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July 5, 2016

FGV. IBRE. 05/07/2016. Índices Gerais de Preços. IPC-C1. Inflação para famílias com renda entre 1 e 2,5 salários mínimos recua em junho

O Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1 (IPC-C1) do mês de junho apresentou variação de 0,57%, taxa 0,27 ponto percentual (p.p.) abaixo da apurada em maio, quando o índice registrou variação de 0,84%. Com este resultado, o indicador acumula alta de 5,28%, no ano e, 9,52%, nos últimos 12 meses.

Em junho, o IPC-BR registrou variação de 0,26%. A taxa do indicador nos últimos 12 meses ficou em 8,54%, nível abaixo do registrado pelo IPC-C1.

Cinco das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram decréscimo em suas taxas de variação: Saúde e Cuidados Pessoais (1,71% para 0,38%), Despesas Diversas (4,31% para 0,40%), Habitação (1,18% para 0,90%), Vestuário (0,48% para 0,33%) e Comunicação (0,22% para 0,18%). Nestes grupos, os destaques partiram dos itens: medicamentos em geral (2,94% para 0,16%), cigarros (8,63% para -0,04%), tarifa de eletricidade residencial (3,26% para 0,97%), roupas (0,60% para -0,06%) e tarifa de telefone móvel (0,50% para 0,20%), respectivamente.

Em contrapartida, os grupos: Alimentação (0,53% para 0,68%), Transportes (-0,40% para -0,01%) e Educação, Leitura e Recreação (0,16% para 0,50%) apresentaram acréscimo em suas taxas de variação. Nestas classes de despesa, destacam-se os itens: arroz e feijão (2,84% para 15,14%), tarifa de ônibus urbano (-0,37% para 0,37%) e passagem aérea (-4,86% para 8,18%), respectivamente.

DOCUMENTO: http://portalibre.fgv.br/main.jsp?lumPageId=402880972283E1AA0122841CE9191DD3&contentId=8A7C82C5557F25F20155BA938BC64411

USP. FIPE. PORTAL G1. 05/07/2016. Inflação em SP acelera alta em junho, pressionada por alimentos. IPC-Fipe passou de 0,57% em maio, para 0,65%, em junho. Também se destacou a alta de 0,80% em junho do grupo habitação.
Da Reuters

A inflação em São Paulo, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC) acelerou a alta a 0,65% em junho, contra 0,57% no mês anterior, de acordo com dados divulgados pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) nesta terça-feira (5).
O resultado ficou acima da expectativa em pesquisa da Reuters, de alta de 0,48% no mês na mediana das projeções.
O maior peso em junho foi registrado pelo grupo alimentação, com 0,2856 ponto percentual após alta de 1,17%, contra 0,68% em maio. Os preços dos alimentos vêm mantendo a inflação ao consumidor sob pressão no país.
Também se destacou a alta de 0,80% em junho do grupo habitação, segundo maior peso no índice do mês com 0,2496 ponto percentual, acelerando ante o avanço de 0,51% no mês anterior
O IPC-Fipe mede as variações quadrissemanais dos preços às famílias paulistanas com renda mensal entre 1 e 10 salários mínimos.

USP. FIPE. PORTAL UOL. REUTERS. 05/07/2016. IPC-Fipe acelera alta a 0,65% em junho pressionado por alimentos
Reuters

SÃO PAULO (Reuters) - O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de São Paulo acelerou a alta a 0,65% em junho, contra 0,57% no mês anterior, de acordo com dados divulgados pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) nesta terça-feira (5).

O resultado ficou acima da expectativa em pesquisa da agência de notícias Reuters, de alta de 0,48% no mês na mediana das projeções.

O maior peso em junho foi registrado pelo grupo Alimentação, com 0,2856 ponto percentual após alta de 1,17%, contra 0,68 em maio. Os preços dos alimentos vêm mantendo a inflação ao consumidor sob pressão no país.

Também se destacou a alta de 0,8% em junho do grupo Habitação, segundo maior peso no índice do mês com 0,2496 ponto percentual, acelerando ante o avanço de 0,51% no mês anterior

O IPC-Fipe mede as variações quadrissemanais dos preços às famílias paulistanas com renda mensal entre 1 e 10 salários mínimos.

(Por Camila Moreira)

PORTAL UOL. JORNAL FSP. 05/07/2016. Inflação cederá com tombo do dólar, afirmam analistas. O real teve a maior desvalorização entre as principais moedas
DE SÃO PAULO

A perspectiva de que o dólar vai cair mais levou analistas e investidores do mercado financeiro a prever que a inflação cederá com mais intensidade em 2016 e 2017.

O principal motivo para a percepção sobre a valorização do real foi a indicação feita pelo presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, de que perseguirá a meta de 4,5% já em 2017. Foi a senha para previsões de que os juros não cairão nos próximos meses.

A projeção anterior era que a Selic, hoje em 14,25% ao ano, pudesse ser cortada neste mês ou em agosto. Isso ficou adiado para outubro.

Taxas de juros mais altas tendem a atrair capital externo e, por consequência, desvalorizar o dólar.

O otimismo com a possível confirmação do presidente interino, Michel Temer, no cargo também influencia nas expectativas sobre o dólar.

Projeções da pesquisa Focus, do BC, com cerca de cem economistas, mostram que a aposta central é que a inflação caia dos atuais 9,32% (taxa em 12 meses até maio) para 7,27% no fechamento de 2016. No ano que vem, a inflação medida pelo IPCA, calculado pelo IBGE, também deverá recuar, segundo as mesmas previsões, para 5,43%.

É a primeira vez, desde que Temer assumiu a Presidência de forma interina, em maio, que o mercado reduz a previsão de inflação de 2017.

A onda baixista afetou ainda também a inflação de 2018, cujas previsões recuaram de 5,5% para 4,8%.

Há um mês, a aposta majoritária era que a moeda chegaria ao fim do ano a R$ 3,70. Agora, a projeção é de R$ 3,46. O dólar mais barato reduz o preço de importados e de produtos brasileiros vendidos no exterior.

O Bradesco vê o dólar ainda mais baixo neste ano: R$ 3,20. Com isso, para o banco, a inflação em 2017 já poderia chegar aos 4,5% almejados pelo BC. "Um dos principais pilares da projeção é o câmbio", diz o economista Leandro Câmara Negrão.

A previsão também sugere que o desemprego continuará em alta até meados do ano que vem, o que desestimula altas de preços. E reflete a perspectiva de encaminhamento de medidas de controle fiscal neste ano, com aprovação no início de 2017.

O controle de gastos é considerado indispensável por economistas pois ajudaria o BC a conter a inflação. Por isso Ilan e analistas reforçam a ideia de que o governo Temer, se confirmado, deve aprovar medidas fiscais.

A máquina do tempo dos economistas, porém, mostra um cenário à frente bastante diferente do atual, em que os preços dos alimentos ainda puxam a inflação para cima.

Segundo Fábio Silveira, sócio da consultoria Macrosector, os alimentos pressionarão a inflação até agosto. Sua previsão é que a inflação de junho, a ser divulgada na sexta (8), deverá ser mais elevada do que o 0,78% de maio.

USP. FIPE. ZAP IMÓVEIS. PORTAL G1. 05/07/2016. Preço médio dos imóveis tem queda real no 1° semestre, segundo FipeZap. Descontada a inflação, queda foi de 4,42% durante o período. M² do Rio de Janeiro e São Paulo continuam sendo os mais caros.
Do G1, em São Paulo

O preço médio dos imóveis anunciados registrou queda real de 4,42% – descontada a inflação do perídodo – no primeiro semestre de 2016, de acordo com pesquisa divulgada pela Fipe, (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) e pelo portal ZAP imóveis divulgada nesta terça-feira (5).

Média do preço do m² por cidade
Comparação em junho em R$
10,2518,638,5787,4426,4626,0055,9215,9115,8965,6615,5955,4325,4235,2485,0754,8974,7484,5014,2113,6057,635Rio de JaneiroSão PauloBrasíliaNiteróiFlorianópolisRecifeBelo HorizonteFortalezaSão Caetano doSulVitóriaPorto AlegreCuritibaCampinasSanto AndréSantosSão Bernardo doCampoSalvadorVila VelhaGoiâniaContagemMédia051015

Nas 20 cidades pesquisadas, a alta média de preços calculada pelo índice FipeZap foi de 0,03% – percentual menor que a variação do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) de 4,45% neste período. Isso quer dizer que o preço dos imóveis cresceu menos que a inflação entre janeiro e junho, o que significa uma queda em termos reais.
Locais pesquisados
Entre janeiro e junho de 2016, nenhum dos 20 locais pesquisados apresentou alta real nos preços. Rio de Janeiro, Distrito Federal, Fortaleza, Recife, Niterói e Santos tiveram queda nominal nos valores. Todas as outras tiveram variação menor que a inflação para o período.
Nos últimos dozes meses, o índice se manteve praticamente estável (-0,02%), o menor resultado em toda sua série histórica. Tendo em vista a inflação estimada para o período, que é de 8,88%, o preço médio do m² apresentou queda real.
Em junho, o valor médio do m² anunciado das 20 cidades foi de R$ 7.635. O valor médio do metro quadrado no Rio de Janeiro (RJ) é de R$ 10.251, sendo o mais barato no bairro Coelho Neto (R$ 2.213) e o mais caro no Leblon (R$ 21.707). Em São Paulo (SP), o valor médio é de R$ 8.630, sendo Cidade Tiradentes o bairro mais barato (R$ 2.656) e o Jardim Paulistano, o mais caro (R$ 16.139).
A maior alta no mês de junho no preço médio foi registrada em Vitória (ES), com avanço de 2,67%. O preço médio do metro quadrado na capital é de R$ 5.661. A cidade com o valor médio mais baixo é Contagem (MG), com R$ 3.605, seguida por Goiânia (GO), com R$ 4.211.

USP. FIPE. ZAP IMÓVEIS. 05/07/2016. Preço médio do metro quadrado de apartamentos no Brasil fica estável em junho, diz FipeZap

RIO DE JANEIRO (Reuters) - O preço médio do metro quadrado de apartamentos anunciados em 20 cidades brasileiras ficou estável em junho na comparação mensal, segundo levantamento FipeZap divulgado nesta terça-feira.

Considerando o resultado em relação a junho de 2015, o índice apresentou oscilação negativa de 0,02 por cento, no menor resultado da série histórica, iniciada em 2011. No semestre, houve oscilação positiva de 0,03 por cento.

"Tendo em vista que a inflação esperada para o período (em 12 meses pelo IPCA) é de 8,88 por cento, o preço médio anunciado do metro quadrado apresentou queda real de 8,17 por cento (...) Todas as cidades que compõem o índice FipeZap registraram variação inferior à inflação esperada nos últimos 12 meses."

Rio de Janeiro(-3,61 por cento), Recife (-1,58 por cento), Niterói (-2,37 por cento) e Distrito Federal (-0,74 por cento) tiveram queda nominal em 12 meses até junho.

Em junho, o valor médio do metro quadrado anunciado nas 20 cidades pesquisadas foi de 7.635 reais. No Rio de Janeiro, era de 10.251 reais, e em São Paulo, de 8.630 reais.

(Por Juliana Schincariol)

MF. PORTAL UOL. JORNAL FSP. 04/07/2016. Governo reconhece espaço para meta de 2017 inferior a R$ 170 bilhões
GUSTAVO URIBE
DE BRASÍLIA

O governo interino de Michel Temer pretende definir nesta terça-feira (5) a meta fiscal de deficit para o setor público em 2017 que será enviada nesta semana ao Congresso Nacional.

Em reunião preliminar, realizada na noite desta segunda-feira (4) no Palácio do Planalto, o governo federal avaliou que há espaço para que o valor seja inferior a R$ 170 bilhões, o que foi estabelecido para 2016.

No encontro, a equipe econômica defendeu a adoção de um patamar de R$ 150 bilhões, o que tem sido considerado exagerado pelo núcleo político, que tem pregado um valor intermediário de cerca de R$ 160 bilhões.

A reunião teve as participações do presidente interino e dos ministros Henrique Meirelles (Fazenda), Dyogo Oliveira (Planejamento), Geddel Vieira Lima (Governo) e Eliseu Padilha (Casa Civil).

Números preliminares da equipe econômica apontam para a possibilidade de se chegar a uma meta entre R$ 140 bilhões e R$ 150 bilhões.

Na semana passada, Oliveira afirmou que a meta fiscal de 2017 está sendo calculada e será superior a R$ 100 bilhões.

O ministro disse ainda que irá tomar medidas de aumento de receita para que o resultado seja menor que os R$ 170,5 bilhões deste ano.

O QUE É A META?

É uma estimativa, feita pelo governo, de qual será a diferença entre o que ele vai arrecadar -com tributos, por exemplo- e gastar -com obras, educação, saúde, salários do funcionalismo etc.

E EU COM ISSO?

O desequilíbrio das contas públicas afeta o cidadão comum de várias formas.

Algumas delas:

a) eleva os juros para quem quer pegar empréstimo ou comprar em prestações
b) dificulta investimentos das empresas, o que pode reduzir a oferta de emprego
c) reduz a oferta e a qualidade do serviço público

MF. PORTAL UOL. JORNAL A TARDE. AGÊNCIA ESTADO. 04/07/2016. Meta fiscal não descarta aumento de imposto
Tânia Monteiro e Adriana Fernandes

O presidente em exercício Michel Temer pretende definir nesta terça-feira, 5, o valor da nova meta de resultado das contas públicas para o ano de 2017 e, para isso, vai administrar uma divisão em sua equipe. A ala econômica defende um déficit de R$ 150 bilhões, resultado melhor do que os R$ 170,5 bilhões fixados para este ano. Para tanto, não descarta aumentar impostos. Desde o ano passado, a área técnica trabalha em medidas nessa direção, para serem adotadas em caso de necessidade.
Porém, há conselheiros políticos pregando que a manutenção da meta em R$ 170,5 bilhões é suficiente para garantir a disciplina e o apoio do setor produtivo, principalmente no atual quadro de retração econômica. É esse o dilema que Temer vai arbitrar. "Uma meta de R$ 150 bilhões é muito pouco", disse um interlocutor do presidente, que defende a meta mais folgada.
A divergência pode estar justamente nas medidas no campo tributário. A equipe econômica admite que, sem elas, o rombo das contas do ano que vem pode ser, de fato, maior do que R$ 150 bilhões. Mas há forte resistências de integrantes da ala política do governo, que avaliam que o momento delicado e o cenário de recessão não comportam mais pressão para o lado dos contribuintes.
Temer avisou nesta segunda-feira, 4, em encontro com empresários do agronegócio, que num "determinado momento" o governo irá tomar medidas impopulares. Ele acrescentou que não teme fazer isso, porque não tem pretensão eleitoral e se contenta em "colocar o País nos trilhos". As medidas, porém, deverão ficar para depois da votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff pelo Congresso Nacional.
Outro ponto de dúvida é a inclusão ou não dos valores previstos com a venda de ativos. Neste ano, o governo adotou uma estratégia de dar realismo às contas públicas e não incluiu no orçamento nenhum recurso que não fosse líquido e certo. Há um impasse na definição se essa linha será mantida.
O presidente em exercício discutiu a questão durante a tarde de hoje, no Planalto, em seu gabinete, com a presença dos ministros Henrique Meirelles (Fazenda), Eliseu Padilha (Casa Civil), Geddel Vieira LIma (Secretaria de GOverno) e Dyogo Oliveira (Planejamento). O número final deverá ser fechado em reunião do núcleo econômico de Temer na tarde desta terça-feira, que terá a participação de todos os integrantes da equipe econômica, composto por dez ministros.
Disputa
Entre os integrantes da ala política, é clara a torcida pela escolha da meta com maior déficit. Padilha, por exemplo, chegou a defender publicamente a manutenção da meta em R$ 170,5 bilhões. "Gov Temer: crescendo zero o déficit Público em 2017, será um corte de 47,82% em relação a 2016. Estabilidade com tendência de baixa. Ótimo!", escreveu ele no Twitter, no último sábado.
A ideia que o congelamento do déficit é uma forma de enxugamento tem como base o fato de diversas despesas do governo federal possuírem uma dinâmica própria de crescimento. É o caso dos gastos com a Previdência e com os programas assistenciais, que sobem com o salário mínimo. Há também um conjunto de reajustes salariais sancionados pelo governo que impactarão nas contas do ano que vem, pois foram concedidos de forma parcelada.
O projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2017 foi enviado pela equipe da presidente afastada, Dilma Rousseff, em abril passado, prevendo um déficit de até R$ 65 bilhões. É esse valor que será alterado pela equipe de Temer.

FGV. MARKIT. REUTERS. 05/07/2016. Volume de novos pedidos cai e setor de serviços do Brasil continua em contração, aponta PMI
Por Camila Moreira

SÃO PAULO (Reuters) - O ritmo de contração do setor de serviços do Brasil diminuiu em junho, mas ainda assim a atividade, o volume de novos negócios e o nível de empregos caíram com força diante das condições econômicas desfavoráveis, segundo a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês) divulgada pelo Markit nesta terça-feira.

O PMI de serviços brasileiro ficou em 41,4 em junho sobre 37,3 em maio. Ainda que essa seja a leitura mais alta desde janeiro, é a 16ª vez seguida que o índice fica abaixo da marca de 50 que separa crescimento de contração.

"A pesquisa amplia as preocupações de que a economia permanecerá em contração conforme entramos no segundo semestre de 2016", disse em nota a economista do Markit Pollyanna de Lima.

O PMI de indústria também mostrou contração a um ritmo menor em junho, e com isso o PMI Composto brasileiro subiu a 42,3 no mês passado, sobre 38,3 em maio.

"O PMI Composto teve uma média de 39,9 no segundo trimestre, leitura trimestral mais baixa na história de quase nove anos e meio da pesquisa, sugerindo que o declínio no PIB deve acelerar", completou Pollyanna.

Além da dificuldade da situação econômica, os entrevistados na pesquisa de serviços citaram também a redução no volume de novos negócios, uma vez que os clientes mostram-se relutantes em se comprometer com novos projetos.

Todos os seis subsetores monitorados apresentaram quedas no número de novos pedidos, ainda que no ritmo mais fraco desde novembro, sendo que o mais afetado foi o de Correios e Telecomunicações.

O cenário levou os empresários a buscarem reduzir custos, e para isso cortaram funcionários pelo 16º mês, destacadamente no setor de Hotéis e Restaurantes.

Já os custos de insumos aumentaram em junho devido aos preços mais altos de combustíveis, energia, alimentos e matérias-primas importadas. Porém, a demanda fraca e a competição forte fizeram com que os fornecedores de serviços baixassem seus preços pelo terceiro mês seguido.

Ainda assim, permanece o otimismo diante de expectativas de condições econômicas melhores, e os empresários do setor de serviços esperam que a produção aumente ao longo do próximo ano.

A Fundação Getulio Vargas (FGV) também aponta melhora nas expectativas, que ajudou o Índice de Confiança de Serviços (ICS) do Brasil a apresentar alta em junho pela quarta vez seguida e chegar ao maior nível em um ano.

ANP. 05/07/2016. PRODUÇÃO NO PRÉ-SAL AUMENTA 15,2% EM MAIO. Produção de petróleo em todo o país aumentou 8,6%

A produção total de petróleo e gás natural no Brasil no mês de maio totalizou 3,115 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boe/d). A produção de petróleo foi de aproximadamente 2,487 milhões de barris por dia (bbl/d), um aumento de 8,6% na comparação com o mês anterior e de 3,1% em relação ao mesmo mês em 2015. Já produção de gás natural totalizou 99,8 milhões de metros cúbicos por dia (m³/d), um aumento de 4,2% frente ao mês anterior e de 7,2% na comparação com o mesmo mês em 2015.

Pré-sal

A produção do pré-sal, oriunda de 56 poços, foi de 928,9 mil barris de petróleo por dia (bbl/d) de petróleo e 34,5 milhões de metros cúbicos por dia (m³/d) de gás natural, totalizando 1,146 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boe/d), um aumento de 15,2% em relação ao mês anterior. Os poços do “pré-sal” são aqueles cuja produção é realizada no horizonte geológico denominado pré-sal, em campos localizados na área definida no inciso IV do caput do art. 2º da Lei nº 12.351, de 2010.

Queima de gás

O aproveitamento de gás natural no mês foi de 96,3%. A queima de gás em maio foi de 3,7 milhões de metros cúbicos por dia (m³/d), uma redução de 8,3% se comparada ao mês anterior e um aumento de 14,5% em relação ao mesmo mês em 2015.

Campos produtores

Os campos marítimos produziram 93,8% do petróleo e 76,6% do gás natural. A produção ocorreu em 8.920 poços, sendo 770 marítimos e 8.150 terrestres. Os campos operados pela Petrobras produziram 94% do petróleo e gás natural.

O campo de Lula, na Bacia de Santos, foi o maior produtor de petróleo e gás natural, produzindo, em média, 439,4 mil bbl/d de petróleo e 19 milhões de m³/d de gás natural.

Estreito, na Bacia Potiguar, teve o maior número de poços produtores: 1.080. Marlim, na Bacia de Campos, foi o campo marítimo com maior número de poços produtores: 60.

A plataforma P-58, produzindo nos campos de Baleia Anã, Baleia Azul, Baleia Franca e Jubarte, produziu, por meio de 11 poços a ela interligados, 168,7 mil boe/d e foi a plataforma com maior produção.

As bacias maduras terrestres (campos/testes de longa duração das bacias do Espírito Santo, Potiguar, Recôncavo, Sergipe e Alagoas) produziram 158,8 mil boe/d, sendo 129,2 mil bbl/d de petróleo e 4,7 milhões de m³/d de gás natural. Desse total, 153,8 mil barris de óleo equivalente por dia foram produzidos pela Petrobras e 5 mil boe/d por concessões não operadas pela Petrobras, sendo 413 boe/d em Alagoas, 1.831 boe/d na Bahia, 17 boe/d no Espírito Santo, 2.686 boe/d no Rio Grande do Norte e 27 boe/d em Sergipe.

Outras informações

Em maio de 2016, 299 concessões, operadas por 23 empresas, foram responsáveis pela produção nacional. Destas, 80 são concessões marítimas e 219 terrestres. Do total das concessões produtoras, uma encontra-se em atividade exploratória e produzindo através de Teste de Longa Duração (TLD) e outras nove são relativas a contratos de áreas contendo acumulações marginais.

Boletim da Produção de Petróleo e Gás Natural, em maio/2016: http://www.anp.gov.br/?pg=81528

DÓLAR/ANÁLISE

BACEN. PORTAL G1.  05/07/2016. Dólar opera em alta, mas abaixo de R$ 3,30. Na véspera, moeda avançou 0,99%, a R$ 3,2649 na venda. No acumulado de 2016, a moeda recua 17,3%.
Do G1, em São Paulo

O dólar opera em alta nesta terça-feira (5) pela terceira sessão seguida, acompanhando o movimento nos mercados externos e após o Banco Central anunciar pela terceira sessão consecutiva leilão de swap reverso, que equivale à compra futura de dólares.
Às 9h39, a moeda norte-americana subia 0,85%, vendida a R$ 3,2927. Veja a cotação do dólar hoje.
Acompanhe a cotação ao longo do dia:

  • Às 9h09, alta de 0,58%, a R$ 3,284.

O BC ofertará até 10 mil swaps reversos entre 9h30 e 9h40 e o resultado da operação será conhecido a partir das 9h50.
Na véspera, o Banco Central interveio pela segunda vez seguida no câmbio e vendeu 10 mil swaps reversos, que equivalem à compra futura de dólares. Até o leilão de sexta-feira passada, o BC não usava esse instrumento desde 18 de maio.
"Um leilão de swap reverso tem um efeito de compra no mercado e, a rigor, esse tipo de operação impacta elevando a taxa de câmbio", explicou ao G1 o economista e diretor da NGO Sidnei Moura Nehme.
Ilan Goldfajn, presidente do Banco Central, sinalizou na semana passada que o banco pode continuar atuando no mercado. A declaração levou o dólar a avançar em relação ao real, já que muitos operadores imaginavam que Ilan estaria menos propenso a intervir do que seu antecessor, Alexandre Tombini, segundo a Reuters.
Na véspera, o dólar subiu 0,99%, a R$ 3,2649 na venda. No mês de julho, o dólar tem alta de 1,6%. No acumulado de 2016, no entanto, a moeda recua 17,3%.
Dólar em queda
O dólar em baixa ameaça a boa fase das exportações brasileiras, mas pode ter um efeito colateral benéfico para a economia em recessão, avaliam economistas ouvidos pelo G1.
Segundo analistas, mesmo que uma queda mais profunda leve a balança comercial de volta ao vermelho, ela pode ser um remédio contra a inflação – num momento em que os juros perderam a eficácia no controle dos preços.

BACEN. PORTAL UOL. 05/07/2016. Dólar opera em alta, vendido perto de R$ 3,29; Bovespa cai 1%

O dólar comercial operava em alta e a Bovespa caía nesta terça-feira (5). Por volta das 10h05, a moeda norte-americana subia 0,74%, a R$ 3,289 na venda, e o Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, perdia 1,02%, a 52.033,48 pontos. Nesta terça, o mercado aguarda a definição pelo governo da meta fiscal para 2017. A previsão é que o rombo fique entre R$ 150 bilhões e R$ 170,5 bilhões. O Banco Central fez intervenção no mercado de câmbio nesta sessão, com leilão de swap reverso (equivalente à compra futura de dólares). (Com Reuters)

BOVESPA/ANÁLISE

BOVESPA. PORTAL G1. 05/07/2016. Bovespa contraria a véspera e opera em queda nesta terça-feira. Nesta segunda, principal indicador da bolsa paulista subiu 0,64%. No acumulado de 2016, o Ibovespa ganhou 21,2%.
Do G1, em São Paulo

A Bovespa recuava nos primeiros negócios desta terça-feira (5), com o cenário externo desfavorável contrariando as cinco sessões de alta até agora.
Investidores também estão atentos às discussões relacionadas à meta fiscal. O governo pretende definir nesta terça-feira o déficit fiscal para 2017.
Às 10h20, o principal índice de ações da bolsa recuava 1,03%, aos 52.025 pontos. Veja a cotação.
Nesta segunda, o Ibovespa avançou, com as ações da CPFL Energia chegando a disparar após a Camargo Corrêa S.A anunciar venda de sua fatia no bloco de controle da elétrica para a chinesa State Grid, em um negócio avaliado em R$ 5,85 bilhões.
O principal indicador da bolsa paulista subiu 0,64%, aos 52.568 pontos. No mês de julho, o índice avançou 1,83%. No acumulado de 2016, ganhou 21,2%.

BOVESPA. PORTAL UOL. 05/07/2016. Ibovespa abre em baixa de 1,07%
EFE

São Paulo, 5 jul (EFE).- O índice Ibovespa da Bolsa de Valores de São Paulo abriu nesta terça-feira em baixa de 1,07%, aos 52.003 pontos.

No mercado de câmbio, o dólar abriu em alta de 0,85%, cotado a R$ 3,291 para compra e a R$ 3,293 para venda na taxa de câmbio comercial brasileiro.

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LGCJ.: