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April 8, 2019


US ECONOMICS



VENEZUELA



U.S. Department of State. April 5, 2019. Signing of Protecting Power Arrangement for the U.S. in Venezuela

The United States and Switzerland reached an arrangement on April 5, 2019 regarding the Swiss acting as a protecting power for U.S. interests in Venezuela.

Until further notice that the arrangement is operative, the Swiss will not be able to provide services. Where possible, U.S. citizens in Venezuela who require emergency assistance should continue to visit the nearest U.S. embassy or consulate in another country.

We continue to warn U.S. citizens against travel to Venezuela and urge remaining U.S. citizens to leave Venezuela immediately. U.S. citizens who decide to remain in Venezuela should enroll their travel plans in the Smart Traveler Enrollment Program (STEP.state.gov) so they can receive timely security alerts and other important updates to our public information on Venezuela.

The United States extends our deepest appreciation to the Swiss for offering to undertake this important function and assist U.S. citizens on our behalf.

U.S. Department of State. April 8, 2019. Special Representative Abrams To Discuss Venezuela Crisis With Portuguese and Spanish Officials

Washington, DC - Special Representative for Venezuela Elliott Abrams will meet with Portuguese and Spanish officials in Lisbon and Madrid April 9-11 to discuss the deteriorating situation in Venezuela. The United States, Portugal, and Spain support a Venezuelan-led transition toward free and fair elections. The United States is committed to supporting the restoration of democracy in Venezuela, as outlined in their constitution and through the actions of Interim President Juan Guaido and the National Assembly.



G7



U.S. Department of State. April 6, 2019. Deputy Secretary Sullivan's Participation in the G7 Foreign Ministers' Meeting

The following is attributable to Spokesperson Morgan Ortagus:

Deputy Secretary of State John J. Sullivan, joined by Under Secretary for Political Affairs David Hale, concluded two days in Dinard, France, leading the U.S. delegation to the G7 Foreign Ministers’ Meeting. The G7 Foreign Ministers’ Meeting offers an opportunity for foreign ministers to seek common ground on political and security issues of mutual concern.

During the working sessions, Deputy Secretary Sullivan joined his G7 colleagues in rebuking Iran’s destabilizing activities in the Middle East, expressing concern about China’s unfair trade practices, calling for a peaceful, democratic transition in Venezuela, and condemning the deployment of Russian military forces there.

Deputy Secretary Sullivan encouraged G7 partners to consider national security when evaluating telecommunications and infrastructure projects, and G7 representatives collectively committed to increased cooperation to strengthen cybersecurity defenses and deter malicious cyber activity.

In reaction to the increased military action in Libya, G7 representatives issued a joint statement urging the immediate cessation of military activity near Tripoli and reaffirming support for the efforts of UN Secretary-General Antonio Guterres and Special Representative of the Secretary-General Ghassan Salame in assisting Libyans on a path to peace.

At the conclusion of the G7 Foreign Ministers’ Meeting, the United States joined G7 partners in a G7 Foreign Ministers’ Communique.



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INDICADORES/INDICATORS




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BACEN. BOLETIM FOCUS: RELATÓRIO SEMANAL DE MERCADO
(Projeções atualizadas semanalmente pelas 100 principais instituições financeiras que operam no Brasil, para os principais indicadores da economia brasileira)



ANÁLISE



BACEN. PORTAL G1. 08/04/2019. Mercado reduz pela 6ª vez seguida previsão para alta do PIB em 2019. Boletim Focus, divulgado nesta segunda (8), prevê alta de 1,97% para o PIB neste ano. Na pesquisa divulgada na semana passada, mercado apontava para alta de 1,98%.
Por Fábio Amato, G1 — Brasília

Analistas do mercado financeiro consultados pelo Banco Central voltaram a reduzir a previsão para o crescimento da economia brasileira em 2019.

De acordo com o boletim Focus divulgado pelo BC nesta segunda-feira (8), a previsão dos economistas é de que o Produto Interno Bruto (PIB) cresça 1,97% neste ano.

No boletim divulgado na semana passada, a previsão de alta do PIB estava em 1,98%.

Para se ter uma ideia, há um mês os analistas esperavam um desempenho bem melhor da economia brasileira em 2019: crescimento de 2,28%. No início do ano, a expectativa era de alta de 2,53%.

A queda no otimismo dos economistas ouvidos pelo Banco Central coincide com o começo turbulento do governo do presidente Jair Bolsonaro, que vem, por exemplo, enfrentando dificuldades na articulação política com o Congresso.

O ápice da crise foi a troca de farpas entre Bolsonaro e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, no final do mês passado, e que elevou os temores em relação às dificuldades para a aprovação da reforma da Previdência, tida como principal meta da equipe econômica do governo.

Na semana passada, quando os analistas foram ouvidos pelo BC para o relatório divulgado nesta semana, o ministro da Economia, Paulo Guedes, esteve na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara para debater a proposta do governo para a reforma da Previdência. A audiência, tensa, terminou em tumulto.

Paulo Guedes passa quase sete horas na CCJ da Câmara debatendo a Reforma da Previdência

Inflação e dólar

O Banco Central também ouve os analistas sobre a expectativa para a inflação e para a cotação do dólar ao final de 2019.

De acordo com o relatório, os economistas elevaram, de 3,89% para 3,90%, a previsão para o IPCA (inflação oficial) neste ano.

Para o dólar, os analistas prevee cotação de R$ 3,70, mesmo valor do relatório divulgado na semana passada.

BACEN. REUTERS. 8 DE ABRIL DE 2019. Economistas veem IPCA mais alto em 2019, pioram projeção para PIB neste ano e no próximo

BRASÍLIA (Reuters) - Economistas elevaram ligeiramente a expectativa para a inflação neste ano, enquanto as projeções para o crescimento econômico pioraram mais uma vez tanto para 2019 quanto para 2020, conforme pesquisa Focus divulgada pelo Banco Central nesta segunda-feira.

O levantamento semanal, feito com uma centena de economistas, apontou que a estimativa para a alta do IPCA foi a 3,90 por cento neste ano, sobre 3,89 por cento na pesquisa anterior. Para 2020, a estimativa permaneceu inalterada em 4,0 por cento.

O centro da meta oficial de 2019 é de 4,25 por cento e, de 2020, de 4 por cento, ambos com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

Para o Produto Interno Bruto (PIB), a perspectiva de crescimento caiu a 1,97 por cento para 2019, ante 1,98 por cento no levantamento da semana anterior. Já para o ano que vem, a conta agora é de alta de 2,70 por cento, ante 2,75 por cento anteriormente, na terceira semana seguida de ajuste para baixo.

No fim de março, o próprio BC piorou a projeção do PIB neste ano a 2,0 por cento, citando a fraqueza observada na atividade no fim do ano passado, consequências da tragédia de Brumadinho (MG) e menor perspectiva para a safra agrícola neste ano.

Em meio à fraqueza na retomada econômica, a pesquisa semanal do BC mostrou ainda que, para a taxa básica de juros, a expectativa continua sendo de que feche este ano a 6,5 por cento e o ano que vem a 7,50 por cento. O Top-5, grupo dos que mais acertam as previsões, enxerga o mesmo cenário para a Selic.

Atualmente a taxa básica está no seu piso histórico de 6,5 por cento, sendo que o presidente do BC, Roberto Campos Neto, ressaltou recentemente que a autoridade monetária necessita de mais tempo para avaliar o cenário antes de eventuais mudanças na condução da política monetária.

Por Marcela Ayres




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ECONOMIA BRASILEIRA / BRAZIL ECONOMICS



INFLAÇÃO



FGV. 08/04/19. Índices Gerais de Preços. IGP-DI. IGP-DI varia 1,07% em março

O Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) subiu 1,07% em março, percentual inferior ao apurado no mês anterior, quando a taxa havia sido de 1,25%. Com este resultado, o índice acumula alta de 2,41% no ano e de 8,27% em 12 meses. Em março de 2018, o índice havia subido 0,56% e acumulava elevação de 0,76% em 12 meses.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) subiu 1,35% em março. Em fevereiro, a taxa foi de 1,79%. Na análise por estágios de processamento, a taxa do grupo Bens Finais variou 1,70% em março após registrar alta de 1,77% em fevereiro. O principal responsável por este recuo foi o subgrupo alimentos in natura, cuja taxa passou de 23,32% para 8,13%. O índice de Bens Finais (ex), que resulta da exclusão de alimentos in natura e combustíveis para o consumo, subiu 0,35% em março, ante queda de 0,29% em fevereiro.

A taxa do grupo Bens Intermediários passou de 0,16% em fevereiro para 0,68% em março. O principal responsável por este movimento foi o subgrupo materiais e componentes para a manufatura, cuja taxa passou de -0,94% para 0,31%. O índice de Bens Intermediários (ex), calculado após a exclusão de combustíveis e lubrificantes para a produção, subiu 0,26% em março, contra queda de 0,74% no mês anterior.

O estágio das Matérias-Primas Brutas variou 1,75% em março. Em fevereiro, a taxa havia subido 3,85%. Contribuíram para o recuo da taxa do grupo os seguintes itens: minério de ferro (12,26% para 0,10%), leite in natura (9,24% para 3,44%) e milho (em grão) (3,70% para 1,13%). Em sentido oposto, vale citar soja (em grão) (0,35% para 2,13%), aves (2,88% para 7,92%) e bovinos (-0,13% para 1,39%).
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu 0,65% em março, ante 0,35% no mês anterior. Cinco das oito classes de despesa componentes do índice registraram acréscimo em suas taxas de variação. A principal contribuição para a elevação da taxa do IPC partiu do grupo Transportes (-0,01% para 1,22%). Nesta classe de despesa, vale mencionar o comportamento do item gasolina, cuja taxa passou de -1,71% para 3,05%.

Também apresentaram acréscimo em suas taxas de variação os grupos Educação, Leitura e Recreação (-0,65% para 0,02%), Alimentação (0,94% para 1,10%), Vestuário (-0,13% para 0,50%) e Comunicação (0,00% para 0,19%). Nestas classes de despesa, as principais influências observadas partiram dos seguintes itens: show musical (-3,17% para 3,55%), hortaliças e legumes (5,93% para 13,42%), roupas (-0,10% para 0,72%) e pacotes de telefonia fixa e internet (0,00% para 0,98%).

Em contrapartida, os grupos Habitação (0,44% para 0,36%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,50% para 0,37%) e Despesas Diversas (0,10% para -0,04%) apresentaram decréscimo em suas taxas de variação. Nestas classes de despesa, os maiores recuos foram observados nas taxas dos seguintes itens: tarifa de gás encanado (3,91% para -1,10%), salão de beleza (0,52% para 0,17%) e acesso à internet em loja (0,60% para -0,46%).

O núcleo do IPC registrou taxa de 0,32% em março, ante 0,35% no mês anterior. Dos 85 itens componentes do IPC, 44 foram excluídos do cálculo do núcleo. Destes, 24 apresentaram taxas abaixo de 0,05%, linha de corte inferior, e 20 registraram variações acima de 0,67%, linha de corte superior. Em março, o índice de difusão, que mede a proporção de itens com taxa de variação positiva, foi de 66,86%, ficando 8,28 pontos percentuais acima do registrado em fevereiro, quando o índice foi de 58,58%.

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) subiu 0,31% em março, ante 0,09% no mês anterior. Os três grupos componentes do INCC registraram as seguintes variações na passagem de fevereiro para março: Materiais e Equipamentos (0,02% para 0,56%), Serviços (0,61% para 0,49%) e Mão de Obra (0,04% para 0,12%).

DOCUMENTO: https://portalibre.fgv.br/navegacao-superior/noticias/noticias-1432.htm



COMÉRCIO EXTERIOR BRASILEIRO



ABIEC. PORTAL G1. REUTERS. 08/04/2019. Exportação de carne bovina do Brasil melhor 1º tri em 12 anos, diz Abiec. País embarcou 405,7 mil toneladas, 2,6% mais que no mesmo período de 2018. Em receitas, vendas ao exterior caíram 5,6%, a US$ 1,5 bilhão.

As exportações brasileiras de carne bovina cresceram 2,6% no primeiro trimestre frente a igual intervalo de 2018, para 405,7 mil toneladas. É o melhor desempenho para o período em 12 anos, informou nesta segunda-feira (8) Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec).

Em receita, as vendas no trimestre somaram US$ 1,5 bilhão, queda de 5,6% na comparação anual.

Conforme a entidade, dentre os principais países compradores, o destaque para o primeiro trimestre ficou novamente para a China, que importou 6,2% mais da proteína nacional.

"A expectativa é de que esse ritmo se mantenha nos próximos meses", disse em nota o presidente da Abiec, Antônio Jorge Camardelli.

A associação destacou que o resultado positivo no acumulado do ano foi mantido mesmo com a redução nas exportações em março.

DOCUMENTO: http://abiec.com.br/Default.aspx

ABPA. 08/04/2019. Brasil exporta 340,5 mil toneladas de carne de frango em março

São Paulo, 08 de abril de 2019 - Levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostram que as exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) alcançaram 340,5 mil toneladas em março, volume 9,5% inferior que as 376,2 mil toneladas exportadas no mesmo período do ano passado.

Em receita, o embarque mensal alcançou US$ 564,8 milhões, saldo 4,1% menor que as vendas de março de 2018, quando foram obtidos US$ 589,1 milhões.

No ano, o saldo acumulado é de 939,3 mil toneladas, número 7,6% inferior ao volume exportado no primeiro trimestre do ano passado, de 1,016 milhão de toneladas.  Já o resultado em receita alcançou US$ 1,543 bilhão, desempenho 3,8% menor que o obtido em 2018, com US$ 1,604 bilhão.

“Apesar de inferior ao mesmo período do ano passado, o volume de exportações de março é superior ao saldo de fevereiro deste ano, e mostra o ritmo de crescimento das exportações mês a mês.  Neste contexto, o preço médio geral de março foi 5,5% superior ao mesmo período do ano passado, impulsionado especialmente pelas vendas do Oriente Médio e Ásia”, analisa Francisco Turra, presidente da ABPA.

Os Emirados Árabes Unidos se destacaram no mês, com importações de 36,3 mil toneladas, 23% a mais na comparação com março de 2018.  Catar também incrementou suas compras, com total mensal de 7,4 mil toneladas (+40%).

As vendas para a União Europeia também cresceram no mês passado, chegando a 20,3 mil toneladas (+5%).

Líder entre os importadores de carne de frango do Brasil, a China também incrementou suas compras no mês, chegando a 41,7 mil toneladas (+2%).

“Além da consolidação da China como principal destino da carne de frango brasileira, a forte elevação das vendas para os Emirados Árabes indicam a sustentação do fluxo de produtos halal no Oriente Médio”, ressalta Ricardo Santin, diretor-executivo da ABPA.

Abaixo, a lista dos principais importadores de carne de frango do Brasil em março:

POSIÇÃO
PAÍS IMPORTADOR
SALDO EM MARÇO (MILTONS)
SHARE (%)
1
CHINA
41,735
12,5%
2
ARABIA SAUDITA
38,338
11,4%
3
EMIRADOS ARABES
36,335
10,8%
4
JAPAO
35,193
10,5%
5
AFRICA DO SUL
27,339
8,2%
6
UNIÃO EUROPÉIA
20,361
6,1%
7
HONG KONG
17,106
5,1%
8
IEMEN
10,276
3,1%
9
COVEITE
9,405
2,8%
10
COREIA DO SUL
8,470
2,5%


ABPA. 05/04/2019. CARNE SUÍNA: Volume exportado pelo Brasil mantém alta em 2019

São Paulo, 05 de abril de 2019 - As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) alcançaram 54,8 mil toneladas em março, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).  O volume é 5,6% inferior ao desempenho registrado no mesmo período do ano passado, com 58,1 mil toneladas.

Em receita, houve retração de 7,8% em relação ao mesmo período do ano passado, com US$ 106,6 milhões em março de 2019 e US$ 115,7 milhões em março do ano passado.

O resultado do primeiro trimestre segue positivo para o setor produtivo, com total de 157,5 mil toneladas exportadas, volume 1,46% superior ao embarcado no mesmo período de 2018, com 155,2 mil toneladas.   O saldo cambial totalizou US$ 298,3 milhões, desempenho 5,4% menor que o realizado em 2018, com US$ 315,3 milhões.

“Apesar da retração no número mensal, o saldo das vendas acumuladas em 2019 segue positivo, com elevações sequenciais em janeiro, fevereiro e março, que deve ganhar impulso, também, com o bom fluxo das exportações para a China, Vietnam, Coreia do Sul, Filipinas, Japão e a Rússia”, analisa Francisco Turra, presidente da ABPA.

Abaixo a lista de principais destinos para as exportações de carne suína brasileiras em março:



POSIÇÃO
PAÍS IMPORTADOR
SALDO EM MARÇO (MIL TONS)
SHARE (%)
1
CHINA
13,023
24,0%
2
HONG KONG
12,852
23,7%
3
RUSSIA
6,497
12,0%
4
CHILE
3,436
6,3%
5
URUGUAI
3,043
5,6%
6
CINGAPURA
3,016
5,6%
7
ARGENTINA
2,581
4,8%
8
ANGOLA
1,878
3,5%
9
GEORGIA
1,459
2,7%
10
VIETNA
1,023
1,9%



ENERGIA



OPEP. EUA. PORTAL G1. REUTERS. 08/04/2019. Preços do petróleo atingem maior valor em 5 meses. Cortes da Opep, sanções dos EUA e impasses na Líbia elevam preços do barril de petróleo.

Os contratos futuros do petróleo subiam nesta segunda-feira (8) para o maior nível desde novembro, impulsionados pelos cortes na oferta da Opep, pelas sanções dos EUA ao Irã e à Venezuela e pelos impasses políticos na Líbia, além de fortes dados de empregos nos EUA.

O petróleo Brent subia 0,51 dólar, ou 0,73%, a US$ 70,85 por barril, às 12h04 (horário de Brasília).

O petróleo dos Estados Unidos avançava 1,06 dólar, ou 1,68%, a US$ 64,14 por barril.

Para sustentar os preços, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados se comprometeram a cortar cerca de 1,2 milhão de barris por dia da oferta a partir do início deste ano.

"Os contínuos cortes de oferta da Opep e as sanções dos Estados Unidos ao Irã e à Venezuela têm sido o principal motor dos preços ao longo deste ano", disse Hussein Sayed, estrategista-chefe de mercado da corretora de futuros FXTM.

"No entanto, o último impulso foi recebido de uma escalada dos combates na Líbia, que está ameaçando novas interrupções no fornecimento", acrescentou.

Fortes dados de empregos nos EUA divulgados na sexta-feira continuavam a apoiar os mercados.


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LGCJ.: