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July 22, 2019


US ECONOMICS



LATIN AMERICA



U.S. Department of State. 07/22/2019. Historic Accomplishments during Diplomatic Engagements in the Western Hemisphere July 18-21

Secretary Michael R. Pompeo co-chaired the second Western Hemisphere Counterterrorism Ministerial from July 18-19 in Buenos Aires, Argentina.  The multilateral forum included 18 governments from the region and the Organization of American States’ Inter-American Committee against Terrorism, all committed to bolstering counterterrorism cooperation to deny terrorists and terrorist financiers safe haven in the region.  While in Buenos Aires, the Secretary commemorated the 25th anniversary of the Iran-backed Hizballah attack on the Asociación Mutual Israelita Argentina Jewish community center in Buenos Aires, which killed 85 people and injured hundreds more.

MINISTERIAL ACCOMPLISHMENTS

  • Argentina designated Hizballah a terrorist organization, the first country in Latin America to do so and a diplomatic effort years in the making.
  • The United States, Argentina, Brazil, and Paraguay reinvigorated a multilateral security cooperation mechanism dormant since 2008, and refocused efforts on triborder issues and broader security cooperation.
  • Reiterated support for the Macri economic agenda and the tough choices needed to make to put the country on a sustainable path. This continues U.S. support for Argentina including supporting the largest IMF plan in history, bringing OPIC back to Argentina for the first time in 15 years, and administration support for Argentina to join the OECD.

Secretary Pompeo continued diplomatic engagements within the region, finalizing and continuing critical diplomatic engagements.

  • Finalized a five-year lease agreement with El Salvador to continue counternarcotics cooperation and interdiction at the Cooperative Security Location (CSL) Comalapa.
  • Made the first visit by a Secretary of State to El Salvador in 10 years and the first to Ecuador in nine. (Secretary Pompeo made the first visit by a Secretary of State to Paraguay in more than 50 years earlier this year in April.)
  • Continued dialogue with Mexico on immigration, trade, economics, and the bilateral agenda, building on our cooperation commitments announced last December and in June. Border apprehensions at the U.S southwest border are down more than 30 percent since June.
  • Discussed importance of getting USMCA ratified and continuing to grow our economies. This builds on OPIC Mexico visit of early July where OPIC announced progress on over $500 million in projects in Mexico.
  • Continued the transformation of the bilateral relationship with Ecuador, where in the past year we have re-sorted security cooperation, brought USAID back, signed an OPIC mortgage guarantee of $150 million, and supported the Moreno economic agenda with IMF and multilateral backing.



ASEAN



U.S. Department of State. 07/22/2019. The United States Reaffirms our Enduring Relationship with ASEAN

On the 10th anniversary of the accession of the United States to the Treaty of Amity and Cooperation in Southeast Asia, the United States celebrates our flourishing strategic partnership with ASEAN. The close relationship between the United States and ASEAN has advanced on the foundation of the deeply-held shared principles and values enshrined in the Treaty. This anniversary reminds us of our mutual commitment to promoting peace, amity, and cooperation throughout the Indo-Pacific. As ASEAN continues to play a central role in the region, we look forward to deepening our strategic partnership, which has benefited the people of Southeast Asia and the United States, and brought us closer together.



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INDICADORES/INDICATORS




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BACEN. BOLETIM FOCUS: RELATÓRIO SEMANAL DE MERCADO
(Projeções atualizadas semanalmente pelas 100 principais instituições financeiras que operam no Brasil, para os principais indicadores da economia brasileira)



ANÁLISE



BACEN. PORTAL G1. 22/07/2019. Mercado interrompe sequência de 20 semanas de queda da previsão do PIB e projeta inflação menor. Expectativa de crescimento do PIB passou de 0,81% para 0,82% na semana passada. Projeção de inflação recuou de 3,82% para 3,78%. Números são resultado de pesquisa do BC.
Por Alexandro Martello, G1 — Brasília

Os economistas das instituições financeiras interromperam uma sequência de 20 semanas de queda da projeção crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano e também passaram a estimar uma inflação menor.

As previsões constam no boletim de mercado também conhecido como relatório "Focus", divulgado nesta segunda-feira (22) pelo Banco Central (BC). O relatório é resultado de levantamento feito na semana passada com mais de 100 instituições financeiras.

A estimativa de alta do PIB deste ano passou de 0,81% para 0,82% na semana passada. Essa previsão está próxima à projeção oficial do Banco Central e também do Ministério da Economia para 2019. Para 2020 a previsão de crescimento do PIB permaneceu estável em 2,1%.

VEJA O HISTÓRICO DAS PREVISÕES DO MERCADO PARA O PIB DE 2019
ESTIMATIVAS CONTIDAS NO RELATÓRIO FOCUS
Por cento06/04/201808/06/201821/06/201817/01/201901/03/201918/03/201929/03/201917/04/201926/04/201903/05/201910/05/201917/05/201931/05/201907/06/201914/06/201921/06/201928/06/201905/07/201912/07/201919/07/20190,511,522,533,5
18/03/2019
 : 2
Fonte: Banco Central

As revisões para baixo na expectativa de crescimento do mercado financeiro para o PIB deste ano – interrompidas na semana passada – começaram, com mais intensidade, após a divulgação do resultado do ano passado e continuaram após a divulgação de uma contração no primeiro trimestre de 2019 (tombo de 0,2%).

Inflação

Para 2019, os economistas do mercado financeiro reduziram a expectativa de inflação de 3,82% para 3,78%. A meta central deste ano é de 4,25%, e o intervalo de tolerância do sistema de metas varia de 2,75% a 5,75%.

A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic).

Para 2020, o mercado financeiro manteve a estimativa de inflação em 3,90%. No próximo ano, a meta central de inflação é de 4% e terá sido oficialmente cumprida se o IPCA oscilar entre 2,5% e 5,5%.

Outras estimativas

  • Taxa de juros - O mercado manteve em 5,50% ao ano a previsão para a taxa Selic no fim de 2019. Atualmente, a taxa de juros está em 6,5% ao ano. Com isso, o mercado segue prevendo queda nos juros neste ano. Para o fim de 2020, a previsão recuou de 6% para 5,75% ao ano. Desse modo, os analistas continuam prevendo alta nos juros no ano que vem, embora em menor intensidade.
  • Dólar - A projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2019 recuou de R$ 3,80 para R$ 3,75 por dólar. Para o fechamento de 2020, permaneceu em R$ 3,80 por dólar.
  • Balança comercial - Para o saldo da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), a projeção em 2019 caiu de US$ 52 bilhões para US$ 51 bilhões de resultado positivo. Para o ano que vem, a estimativa dos especialistas do mercado recuou de US$ 46,60 bilhões para US$ 46,50 bilhões.
  • Investimento estrangeiro - A previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil, em 2019, ficou estável em US$ 85 bilhões. Para 2020, a estimativa dos analistas recuou de US$ 85,56 bilhões para US$ 84,20 bilhões.

BACEN. REUTERS. 22 DE JULHO DE 2019. Projeção de alta do PIB em 2019 interrompe 20 semanas de queda; Selic é estimada em 5,75% em 2020
Por Camila Moreira

SÃO PAULO (Reuters) - A expectativa para o crescimento econômico do Brasil voltou a subir na pesquisa Focus do Banco Central após 20 reduções seguidas, enquanto o cenário para a taxa básica de juros caiu em 2020.

O levantamento semanal divulgado nesta segunda-feira mostrou que a estimativa de crescimento para o Produto Interno Bruto (PIB) este ano aumentou em apenas 0,01 ponto percentual, a 0,82%. Para 2020 permanece expectativa de expansão de 2,10%.

A taxa básica de juros Selic continua sendo calculado em 5,50% em 2019, mas para o próximo ano os economistas consultados passaram a vê-la a 5,75%, de 6,00% antes. Atualmente a Selic está no piso histórico de 6,5 por cento.

Já o Top-5, grupo dos que mais acertam as previsões, veem a taxa mais baixa ainda em 2020, a 5,50%, de 6,25%. Mas ainda vê a Selic a 5,50% em 2019.

A expectativa para a alta do IPCA também caiu este ano, a 3,78%, de 3,82%, mas foi mantida em 3,90% para 2020.

O centro da meta oficial de 2019 é de 4,25 por cento e, de 2020, de 4 por cento, ambos com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.



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ECONOMIA BRASILEIRA / BRAZIL ECONOMICS




INVESTIMENTO



MEconomia. 22/07/2019. Comércio exterior. Volume de investimentos estrangeiros anunciados soma US$ 17,9 bilhões no 2º trimestre. Foram identificados 36 projetos de cinco países; França lidera o ranking, com US$ 8,6 bilhões

No segundo trimestre de 2019 foram identificados 36 projetos de investimento estrangeiro direto (IED) no Brasil, provenientes de 22 empresas de cinco países: Estados Unidos (EUA), China, Japão, França e Itália.

As informações fazem parte da segunda edição do Boletim de Investimentos Estrangeiros - Países Selecionados, publicação da Secretaria Executiva da Câmara de Comércio Exterior (Camex), referente ao período de abril a junho deste ano. O primeiro número, com dados do período de janeiro a março de 2019, havia sido lançado em abril pelo Ministério da Economia.

No segundo trimestre de 2019, do total dos projetos, 28 são investimentos confirmados com valor aproximado de US$ 15 bilhões. Quando considerados também os investimentos anunciados e ainda sem confirmação, o valor total sobe para US$ 17,9 bilhões.


França é destaque em valores

Em termos de valores de investimentos confirmados, a França foi o país que mais se destacou no trimestre (US$ 8,6 bilhões), seguida por Itália (US$ 4,2 bilhões) e Japão (US$ 2 bilhões). A China e os EUA apresentaram os menores números, com US$ 213 milhões e US$ 131 milhões em investimentos, respectivamente.

Em projetos confirmados, dentre os cincos países, Japão e EUA foram os que fizeram o maior número de anúncios, totalizando sete investimentos cada, no período analisado. França e Itália confirmaram seis projetos cada um. A China, apesar de ter anunciado quatro investimentos, confirmou apenas dois projetos até agora.

Estoque

No período entre 2003 e o segundo trimestre de 2019, o número de projetos de empresas dos EUA correspondeu a 45% do total dos cinco países. O número de investimentos japoneses vem em seguida, com 20% do total levantado.

Em termos de valor, os investimentos dos EUA no período somaram US$ 81 bilhões, número próximo ao dos investimentos chineses, que totalizaram US$ 79 bilhões. Em sequência, estão os investimentos japoneses, que representam US$ 35 bilhões; os franceses, com US$ 30 bilhões; e os italianos, com US$ 21 bilhões.

Chama a atenção que nesse período desde 2003 apenas 14% dos investimentos desses cinco países tenham sido em novas unidades produtivas.

Metodologia

Investimentos confirmados são aportes de recursos direcionados a empreendimentos no Brasil, cuja informação seja passível de confirmação por mais de uma fonte de dados, incluindo páginas institucionais de empresas ou instituições diretamente envolvidas.

Investimentos anunciados são anúncios formais de investimentos futuros, que passam a ser acompanhados pelo mercado e instituições interessadas.

Quando um investimento que havia sido computado no grupo “Anunciados” é confirmado, seu valor sai desse grupo e passa a compor o grupo “Confirmados”.

A metodologia aplicada é a mesma desenvolvida para mapear os investimentos diretos chineses, que foram divulgados em sete edições até o final de 2018. É um trabalho de coleta de informações em fontes variadas na imprensa e em bases de dados não oficiais.

Elaborado pela Secretaria Executiva da Câmara de Comércio Exterior (Camex), o documento está disponível para leitura e download em português e em breve será publicado também em inglês. A escolha dos países foi baseada no fato de a Camex ter Memorandos de Entendimento e de Cooperação com esses cinco países.

O boletim coleta uma amostra dos investimentos em fontes variadas e, ainda que possa não refletir a totalidade dos investimentos destes países selecionados, indica em linhas gerais a tendência do Investimento Estrangeiro Direto (IED) no Brasil entre 2003 e o primeiro trimestre de 2019.

Boletim de Investimentos Estrangeiros: http://www.economia.gov.br/central-de-conteudos/publicacoes/relatorios-e-boletins/2019/boletim-de-investimentos-estrangeiros-paises-selecionados_no-02_2019_vf.pdf



COMÉRCIO EXTERIOR BRASILEIRO



MEconomia. 22/07/2019. Comércio exterior. Balança comercial tem superávit de US$ 409 milhões na terceira semana de julho. Saldo positivo foi impulsionado pelas vendas de produtos básicos e manufaturados; no acumulado do ano, superávit sobe para US$ 28,258 bilhões

A balança comercial brasileira registrou um superávit de US$ 409 milhões na terceira semana de julho, segundo levantamento divulgado nesta segunda-feira (22/7) pelo Ministério da Economia. O saldo positivo é resultado de US$ 4,829 bilhões em exportações e US$ 4,420 bilhões em importações, de acordo com os dados da Secretaria de Comércio Exterior.

No mês, as exportações somam US$ 13,550 bilhões e as importações chegam a US$ 11,367 bilhões, com saldo positivo de US$ 2,182 bilhões. No acumulado do ano, as exportações totalizam US$ 123,392 bilhões, com importações de US$ 95,134 bilhões e um saldo positivo de US$ 28,258 bilhões.


Análise da semana

As exportações da terceira semana tiveram uma média diária de US$ 965,9 milhões, valor 10,8% superior à média de US$ 872 milhões até a segunda semana. A alta foi impulsionada pelas exportações de produtos básicos, como minério de ferro, milho em grãos, soja em grãos, petróleo em bruto, carnes bovina e de frango, que subiram de US$ 473,9 milhões para US$ 554,8 milhões (+17,1%); e de manufaturados, principalmente aviões, gasolina, suco de laranja não-congelado, polímeros plásticos e éter alcoólico, que cresceram de US$ 285 milhões para US$ 303,1 milhões (+6,3%).

Já as exportações de produtos semimanufaturados recuaram 4,5%, de US$ 113 milhões para US$ 107,9 milhões, puxadas por açúcar de cana em bruto, ouro em formas semimanufaturadas, catodos de cobre, alumínio em bruto e zinco em bruto.

Do lado das importações, a balança comercial registrou crescimento de 27,2% na média da terceira semana (US$ 884 milhões) em relação à média até a segunda semana (US$ 694,7 milhões). O aumento resultou, principalmente, dos gastos com cereais e produtos da indústria de moagem, adubos e fertilizantes, farmacêuticos, químicos orgânicos e inorgânicos, combustíveis e lubrificantes.

Análise do mês

Na comparação da média até a terceira semana de julho de 2019 (US$ 903,3 milhões) com a de julho do ano passado (US$ 1,023 bilhão), houve queda de 11,8% nas exportações. O dado reflete a redução nas vendas de produtos básicos, principalmente de petróleo em bruto, soja em grãos, farelo de soja, minério de cobre, carnes bovina e de frango, que baixaram de US$ 577,2 milhões para US$ 500,9 milhões (-13,2%); e de manufaturados como partes de motores e turbinas para aviação, óleos combustíveis, veículos de carga, tratores e automóveis de passageiros, que diminuíram de US$ 327,2 milhões para US$ 291,1 milhões (-11,0%).

Já nos produtos semimanufaturados, a média das exportações subiu 1,9% até a terceira semana, passando de US$ 109,2 milhões no mesmo período de 2018 para US$ 111,4 milhões em 2019, impulsionada por ferro-ligas, ferro fundido, zinco em bruto, ouro em formas semimanufaturadas, couros e peles.

Na comparação com junho de 2019, houve queda de 4,8% nas exportações, devido à redução nas vendas das três categorias de produtos: semimanufaturados (-13,8%, de US$ 129,2 milhões para US$ 111,4 milhões), manufaturados (-7,8%, de US$ 315,7 milhões para US$ 291,1 milhões) e básicos (-0,5%, de US$ 503,6 milhões para US$ 500,9 milhões).

Importações

Nas importações, a média até a terceira semana de julho de 2019 foi de US$ 757,8 milhões, ficando 10,6% abaixo da média do período em julho de 2018 (US$ 847,8 milhões). Nesse caso, o recuo se deve, principalmente, à redução dos gastos com alumínio e suas obras (-21,4%), cobre e suas obras (-18,7%), siderúrgicos (-16,8%), veículos automóveis e partes (-16,4%) e filamentos e fibras sintéticas/artificiais (-14,9%).

Em relação a junho de 2019, houve crescimento de 10,5%, com destaque para produtos farmacêuticos (+44%), combustíveis e lubrificantes (+20,1%), cereais e produtos da indústria de moagem (+16,1%), químicos orgânicos e inorgânicos (+15,5%) e instrumentos de ótica e precisão (+8,0%).



COMÉRCIO INTERNACIONAL



CHINA. PORTAL G1. EFE. 22/07/2019. China impõe medidas protecionistas ao aço da UE, Japão, Coreia do Sul e Indonésia. Operadores que importam laminados e barras de aço inoxidável terão que pagar taxas impositivas de entre 18,1% e 103,1% nos próximos cinco anos.

O Ministério de Comércio da China anunciou nesta segunda-feira (22) a imposição de medidas protecionistas sobre alguns produtos de aço inoxidável importado de União Europeia (UE), Japão, Coreia do Sul e Indonésia.

Através de um comunicado publicado em seu site, o órgão explicou que os produtos afetados por estas medidas, que entram em vigor na terça (23), são as barras de aço inoxidável importado e os laminados de aço inoxidável.

"Estes foram objeto de 'dumping' (venda abaixo do valor de custo), por isso a indústria nacional sofreu danos consideráveis", diz o comunicado.

Como resultado da medida, os operadores que importam estes produtos terão que pagar taxas impositivas de entre 18,1% e 103,1% nos próximos cinco anos.

Em março deste ano, a China já tinha imposto estas mesmas medidas 'antidumping' de forma preliminar.

EUA. UE. REUTERS. 22 DE JULHO DE 2019. Autoridade da UE vê pouco movimento em negociações com EUA sobre corte de tarifas industriais

WASHINGTON (Reuters) - A União Europeia tem visto pouco movimento até agora nas negociações com os Estados Unidos sobre a redução de tarifas industriais, disse uma autoridade do bloco nesta segunda-feira, antes de se reunir com autoridades norte-americanas.

Sabine Weyand, a nova diretora-geral de Comércio da Comissão Europeia, disse que é importante construir a confiança avançando nas áreas em que os dois blocos econômicos concordaram, em vez de se concentrar apenas em questões contenciosas.

“É um cenário muito misto”, disse Weyand em um evento organizado pelo Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais durante sua primeira visita oficial a Washington desde que assumiu seu novo cargo.

Por Andrea Shalal e Jonas Ekblom



INDÚSTRIA



FGV. IBRE. 22/07/19. Sondagens e Índices de Confiança. Prévia da Sondagem da Indústria. Prévia da Sondagem da Indústria sinaliza recuo em julho

A prévia da Sondagem da Indústria de julho de 2019 sinaliza recuo de 1,7 ponto do Índice de Confiança da Indústria (ICI) em relação ao número final de junho.

O resultado negativo do índice neste mês seria determinado tanto pela piora na percepção dos empresários em relação à situação atual quanto pelas perspectivas futuras dos negócios. O Índice da Situação Atual (ISA) cairia 2,5 pontos, para 94,1 pontos, o menor valor desde outubro de 2018 (93,4 pontos). Por sua vez, o Índice de Expectativas (IE) diminuiria 0,9 ponto, para 93,9 pontos, o menor nível desde julho de 2017 (93,1 pontos).

O resultado preliminar de julho sinaliza aumento de 0,6 ponto percentual do Nível de Utilização da Capacidade Instalada da Indústria (NUCI), para 75,6%.

DOCUMENETO: https://portalibre.fgv.br/navegacao-superior/noticias/previa-da-sondagem-da-industria-sinaliza-recuo-em-julho.htm

CNI. PORTAL G1. 22/07/2019. Produção industrial volta a registrar queda em junho, diz pesquisa da CNI. Levantamento realizado pela confederação ouviu 1,9 mil empresas entre os dias 1º e 11 de junho. Para empresários, principal problema das indústrias é a elevada carga tributária.
Por Laís Lis, G1 — Brasília

A produção da indústria brasileira voltou a registrar queda em junho na comparação com maio, segundo a Sondagem Industrial, pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), entre 1º e 11 de junho, com 1.903 empresas.

No mês de junho, o índice de evolução da produção da indústria ficou em 43,4 pontos, o menor para o mês dos últimos quatro anos. Em maio, o índice atingiu 50,9 pontos, acima da linha divisória de 50 pontos, o que indicou que no mês passado houve aumento da produção.

“O índice costuma ficar abaixo dos 50 pontos no mês, ou seja, é esperada queda da produção nessa comparação. Contudo, o índice de junho de 2019 é o menor para o mês dos últimos quatro anos”, informou a entidade.

A entidade informou ainda que a chamada "utilização da capacidade instalada", ou seja, o nível de uso do parque fabril, recuou para 66%.

Em junho, a indústria continuou acumulando estoques, e o indicador de evolução de estoques efetivos, em relação ao planejado pela indústria, alcançou 52,2 pontos em junho, o maior desde maio de 2018, quando ocorreu a paralisação dos transportes.

O emprego também caiu, de acordo com a pesquisa. Segundo a CNI, o índice de evolução do número de empregados ficou em 47,2 pontos em junho, valor inferior ao registrado nos dois últimos anos.

Perspectivas e investimentos

Segundo a CNI, a demanda interna insuficiente foi citada por 41,1% das empresas como um dos principais problemas enfrentados pelo setor no segundo trimestre deste ano.

“A preocupação com a falta de demanda desestimula os empresários a aumentar a produção, fazer investimentos e criar empregos, o que dificulta ainda mais a recuperação da economia”, afirma o economista da CNI Marcelo Azevedo. Ele destaca que a demanda fraca é resultado do baixo nível de atividade e do elevado desemprego.

A preocupação com a demanda interna só foi menor do que a preocupação com a elevada carga tributária, citada por 42,4% dos entrevistados. Em terceiro lugar veio a falta ou alto custo da matéria prima, citado por 18,6% dos entrevistados.

Principais problemas enfrentados pela indústria no 2º trimestre de 2019, de acordo com a pesquisa:

  • Elevada carga tributária: 42,4%
  • Demanda interna insuficiente: 41,1%
  • Falta ou alto custo da matéria prima: 18,6%
  • Competição desleal: 18,1%
  • Inadimplência dos clientes: 16,5%
  • Fata de capital de giro: 16,4%
  • Taxas de juros elevadas: 16%
  • Burocracias excessiva: 15,6%
  • Demanda externa insuficiente: 13,4%



CONTAS PÚBLICAS



MEconomia. PORTAL G1. 22/07/2019. Após admitir PIB menor, governo anuncia bloqueio de R$ 1,44 bilhão em gastos no orçamento. Informação foi divulgada por meio do relatório do orçamento do terceiro bimestre deste ano. Bolsonaro já havia antecipado que haveria corte. Objetivo é atingir meta fiscal de 2019.
Por Alexandro Martello, G1 — Brasília

Depois de revisar para baixo a expectativa de crescimento da economia neste ano, o Ministério da Economia anunciou nesta segunda-feira (22) um novo bloqueio de gastos de R$ 1,44 bilhão no orçamento deste ano.

O objetivo da área econômica, ao conter despesas na peça orçamentária, é tentar atingir a meta de um déficit primário (despesas maiores do que receitas, sem contar juros da dívida pública) de até R$ 139 bilhões fixada para este ano.

O crescimento menor da economia implica uma arrecadação de impostos menor que a prevista. Isso faz com que o governo tenha mais dificuldade para cumprir a meta fiscal. Por isso, bloqueia despesas no orçamento.

O secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, não informou quais áreas do governo sofrerão cortes. Segundo ele, o detalhamento sobre o bloqueio nos gastos será divulgado somente no final deste mês, por meio de decreto presidencial. “Eu não falarei hoje sobre qual órgão será mais afetado”, afirmou. No final de semana, o presidente Jair Bolsonaro havia falado em um corte de R$ 2,5 bilhões e disse que o bloqueio orçamentário deverá atingir um único ministério.

O bloqueio anunciado nesta segunda-feira só não foi maior porque o governo utilizou a parte de uma chamada "reserva orçamentária" – ou seja, valores que ainda não haviam sido liberados para gastos. Foram utilizados R$ 809 milhões dessa reserva.

Revisões orçamentárias anteriores

Em março, o governo já havia anunciado um contingenciamento de R$ 29,7 bilhões em despesas previstas para o ano de 2019, justamente para tentar atingir a meta fiscal. Desse total, R$ 5,8 bilhões foram cortados da Educação, R$ 5,1 bilhões na Defesa e R$ 2,9 bilhões em emendas parlamentares. Isso motivou protestos em 15 de maio.

No fim de maio, em nova revisão orçamentária, o governo anunciou que, mesmo estimando um PIB mais baixo do que anteriormente, resolveu recompor o orçamento de R$ 1,587 bilhão (que havia sido alvo de novo bloqueio no início de maio) e liberou R$ 56 milhões para o Ministério do Meio Ambiente.

Para poder fazer isso, utilizou de uma "reserva de contingência" existente no orçamento de 2019 – que era de R$ 5,37 bilhões; caiu, naquele momento, para R$ 1,562 bilhão.

Efeito dos contingenciamentos

Devido à retenção de verbas orçamentárias, os recursos para custeio e investimentos estimada para este ano são os menores desde 2008, quando começou a série história do Tesouro Nacional, em todas as áreas, não somente para Educação.

O limite dos gastos discricionários (não obrigatórios) caiu de R$ 129 bilhões para R$ 87,41 bilhões em 2019. O governo afirma que buscará reverter o bloqueio no decorrer de 2019 e, com isso, tentar elevar o limite dos gastos com custeio e investimentos.

De acordo com a Instituição Fiscal Independente (IFI), órgão vinculado ao Senado, o espaço necessário para os gastos públicos deve ficar acima de R$ 75 bilhões. Assim, diz a IFI, não haverá problemas no funcionamento de ministérios nem na operacionalização de políticas públicas.

Esse seria o piso necessário, de acordo com o órgão, para evitar o chamado "shutdown" da máquina pública ou "desligamento", por meio do qual o governo tem o funcionamento prejudicado e não consegue produzir alguns serviços públicos para a sociedade.

De acordo com estudo do economista e pesquisador Manoel Pires, ex-secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, porém, quando se olha para "todos os indicadores disponíveis", a impressão é que se a despesa discricionária ficar abaixo de R$ 120 bilhões é "muito provável que o governo federal já esteja muito próximo de aplicar um shutdown na prática".

Entre os gastos não obrigatórios, afetados pelos bloqueios, estão:

  • Investimentos em infraestrutura;
  • Ações de defesa agropecuária;
  • Bolsas do CNPq;
  • Concessão de bolsas de estudo (Capes);
  • Pronatec;
  • Emissão de passaportes;
  • Farmácia popular;
  • Fiscalização ambiental (Ibama);
  • Bolsas para atletas;
  • Aquisição e distribuição de alimentos para agricultura familiar;
  • Despesas administrativas do governo (água, energia elétrica, serviços terceirizados).

Receitas e despesas

Para efetuar a liberação de recursos, ou bloqueio no orçamento, o governo faz uma reestimativa das receitas e das despesas em relação aos valores aprovados na previsão anterior, nesse caso, em maio deste ano.

De acordo com os cálculos do Ministério da Economia, houve uma queda de R$ 5,296 bilhões na estimativa de receitas do governo para este ano, na comparação com a previsão anterior.

O governo reduziu em R$ 5,951 bilhões a expectativa para as receitas administradas neste ano (impostos e contribuições federais), mas elevou em R$ 1,106 bilhão a previsão de "royalties" do petróleo, em R$ 1,477 bilhão a estimativa para receitas do INSS, e em R$ 233 milhões a contribuição para o salário-educação, entre outras).

Ao mesmo tempo, também previu uma queda de R$ 3,470 bilhões nas despesas obrigatórias. Veja abaixo a mudança nas estimativas dos principais gastos do governo:

  • Benefícios previdenciários: queda de R$ 701 milhões
  • Pessoal e encargos sociais: aumento de R$ 410 milhões
  • Créditos extraordinários: queda de R$ 1,857 bilhão
  • Subsídios e subvenções: queda de R$ 542 milhões
  • Sentenças judiciais e precatórios: queda de R$ 1,464 bilhão
  • Impacto do Fies: aumento de R$ 75 milhões
  • BPC e Loas: aumento de R$ 206 milhões

MEconomia. REUTERS. 22 DE JULHO DE 2019. Governo anuncia bloqueio adicional de R$1,443 bi no Orçamento para cumprir meta fiscal
Por Marcela Ayres

BRASÍLIA (Reuters) - O governo anunciou um congelamento adicional de 1,443 bilhão de reais nos gastos do Executivo para seguir cumprindo a meta fiscal de 2019, após o comportamento mais fraco esperado para a economia ter levado a um corte de mais de 5 bilhões de reais nas receitas esperadas para o ano.

Em seu relatório bimestral de receitas e despesas do terceiro bimestre divulgado nesta segunda-feira, o Ministério da Economia informou que a necessidade de limitação seria na realidade maior, de 2,252 bilhões de reais.

O governo, contudo, decidiu queimar 809 milhões de reais de sua reserva de emergência para reduzir o tamanho do bloqueio.

O expediente já havia sido utilizado em maio, quando boa parte da reserva foi utilizada, caindo de 5,373 bilhões para 1,562 bilhão de reais, para evitar um novo contingenciamento, em meio à forte restrição fiscal já experimentada pelas pastas na Esplanada.

O congelamento desta vez soma-se ao contingenciamento de quase 30 bilhões de reais, feito em março, para assegurar o cumprimento da meta de déficit primário deste ano, de 139 bilhões de reais para o governo central (Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência).

De um lado, o governo diminuiu a receita líquida esperada para o ano em 5,957 bilhões de reais, a 1,264 trilhão de reais.

No relatório, a equipe econômica apontou que a principal responsável pela revisão para baixo foi a arrecadação de impostos pela Receita, que deve vir 5,951 bilhões de reais menor em 2019 do que o estimado no relatório anterior, ofuscando, por exemplo, um acréscimo 1,107 bilhão de reais esperado com a exploração de recursos naturais.

Mais cedo neste mês, a equipe econômica cortou sua previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano a apenas 0,81%, ante 1,6% antes, chamando atenção para a lentidão da economia em função de choques e com os investimentos em compasso de espera pela reforma da Previdência.

Já a estimativa de despesas no ano caiu 3,471 bilhões de reais, a 1,406 trilhão de reais.

Neste caso, o governo calculou um recuo de 1,858 bilhão de reais em gastos com créditos extraordinários em 2019, sobretudo por menores obrigações relativas ao subsídio ao óleo diesel, e de 1,465 bilhão de reais em despesas com sentenças judiciais e precatórios, na esteira de adiantamento do cronograma de pagamento, movimento que reduz a correção dos valores devidos.

Por Marcela Ayres



ENERGIA



OPEP. RÚSSIA. REUTERS. 22 DE JULHO DE 2019. Produção de petróleo da Rússia se recupera para 11,05 mi bpd entre 1º e 21 de julho

MOSCOU (Reuters) - A produção de petróleo da Rússia se recuperou para cerca de 11,05 milhões de barris por dia (bpd) entre 1º e 21 de julho, ante 10,79 milhões de bpd no início do mês, segundo duas fontes e cálculos da Reuters.

Isso ainda está abaixo do nível médio de junho, de 11,15 milhões de bpd, e também do que a Rússia se comprometeu sob um acordo global com a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep).

A produção russa caiu para perto de uma mínima de três anos no início de julho, atrapalhada por uma disputa entre a empresa de oleodutos Transneft e a maior produtora do país, Rosneft.

A Transneft limitou a entrada de óleo da Yuganskneftegaz, principal unidade de produção de petróleo da Rosneft, disse a petroleira, prejudicando a produção que já estava deprimida devido a uma crise anterior gerada por contaminação de petróleo.

Na semana passada, o ministro da Energia da Rússia, Alexander Novak, disse que não havia restrições à Yuganskneftegaz e que a produção de petróleo russa voltou ao nível previsto no acordo global de petróleo com a Opep.

As fontes disseram que a produção da Yuganskneftegaz entre 1 e 21 de julho ainda estava 11% abaixo da média de junho, enquanto a produção total da Rosneft, excluindo joint ventures, declinou 4% no período.

A Rosneft, a Transneft e o Ministério da Energia não responderam imediatamente a pedidos de comentários.

A Rússia concordou em reduzir sua produção de petróleo em 228.000 barris por dia (bpd) ante os 11,41 milhões bpd que bombeou em outubro de 2018, a base para o atual acordo global. Segundo essa fórmula, sua produção deve ficar em torno de 11,17 milhões e 11,18 milhões de bpd. Fontes do setor disseram que a produção de petróleo caiu para 10,79 milhões de barris por dia (bpd) no início de julho.

Por Gleb Gorodyankin e Olesya Astakhova

IEA. REUTERS. 22 DE JULHO DE 2019. IEA diz estar pronta para agir se preciso para manter suprimento no mercado de petróleo

PARIS (Reuters) - A Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês) disse nesta segunda-feira que tem monitorado de perto os acontecimentos no Estreito de Hormuz, e está pronta a agir se necessário para manter o suprimento do mercado global de petróleo.

A agência, com sede em Paris, afirmou que o direito de livre circulação de petróleo pelo estreito é crítico para a economia global e deve ser mantido.

Os preços do petróleo operam em alta nesta segunda-feira devido a preocupações de que a apreensão pelo Irã de um navio tanque britânico no estreito na semana passada possa levar a problemas de oferta na região do Golfo, rica em petróleo.

“Os consumidores podem estar seguros de que o mercado de petróleo está bem abastecido, com a produção de petróleo superando a demanda no primeiro semestre de 2019, o que tem elevado os estoques mundiais em 900 mil barris por dia”, disse a IEA em um comunicado.

O Estreito de Hormuz é uma via marítima vital para o comércio mundial de petróleo. Cerca de 20 milhões de barris de petróleo transitam por dia por ele, ou cerca de 20% da oferta global, disse a IEA.

Por Bate Felix



MINERAÇÃO



VALE. 22/07/2019. Relatório de Produção e Vendas 2T19

 A produção de finos de minério de ferro da Vale apresentou melhoria substancial no fim do 2T19 com o aumento de embarques no Sistema Norte e a retomada das operações de Brucutu. O efeito combinado dos dois eventos será consideravelmente percebido no 2S19.

A produção de finos de minério de ferro1 totalizou 64,1 Mt no 2T19, ficando 12,1% e 33,8% menor do que no 1T19 e no 2T18, respectivamente, principalmente em função dos impactos decorrentes da ruptura da barragem de Brumadinho e de condições climáticas incomuns no Sistema Norte em abril e no início de maio.

Como resultado do sucesso do ramp-up do S11D, o Sistema Norte atingiu um ritmo de produção de 215 Mtpa em junho e espera produzir entre 18,5 Mt e 19,0 Mt por mês no 2S19, atingindo um ritmo de produção de 230 Mtpa.

A produção de pelotas2 da Vale totalizou 9,1 Mt, ficando 25,5% e 29,3% menor do que no 1T19 e no 2T18, respectivamente, devido principalmente à parada total das plantas de pelotização do Sistema Sul durante o trimestre, às fortes chuvas no Sistema Norte e Sudeste, bem como à manutenção nas proximidades das plantas de Tubarão.

A Vale realizou um progresso substancial em relação às 93 Mtpa de produção interrompidas no 1T19, com a retomada das operações de Brucutu em 22 de junho, recuperando 30 Mtpa de capacidade de produção. Em relação aos 60 Mtpa ainda interrompidos, a Vale espera a retomada gradual dos 30 Mtpa de produção a seco a partir do final deste ano, bem como o retorno no período de dois a três anos dos 30 Mtpa restantes, incluindo neste caso o processamento a úmido.

O volume de vendas de finos e pelotas de minério de ferro atingiu 70,8Mt no 2T19, ficando 4,5% acima do 1T19 e 18,2% abaixo do 2T18. Apesar do volume de produção menor trimestre contra trimestre, o volume de vendas aumentou 3,2 Mt devido ao consumo de estoques offshore.

Como resultado da retomada da mina de Brucutu, a Vale reafirma seu guidance de vendas de minério de ferro e pelotas para 2019 de 307-332 Mt, como previamente anunciado, e informa que a expectativa atual é de que as vendas fiquem próximas ao centro da faixa.

Em decorrência do acidente de Brumadinho, ocorreu escassez de produto a ser embarcado nos Sistemas Sudeste e Sul, e, consequentemente, uma parcela dos navios programados foram redirecionados para o Terminal de Ponta da Madeira no Sistema Norte. No entanto, devido às fortes chuvas em março, abril e início de maio, a produtividade do porto e os embarques foram impactados. Consequentemente, a fila de navios no Terminal de Ponta da
Madeira aumentou substancialmente, impactando os custos de demurrage e, com isso, o custo caixa C1. A estadia de navios no porto de São Luís aumentou de 6 dias em janeiro para um nível de pico de 32 dias em maio. A situação já está sendo normalizada com a estimativa de estadia de navios de 7 dias em julho.


A participação de produtos premium[7] no total de vendas aumentou para 86% no 2T19. Os prêmios de qualidade de minério de ferro e pelotas alcançaram US$ 13,2/t[8] no 2T19 contra US$ 10,7 no 1T19, devido principalmente, a uma maior contribuição do negócio de pelotas.

As vendas de níquel foram de 57.500 t no 2T19, ficando 14,3% acima do 1T19 devido à utilização dos estoques regionais, o que compensou parcialmente a menor produção de níquel refinado que caiu em relação ao 1T19. No trimestre, a produção de Sudbury obteve excelente desempenho operacional nas atividades de mineração, moagem e smelting, com a produção de cobre dessas minas alcançando 24,4 kt, o maior volume para um segundo trimestre desde 2016. Por sua vez, a produção de níquel refinado foi impactada por atividades de manutenção programadas e não programadas nas refinarias do Atlântico Norte. Essas manutenções já foram concluídas e a produção foi retomada nessas refinarias, que atualmente operam em ritmo normalizado.

A produção de cobre atingiu 98.300 t no 2T19, ficando 4,8% acima do 1T19 e em linha com o 2T18. A produção aumentou, principalmente, devido aos maiores teores na operação de Salobo e ao forte desempenho em Sudbury.

¹Incluindo compra de terceiros, run-of-mine e feed para planta de pelotização.
²Incluindo utilização de capacidade de terceiros.



DOCUMENTO: http://saladeimprensa.vale.com/Paginas/Releases.aspx?r=Relatorio_de_Producao_e_Vendas_2T19&s=Financas&rID=2444&sID=5


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LGCJ.: