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June 27, 2016

e-Gonomics: indicadores dinâmicos da economia brasileira

BACEN. INDICADORES ECONÔMICOS CONSOLIDADOS.

PIB Δ% (Fontes: MF. BACEN. MPOG. IBGE. Organismos Internacionais. Mercado)

Taxa média de crescimento 1995-2002: 2,6%
Taxa média de crescimento 2003-2010: 3,5%
Taxa média de crescimento 2011-2014: 2,1%
Taxa de crescimento em 2014: 0,1%
Taxa de crescimento em 2015: -3,8%
Taxa de crescimento no 1º Trimestre/2016: -3,8%



PERÍODO DE COMPARAÇÃO
INDICADORES
PIB
AGROPEC
INDUS
SERV
FBCF
CONS. FAM
CONS. GOV
Trimestre / trimestreimediatamente anterior (c/ ajuste sazonal)
-0,3%
-0,3%
-1,2%
-0,2%
-2,7%
-1,7%
1,1%
Trimestre / mesmo trimestre do ano anterior (s/ ajuste sazonal)
-5,4%
-3,7%
-7,3%
-3,7%
-17,5%
-6,3%
-1,4%
Acumulado em 4 trimestres/ mesmo período do ano anterior (s/ ajuste sazonal)
-4,7%
-1,0%
-6,9%
-3,2%
-15,9%
-5,2%
-1,3%
Valores correntes no trimestre (R$)
1.473,8 bilhões
88,5
bilhões
257,6 bilhões
913,9 bilhões
249,0 bilhões
946,6 bilhões
282,8 bilhões
TAXA DE INVESTIMENTO (FBCF/PIB) no 1° trimestre de 2016 = 16,9%
TAXA DE POUPANÇA (POUP/PIB) no 1° trimestre de 2016 = 14,3%

Taxa de crescimento estimada pelo Governo:
2016: -3,8%
2017: 1,7%
2018: 2,0%
2019: 2,5%

OCDE (Global Growth Outlook, February 2016)
2016: -4%
2017: 0%

CEPAL (Proyecciones de crecimiento de la actividad económica, Abril 2016)
2016: -3,5%

CNI (Informe Conjuntural, Abril/2016)
2016: -3,1%

FMI (World Economic Outlook, April 2016; Regional Economic Outlook, April 2016)
2016: -3,8%
2017: 0%
2018: 2,3%
2019: 2,4%
2020: 2,5%

Valor do PIB em 2013: US$ 2.245.673.032.354 (Banco Mundial)
Valor do PIB em 2014: US$ 2,346,118,175,194 (Banco Mundial)
Valor do PIB em 2015 (estimado): US$2,2 trilhões

PROJEÇÃO DA POPULAÇÃO BRASILEIRA (Fonte: IBGE)

Estimativa: 206.085.143

TRABALHO. EMPREGO E RENDA (Fontes: IBGE e MTE)

Pesquisa mensal nas principais capitais do país (RJ, SP, BH, POA, Salvador e Recife)

Taxa média mensal 2003/2010
8,28%
Taxa média mensal 2011/2014
5,37%
Taxa média mensal 2015
6,8%
Desemprego em Fevereiro/2016
8,2%

PNAD-Contínua em todo Território Nacional. por Região

Taxa média trimestral 2012
7,4%
Taxa média trimestral 2013
7,1%
Taxa média trimestral 2014
6,8%
Taxa média trimestral 2015
8,5%
Taxa média trimestral 2016 (fev-mar-abr)
11,2%

INFLAÇÃO OFICIAL – IPCA (Fonte: IBGE)

Obs.: Sistema de metas de inflação definido pelo intervalo entre 3% e 6% (ver Resolução 4.419 do BACEN, de 25/06/2015).

1993
2.477,15% (antes do Plano Real)
1994
916,46% (início do Plano Real)
Média 1995-2002
9,2%
Média 2003-2010
5,85%
Média 2011-2014
6,2%
2014
6,41%
2015
10,67%

Período
TAXA
MAIO 2016
0,78%
Abril 2016
0,61%
Maio 2015
0,74%
Acumulado no ano
4,05%
Acumulado em 12 meses

9,32%

Estimativa para 2016: 7,10% (MF e MPOG)

Projeções do MF e do MPOG (PLDO-2016):
2017
4,50%
2018
4,50%
2019
4,50%

Estimativas do BACEN (Relatório Trimestral de Inflação, de Junho/2015):
2016
4,8%
2017
4,5%

TAXA DE JUROS BÁSICA SELIC (Fonte: BACEN/COPOM)

BACEN/COPOM. 07-08/06/2016: mantida em 14,25% (próximo COPOM – 19-20/07/2016)

TAXA DE CÂMBIO MÉDIA (Fonte: BACEN)

Câmbio em 27/06/2016: R$ 3,39/US$


POUPANÇA

Rendimento em 23/06/2016: 0,6935% a.m.

Carga Tributária Bruta no Brasil (Fonte: MF/Estudos e Estatísticas/Carga Tributária)

2000
32,55%
2005
33,38%
2010
33,53%
2013
35,95%
2014
33,47%

Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG/PIB)- Governo Federal. INSS. governos estaduais e governos municipais (Fonte: BACEN/Relatório Mensal de Política Fiscal)

Dezembro/2000
49,4%
Dezembro/2005
71,9%
Dezembro/2010
55,0%
Dezembro/2014
63,4%
Dezembro/2015
66,2%
Março/2016
67,3%

Projeções do MF e do MPOG:
2016
66,4%
2017
66,3%
2018
65,6%

RESERVAS INTERNACIONAIS (Fonte: BACEN. informação diária)

2000
US$30,1 bilhões
2005
US$53,8 bilhões
2010
US$288,6 bilhões
2014
US$374,051 bilhões
2015
US$368,739 bilhões
24/06/2016
US$376,833 bilhões

BALANÇO DE PAGAMENTOS EM 2015 (FONTE: BACEN/Relatório Mensal do Setor Externo)

IED (fluxo total)

Anos
Mundo no Brasil
Brasil no exterior (IBD)
2015
US$ 75,075 bilhões
US$ 13,498 bilhões
2016 (jan-mai)
US$ 29,898 bilhões
US$ 5,961 bilhão

BALANÇA COMERCIAL BRASIL-MUNDO (Fonte: MDIC)

Ano
Exportações (X)
Importações (M)
Saldo (X-M)
Corrente (X+M)
2000
55,118,919,865
55,850,663,138
-731,743,273
110,969,583,003
2005
118,529,184,899
73,600,375,672
44,928,809,227
192,129,560,571
2010
201,915,285,335
181,768,427,438
20,146,857,897
383,683,712,773
2011
256,039,574,768
226,246,755,801
29,792,818,967
482,286,330,569
2012
242,578,013,546
223,183,476,643
19,394,536,903
465,761,490,189
2013
242,033,574,720
239,747,515,987
2,286,058,733
481,781,090,707
2014
225,100,884,831
229,154,462,583
-4,053,577,752
454,255,347,414
2015
191,134,324,584
171,449,050,909
19,685,273,675
362,583,375,493
2016 (jan-abr)
55,941,902,783
42,697,960,649
13,243,942,134
98,639,863,432

PETRÓLEO

ANP. 02/06/2016. PRODUÇÃO DE GÁS NATURAL AUMENTA 6% EM ABRIL

A produção total de petróleo e gás natural no Brasil no mês de abril totalizou 2,893 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boe/d). A produção de petróleo foi de aproximadamente 2,290 milhões de barris por dia (bbl/d), um aumento de 1,1% na comparação com o mês anterior e redução de de 4,3% em relação ao mesmo mês em 2015. Já produção de gás natural totalizou 95,8 milhões de metros cúbicos por dia (m³/d), um aumento de 6% frente ao mês anterior e aumento de 1,5 % na comparação com o mesmo mês em 2015.

Boletim Mensal da Produção de Petróleo e Gás Natural da ANP: http://www.anp.gov.br/?pg=80941

TURISMO

Entrada de turistas internacionais

Ano
Milhões
2000
5,3
2005
5,4
2010
5,2
2011
5,4
2012
5,7
2013
5,8
2014
6,4
2015
6,3


BACEN. BOLETIM FOCUS: RELATÓRIO SEMANAL DE MERCADO
(Projeções atualizadas semanalmente pelas 100 principais instituições financeiras que operam no Brasil, para os principais indicadores da economia brasileira)

ANÁLISE

BACEN. PORTAL G1. 27/06/2016. Pela 6ª semana seguida, mercado sobe estimativa de inflação para 2016. Previsão dos analistas para o IPCA de 2016 subiu de 7,25% para 7,29%. Expectativa de retração para o PIB deste ano ficou estável em 3,44%.
Alexandro Martello
Do G1, em Brasília

Os analistas do mercado financeiro elevaram sua expectativa de inflação para este ano pela sexta semana seguida, informou o Banco Central nesta segunda-feira (27), por meio do relatório de mercado. O documento é fruto de pesquisa com mais de 100 instituições financeiras.
A previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deste ano subiu de 7,25% para 7,29% na semana passada. Com isso, a taxa prevista permanece acima do teto de 6,5% do sistema de metas e bem distante do objetivo central de 4,5% fixado para 2016.

Previsões para o IPCA em 2016
Em %
6,9377,237,267,567,617,627,577,597,467,437,317,287,147,086,986,94777,047,067,127,197,257,29em %08/0115/0122/0129/0105/0212/0219/0226/0204/0311/0318/0325/0301/0408/0415/0422/0429/0406/0513/0520/0527/0503/0610/0617/0624/066,877,27,47,67,8
Fonte: BC 

Recentemente, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o IPCA voltou a acelerar e atingiu 0,78% em maio. De janeiro a maio, o IPCA acumula avanço de 4,05% (perto da meta central de inflação de 4,5% para este ano) e, em 12 meses, somou 9,32%.
Para 2017, a estimativa do mercado financeiro para a inflação ficou estável em 5,5% na última semana, informou o BC. Deste modo, permanece abaixo do teto de 6% - fixado para 2017 - mas ainda longe do objetivo central de 4,5% para o IPCA no período.
O BC tem informado que buscará "circunscrever" o IPCA aos limites estabelecidos pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) em 2016 (ou seja, trazer a taxa para até 6,5%), e também fazer convergir a inflação para a meta de 4,5%, em 2017.
Produto Interno Bruto
No caso do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano, o mercado manteve a estimativa de uma contração de 3,44% para o nível de atividade.

Previsões para o PIB em 2016
Em %
-2,99-2,99-3-3,01-3,21-3,33-3,4-3,45-3,5-3,54-3,6-3,66-3,73-3,77-3,8-3,88-3,89-3,86-3,88-3,83-3,81-3,71-3,6-3,44-3,44em %08/0115/0122/0129/0105/0212/0219/0226/024/0311/0318/0325/0301/0408/0415/0422/0429/0406/0513/0520/0527/0503/0610/0617/0624/06-4-3-3,75-3,5-3,25-2,75
Fonte: BC 

Recentemente, o IBGE informou que o PIB brasileiro teve queda de 0,3% em comparação com os três meses anteriores. Foi a quinta queda trimestral seguida do PIB brasileiro. Apesar da contração, o resultado veio melhor do que a expectativa dos economistas.
O PIB é a soma de todos os bens e serviços feitos em território brasileiro, independentemente da nacionalidade de quem os produz, e serve para medir o comportamento da economia brasileira.
Com a previsão de um novo "encolhimento" do PIB neste ano, essa também será a primeira vez que o país registra dois anos seguidos de queda no nível de atividade da economia – a série histórica oficial, do IBGE, tem início em 1948.
Para o comportamento do Produto Interno Bruto em 2017, os economistas das instituições financeiras mantiveram sua previsão de uma alta de 1%, informou o BC.
Taxa de juros
O mercado financeiro subiu na semana passada a previsão para a taxa de juros no fim de 2016 de 13% para 13,25% ao ano. Atualmente, os juros estão em 14,25% ao ano. Com isso, a estimativa do mercado é de um corte dos juros neste ano, mas em menor intensidade.
Já para o fechamento de 2017, a estimativa para a taxa de juros recuou de 11,25% para 11% ao ano - o que pressupõe a continuidade da queda dos juros no ano que vem.
A taxa básica de juros é o principal instrumento do BC para tentar conter pressões inflacionárias. Pelo sistema de metas de inflação brasileiro, a instituição tem de calibrar os juros para atingir objetivos pré-determinados.
As taxas mais altas tendem a reduzir o consumo e o crédito, o que pode contribuir para o controle dos preços. Quando julga que a inflação está compatível com as metas preestabelecidas, o BC pode baixar os juros.
Câmbio, balança e investimentos
Nesta edição do relatório Focus, a projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2016 permaneceu em R$ 3,60. Para o fechamento de 2017, a previsão dos economistas para o dólar ficou estável em R$ 3,80.
A projeção para o resultado da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações) em 2016 permaneceu inalterada em US$ 50,7 bilhões de resultado positivo. Para o próximo ano, a previsão de superávit ficou em US$ 50 bilhões.
Para 2016, a projeção de entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil subiu de US$ 60 bilhões para US$ 60,5 bilhões e, para 2017, a estimativa dos analistas permaneceu inalterada em US$ 60 bilhões.

BACEN. PORTAL UOL. 27/06/2016. Analistas sobem previsão para inflação e taxa de juros e veem PIB de -3,44%
Do UOL, em São Paulo

Economistas consultados pelo Banco Central subiram pela sexta semana seguida a projeção de inflação no final de 2016 e também aumentaram a previsão para a taxa básica de juros, a Selic. A estimativa para a queda do PIB foi a mesma da semana passada.

Veja as estimativas para 2016 do Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (27) pelo BC:

·        PIB (Produto Interno Bruto): foi mantido em -3,44%;
·        Inflação: subiu de 7,25% para 7,29%;
·        Taxa básica de juros (Selic): aumentou de 13% para 13,25%;
·        Dólar: foi mantido em R$ 3,60.

A estimativa para a inflação está acima do limite máximo da meta do governo. O objetivo é manter a alta dos preços em 4,5% ao ano, mas há uma tolerância de dois pontos para mais ou menos (ou seja, variando de 2,5% a 6,5%).

Para os próximos 12 meses, a projeção de inflação subiu de 5,93% para 5,98%. Para 2017, os economistas mantiveram a previsão para a inflação, de 5,5%.

A inflação oficial no Brasil fechou maio em 0,78%, a maior para o mês desde 2008 (0,79%), segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). No acumulado de 12 meses, a alta dos preços atingiu 9,32% e, no ano, acumula 4,05%.

Entenda o que é o boletim Focus
Toda semana, o BC divulga um relatório de mercado conhecido como Boletim Focus, trazendo as apostas de economistas para os principais indicadores econômicos do país.

Mais de 100 instituições são ouvidas e, excluindo os valores extremos, o BC calcula uma mediana das perspectivas do crescimento da economia (medido pelo Produto Interno Bruto, o PIB), perspectivas para a inflação e a taxa de câmbio, entre outros.

Mediana apresenta o valor central de uma amostra de dados, desprezando os menores e os maiores valores.

(Com Reuters)

BACEN. REUTERS. 27/06/2016. Projeções para inflação e taxa básica de juros em 2016 sobem

SÃO PAULO (Reuters) - A expectativa para a alta dos preços neste ano continuou se deteriorando mesmo depois de a prévia da inflação oficial ter mostrado algum alívio em junho, e levou especialistas a elevarem a perspectiva para a taxa básica de juros em 2016.

Economistas de instituições financeiras elevaram pela sexta vez seguida sua projeção para a alta do IPCA em 2016 na pesquisa do Focus do Banco Central, divulgada nesta segunda-feira, desta vez em 0,04 ponto percentual, a 7,29 por cento. A previsão supera o teto da meta do governo, de 4,5 por cento com tolerância de 2 pontos percentuais.

O IPCA-15 registrou alta de 0,40 por cento em junho, desacelerando ante 0,86 por cento em maio, porem em 12 meses ainda acumulou alta de 8,98 por cento.

Em relação a 2017 os economistas continuaram vendo a inflação a 5,50 por cento, dentro da meta para 2017, que é de 4,5 por cento com tolerância de 1,5 ponto.

Sob o comando agora de Ilan Goldfajn, o BC tem reforçado o compromisso de levar a inflação para o centro da meta oficial, mas sem especificar quando.

O Focus continua mostrando que os especialistas veem redução na taxa básica de juros este ano, porém agora em menor magnitude, com a força dos preços e expectativas em torno da pressão dos alimentos mantendo o sinal de alerta.

Para a Selic, que atualmente está a 14,25 por cento, a expectativa é que encerre 2016 a 13,25 por cento, contra 13 por cento na semana anterior. Para 2017, entretanto, a projeção caiu a 11 por cento, sobre 11,25 por cento.

O Top 5 --grupo que mais acerta as projeções no Focus-- não mudou suas contas, mas vê a taxa básica em níveis acima, de 13,75 por cento em 2016 e de 11,25 por cento no ano que vem.

O levantamento foi fechado na sexta-feira, dia em que saiu o resultado do referendo em que o Reino Unido decidiu deixar a União Europeia, e não reflete as expectativas dos analistas considerando esse acontecimento.

As estimativas para a economia foram mantidas. A pesquisa semanal com uma centena de economistas mostra projeção de contração do Produto Interno Bruto (PIB) de 3,44 por cento este ano e expansão de 1 por cento em 2017.

(Por Camila Moreira)

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LGCJ.: