também estava na mira do mercado. Pesquisa Reuters/Ipsos mostrou que metade dos eleitores dos EUA vão contar com os debates para escolher entre os candidatos.
Juros dos EUA
"O dólar deve ter movimentos pontuais, de olho em possíveis entradas de recursos, mas cauteloso com os dados norte-americanos que estão para sair e também com declarações de dirigentes do Federal Reserve", comentou à Reuters o operador da corretora Spinelli José Carlos Amado, referindo-se ao banco central norte-americano.
O Fed decidiu na quarta-feira manter as taxas de juros do país entre 0,25% e 0,5%, apontando para uma maior probabilidade de uma alta em dezembro. A leitura do mercado é de que, por ora, a tendência para a moeda norte-americana é de baixa, segundo a Reuters, principalmente porque o Fed sinalizou maior gradualismo para elevar os juros nos Estados Unidos, o que favorece fluxo de recursos para os países emergentes.
Juros mais altos nos Estados Unidos tendem a atrair para o país recursos aplicados em outros mercados, como o Brasil, motivando assim uma tendência de alta do dólar em relação ao real. Por isso, sinalizações de que o aumento não deve acontecer no curto prazo tendem a reforçar movimentos de queda do dólar. A Selic está em 14,25% o há mais de um ano, uma das taxas de juros mais elevadas do mundo.
Na sexta-feira (26), o dólar subiu 0,66%, vendido a R$ 3,2472. Na semana passada, perdeu 0,63% frente ao real. No mês de setembro, avança 0,55%. No acumulado do ano, recua 17,7%.
BACEN. PORTAL UOL. 26/09/2016. Dólar opera quase estável, vendido perto de R$ 3,25; Bolsa cai 1%
O dólar comercial operava quase estável e a Bovespa tinha queda nesta segunda-feira (26). Por volta das 11h35, a moeda norte-americana registrava leve alta de 0,06%, a R$ 3,249 na venda. No mesmo horário, o Ibovespa, principal índice da Bolsa Brasileira, caía 1%, a 58.107,48 pontos. O Banco Central atuou no mercado de câmbio, vendendo 5.000 contratos de swap cambial reverso (equivalentes à compra futura de dólares). (Com Reuters)
BACEN. REUTERS. 26/09/2016. Dólar tem pouca movimentação ante o real de olho em fluxo e exterior
Por Claudia Violante
SÃO PAULO (Reuters) - O dólar tinha pouca movimentação ante o real nesta segunda-feira, num movimento contido com os investidores de olho no fluxo e no mercado externo.
Às 10:54, o dólar recuava 0,03 por cento, a 3,2462 reais na venda. Na mínima da sessão, a moeda registrou 3,2384 reais e, na máxima, 3,2550 reais. O dólar futuro operava perto da estabilidade esta manhã.
"O dólar deve ter movimentos pontuais, de olho em possíveis entradas de recursos, mas cauteloso com os dados norte-americanos que estão para sair e também com declarações de dirigentes do Federal Reserve", comentou o operador da corretora Spinelli José Carlos Amado, referindo-se ao banco central norte-americano.
A leitura do mercado é de que, por ora, a tendência para a moeda norte-americana é de baixa, principalmente porque o Fed sinalizou maior gradualismo para elevar os juros nos Estados Unidos, o que favorece fluxo de recursos para os países emergentes.
Como a taxa de juros brasileira é bastante elevada --14,25 por cento ao ano--, nosso mercado é um dos que mais atraem os investidores.
Nem mesmo a perspectiva de corte da taxa Selic deve atrapalhar esse movimento, já que, se Banco Central de fato fizer isso em seu encontro de outubro, os juros domésticos ainda seguirão bastante elevados.
Na abertura, a moeda chegou a ensaiar uma alta, mas o movimento foi fraco e não se sustentou.
"O dólar não segurou a alta e passou a cair porque as condições internas estão melhores", comentou o operador de uma corretora nacional.
O mercado leu com bons olhos o resultado da pesquisa Focus do início desta segunda-feira e a nova fase da operação Lava Jato.
O levantamento divulgado pelo Banco Central trouxe perspectivas menores para a inflação ao final deste ano e também de 2017, e reduziu marginalmente a estimativa do câmbio ao final de 2016..
Nesta manhã, o ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci foi preso pela Polícia Federal por suspeita de relação criminosa do petista com o grupo Odebrecht.
"Essas operações ajudam na credibilidade brasileira e, apesar de não ser determinante hoje no mercado, contribuiu para um viés favorável", disse o operador.
No exterior, a cautela predominava esta manhã, com queda das bolsas europeias e destaque para o forte recuo dos papéis do Deutsche Bank.
O petróleo, por outro lado, avançava, com os maiores produtores do mundo se reunindo na Argélia para discutir formas de apoiar o mercado.
O primeiro debate entre os presidenciáveis norte-americanos Hillary Clinton e Donald Trump também estava na mira do mercado. Pesquisa Reuters/Ipsos mostrou que metade dos eleitores dos EUA vão contar com os debates para escolher entre os candidatos.
O Banco Central vendeu hoje lote integral de 5 mil contratos de swap cambial reverso --equivalente à compra futura de moeda.
(Por Claudia Violante)
BOVESPA/ANÁLISE
BOVESPA. PORTAL G1. 26/09/2016. Bovespa opera em queda, com viés negativo no cenário externo. Na sexta, o Ibovespa caiu 0,5%, a 58.697 pontos. Na semana passada, porém, o índice subiu 2,83%.
Do G1, em São Paulo
O principal índice da Bovespa opera em queda segunda-feira (26), em linha com o viés negativo nas praças acionárias externas, com ações de bancos entres as maiores pressões de baixa no pregão brasileiro.
Às 11h14, o Ibovespa, principal indicador da bolsa, caía 1,05%, a 58.078 pontos. Veja a cotação.
"A semana está começando com comportamento de queda nos mercados de risco, especialmente bolsas de valores... No Brasil, a Bovespa deve acompanhar, guardados possíveis efeitos de Petrobras e petróleo no mercado internacional", escreveu o economista-chefe da Home Broker Modalmais, Alvaro Bandeira, em nota a clientes, segundo a Reuters.
Na Europa, os principais índices recuavam pressionados pelas perdas em ações de grandes bancos e de empresas do setor de energia. O Deutsche Bank atingiu mínimas após a revista alemã Focus informar que a chanceler alemã, Angela Merkel, descartou ajuda do Estado para o banco e rejeitou qualquer interferência na investigação do Departamento de Justiça dos Estados Unidos.
Wall Street também caía, com investidores aguardando o debate entre os candidatos à presidência dos Estados Unidos, Hillary Clinton e Donald Trump, destaca a Reuters.
Perto do mesmo horário, a Petrobras operava em queda, na contramão dos preços do petróleo que subiam nesta sessão com a reunião dos produtores para discutir formas de apoiar o mercado.
Já as ações do Banco do Brasil, Bradesco e Itaú Unibanco tinham queda de mais de 1%.
Último fechamento
O principal índice da Bovespa fechou em queda nesta sexta-feira (23), em linha com a fraqueza em Wall Street e puxado pela queda nos preços do petróleo.
O Ibovespa, principal indicador da bolsa, caiu 0,5%, a 58.697 pontos. Na semana, porém, o índice subiu 2,83%.
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BACEN. BOLETIM FOCUS: RELATÓRIO SEMANAL DE MERCADO
(Projeções atualizadas semanalmente pelas 100 principais instituições financeiras que operam no Brasil, para os principais indicadores da economia brasileira)
ANÁLISE
BACEN. PORTAL G1. 26/09/2016. Mercado financeiro baixa estimativa de inflação para 2016 e 2017. Analistas dos bancos também previram contração menor do PIB neste ano. Os números foram divulgados pelo Banco Central nesta segunda-feira (26).
Alexandro Martello
Do G1, em Brasília
Os economistas das instituições financeiras baixaram sua expectativa de inflação para 2016 e para 2017, ao mesmo tempo em que também previram uma contração menor do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano.
As expectativas foram coletadas pelo Banco Central na semana passada e divulgadas nesta segunda-feira (26), por meio do relatório de mercado, também conhecido como Focus. Mais de 100 instituições financeiras foram ouvidas.
Previsão para o IPCA em 2016
Em %
Fonte: BC
A estimativa do mercado para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deste ano recuou de 7,34% para 7,25% na semana passada. Mesmo assim, permanece acima do teto de 6,5% do sistema de metas e bem distante do objetivo central de 4,5% fixado para 2016.
Para 2017, a estimativa do mercado financeiro para a inflação passou de 5,12% para 5,07%, informou o BC. Deste modo, permanece abaixo do teto de 6% – fixado para 2017 – mas ainda longe do objetivo central de 4,5% para o IPCA no período.
A revisão para baixo das estimativas de inflação do mercado para 2016 e 2017 aconteceu após a divulgação, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), do Índice de Preços ao Consumidor - Amplo 15 (IPCA-15), considerado uma prévia da inflação oficial, que, em setembro, atingiu o menor patamar para este mês desde 2009.
O BC tem informado que buscará "circunscrever" o IPCA aos limites estabelecidos pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) em 2016 (ou seja, trazer a taxa para até 6,5%), e também fazer convergir a inflação para a meta de 4,5%, em 2017.
Produto Interno Bruto
Para o PIB de 2016, a previsão do mercado financeiro passou de um encolhimento de 3,15%, na semana retrasada, para um "tombo" menor, de 3,14% na última semana.
Previsão para o PIB em 2016
Em %
Fonte: BC
Com a previsão de um novo "encolhimento" do PIB neste ano, essa também será a primeira vez que o país registra dois anos seguidos de queda no nível de atividade da economia – a série histórica oficial, do IBGE, tem início em 1948. No ano passado, o recuo foi de 3,8%, o maior em 25 anos.
Para o comportamento do Produto Interno Bruto em 2017, porém, os economistas das instituições financeiras baixaram sua previsão de uma alta de 1,36% para um crescimento menor, de 1,30%, informou o BC.
O PIB é a soma de todos os bens e serviços feitos em território brasileiro, independentemente da nacionalidade de quem os produz, e serve para medir o comportamento da economia brasileira.
Taxa de juros
O mercado financeiro manteve, na última semana, a previsão para a taxa de juros no fim de 2016 em 13,75% ao ano. Atualmente, os juros estão em 14,25% ao ano. Com isso, a estimativa do mercado é de corte dos juros até o fim de 2016.
Já para o fechamento de 2017, a estimativa para a taxa de juros ficou estável em 11% ao ano - o que pressupõe uma queda maior dos juros no ano que vem.
A taxa básica de juros é o principal instrumento do BC para tentar conter pressões inflacionárias. Pelo sistema de metas de inflação brasileiro, a instituição tem de calibrar os juros para atingir objetivos pré-determinados.
As taxas mais altas tendem a reduzir o consumo e o crédito, o que pode contribuir para o controle dos preços. Quando julga que a inflação está compatível com as metas preestabelecidas, o BC pode baixar os juros.
Câmbio, balança e investimentos
Nesta edição do relatório Focus, a projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2016 caiu de R$ 3,30 para R$ 3,29. Para o fechamento de 2017, a previsão dos economistas para o dólar ficou estável em R$ 3,45.
A projeção para o resultado da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações) em 2016 permaneceu inalterado em US$ 50 bilhões de resultado positivo. Para o próximo ano, a previsão de superávit caiu de US$ 47,3 bilhões para US$ 46,8 bilhões.
Para 2016, a projeção de entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil permaneceu inalterada em US$ 65 bilhões e, para 2017, a estimativa dos analistas continuou também em US$ 65 bilhões.
BACEN. PORTAL UOL. 26/09/2016. Analistas diminuem projeção para inflação e veem queda menor do PIB em 2016
Do UOL, em São Paulo
Economistas consultados pelo Banco Central melhoraram a estimativa para a inflação e para o PIB (Produto Interno Bruto) no fim de 2016.
Veja as estimativas para 2016 do Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (26) pelo BC:
- PIB (Produto Interno Bruto): melhorou de -3,15% para -3,14%;
- Inflação: diminuiu de 7,34% para 7,25%;
- Taxa básica de juros (Selic): manteve-se em 13,75%;
- Dólar: caiu de R$ 3,30 para R$ 3,29.
- Para o ano que vem, a projeção de crescimento do PIB caiu de 1,36% para 1,3%.
A projeção para a inflação continua acima do limite máximo da meta do governo. O objetivo é manter a alta dos preços em 4,5% ao ano, mas há uma tolerância de dois pontos para mais ou menos (ou seja, variando de 2,5% a 6,5%).
A estimativa para 2017 caiu de 5,12% para 5,07%. Para os próximos 12 meses, a projeção de inflação caiu de 5,2% para 5,16%.
Para manter o nível de inflação esperado, o governo faz uso da política monetária, por meio da taxa básica de juros, a Selic. Na última reunião, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) manteve os juros em 14,25% ao ano.
Entenda o que é o boletim Focus
Toda semana, o BC divulga um relatório de mercado conhecido como Boletim Focus, trazendo as apostas de economistas para os principais indicadores econômicos do país.
Mais de 100 instituições são ouvidas e, excluindo os valores extremos, o BC calcula uma mediana das perspectivas do crescimento da economia (medido pelo Produto Interno Bruto, o PIB), perspectivas para a inflação e a taxa de câmbio, entre outros.
Mediana apresenta o valor central de uma amostra de dados, desprezando os menores e os maiores valores.
(Com Reuters)
BACEN. REUTERS. 26/09/2016. BC piora estimativa para déficit em transações correntes em 2016 a US$18 bi
BRASÍLIA (Reuters) - O Banco Central piorou nesta segunda-feira sua expectativa para o déficit em transações correntes do Brasil a 18 bilhões de dólares em 2016, contra estimativa anterior de um saldo negativo em 15 bilhões de dólares, na esteira de um real mais forte frente ao dólar, movimento que tem reflexos sobre o volume de importações e sobre as despesas dos brasileiros no exterior.
"Hoje temos taxa de câmbio em outro patamar, saindo de 4 (reais por dólar) e agora em 3,20 reais. Isso tem efeitos em diversas contas", afirmou o chefe do Departamento Econômico do BC, Tulio Maciel. Ele também chamou a atenção para melhores perspectivas para a atividade econômica, com o país mais perto de um cenário de estabilização.
Mesmo assim, o resultado das transações correntes será, se confirmado, o melhor para o país desde 2007, quando houve superávit de 408 milhões de dólares -- algo que já ocorreria com a expectativa anterior de déficit de 15 bilhões de dólares. No ano passado, o rombo na conta corrente do país ficou em 58,882 bilhões de dólares.
A melhora nas transações correntes tem como pano de fundo um cenário de recessão econômica, que vem fazendo as importações comerciais caírem em ritmo muito mais forte que as exportações. Em sua revisão trimestral divulgada nesta segunda, contudo, o BC ajustou para baixo sua expectativa para o superávit da balança comercial a 49 bilhões de dólares no ano, contra 50 bilhões de dólares antes.
Em outra frente, o BC passou a ver despesas líquidas em viagens internacionais mais altas no ano, a 7,5 bilhões de dólares, contra 6 bilhões de dólares da estimativa anterior, feita em junho.
Em relação à remessa de lucros e dividendos, o BC segue vendo uma cifra de 19 bilhões de dólares em 2016. Nesta segunda, também não alterou a projeção para o Investimento Direto no País (IDP), a 70 bilhões de dólares.
Quanto menor o déficit em transações externas, menor é a necessidade de financiamento internacional para a economia, deixando o país menos exposto à volatilidade dos mercados.
AGOSTO
Em agosto, o déficit em transações correntes do Brasil foi de 579 milhões de dólares, melhor resultado para o mês desde agosto de 2007 (superávit de 1,233 bilhão de dólares). O dado também veio melhor que expectativa de um rombo de 850 milhões de dólares apontado em pesquisa Reuters.
Já os Investimentos Diretos no País (IDP) foram de 7,208 bilhões de dólares no mês, acima da projeção de analistas de 7 bilhões de dólares.
De janeiro a agosto, o déficit em transações correntes alcançou 13,119 bilhões de dólares, muito menor que o saldo negativo de 46,164 bilhões de dólares do mesmo período de 2015. Em 12 meses, o déficit foi a 1,46 por cento do Produto Interno Bruto (PIB).
O resultado das contas externas em agosto foi beneficiado pela balança comercial, que veio positiva em 3,918 bilhões de dólares, ante 2,381 bilhão de dólares um ano antes.
Também foi favorecido por menos despesas líquidas em viagens internacionais --690 milhões de dólares, ante 827 milhões de dólares em agosto de 2015).
Atuando em sentido contrário, as remessas de lucros e dividendos tiveram alta de 14,1 por cento no mês, a 1,767 bilhão de dólares.
(Reportagem de Alonso Soto; Texto de Marcela Ayres)
BACEN. REUTERS. 26/09/2016. Expectativa de inflação para 2016 e 2017 é reduzida
SÃO PAULO (Reuters) - Economistas reduziram a expectativa para a inflação tanto ao final deste ano quanto do próximo, enquanto as perspectivas para a taxa básica de juros permaneceram inalteradas.
A estimativa para a alta do IPCA na pesquisa Focus do Banco Central passou a 7,25 por cento no final deste ano, 0,09 ponto percentual a menos do que na semana anterior, segunda redução seguida. A projeção para os preços administrados também foi reduzida, a 6,20 por cento, sobre 6,30 por cento.
Para 2017, a projeção para a inflação caiu a 5,07 por cento, contra 5,12 por cento no levantamento anterior. Mas a conta para o avanço dos preços administrados subiu a 5,45 por cento, 0,05 ponto percentual a mais.
Em setembro, o IPCA-15, prévia da inflação oficial, desacelerou a alta a 0,23 por cento, dando força às expectativas de que o BC reduza os juros em breve ainda que em 12 meses tenha continuado próximo de 9 por cento.
Entretanto, na pesquisa com uma centena de economistas divulgada nesta segunda-feira, a projeção para a Selic permaneceu em 13,75 ao final de 2016, e em 11 por cento para 2017.
A expectativa para a próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), em outubro, também continua sendo de manutenção da Selic no atual patamar de 14,25 por cento.
O Top-5, que reúne os economistas que mais acertam as previsões, também não apresentou mudanças, estimando a taxa básica de juros a 13,75 por cento em 2016 e a 11,25 por cento em 2017.
Para a economia, a visão apresentou pouca mudança, com a contração do Produto Interno Bruto (PIB) este ano estimada em 3,14 por cento, sobre recuo de 3,15 por cento antes. Para 2017 os economistas projetam expansão de 1,30 por cento, queda de 0,06 ponto percentual.
(Por Camila Moreira)
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LGCJ.: