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July 4, 2016

e-Gonomics: indicadores dinâmicos da economia brasileira

BACEN. INDICADORES ECONÔMICOS CONSOLIDADOS.

PIB Δ% (Fontes: MF. BACEN. MPOG. IBGE. Organismos Internacionais. Mercado)

Taxa média de crescimento 1995-2002: 2,6%
Taxa média de crescimento 2003-2010: 3,5%
Taxa média de crescimento 2011-2014: 2,1%
Taxa de crescimento em 2014: 0,1%
Taxa de crescimento em 2015: -3,8%
Taxa de crescimento no 1º Trimestre/2016: -3,8%



PERÍODO DE COMPARAÇÃO
INDICADORES
PIB
AGROPEC
INDUS
SERV
FBCF
CONS. FAM
CONS. GOV
Trimestre / trimestreimediatamente anterior (c/ ajuste sazonal)
-0,3%
-0,3%
-1,2%
-0,2%
-2,7%
-1,7%
1,1%
Trimestre / mesmo trimestre do ano anterior (s/ ajuste sazonal)
-5,4%
-3,7%
-7,3%
-3,7%
-17,5%
-6,3%
-1,4%
Acumulado em 4 trimestres/ mesmo período do ano anterior (s/ ajuste sazonal)
-4,7%
-1,0%
-6,9%
-3,2%
-15,9%
-5,2%
-1,3%
Valores correntes no trimestre (R$)
1.473,8 bilhões
88,5
bilhões
257,6 bilhões
913,9 bilhões
249,0 bilhões
946,6 bilhões
282,8 bilhões
TAXA DE INVESTIMENTO (FBCF/PIB) no 1° trimestre de 2016 = 16,9%
TAXA DE POUPANÇA (POUP/PIB) no 1° trimestre de 2016 = 14,3%

Taxa de crescimento estimada pelo Governo:
2016: -3,8%
2017: 1,7%
2018: 2,0%
2019: 2,5%

OCDE (Global Growth Outlook, February 2016)
2016: -4%
2017: 0%

CEPAL (Proyecciones de crecimiento de la actividad económica, Abril 2016)
2016: -3,5%

CNI (Informe Conjuntural, Abril/2016)
2016: -3,1%

FMI (World Economic Outlook, April 2016; Regional Economic Outlook, April 2016)
2016: -3,8%
2017: 0%
2018: 2,3%
2019: 2,4%
2020: 2,5%

Valor do PIB em 2013: US$ 2.245.673.032.354 (Banco Mundial)
Valor do PIB em 2014: US$ 2,346,118,175,194 (Banco Mundial)
Valor do PIB em 2015 (estimado): US$2,2 trilhões

PROJEÇÃO DA POPULAÇÃO BRASILEIRA (Fonte: IBGE)

Estimativa em 04/07/2016: 206.116.657

TRABALHO. EMPREGO E RENDA (Fontes: IBGE e MTE)

Pesquisa mensal nas principais capitais do país (RJ, SP, BH, POA, Salvador e Recife)

Taxa média mensal 2003/2010
8,28%
Taxa média mensal 2011/2014
5,37%
Taxa média mensal 2015
6,8%
Desemprego em Fevereiro/2016
8,2%

PNAD-Contínua em todo Território Nacional. por Região

Taxa média trimestral 2012
7,4%
Taxa média trimestral 2013
7,1%
Taxa média trimestral 2014
6,8%
Taxa média trimestral 2015
8,5%
Taxa média trimestral 2016 (fev-mar-abr)
11,2%

INFLAÇÃO OFICIAL – IPCA (Fonte: IBGE)

Obs.: Sistema de metas de inflação definido pelo intervalo entre 3% e 6% (ver Resolução 4.419 do BACEN, de 25/06/2015).

1993
2.477,15% (antes do Plano Real)
1994
916,46% (início do Plano Real)
Média 1995-2002
9,2%
Média 2003-2010
5,85%
Média 2011-2014
6,2%
2014
6,41%
2015
10,67%

Período
TAXA
MAIO 2016
0,78%
Abril 2016
0,61%
Maio 2015
0,74%
Acumulado no ano
4,05%
Acumulado em 12 meses

9,32%

Estimativa para 2016: 7,10% (MF e MPOG)

Projeções do MF e do MPOG (PLDO-2016):
2017
4,50%
2018
4,50%
2019
4,50%

Estimativas do BACEN (Relatório Trimestral de Inflação, de Junho/2015):
2016
4,8%
2017
4,5%

TAXA DE JUROS BÁSICA SELIC (Fonte: BACEN/COPOM)

BACEN/COPOM. 07-08/06/2016: mantida em 14,25% (próximo COPOM – 19-20/07/2016)

TAXA DE CÂMBIO MÉDIA (Fonte: BACEN)

Câmbio em 04/07/2016: R$ 3,24/US$


POUPANÇA

Rendimento em 30/06/2016: 0,6629% a.m.

Carga Tributária Bruta no Brasil (Fonte: MF/Estudos e Estatísticas/Carga Tributária)

2000
32,55%
2005
33,38%
2010
33,53%
2013
35,95%
2014
33,47%

Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG/PIB)- Governo Federal. INSS. governos estaduais e governos municipais (Fonte: BACEN/Relatório Mensal de Política Fiscal)

Dezembro/2000
49,4%
Dezembro/2005
71,9%
Dezembro/2010
55,0%
Dezembro/2014
63,4%
Dezembro/2015
66,2%
Março/2016
67,3%

Projeções do MF e do MPOG:
2016
66,4%
2017
66,3%
2018
65,6%

RESERVAS INTERNACIONAIS (Fonte: BACEN. informação diária)

2000
US$30,1 bilhões
2005
US$53,8 bilhões
2010
US$288,6 bilhões
2014
US$374,051 bilhões
2015
US$368,739 bilhões
01/07/2016
US$377,284 bilhões

BALANÇO DE PAGAMENTOS EM 2015 (FONTE: BACEN/Relatório Mensal do Setor Externo)

IED (fluxo total)

Anos
Mundo no Brasil
Brasil no exterior (IBD)
2015
US$ 75,075 bilhões
US$ 13,498 bilhões
2016 (jan-mai)
US$ 29,898 bilhões
US$ 5,961 bilhão

BALANÇA COMERCIAL BRASIL-MUNDO (Fonte: MDIC)

Ano
Exportações (X)
Importações (M)
Saldo (X-M)
Corrente (X+M)
2000
55,118,919,865
55,850,663,138
-731,743,273
110,969,583,003
2005
118,529,184,899
73,600,375,672
44,928,809,227
192,129,560,571
2010
201,915,285,335
181,768,427,438
20,146,857,897
383,683,712,773
2011
256,039,574,768
226,246,755,801
29,792,818,967
482,286,330,569
2012
242,578,013,546
223,183,476,643
19,394,536,903
465,761,490,189
2013
242,033,574,720
239,747,515,987
2,286,058,733
481,781,090,707
2014
225,100,884,831
229,154,462,583
-4,053,577,752
454,255,347,414
2015
191,134,324,584
171,449,050,909
19,685,273,675
362,583,375,493
2016 (jan-jun)
US$90,237 bilhões
US$66,602 bilhões
US$23,635 bilhões
US$156,839 bilhões

PETRÓLEO

ANP. 02/06/2016. PRODUÇÃO DE GÁS NATURAL AUMENTA 6% EM ABRIL

A produção total de petróleo e gás natural no Brasil no mês de abril totalizou 2,893 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boe/d). A produção de petróleo foi de aproximadamente 2,290 milhões de barris por dia (bbl/d), um aumento de 1,1% na comparação com o mês anterior e redução de de 4,3% em relação ao mesmo mês em 2015. Já produção de gás natural totalizou 95,8 milhões de metros cúbicos por dia (m³/d), um aumento de 6% frente ao mês anterior e aumento de 1,5 % na comparação com o mesmo mês em 2015.

Boletim Mensal da Produção de Petróleo e Gás Natural da ANP: http://www.anp.gov.br/?pg=80941

TURISMO

Entrada de turistas internacionais

Ano
Milhões
2000
5,3
2005
5,4
2010
5,2
2011
5,4
2012
5,7
2013
5,8
2014
6,4
2015
6,3


BACEN. BOLETIM FOCUS: RELATÓRIO SEMANAL DE MERCADO
(Projeções atualizadas semanalmente pelas 100 principais instituições financeiras que operam no Brasil, para os principais indicadores da economia brasileira)

ANÁLISE

BACEN. PORTAL G1. 04/07/2016. Mercado financeiro reduz estimativa de inflação para 2016 e 2017. Previsão dos analistas para o IPCA deste ano caiu de 7,29% para 7,27%. Já a expectativa de retração do PIB em 2016 passou de 3,44% para 3,35%.
Alexandro Martello
Do G1, em Brasília

Os economistas do mercado financeiro reduziram sua expectativa de inflação para este ano e para 2017, ao mesmo tempo em que também passaram a estimar uma contração menor do Produto Interno Bruto (PIB) em 2016.
As previsões foram coletadas pelo Banco Central na semana passada e divulgadas nesta segunda-feira (4), por meio do relatório de mercado, também conhecido como Focus. Mais de 100 instituições financeiras foram ouvidas.

Previsões para o IPCA em 2916
Em %
7,147,086,986,94777,047,067,127,197,257,297,27em %08/0415/0422/0429/0406/0513/0520/0527/0503/0610/0617/0624/0601/076,977,17,27,37,4
Fonte: Banco Central

A previsão do mercado para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deste ano recuou de 7,29% para 7,27% na semana passada. Com isso, interrompeu uma sequência de seis altas seguidas. A estimativa permanece acima do teto de 6,5% do sistema de metas e bem distante do objetivo central de 4,5% fixado para 2016.
Recentemente, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o IPCA voltou a acelerar e atingiu 0,78% em maio. De janeiro a maio, o IPCA acumula avanço de 4,05% (perto da meta central de inflação de 4,5% para este ano) e, em 12 meses, somou 9,32%.
Para 2017, a estimativa do mercado financeiro para a inflação caiu de 5,5% para 5,43% na última semana, informou o BC. Deste modo, permanece abaixo do teto de 6% - fixado para 2017 - mas ainda longe do objetivo central de 4,5% para o IPCA no período.
O BC tem informado que buscará "circunscrever" o IPCA aos limites estabelecidos pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) em 2016 (ou seja, trazer a taxa para até 6,5%), e também fazer convergir a inflação para a meta de 4,5%, em 2017.

Previsões para o PIB em 2016
Em %
-3,77-3,8-3,88-3,89-3,86-3,88-3,83-3,81-3,71-3,06-3,44-3,44-3,35em %08/0415/0422/0429/0406/0513/0520/0527/0503/0610/0617/0624/0601/07-4-3,8-3,6-3,4-3,2-3
Fonte: BC

Produto Interno Bruto
No caso do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano, o mercado melhorou a estimativa para o nível de atividade de uma contração de 3,44% para uma queda menor, de 3,35%.
Recentemente, o IBGE informou que o PIB brasileiro teve queda de 0,3% em comparação com os três meses anteriores.
Foi a quinta queda trimestral seguida do PIB brasileiro. Apesar da contração, o resultado veio melhor do que a expectativa dos economistas.
O PIB é a soma de todos os bens e serviços feitos em território brasileiro, independentemente da nacionalidade de quem os produz, e serve para medir o comportamento da economia brasileira.
Com a previsão de um novo "encolhimento" do PIB neste ano, essa também será a primeira vez que o país registra dois anos seguidos de queda no nível de atividade da economia – a série histórica oficial, do IBGE, tem início em 1948.
Para o comportamento do Produto Interno Bruto em 2017, os economistas das instituições financeiras mantiveram sua previsão de uma alta de 1%, informou o BC.
Taxa de juros
O mercado financeiro manteve na semana passada a previsão para a taxa de juros no fim de 2016 em 13,25% ao ano. Atualmente, os juros estão em 14,25% ao ano. Com isso, a estimativa do mercado é de um corte dos juros neste ano.
Já para o fechamento de 2017, a estimativa para a taxa de juros ficou estável em 11% ao ano - o que pressupõe a continuidade da queda dos juros no ano que vem.
A taxa básica de juros é o principal instrumento do BC para tentar conter pressões inflacionárias. Pelo sistema de metas de inflação brasileiro, a instituição tem de calibrar os juros para atingir objetivos pré-determinados.
As taxas mais altas tendem a reduzir o consumo e o crédito, o que pode contribuir para o controle dos preços. Quando julga que a inflação está compatível com as metas preestabelecidas, o BC pode baixar os juros.
Câmbio, balança e investimentos
Nesta edição do relatório Focus, a projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2016 caiu de R$ 3,60 para R$ 3,46. Para o fechamento de 2017, a previsão dos economistas para o dólar passou de R$ 3,80 para R$ 3,70.
A projeção para o resultado da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações) em 2016 subiu de US$ 50,7 bilhões para US$ 51 bilhões de resultado positivo. Para o próximo ano, a previsão de superávit ficou estável em US$ 50 bilhões.
Para 2016, a projeção de entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil subiu de US$ 60,5 bilhões para US$ 64 bilhões e, para 2017, a estimativa dos analistas permaneceu inalterada em US$ 60 bilhões.

BACEN. PORTAL UOL. 04/07/2016. Economistas veem inflação menor e dólar a R$ 3,46 no final de 2016
Do UOL, em São Paulo

Economistas consultados pelo Banco Central reduziram a projeção para a inflação no final de 2016, interrompendo seis semanas de alta. Eles também diminuíram a previsão para a cotação do dólar, de R$ 3,60 para R$ 3,46. A moeda norte-americana terminou o primeiro semestre com queda de 18,61%. Para o PIB, a estimativa foi melhor que na semana passada.

Estimativas para 2016 do Boletim Focus:
  • PIB (Produto Interno Bruto): melhorou de -3,44% para -3,35%;
  • Inflação: caiu de 7,29% para 7,27%;
  • Taxa básica de juros (Selic): foi mantida em 13,25%;
  • Dólar: diminuiu de R$ 3,60 para R$ 3,46.
A estimativa para a inflação continua acima do limite máximo da meta do governo. O objetivo é manter a alta dos preços em 4,5% ao ano, mas há uma tolerância de dois pontos para mais ou menos (ou seja, variando de 2,5% a 6,5%).

Para os próximos 12 meses, a projeção de inflação caiu de 5,98% para 5,90%. Para 2017, os economistas reduziram a previsão, de 5,5% para 5,43%%.

A inflação oficial no Brasil fechou maio em 0,78%, a maior para o mês desde 2008 (0,79%), segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). No acumulado de 12 meses, a alta dos preços atingiu 9,32% e, no ano, acumula 4,05%.

Entenda o que é o boletim Focus
Toda semana, o BC divulga um relatório de mercado conhecido como Boletim Focus, trazendo as apostas de economistas para os principais indicadores econômicos do país.

Mais de 100 instituições são ouvidas e, excluindo os valores extremos, o BC calcula uma mediana das perspectivas do crescimento da economia (medido pelo Produto Interno Bruto, o PIB), perspectivas para a inflação e a taxa de câmbio, entre outros.

Mediana apresenta o valor central de uma amostra de dados, desprezando os menores e os maiores valores.

(Com Reuters)

BACEN. REUTERS. 04/07/2016. Projeção para inflação em 2016 cai após 6 altas seguidas

SÃO PAULO (Reuters) - Economistas de instituições financeiras melhoraram a projeção para a inflação neste ano após seis semanas e reduziram a perspectiva para o dólar frente ao real, mas deixaram inalterado o cenário para a taxa básica de juros depois que o Banco Central reafirmou que não há condições de reduzir a Selic ainda.

A projeção para a alta do IPCA em 2016 caiu em 0,02 ponto percentual e agora é de 7,27 por cento, de acordo com a pesquisa Focus do BC divulgada nesta segunda-feira, superando o teto da meta do governo, de 4,5 por cento com tolerância de 2 pontos percentuais. Essa foi a primeira queda da expectativa depois de seis altas seguidas.

Para o ano que vem, a projeção de inflação caiu a 5,43 por cento, depois de seis semanas em 5,50 por cento, dentro da meta para 2017, que é de 4,5 por cento com tolerância de 1,5 ponto.

Em relação ao dólar, a pesquisa com uma centena de economistas vê a moeda norte-americana terminando este ano a 3,46 reais, sobre 3,60 reais anteriormente, enquanto em 2017 ela é projetada a 3,70 reais, ante 3,80 reais.

Na semana passada, o BC piorou seu cenário de inflação para 2016 a 6,9 por cento, mas melhorou sua perspectiva para 2017 a 4,7 por cento, de acordo com seu Relatório de Inflação.

Os cenários apresentados pelo BC foram considerados, de modo geral, mais duros e levaram parte dos especialistas e o mercado financeiro a verem o início do afrouxamento dos juros mais tarde.

No Focus, os especialistas consultados calculam que a taxa básica de juros, atualmente em 14,25 por cento, terminará este ano a 13,25 por cento e 2017 a 11 por cento, sem alterações.

Porém o Top 5 --grupo que mais acerta as projeções no Focus-- cortou a expectativa para a taxa básica de juros em 2016 a 13,50 por cento, de 13,75 por cento. Para o ano que vem, o corte da projeção foi mais acentuado, com a expectativa caindo a 10,50 por cento, contra 11,25 por cento antes.

Para a economia, o levantamento apontou uma queda menor este ano e a estimativa agora é que o Produto Interno Bruto (PIB) recue 3,35 por cento, contra queda de 3,44 por cento projetada anteriormente. A recuperação prevista para 2017 continua sendo de 1 por cento.

(Por Camila Moreira) 

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LGCJ.: