US ECONOMICS
GDP
DoC. BEA. April 19, 2019. Gross Domestic Product by Industry: Fourth Quarter and Annual 2018
Wholesale trade; mining; and information were the leading contributors to the increase in U.S. economic growth in the fourth quarter of 2018. According to gross domestic product (GDP) by industry statistics released by the Bureau of Economic Analysis, 15 of 22 industry groups contributed to the overall 2.2 percent increase in real GDP in the fourth quarter.
- For the wholesale trade industry group, real value added—a measure of an industry’s contribution to GDP—increased 9.1 percent in the fourth quarter, after increasing 7.4 percent in the third quarter.
- Mining increased 38.0 percent in the fourth quarter, after no increase in the third. This was the largest increase since the fourth quarter of 2008 and primarily reflected an increase in oil and gas extraction.
- Information services increased 8.9 percent, after increasing 7.6 percent. The fourth quarter growth reflected increases to data processing, internet publishing, and other information services; broadcasting and telecommunications; and publishing industries.
Other highlights
- Real GDP growth slowed to 2.2 percent in the fourth quarter from 3.4 percent in the third quarter. Finance and insurance was the leading contributor to the deceleration with real value added for the industry group decreasing 6.2 percent in the fourth quarter, after increasing 5.5 percent in the third quarter.
- Retail trade decreased 2.5 percent in the fourth quarter, after increasing 6.3 percent, and was the second leading contributor to the slowdown. The deceleration was primarily attributed to other retail, which includes health and personal care stores, gasoline stations, and nonstore retailers.
- Construction decreased 2.1 percent, after increasing 2.9 percent.
Gross output by industry
Economy-wide, real gross output—principally a measure of an industry’s sales or receipts, which includes sales to final users in the economy (GDP) and sales to other industries (intermediate inputs)—increased 2.3 percent in the fourth quarter. This reflected an increase of 1.5 percent for the private goods-producing sector, 2.9 percent for the private services-producing sector, and 0.8 percent for the government sector. Overall, 18 of 22 industry groups contributed to the increase in real gross output.
- Real gross output for mining increased 9.5 percent in the fourth quarter, after increasing 12.7 percent in the third quarter. The fourth quarter increase was primarily attributed to oil and gas extraction.
- Information increased 5.3 percent, after increasing 6.8 percent, primarily reflecting increases in data processing, internet publishing, and other information services.
- Finance and insurance increased 5.1 percent, after increasing 1.3 percent. The fourth quarter growth primarily reflected an increase in securities, commodity contracts, and investments.
2018 GDP by industry
Real GDP increased 2.9 percent in 2018 (that is, from the 2017 annual level to the 2018 annual level). The private goods- and services-producing sectors, as well as the government sector, contributed to the increase. Growth was widespread, with 19 of 22 industry groups contributing to the increase. Information; professional, scientific, and technical services; and durable goods manufacturing were the leading contributors to the increase in real GDP.
- For information services, real value added increased 8.5 percent in 2018, after increasing 7.1 percent in 2017, primarily reflecting an increase in data processing, internet publishing, and other information services.
- Professional, scientific, and technical services increased 5.5 percent, after increasing 3.4 percent. This was the largest increase since 2008.
- Durable goods manufacturing increased 5.4 percent, after increasing 3.2 percent. The growth primarily reflected increases in motor vehicles, bodies and trailers, and parts as well as computer and electronic products.
FULL DOCUMENT: https://www.bea.gov/system/files/2019-04/gdpind418_0.pdf
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INDICADORES/INDICATORS
- US ECONOMIC INDICATORS
- US INTERNATIONAL TRADE IN GOODS AND SERVICES
- BALANÇA COMERCIAL BRASILEIRA
- BACEN. BOLETIM FOCUS: RELATÓRIO SEMANAL DE MERCADO (Projeções atualizadas semanalmente pelas 100 principais instituições financeiras que operam no Brasil, para os principais indicadores da economia brasileira)
- BACEN. Indicadores Econômicos Consolidados
- BACEN. Câmbio
- BOVESPA
- INDICADORES DO BANCO MUNDIAL
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BACEN. BOLETIM FOCUS: RELATÓRIO SEMANAL DE MERCADO
(Projeções atualizadas semanalmente pelas 100 principais instituições financeiras que operam no Brasil, para os principais indicadores da economia brasileira)
ANÁLISE
BACEN. PORTAL G1. 22/04/2019. Mercado baixa para 1,71% a expectativa de alta do PIB em 2019. Esta é a oitava semana seguida com queda na previsão. Estimativa de inflação para este ano recuou de 4,06% para 4,01%.
Por Alexandro Martello, G1 — Brasília
Os analistas das instituições financeiras baixaram, pela oitava vez seguida, a estimativa para o crescimento da economia neste ano - que passou de de 1,95% para 1,71%.
A previsão consta no boletim de mercado, também conhecido como relatório "Focus", divulgado nesta segunda-feira (15) pelo Banco Central (BC). O relatório é resultado de levantamento feito na semana passada com mais de 100 instituições financeiras.
O Produto Interno Bruto (PIB) é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia.
O início das revisões para baixo na expectativa de crescimento do mercado financeiro para o PIB deste ano começou após a divulgação do resultado do ano passado – quando a economia avançou 1,1%.
Recentemente, o próprio Banco Central estimou uma expansão de 2% para a economia brasileira neste ano. Na última revisão do orçamento, o Ministério da Economia projetou um crescimento de 2,2% para 2019.
Para o ano que vem, a expectativa do mercado financeiro para expansão da economia recuou de 2,58% para 2,50%. Nesse caso, foi a quinta queda seguida do indicador.
Os economistas dos bancos não alteraram a previsão de expansão da economia para 2021 e para 2022 – que continuou em 2,5% para os dois anos.
Estimativas do mercado para a economia
Taxas esperadas de 2019 a 2022
2019
● PIB (em %): 1,71
● PIB (em %): 1,71
Fonte: Banco Central
Inflação
Para 2019, os economistas do mercado financeiro baixaram a expectativa de inflação de 4,06% para 4,01%. A meta central deste ano é de 4,25%, e o intervalo de tolerância do sistema de metas varia de 2,75% a 5,75%.
A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic).
Para 2020, o mercado financeiro manteve em 4% a estimativa de inflação – em linha com a meta central, de 4% para o próximo ano. No ano que vem, a meta terá sido oficialmente cumprida se a inflação oscilar entre 2,5% e 5,5%.
Outras estimativas
- Taxa de juros - O mercado manteve em 6,5% ao ano a previsão para a taxa Selic no fim de 2019. Esse é o índice atualmente em vigor. Com isso, o mercado segue prevendo juros estáveis neste ano. Para o fim de 2020, a previsão continuou em 7,5% ao ano. Desse modo, os analistas continuam prevendo alta dos juros no ano que vem.
- Dólar - A projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2019 subiu de R$ 3,70 para R$ 3,75 por dólar. Para o fechamento de 2020, avançou de R$ 3,78 para R$ 3,80 por dólar.
- Balança comercial - Para o saldo da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), a projeção em 2019 recuou de US$ 50,14 bilhões para US$ 50 bilhões de resultado positivo. Para o ano que vem, a estimativa dos especialistas do mercado para o superávit permaneceu estável em US$ 46 bilhões.
- Investimento estrangeiro - A previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil, em 2019, recuou de US$ 82 bilhões para US$ 81,89 bilhões. Para 2020, a estimativa dos analistas passou de US$ 84,36 bilhões para US$ 83,38 bilhões.
BACEN. REUTERS. 22 DE ABRIL DE 2019. Economistas passam a ver crescimento de 1,71% da economia brasileira em 2019
SÃO PAULO (Reuters) - A estimativa de crescimento econômico do Brasil neste ano voltou a ser reduzida com força na pesquisa Focus que o Banco Central divulgou nesta segunda-feira, com um ritmo esperado para a indústria bem mais fraco.
O levantamento semanal apontou que a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) em 2019 agora é de um crescimento de 1,71 por cento, de 1,95 por cento na semana anterior, na oitava semana seguida de redução.
O cenário para a produção industrial em 2019 sofreu forte piora, com as contas para o crescimento do setor passando a 1,70 por cento, de 2,30 por cento antes.
A perspectiva para o PIB em 2020 também foi piorada, com os analistas consultados vendo agora uma expansão de 2,50 por cento, 0,08 ponto percentual a menos do que no levantamento anterior. Entretanto, o crescimento da produção industrial permaneceu sendo calculado em 3 por cento.
Em relação à inflação, o levantamento mostrou que agora a expectativa é de uma alta do IPCA em 2019 de 4,01 por cento, de 4,06 por cento antes. Para o próximo ano permanece o cálculo de inflação de 4 por cento.
O centro da meta oficial de 2019 é de 4,25 por cento e, de 2020, de 4 por cento, ambos com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.
A pesquisa semanal com uma centena de economistas mostrou ainda que o cenário para a política monetária não mudou apesar do cenário de crescimento mais fraco, com a taxa básica de juros Selic calculada este ano no atual piso histórico de 6,5 por cento, indo a 7,5 por cento em 2020. Essa é a mesma perspectiva adotada pelo Top-5, grupo dos que mais acertam as previsões.
Por Camila Moreira
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ECONOMIA BRASILEIRA / BRAZIL ECONOMICS
ECONOMIA
PORTAL G1. 21/04/2019. Estagnado, Brasil vê riqueza de colombianos e peruanos se aproximar. Em 2018, renda média da população da Colômbia e do Peru equivalia a 93% e 88% da brasileira, respectivamente. Distância vem diminuindo ao longo dos anos.
Por Luiz Guilherme Gerbelli, G1
Os efeitos provocados pela crise continuam causando estragos no Brasil. A recessão e a lenta retomada da atividade econômica dos últimos anos deixou a renda média dos brasileiros praticamente equivalente à de países como a Colômbia e o Peru, um cenário impensável há algumas décadas.
Em 2018, os dados do Fundo Monetário Internacional (FMI) mostraram que o Produto Interno Bruto (PIB) per capita da Colômbia chegou a US$ 14,943 mil, enquanto o do Peru foi a US$ 14,424 mil. A riqueza dois países equivaliam, respectivamente, a 93% e 88% da renda do brasileiro (US$ 16,154 mil) no ano passado. É a menor diferença já registrada pelo fundo.
A aproximação das economias colombiana e peruana marca mais um revés para o Brasil e deixa evidente que o país tem ficado para trás na região. Nas últimas décadas, a economia brasileira já foi superada pelo Chile e viu a distância de outros países latino-americanos, como México e Argentina, crescer em vários momentos.
O PIB per capita é um indicador que mede toda a riqueza produzida por um país e a divide pela quantidade de habitantes. Os dados foram calculados em Paridade do Poder de Compra (PPC) e, portanto, permitem a comparação entre os países porque exclui qualquer tipo de efeito do câmbio nas moedas locais.
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Em 1980, quando o indicador começou a ser mensurado pelo órgão, a distância do Brasil para Colômbia e Peru era bem maior. O PIB per capita colombiano equivalia a 56% do brasileiro, enquanto o peruano correspondia a 64%.
Naquele ano, o Brasil tinha um PIB per capita de US$ 4,9 mil, enquanto o da Colômbia somava US$ 2,762 mil, e o Peru tinha uma riqueza média de US$ 3,151 mil.
O Brasil também superava o Chile, cuja renda per capita era de US$ 3,441 em 1980. Em 2018, no entanto, o PIB per capita chileno avançou a US$ 27,059 mil – 60% superior ao brasileiro no mesmo ano.
Brasil cresce menos
O mau desempenho do Brasil na comparação com os pares latino-americanos é explicado pelo baixo crescimento econômico ao longo dos últimos anos. O cenário foi agravado com a recessão de 2015 e 2016 e por avanços modestos do PIB nos dois anos seguintes, em 2017 e 2018.
"A Colômbia e o Peru apresentam uma tendência de evolução no crescimento, enquanto o Brasil enfrenta dificuldades", diz Marcel Balasiano, pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV).
Uma análise detalhada dos números do PIB dos países latino-americanos feita por Balasiano entre 1980 e 2018 confirma a lentidão brasileira. Nesse quase 40 anos, o crescimento médio do Brasil foi de 2,3%, enquanto o PIB da Colômbia subiu 3,5% e do Peru avançou 3,2%.
De forma geral, o desempenho econômico dos países da América Latina se destacou, sobretudo, nos anos 2000, quando a economia mundial foi beneficiada pelo boom de commodities. O rápido crescimento chinês aumentou a demanda por produtos básicos, o que estimulou toda a economia da região.
Hoje, com o fim deste ciclo, todas as economias da região crescem menos do que no passado, mas países com desequilíbrios macroeconômicos, como Brasil e Argentina, estão sofrendo mais.
"O Brasil teve um excesso de estímulo monetário, fiscal e parafiscal. Uma hora tudo isso se esgotou", diz João Pedro Bumachar, economista do Itaú Unibanco. "Na hora em que a economia brasileira precisou de algum estímulo, havia pouca margem."
Diferença vai seguir caindo
Nas projeções do fundo, a diferença da Colômbia e do Peru para a economia brasileira deve continuar diminuindo e os países devem praticamente se igualar no quesito PIB per capital em poucos anos.
Em 2024, a projeção do FMI é que o PIB per capita da Colômbia chegue a US$ 19,766 mil e alcance 99% da renda do Brasil (US$ 20,052 mil). Já o PIB per capita peruano (US$ 19,027 mil) deve equivaler a 95% do brasileiro.
"Colômbia e Peru foram economias que se voltaram mais para o mundo", afirma Alexandre Chaia, professor de finanças do Insper. "O Brasil é um país extremamente fechado, com baixo nível de exportação e importação. Isso não gera o benefício das trocas comerciais e foi por meio das trocas que o mundo cresceu nos anos 1990 e 2000."
INDÚSTRIA
FGV. IBRE. 22/04/19. Sondagens e Índices de Confiança. Prévia da Sondagem da Indústria. Prévia da Sondagem da Indústria sinaliza avanço em março
A prévia da Sondagem da Indústria de abril de 2019 sinaliza avanço de 0,4 ponto do Índice de Confiança da Indústria (ICI) em relação ao número final de março de 2019.
A alta seria determinada pela melhora na percepção dos empresários em relação à situação atual dos negócios. O Índice da Situação Atual (ISA) subiria 1,0 ponto, para 98,1 pontos, enquanto o Índice de Expectativas (IE) recuaria apenas 0,2 ponto, para 97,2 pontos.
O resultado preliminar de abril sinaliza queda de 0,3 ponto percentual do Nível de Utilização da Capacidade Instalada da Indústria (NUCI), para 74,4%.
Para a prévia de abril de 2019 foram consultadas 782 empresas entre os dias 01 e 16 deste mês.
DOCUMENTO: https://portalibre.fgv.br/navegacao-superior/noticias/noticias-1478.htm
IDHM
IPEA. 16/04/2019. Desenvolvimento Humano no Brasil tem leve crescimento entre 2016 e 2017. Melhorias nas dimensões Longevidade e Educação garantiram o aumento do índice, apesar da piora na dimensão Renda
Entre 2016 e 2017, o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) do Brasil manteve-se praticamente estável: passou de 0,776 para 0,778. É o que mostram os dados atualizados do Radar IDHM, estudo que detalha os indicadores de desenvolvimento humano no Brasil, nas Unidades da Federação e em Regiões Metropolitanas. O Radar IDHM, divulgado em coletiva de imprensa nesta terça-feira, 16, é composto por três dimensões (Renda, Educação e Longevidade), formadas por diversos indicadores.
Apesar de ter sido observada uma leve queda de 0,92% no valor da renda per capita entre 2016 e 2017, que passou de R$ 842,04 para R$ 834,31 e gerou uma retração do IDHM Renda de 0,748 para 0,747, esse impacto foi contrabalanceado pelas outras duas dimensões. O crescimento da esperança de vida, de 75,72 anos para 75,99 anos, foi o principal indicador que elevou o IDHM Longevidade de 0,845 para 0,850. Já a dimensão Educação, que avançou de 0,739 para 0,742, obteve uma importante contribuição do subíndice de Frequência Escolar, que passou de 0,792 para 0,797.
Embora persistentes, as diferenças diminuíram no período quando se observa os dados desagregados por cor e sexo. O IDHM da população branca caiu de 0,819 para 0,817, e o da população negra elevou-se de 0,728 para 0,732. Esse resultado foi possível pela melhoria em todos os quesitos analisados para os negros e pela queda nas dimensões Renda e Educação para os brancos. Ainda assim, brancos ganham cerca de duas vezes mais que os negros: R$ 1.144,76, contra R$ 580,79.
O desequilíbrio entre homens e mulheres também se reduziu, em grande parte devido à menor diferença no IDHM Renda – único em que o índice das mulheres, quando ajustado às diferenças de rendimento do trabalho, é inferior ao dos homens. No período, o índice de Renda dos homens caiu de 0,818 para 0,814, e o das mulheres subiu de 0,658 para 0,660.
Estados e Regiões Metropolitanas
De forma geral, as Unidades da Federação seguiram avançando entre 2016 e 2017. Dentre as 27 UFs, seis apresentaram redução no IDHM. Acre (-0,010) e Roraima (-0,006), ambos na região Norte, registraram as maiores quedas, seguidos por Rio Grande do Norte (-0,005), São Paulo (-0,005), Distrito Federal (-0,004) e Pernambuco (-0,003). As maiores tendências de crescimento foram observadas no Amazonas (0,017) e na Paraíba (0,013) – que, em termos percentuais, tiveram crescimento de 2,4% e 1,8%, respectivamente.
No entanto, as disparidades interestaduais e regionais ainda são grandes: em 2017, o IDHM atingia 0,850 no Distrito Federal e 0,837 em São Paulo, enquanto ficava em somente 0,687 no Maranhão e 0,683 em Alagoas. Apenas no DF e nos estados das regiões Sul e Sudeste, os valores do IDHM foram superiores ao do país.
O Radar IDHM traz uma ampliação da coleta dos dados para vinte Regiões Metropolitanas (RMs) e para a Região Integrada de Desenvolvimento (Ride) da Grande Teresina. O IDHM apresentou tendência de avanço em onze RMs e na Ride Grande Teresina. Em 2017, o índice atingia os maiores valores em Florianópolis (0,840) e em São Paulo (0,836), e os menores valores em Macapá (0,746) e Maceió (0,721). Em doze Regiões Metropolitanas, todas elas localizadas no Norte e no Nordeste, o IDHM era inferior ao do país. A dimensão Longevidade foi a única que cresceu em todas as RMs. Já as dimensões Renda e Educação recuaram em dez das 21 regiões analisadas.
Acessível pelo endereço www.atlasbrasil.org.br, a base de dados completa do Radar IDHM e suas análises têm o objetivo de estimular o desenho e a implementação de políticas públicas que contribuam para gerar avanços na realidade social e econômica do Brasil, com redução das desigualdades e ampliação das oportunidades de inclusão social. O estudo é resultado de uma parceria de mais de 20 anos entre a Fundação João Pinheiro (FJP), o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).
DOCUMENTO: http://www.ipea.gov.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=34681&Itemid=7
IPEA. PORTAL G1. 19/04/2019. Disparidade de renda cresceu entre brancos e negros em 5 anos, mas caiu entre homens e mulheres. De 2016 para 2017, rendimento do trabalho caiu no agregado do país. Brasil tem 25% da população vulnerável à pobreza, segundo o Ipea.
Por Taís Laporta, G1
A desigualdade de renda entre brancos e negros cresceu em cinco anos, segundo um estudo divulgado esta semana pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) – que também indicou uma redução geral dos rendimentos do trabalho no Brasil entre 2016 e 2017.
Segundo o Radar IDHM (Índice de Desenvolvimento Humano Municipal), os brancos recebiam por seu trabalho uma renda R$ 726,93 maior que a população negra em 2012. Já em 2017, essa diferença aumentou para R$ 767,84.
O indicador detalha os indicadores de desenvolvimento humano no Brasil, levando em conta três pilares: renda, educação e longevidade. No Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil é possível consultar os dados do IDH-M por cidade, estado e região metropolitana.
Apesar do aumento em cinco anos, a desigualdade entre os dois grupos caiu ligeiramente entre 2016 e 2017, impulsionada por uma leve redução da renda dos brancos (de R$ 1.837,30 para R$ 1.780,60) e pelo aumento para a população negra neste mesmo período, de R$ 996,13 para R$ 1.012,76.
Ainda assim, os brancos possuíam renda de quase duas vezes a da população negra em 2017 (veja o gráfico), de acordo com o estudo.
Renda mensal média de brancos e negros, em R$
Rendimentos do trabalho, por cor
2017
● Brancos: 1.780,6
● Brancos: 1.780,6
Fonte: Ipea
No todo, renda caiu
Segundo o estudo, a renda do trabalho para o agregado de todos os grupos (sexo e cor) ficou levemente menor em 2017, puxada pela redução de R$ 842,04 para R$ 834,31 na renda per capita – um recuo de 0,9% em relação a 2016.
Esta queda veio acompanhada da manutenção da desigualdade de renda pelo índice de Gini, implicando o aumento da pobreza. "A proporção de pessoas vulneráveis à pobreza cresceu 0,5 ponto percentual em 2017, atingindo 25% da população brasileira", aponta o Ipea.
Mulheres receberam R$ 377,62 menos que homens
Já entre homens e mulheres, a diferença de renda diminuiu em cinco anos. Em 2012, eles possuíam uma renda R$ 423,80 maior que a das mulheres. Em 2017, essa diferença caiu para R$ 377,62, segundo o Ipea.
Renda mensal média de homens e mulheres, em R$
Diferença entre os rendimentos caiu
2013
● Homens: 1.537,82
● Homens: 1.537,82
Fonte: Ipea
Essa redução na diferença entre os sexos ajudou a igualar a condição de homens e mulheres na medição geral do Índice de Desenvolvimento Humano que, além da renda do trabalho, também inclui longevidade e educação. Nestes dois últimos quesitos, as mulheres ficam à frente dos homens.
Segundo o Ipea, o IDHM-Ajustado dos homens subiu ligeiramente, de 0,772 para 0,773, enquanto o das mulheres passou de 0,769 para 0,772, praticamente alcançando o dos homens.
Índice geral ficou estável
Entre 2016 e 2017, o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal brasileiro ficou praticamente estável, passando de 0,776 para 0,778. Esta faixa é considerada de alto desenvolvimento humano pelos padrões internacionais.
De acordo com o estudo, a melhora do índice aconteceu apesar da leve queda da renda, compensada pela evolução nos níveis de longevidade e educação, de 0,6% e 1,6%, respectivamente.
O crescimento da esperança de vida, de 75,72 anos para 75,99 anos, foi o principal indicador que elevou o nível de longevidade de 0,845 para 0,850. Já a dimensão Educação, que avançou de 0,739 para 0,742, contribuiu para o subíndice de frequência escolar, passando de 0,792 para 0,797.
Resultado por regiões
Entre os 27 estados mais Distrito Federal, seis deles tiveram redução no IDHM. Acre (-0,010) e Roraima (-0,006), ambos na região Norte, tiveram as maiores quedas, seguidos por Rio Grande do Norte (-0,005), São Paulo (-0,005), Distrito Federal (-0,004) e Pernambuco (-0,003).
As maiores altas no índice foram observadas no Amazonas (0,017) e na Paraíba (0,013) – que cresceram 2,4% e 1,8%, respectivamente.
Segundo o estudo, as disparidades interestaduais e regionais ainda são grandes no Brasil. Em 2017, o IDHM atingia 0,850 no Distrito Federal e 0,837 em São Paulo, enquanto ficava em somente 0,687 no Maranhão e 0,683 em Alagoas.
Apenas no Distrito Federal e nos estados das regiões Sul e Sudeste, os valores do IDHM foram superiores ao da média do país, de acordo com o levantamento.
BRICS
IPEA. 17/04/2019. Banco do BRICS aprovou US$ 621 milhões em projetos de infraestrutura e desenvolvimento sustentável no Brasil. Em três anos de operação, o Novo Banco de Desenvolvimento liberou US$ 8 bilhões em financiamentos para Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul
O Brasil receberá US$ 621 milhões do Novo Banco de Desenvolvimento (New Development Bank - NDB), instituição financeira criada em 2015 pelo grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, o BRICS. Nos três primeiros anos de operação da instituição, foram aprovados quatro projetos brasileiros que abrangem as áreas de energia renovável (eólica, solar e hidrelétrica), construção de estradas, reconstrução de rodovia férrea, esgotamento sanitário, telecomunicações e refinarias da Petrobras. Os dados são do estudo Arquitetura Financeira Conjunta do BRICS: o Novo Banco de Desenvolvimento, lançado nesta quarta-feira, 17, pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
O estudo estima que o deficit de investimentos em infraestrutura nos países em desenvolvimento seja de US$ 1 trilhão a US$ 1,5 trilhão por ano. Criado para oferecer crédito a projetos de infraestrutura e desenvolvimento sustentável nos BRICS e em outros países em desenvolvimento, o NDB aprovou, entre 2016 e 2018, 30 projetos num total de US$ 8,1 bilhões. Segundo a pesquisa, quase um terço do valor se destina a financiamentos no setor de transporte, enquanto 26% é direcionado à energia limpa. Além desses setores, o banco também é voltado para projetos contemporâneos nas áreas de mobilidade urbana e rural, eficiência na oferta e uso da água, proteção contra enchentes, infraestrutura (social e urbana) e produção limpa (atividades poupadoras de emissão de CO2).
O Brasil, como um dos cinco acionistas do NDB, já aportou US$ 1 bilhão até 2019 e deverá destinar mais US$ 1,050 bilhão para a instituição até 2022. Até o momento, o banco já recebeu aportes de US$ 5,3 bilhões de seus sócios fundadores, e a meta de integralização do capital até 2022 é de US$ 10 bilhões. “É o único banco em que o Brasil tem poder igualitário de voto, entre os vários bancos multilaterais de que o país é acionista”, destaca Luciana Acioly, técnica de planejamento e pesquisa do Ipea e autora do estudo.
Juntos, os países do BRICS têm uma participação de 33% no produto global, 42% da população mundial e 43% de contribuição no crescimento do produto global, segundo dados do Fundo Monetário Internacional (FMI) para 2018.
Escritório no Brasil
O NDB tem sede em Xangai, na China, além de um escritório em Johanesburgo, na África do Sul. Em novembro de 2019, está prevista a inauguração de um escritório no Brasil, na cidade de São Paulo. Há, ainda, expectativa de criação de uma representação na capital federal. Em 2020, o Brasil indicará o novo presidente do banco.
Estudo: http://www.ipea.gov.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=34683&Itemid=444
INVESTIMENTO
SEADE. Valor Econômico. 09.04.2019. Investimentos em SP somam US$ 15,2 bilhões em 2018, diz Seade
A Pesquisa de Investimentos Anunciados no Estado de São Paulo (Piesp), elaborada pela Fundação Seade, calcula que em 2018 foram contabilizados 483 investimentos, totalizando US$ 15,2 bilhões. Dos recursos totais anunciados, 57,3% (US$ 8,7 bilhões) referem-se a investimentos em infraestrutura, 21,4% (US$ 3,3 bilhões) destinam-se aos serviços, 17,7%(US$ 2,7 bilhões) à indústria e 3,6% (US$ 540,1 milhões) ao comércio.
Para os quatro grupos de atividades que integram a infraestrutura, os recursos anunciados compreendem: US$ 3,2 bilhões para os transportes; US$ 3,0 bilhões para o saneamento básico; US$ 2,4 bilhões para energia; e US$ 82,2 milhões para as telecomunicações. Mais de metade dos aportes nesse grupo destinaram-se ao transporte aéreo (US$ 1,7 bilhão), cujo maior montante (US$ 1,3 bilhão) foi anunciado pela Azul, para aquisição de 21 aeronaves modelo 195-E2 da Embraer.
Os investimentos no setor de serviços totalizaram US$ 3,3 bilhões, sendo que 18,8% dos quais ligados às atividades imobiliárias. O maior montante foi pela Global Logistic Properties (US$ 213,5 milhões), para ampliação de três condomínios logísticos, localizados em Cajamar, Guarulhos e São Bernardo do Campo.
Os investimentos anunciados em 2018 para o setor industrial foram de US$ 2,7 bilhões. A maior parcela dos recursos vinculou-se ao ramo de metalurgia, envolvendo especialmente a Novelis. Essa empresa anunciou investimentos (US$ 621,7 milhões) para aumentar a capacidade de produção de chapas de alumínio e a de reciclagem de sucata do metal, no complexo fabril de Pindamonhangaba.
Cerca de 80% dos US$ 540,1 milhões direcionados ao setor do comércio vincularam-se ao ramo de varejo. O principal empreendimento foi anunciado pela Via Varejo, holding das redes Casas Bahia e Ponto Frio (US$ 124,6 milhões). Trata-se da implantação de novas tecnologias para otimizar a integração entre as lojas físicas e o e-commerce dessas empresas.
Do montante de investimentos anunciados no ano passado, 57,0% (US$ 8,7 bilhões) direcionaram-se à Região Metropolitana de São Paulo, 14,1% (US$ 2,1 bilhões) à região de Campinas. Outros 18,6% dividiram-se entre as regiões de Santos (US$ 1,2 bilhão), São José dos Campos (US$ 881,6 milhões), Barretos (US$ 405,0 milhões) e Sorocaba (US$ 352,4 milhões). Mais 6,5% (US$ 991,2 milhões) referem-se à abrangência inter-regionais, enquanto os restantes 3,8% (US$ 569,1 milhões) correspondem às demais regiões.
Os anúncios de investimentos produtivos e em infraestrutura de empresas privadas e públicas representam importante fonte de informação para análise e prospecção da dinâmica econômica. Ainda que não assegurem a efetiva realização dos empreendimentos, revelam as expectativas dos empresários em relação ao futuro dos seus negócios e o nível de confiança na economia em geral.
SEADE. PORTAL G1. 20/04/2019. Região de Campinas concentra US$ 2,1 bilhões em investimentos e indústria é líder em SP, aponta Seade. O montante da Região Administrativa de Campinas equivale a 14,1% do aporte total estadual, que soma US$ 15,2 bilhões. Investimentos apontam confiança de empresas na região, mas valor é o 2º mais baixo em 7 anos.
Por Patrícia Teixeira, G1 Campinas e Região
A Região Administrativa (RA) de Campinas (SP) foi destaque no estado de São Paulo em investimentos anunciados confirmados no ano de 2018. O montante de US$ 2,1 bilhões equivale a 14,1% do aporte total estadual, US$ 15,2 bilhões. A RA de Campinas foi a que mais teve participação na indústria em SP, 38,4%.
O levantamento faz parte da Pesquisa de Investimentos Anunciados no Estado de São Paulo (Piesp), realizada pela Fundação Seade.
"A região de Campinas lidera os investimentos na indústria, e a maior parte é de empresas multinacionais, que usam o estado de São Paulo como plataforma da América do Sul", afirma Margarida Kalemkarian, coordenadora do estudo e economista da Seade.
O valor representa a confiança de investidores - privados, na maioria, e alguns públicos. Margarida explica que, quando as empresas privadas investem, é porque elas estão visualizando possibilidade de avanço e novas atividades que surgem. Desta forma, acabam impulsionando toda a atividade econômica.
"Vão sinalizando que a atividade econômica está avançando. Na medida em que existe uma segurança por parte das empresas para investir, esse clima de negócios acaba sendo positivo", diz.
No entanto, o aporte computado em 2018 é um dos menores dos últimos anos na região. No período de 2012 a 2018, a RA de Campinas contabilizou um total de US$ 24,8 bilhões, com altos e baixos.
A quantia do ano passado é 14,65% menor do que a de 2017, que somou US$ 2,5 bilhões. Só em 2016, que registrou US$ 1,3 bilhão por conta da recessão na economia, o valor foi menor do que em 2018. Veja no gráfico, abaixo.
"No ano passado, a gente teve uma série de problemas que acabaram influenciando negativamente a atividade econômica, mas, mesmo assim, a gente teve um resultado bastante razoável. Teve a greve dos caminhoneiros, eleições, problemas no cenário internacional, as exportações para a Argentina foram reduzidas, uma série de fatores", explica a economista.
Investimentos anunciados na Região Administrativa de Campinas
Levantamento compreende os últimos sete anos. Dados em milhões de dólares
Fonte: Fundação Seade
O ano de 2012 foi o primeiro da série de estudos da Fundação com dados mais completos sobre os investimentos de cada região. Este também foi o ano com maior valor anunciado por investidores, US$ 9,4 bilhões .
"Aquele ano foi dos melhores anos para São Paulo e para o país. Tinha um grande crescimento de infraestrutura; o aeroporto de Viracopos; Paulínia, que puxou bastante investimento da Petrobras para criar novos tipos de combustíveis", lembra Margarida.
Influência do dólar x situação em real
A economista ressalta que a variação no dólar no ano passado influenciou diretamente no resultado do estado, mas o cenário muda quando se converte os valores em real (R$).
A diferença entre os investimentos de 2018 e 2017 na RA de Campinas foi equivalente a 14,65% em dólares e a 2,1% em reais.
Variação do montante de investimentos na RA de Campinas em dólar e em real
2018
● Valor em dólar: 2.140.800.000
● Valor em dólar: 2.140.800.000
Fonte: Fundação Seade
Considerando só o setor da indústria, houve redução de 4,1% nos valores em dólares, mas alta de 11,5% em reais, representando um avanço, segundo a economista.
"A diferença se dá por conta do câmbio. O dólar subiu muito no ano passado. Em setembro, atingiu o nível mais alto de toda a série. Quando a gente faz a conversão de reais para dólares, isso acaba alterando um pouco o cenário. A gente tem que considerar que também houve a questão da desvalorização do real no ano passado, mas muitas empresas estrangeiras aplicaram recursos aqui", explica Margarida.
Onde estão os investimentos de 2018
O aporte de 2018 teve influências de peso na região, segundo a coordenadora do estudo.
Os investimentos da Toyota em Indaiatuba (SP), com um modelo de veículo mais sustentável; atividade de informática e eletrônicos; o anúncio da Qualcomm, que vai fabricar em Jaguariúna (SP) um chip compactado que não existe na América Latina; e, ainda, uma produtora de chip em Atibaia (SP) que vai lançar novos produtos de transformação digital.
Ranking dos destaques por setor:
- Indústria - US$ 1,03 bilhão, com destaque para equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos; e veículos automotores, reboques e carrocerias.
- Serviços - US$ 868,6 milhões, destaque para atividades de prestação de serviços de informação e do ramo imobiliário.
- Infraestrutura - US$ 214,3 milhões, sendo que eletricidade e gás tem maioria dos investimentos, seguido por armazenamento e atividades auxiliares dos transportes.
- Comércio - US$ 21,4 milhões, com destaque para comércio por atacado, exceto veículos automotores e motocicletas.
- Outros - US$ 3 milhões, investidos em agricultura, pecuária e serviços relacionados.
No estado de SP
Dados da Piesp mostram que foram contabilizados 483 investimentos em 2018 no estado. A Região Administrativa de Campinas fica atrás somente Região Metropolitana de São Paulo, que concentra 57% do total de aporte, US$ 8,7 bilhões.
Do total de recursos anunciados e confirmados para o estado, a divisão contempla infraestrutura, serviços, indústria e comércio.
- Infraestrutura: US$ 8,7 bilhões (57,3%)
- Serviços: US$ 3,3 bilhões (21,4%)
- Indústria: US$ 2,7 bilhões (17,7%)
- Comércio: US$ 540,1 milhões (3,6%)
A coordenadora do estudo ressalta que a participação da RA de Campinas no estado aumentou em um ano, passou de 13,4 % e passou a 14,1%.
A RA representa 10,9% do estado, é composta por 90 cidades. Se destaca pelo Aeroporto Internacional de Viracopos, malhas rodoviárias e ferroviárias. Além da metrópole, possui municípios com mais de 200 mil habitantes, como Piracicaba (SP), Sumaré (SP), Limeira (SP) e Jundiaí (SP).
No site da pesquisa da Seade é possível conferir cada um dos investimentos divulgados na região.
Projeções para 2019
Margarida afirma que a expectativa para 2019 é rodeada de muita cautela na avaliação econômica de investimentos. A aposta é de incentivos em:
- Eletricidade e energia
- Construção civil
- Indústria automotiva
- Eletrônicos e informática
- Telecomunicações
- Operação de satélite
- Indústria agrícola
"Há uma quantidade enorme de institutos de pesquisas, grandes empresas que fazem parcerias com esses institutos para tentar compartilhar o conhecimento. O acelerador de partículas, o Sirius, vai atrás um monte de interessados. Ele permite você identificar a estrutura dos materiais. É um negócio de última geração mesmo", pontua a economista.
AGRICULTURA
EUA. BRASIL. TRIGO. PORTAL G1. REUTERS. 18/04/2019. EUA esperam conquistar 80% da cota livre de tarifa para importação de trigo do Brasil. Governo Bolsonaro anunciou que país poderá importar até 750 mil toneladas do grão sem taxas extras. Brasil compra de fora metade do trigo que consome e Argentina é maior fornecedor.
A US Wheat Associates, grupo que representa a indústria de trigo dos Estados Unidos, busca ficar com 80% da cota de importação de trigo livre de tarifa de 750 mil toneladas que será adotada pelo Brasil, disse Vince Peterson, presidente do grupo.
Peterson lidera uma delegação de produtores e comerciantes de trigo dos EUA que visitam moinhos brasileiros de trigo e processadores de alimentos esta semana, para avaliar o potencial de vendas para os próximos meses, quando a cota livre de tarifas para compras de fora do Mercosul for implementada.
O presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, anunciou a cota livre de tarifas durante sua visita a Washington no mês passado. Ela também se aplica a outros fornecedores, como a Rússia.
Importação brasileira
Atualmente, qualquer venda de trigo dos EUA para o Brasil, um dos maiores importadores mundiais do cereal, está sujeita a uma tarifa de importação de 10%, enquanto as vendas argentinas entram sem impostos, uma vez que o país integra o Mercosul.
"Isso faz a diferença. Dez por cento em uma commodity de US$ 250 por tonelada é um diferencial bastante significativo para os compradores", disse Peterson à Reuters, na quarta-feira (17).
Os Estados Unidos são fornecedores de trigo ao Brasil de longa data. Costumavam vender quantidades muito grandes nos anos 60 e 70.
Naquela época, lembrou Peterson, o país sul-americano comprava tanto trigo duro (HRW, vermelho duro de inverno) que o produto era conhecido no mercado como "Brazil spec".
Com a crescente produção da Argentina, associada à vantagem do Mercosul, o país vizinho ficou com o maior mercado.
Atualmente, os EUA fornecem cerca de 300 mil a 400 mil toneladas em um ano normal. Isso pode aumentar muito se a safra brasileira ou argentina tiver problemas.
O Brasil importa cerca de 6 milhões de toneladas de trigo por ano, aproximadamente metade do seu consumo. Apesar de ser uma potência agrícola, o país carece de áreas suficientes com o clima temperado ideal para o cultivo de trigo.
Competição com a Rússia
Peterson espera competição por essa cota livre de tarifas, particularmente da Rússia, que expandiu sua presença no mercado global de trigo nos últimos anos com o aumento da produção e os preços relativamente baixos.
Ele acha que o produto dos EUA, no entanto, tem vantagens tanto em logística quanto em qualidade.
"Os moinhos brasileiros estão acostumados com o nosso produto, sabem muito bem como trabalhar com suas especificações", afirmou.
O Ministério da Economia do Brasil está finalizando a regulamentação sobre a cota. A Abitrigo, uma associação local de moinhos de trigo, espera que ela possa ser implementada em breve, para que os processadores brasileiros possam ter mais opções no mercado.
PROPRIEDADE INTELECTUAL
MEconomia. 18/04/2019. Propriedade Intelectual. Adesão do Brasil ao Protocolo de Madri avança no Congresso Nacional. Sistema desburocratiza e reduz custos do processo de registro de marcas brasileiras em 104 países, que fazem parte do acordo
O plenário da Câmara dos Deputados aprovou, neste mês, o Projeto de Decreto Legislativo 860/17, que trata o ingresso do Brasil no Protocolo de Madri.
A adesão do país a esse sistema internacional de registro de marcas irá agilizar procedimentos e reduzir custos para que titulares brasileiros tenham suas marcas protegidas e reconhecidas simultaneamente em vários países.
Para reforçar a importância desta agenda no Legislativo, o secretário especial adjunto de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Igor Calvet, participou, na última terça-feira (16), de evento no Congresso Nacional com outros membros do Poder Executivo, representantes de empresas e de entidades do setor privado.
Como explicou Calvet, a adesão ao Protocolo de Madri é uma demanda antiga do setor produtivo brasileiro. Segundo o secretário, as marcas são ativos estratégicos para as empresas interessadas em se internacionalizar e a aprovação do tema pela Câmara demonstra maturidade do país para acessar o sistema internacional de marcas e entrar em novos mercados.
O evento foi realizado com o apoio da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em parceria com a Frente Parlamentar de Comércio, Serviços e Empreendedorismo.
O PDC 860/17 seguirá para tramitação no Senado Federal.
Protocolo de Madri
Criado em 1989, o Protocolo de Madri oferece aos titulares a possibilidade de terem as suas marcas protegidas em 104 países que fazem parte do acordo com apenas um depósito junto ao instituto de registro de seu país - o Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI), no caso do Brasil.
Hoje, quando uma empresa brasileira pretende exportar, ela precisa entrar com pedidos de registro de marca em cada um dos países onde irá vender seu produto.
Com a adesão ao Protocolo, esse processo passará a ser centralizado na Organização Mundial de Propriedade Intelectual (OMPI), sediada em Genebra, na Suíça. O INPI encaminhará o pedido de registro de marca para a OMPI e esse organismo será responsável por conduzir o processo de registro nos países onde a empresa brasileira tem interesse em operar. Isso significaria uma redução de custos de registro de marca de cerca de 80% para os empresários.
MARCAS
MRE. AIG. NOTA-98. 18 de Abril de 2019. Solicitação de atribuição de domínio de primeiro nível “.Amazon”
O Ministério das Relações Exteriores foi informado de que a empresa Amazon Inc. submeteu à Corporação da Internet para Atribuição de Nomes e Números (ICANN), em 17/4/2019, proposta para obter o domínio de primeiro nível .AMAZON, que, na visão do Brasil, não atende preocupações importantes dos países da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA).
O Brasil reitera sua disposição de buscar, de boa-fé, uma solução amigável e mutuamente aceitável para a controvérsia entre a empresa Amazon e os países da OTCA, que assegure: (1) que os países da OTCA compartilharão responsabilidades com a empresa em temas centrais relacionados à governança do nome de domínio de primeiro nível, mediante um Comitê Gestor que garanta o efetivo compartilhamento daquela responsabilidade; (2) que nomes de domínio de segundo nível importantes para a promoção do patrimônio natural e cultural dos países amazônicos serão protegidos ou, em alguns casos, delegados a esses países por acordo mútuo; (3) que nomes de domínio de segundo nível que possam confundir ou induzir a erro sobre questões próprias da região amazônica não serão utilizados pela empresa; e (4) que mudanças em relação ao regime de governança do nome de domínio .AMAZON ocorram por acordo entre as partes.
Com esse espírito, ao longo dos últimos meses, o governo brasileiro tem dialogado com os demais países membros do OTCA, com a ICANN e com a empresa Amazon, na expectativa de prosseguir o esforço de compreensão mútua iniciado em março passado, como resultado dos entendimentos mantidos durante a 64ª Reunião da ICANN em Kobe, Japão, em busca de solução consensual, conforme recomenda o Comitê Assessor Governamental (GAC) da ICANN.
Qualquer decisão que a ICANN venha a tomar deveria levar em conta a sensibilidade política envolvida na atribuição exclusivamente a interesses privados de um nome de domínio indissociavelmente relacionado à identidade de milhões de pessoas. Deveria, também, considerar plenamente o interesse público dos países amazônicos, bem como a necessidade de preservar a governança verdadeiramente multissetorial da Internet e reforçar a legitimidade dos mecanismos de gestão de recursos globais da rede.
O governo brasileiro reafirma sua expectativa de que as partes envolvidas farão uso de todas as oportunidades disponíveis, inclusive com extensão apropriada do prazo para consultas entre a empresa Amazon e os países amazônicos, para que se alcance solução mutuamente aceitável na matéria.
ENERGIA
OPEP. EUA. IRÃ. PORTAL G1. REUTERS. 22/04/2019. Preços do petróleo tocam máxima de 2019 com intenção dos EUA de pressionar exportação do Irã. A Casa Branca anunciou nesta segunda-feira que compradores de petróleo iraniano precisam encerrar as importações em breve ou enfrentarão sanções.
Os contratos futuros do petróleo avançavam para as máximas de 2019 nesta segunda-feira (22), com os Estados Unidos pressionando as exportações iranianas, o que tende a apertar a oferta global.
- O petróleo Brent subia US$ 2,14, ou 2,97%, a US$ 74,11 por barril, às 9:31 (horário de Brasília).
- O petróleo dos Estados Unidos avançava US$ 1,76, ou 2,75%, a US$ 65,76 por barril.
A Casa Branca anunciou nesta segunda-feira que compradores de petróleo iraniano precisam encerrar as importações em breve ou enfrentarão sanções. "Isso traz muito mais incerteza em termos de oferta global", disse Olivier Jakob, analista da Petromatrix. "É uma surpresa de alta para o mercado."
Em novembro, os EUA voltaram a impor sanções às exportações de petróleo iraniano depois que o presidente Donald Trump se retirou unilateralmente de um acordo nuclear de 2015 entre o Irã e seis potências mundiais.
Washington, no entanto, concedeu isenções aos oito principais compradores do Irã --China, Índia, Japão, Coreia do Sul, Taiwan, Turquia, Itália e Grécia--, permitindo-lhes compras limitadas por seis meses.
Outra queda nas exportações iranianas apertará ainda mais a oferta em um mercado já afetado pelas sanções dos EUA contra a Venezuela, além de cortes liderados pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo.
Notícia do "Washington Post" revela que o governo norte-americano vai suspender as isenções de sanções concedidas a alguns importadores de petróleo iraniano no final do ano passado.
O presidente dos EUA, Donald Trump, quer acabar com as isenções para exercer "máxima pressão econômica" sobre o Irã, cortando suas exportações de petróleo e reduzindo sua principal fonte de receita a zero.
A Arábia Saudita, maior exportadora de petróleo do mundo, disse estar disposta a compensar a potencial perda de fornecimento, mas que primeiro precisará avaliar o impacto antes de impulsionar sua própria produção.
Nesta segunda-feira, o secretário de Estado Mike Pompeo anunciará "que, a partir de 2 de maio, o Departamento de Estado não concederá mais isenções a qualquer país que esteja importando petróleo iraniano", disse o colunista do Washington Post Josh Rogin em sua matéria citando duas autoridades do Departamento de Estado que ele não identificou.
DoS. April 22, 2019. Decision on Imports of Iranian Oil. Statement. Michael R. Pompeo, Secretary of State
Washington, DC - Today we are announcing the United States will not issue any additional Significant Reduction Exceptions to existing importers of Iranian oil. The Trump Administration has taken Iran’s oil exports to historic lows, and we are dramatically accelerating our pressure campaign in a calibrated way that meets our national security objectives while maintaining well supplied global oil markets. We stand by our allies and partners as they transition away from Iranian crude to other alternatives. We have had extensive and productive discussions with Saudi Arabia, the United Arab Emirates, and other major producers to ease this transition and ensure sufficient supply. This, in addition to increasing U.S. production, underscores our confidence that energy markets will remain well supplied.
Today’s announcement builds on the already significant successes of our pressure campaign. We will continue to apply maximum pressure on the Iranian regime until its leaders change their destructive behavior, respect the rights of the Iranian people, and return to the negotiating table.
U.S. Department of State. April 22, 2019. Remarks to the Press. Michael R. Pompeo, Secretary of State. Washington, DC
SECRETARY POMPEO: Good morning, everyone.
Before I make my announcement regarding our pressure campaign against the Islamic Republic of Iran, I want to address yesterday’s terrorist attack in Sri Lanka.
What was supposed to be a joyful Easter Sunday was marred by a horrific wave of Islamic radical terror bloodshed.
It’s heartbreaking that a country which has strived so hard for peace in recent years has been targeted by these terrorists. We mourn the loved ones of the victims, some of whom, we can confirm, were indeed U.S. citizens. This is America’s fight too. I spoke with the prime minister of Sri Lanka this morning. And our embassy and other parts of the U.S. Government are offering all possible assistance to Americans and the Sri Lankan Government alike. We urge that any evildoers be brought to justice expeditiously, and America is prepared to support that.
We also stand with the millions of Sri Lankans who support the freedom of their fellow citizens to worship as they please. We take confidence in knowing that not even atrocities like this one will deter them from respecting religious freedom. Today our nation grieves with the people of Sri Lanka, and we stand committed, resolved to confront terrorism together.
Now, turning to Iran:
Almost one year ago, after withdrawing from the Iran nuclear deal, President Trump implemented the strongest pressure campaign in history against the Islamic Republic of Iran. The goal remains simple: to deprive the outlaw regime of the funds it has used to destabilize the Middle East for four decades, and incentivize Iran to behave like a normal country.
Up to 40 percent of the regime’s revenue comes from oil sales. It’s the regime’s number one source of cash. Before our sanctions went into effect, Iran would generate as much as $50 billion annually in oil revenue. Overall, to date, we estimate that our sanctions have denied the regime well north of $10 billion. The regime would have used that money to support terror groups like Hamas and Hizballah and continue its missile development in defiance of UN Security Council Resolution 2231, and it would have perpetuated the humanitarian crisis in Yemen.
Our goal has been to get countries to cease importing Iranian oil entirely. Last November, we granted exemptions from our sanctions to seven countries and to Taiwan. We did this to give our allies and partners to wean themselves off of Iranian oil, and to assure a well-supplied oil market.
Today I am announcing that we will no longer grant any exemptions. We’re going to zero – going to zero across the board. We will continue to enforce sanctions and monitor compliance. Any nation or entity interacting with Iran should do its diligence and err on the side of caution. The risks are simply not going to be worth the benefits.
I want to emphasize that we have used the highest possible care in our decision to ensure market stability.
The United States has been in constant discussion with allies and partners to help them transition away from Iranian crude to other alternatives. And we have been working with major oil-producing countries to ensure the market has sufficient volume to minimize the impact on pricing. Both the Kingdom of Saudi Arabia and the United Arab Emirates have assured us they will ensure an appropriate supply for the markets. And of course, the United States is now a significant producer as well.
I can confirm that each of those suppliers are working directly with Iran’s former customers to make the transition away from Iranian crude less disruptive.
And as I said, we’re doing our part here in the United States too. In 2018, crude production increased by 1.6 million barrels per day over the 2017 levels. And the U.S. Energy Information Agency projects an increase of an additional 1.5 million barrels per day in calendar year 2019.
Look, with the announcement today, we have made clear our seriousness of purpose. We are going to zero. We – how long we remain there at zero depends solely on the Islamic Republic of Iran’s senior leaders.
We have made our demands very clear to the ayatollah and his cronies. End your pursuit of nuclear weapons. Stop testing and proliferating ballistic missiles. Stop sponsoring and committing terrorism. Halt the arbitrary detention of U.S. citizens.
Our pressure is aimed at fulfilling these demands and others, and it will continue to accelerate until Iran is willing to address them at the negotiating table.
Finally, as I have said before, these demands are not just coming from the United States Government and many of our allies and partners. They are similar to what we hear from the Iranian people themselves. I want the Iranian people to know that we are listening to them and standing with them.
We will not appease their oppressors, as the last administration did. Our hopes are for a better life for them, and all people afflicted by the regime’s violence and destruction.
I will now take a few questions.
MS ORTAGUS: Matt.
QUESTION: Thank you. Good morning, Mr. Secretary.
SECRETARY POMPEO: Good morning, sir.
QUESTION: Thank you. I just – broadly on Iran, aside from this, your goal – you just said bring them back to the negotiating table. But are you really interested in renegotiating the JCPOA or negotiating something like that, or are you just looking for – are all these steps that you’re taking aimed at just getting them to change their behavior without getting anything in return?
And then secondly, if you could just address a report about comments you allegedly made to Iranian diaspora leaders last week in Texas.
SECRETARY POMPEO: What comments? What in particular?
QUESTION: That the – you’re not interested in any kind of military intervention, that it’s basically economic, diplomatic pressure, and that – and some – I don’t know, some kind of comment about the MEK, and you’re not --
SECRETARY POMPEO: Let me – Matt, thank you. Let me try and take those; I’ll take them in reverse sequence. We’ve not supported any outside group. We’re supporting the Iranian people. And so I get questions all the time about outside Iranian groups, including the MEK, and I – every time I engage with anyone – and this was a meeting with folks who have family, often had family inside of Iran – wanted to make clear to them we’re supporting the Iranian people, not any particular group. That’s the U.S. administration’s policy.
Second, with respect to our objectives, we’re happy to receive the – we’re happy to get the outcome however we can achieve it. The President’s always made very clear, we’ve made clear to Iran’s leaders, that if Americans are attacked, we will respond in a serious way. And so I don’t think there should be any doubt about the fact that if it is required for us to take an action in response to something that Qasem Soleimani does or the Iranian leadership, or a Shia militia somewhere in the world, that we will respond to that in a way that is appropriate to protect American interests wherever we find them.
With respect to our goal, we laid them out. We laid them out. There are 12 things we’re looking for. When we get to those things, we are happy to re-engage with Iran as a normal nation. If they’re prepared to come to the table and negotiate those things to get to that outcome, fantastic. If not, the campaign with which we’ve been engaged since, frankly, the administration took office, but more clearly since the President’s decision to withdraw from the JCPOA, the campaign will continue. And we built that enormous coalition to work on this, right. Gulf state partners, Israel, lots of countries that are working alongside us to achieve these objectives.
You see the Europeans with increasing risk from the assassination campaign that’s taking place inside of their country. We watch as Iran continues to try and have a role in protecting Maduro in Venezuela. This is causing countries in South America to understand that the expeditionary nature of the Islamic Republic is something that threatens citizens all across the world. And so this is not the United States alone; it’s a true coalition working to achieve the ends which we have laid out.
QUESTION: Thank you.
SECRETARY POMPEO: Thank you, Matt.
MS ORTAGUS: (Off-mike.)
QUESTION: Good morning, Mr. Secretary.
SECRETARY POMPEO: Yes, ma’am. Good morning.
QUESTION: With the maximum pressure campaign, have you detected any change in the Iranian behavior, with the few exception that you mention I think before, which is short of cash of the Hizballah and maybe to not giving all to the Syrian regime? And also talking about senior leadership, do you have any comment about the appointment of the new leader of the IRGC – I think his name is Mr. Hossein Salami.
SECRETARY POMPEO: Yeah, yes.
QUESTION: Because he’s been praised as a hardliner, anti-U.S.
SECRETARY POMPEO: So we have watched Iran have diminished power as a result of our campaign. Their capacity to wreak harm around the world is absolutely clearly diminished. I talked about it with respect to Hizballah not being able to make payroll in a timely fashion. I’ve talked about it in other places as well. What we’re announcing this morning, the designation of the IRGC a couple of weeks back, actions that we’ll take in a handful of weeks – each of these things will continue to support the Iranian people so that they can get what they ultimately are so desperately seeking.
I don’t have any comment on the new appointment of the IRGC other than – IRGC leader other than this: You described him as a hardliner.
QUESTION: (Inaudible.)
SECRETARY POMPEO: It is the case that every Iranian leader – that includes President Rouhani and Foreign Minister Zarif – has accepted the notion, has accepted this fundamental notion of the nature of the regime itself, right. So they accept that the Islamic Republic of Iran is the appropriate method for which Iran to engage – when – once they’ve conceded that, in our view, these distinctions are often – are often insignificant. That is, if you are pushing and you are supporting Qasem Soleimani’s efforts in Iraq, if you’re supporting the efforts of the IRGC’s Qods Force and Hizballah, and you’re supporting the underwriting of Hamas, by definition that is working against what America has laid out as our objective.
QUESTION: Thank you, sir.
SECRETARY POMPEO: Take one more, Morgan? Yeah.
MS ORTAGUS: Lesley.
SECRETARY POMPEO: Good morning, Lesley. Hi.
QUESTION: Hello. How are you, Mr. Secretary?
SECRETARY POMPEO: I’m very good, thank you.
QUESTION: Mr. Secretary, I want to ask you about the timing of your announcement. Oil supplies are pretty tight given that a lot of oil’s come off Venezuela as well. What are your discussions – China said today that the U.S. had reached beyond its jurisdiction. What have your – what assurances do you have from Saudi Arabia, the UAE, to supply the market in a timely fashion?
And second, do you believe that, I think it’s the five largest importers of Iranian oil, will abide by what you are asking of them?
SECRETARY POMPEO: With respect to your second question, we’ve made clear: If you don’t abide by this, there’ll be sanctions. Right? This is what we’re laying out this morning. We have a requirement and – to conduct these transactions, one almost always needs to participate in the financial markets, and we intend to enforce the sanctions. We don’t lay out sanctions that we don’t have any intention of encouraging countries to cooperate with.
With respect to – I’ll leave others to talk about the details of what the Saudis and the Emiratis have agreed to, but I’ve had conversations, the President has had conversations with these countries, and they have committed to making sure that there is sufficient supply in the markets. And I’m confident that we’ll achieve that. I’m confident that they’ll support this policy that is consistent with their objectives as well.
One more? Take one more. Yes. Go ahead, sir.
QUESTION: Thank you, sir.
QUESTION: You could stay all day.
QUESTION: Very quickly --
SECRETARY POMPEO: What’s that?
QUESTION: You could stay all day.
SECRETARY POMPEO: (Laughter.)
QUESTION: Very quickly, sir.
SECRETARY POMPEO: Got to get to the Easter egg roll. (Laughter.)
QUESTION: Sir, you said that you are at zero level today. Is that effective today, or do they --
SECRETARY POMPEO: It’s May 2nd.
QUESTION: May 2nd.
SECRETARY POMPEO: The current waivers expire on May – midnight May 1st, I think it is.
QUESTION: So they’re not getting, like, any grace period beyond May 2nd? That’s it? It all must stop?
SECRETARY POMPEO: There are – there are no – there are no SRE waivers that extend beyond that period, full stop.
QUESTION: And so in the interim, they need to look at other sources like --
SECRETARY POMPEO: That’s right.
QUESTION: To make up the (inaudible).
SECRETARY POMPEO: Look, we’ve always tried – and I think we’ve always been very fair about this – if there is a particular transaction that is incidental – all right, so I don’t want to foreclose the possibility, but there will be no waivers that extend beyond the 1st of May.
Great, thank you all.
QUESTION: Can I ask about Sri Lanka?
SECRETARY POMPEO: Thank you all very much.
QUESTION: Can I ask about Sri Lanka, sir?
SECRETARY POMPEO: Yeah, sure.
QUESTION: Do you think the incident there says anything about the dangers ISIS continues to pose now that the – they’ve been defeated on the battleground?
SECRETARY POMPEO: Yes. Radical Islamist terror remains a threat. The President’s been very clear about that; I think I’ve been very clear about that. We are continuing to do real work against these evil human beings that went into places of worship on Easter Sunday. Yeah, the – we’ve taken that threat down substantially. The destruction of the caliphate was important, and it mattered, and the takedown of these threats from other geographies as well. But sadly, this evil exists in the world, and the United States and all of its partners that are cooperating in the D-ISIS campaign – some 80 countries, and other nations too that are assisting us in defeating this terrorism around the world – we have to remain active and vigilant and it’s going to require attention. There’s no doubt about that.
So thank you all very much.
QUESTION: May I ask about North Korea?
SECRETARY POMPEO: Thank you. Have a great day.
QUESTION: Thank you.
QUESTION: Thank you, sir.
U.S. Department of State. April 22, 2019. Special Representative for Iran Brian Hook And Assistant Secretary for Energy Resources Francis R. Fannon. Special Briefing. Washington, DC
- Brian Hook, Senior Policy Advisor to the Secretary of State and Special Representative for Iran
- Francis R. Fannon, Assistant Secretary, Bureau of Energy Resources
QUESTION: Hey guys. Thanks very much for doing this. Nick from PBS NewsHour here.
A couple of follow-ups: One, the Secretary was almost getting there at the end, but just specifically, is there a wind-down period? What kind of wind-down period will there be?
And as you know, with China and Turkey, you’re in the middle of huge strategic conversations with them. Turkey, obviously S-400, F-35. China, the entire trade talks. Do you have – do you believe that this announcement, this move, will impact those larger strategic talks? Thanks.
MR HOOK: You want to do the first one?
MR FANNON: Sure, I’ll speak to the wind-down period. Hi. Yeah, I would say that we’ve – the wind-down period, if we look at it, was – will be a year in terms of going to zero. We’ve been very clear from the outset when the administration initiated its withdrawal from the JCPOA. So that continues. We’ve already taken a million and a half barrels off the market and are finalizing our path to zero, which will end on 2nd May.
We’re doing this purposefully. The Secretary made the announcement today to provide the ability for markets to be managed prior to the expiration. And we’re doing this in close cooperation and consultation with some of the largest producers in the world alongside of the U.S. production. So we feel very confident in terms of – the global oil markets will remain well supplied.
QUESTION: Sorry, one year from May 2nd, you’re saying, or one year from the JCPOA?
MR FANNON: We started this last May, right?
QUESTION: Right.
MR FANNON: Well, if we hit that one year this May, so we say the wind-down period was – began then. We’ve been very clear in terms of our path to zero, and we’re pleased to see that global market conditions and cooperation from other partners allow us to close out this year to zero.
QUESTION: No further wind-down period after May 2nd?
MR HOOK: There will be no additional SREs granted. That is the policy.
With respect to the impact, the point of this is not to negatively impact other countries. We have – we are doing everything we can to ensure a well-supplied oil market and that there aren’t any supply interruptions. We have a very well supplied oil market right now. We have always said from the time – this has been a year now, we’ve said this repeatedly, Frank and I have, and the Secretary, the President – we are not looking to grant any exceptions or waivers to our campaign of maximum economic pressure. And this is the only way – this is the biggest leverage we have on the Islamic Republic of Iran, is their oil exports. And if you want to seek a change in behavior, you have to show seriousness of purpose on the oil.
And we’re seeing – I was here a week or two ago giving a briefing on the impact that we are seeing. With this decision today, we expect to see more positive impacts to deny Iran the revenue it needs to conduct its foreign policy, to fund its proxies and satellites around the region, to fund its missile program. And that’s a very positive thing. And so we think that this sort of move pays a lot of benefits for the Middle East broadly to promote peace and stability. It is very hard to imagine a peaceful and stable Middle East if you accept the status quo of Iran’s expansionist foreign policy.
QUESTION: Can I just try --
QUESTION: Can you talk about the --
MR HOOK: Michele.
QUESTION: -- the sanctions that these countries could face? I mean, are you talking about targeted sanctions? Are you talking about sanctions that could affect the U.S. trade relationship with countries like India and China?
MR HOOK: I don’t have anything to add beyond what the Secretary said. We will sanction any sanctionable behavior. We have given countries – after the President announced he was leaving the deal, countries were given a six-month pre-wind-down before the sanctions were re-imposed in November. And then because we had a very tight and fragile oil market in November, the President decided to grant a handful of waivers. We have always wanted to get to zero as quickly as market conditions will permit. We just face a much better oil picture globally than we did six months ago, and it will only improve from here.
MS ORTAGUS: Matt.
QUESTION: Yeah.
MR HOOK: And so that’s why we’re in a better place.
QUESTION: I just want to – I understand you, the Secretary, and the White House also have all said there will be no more SREs granted, the waivers granted. But does that mean – will all of these countries whose waivers are expiring on the 2nd get hit with sanctions on May 3 if they haven’t cut all of their purchases, or is there some kind of leeway in there for them to, let’s say, continue to take delivery of pre – of oil that they purchased before May 2nd before the waivers expire, or will they be able to use money after May 2nd that’s already been set aside for these purchases? I mean, forget about whether the waivers will be continued – are they going to get hit with sanctions starting May 3?
MR FANNON: I think the Secretary spoke to that.
MR HOOK: Yeah, he already spoke to it. We don’t have anything to add beyond what he said.
QUESTION: Well, I – well, he didn’t, actually --
MR FANNON: No, he did.
QUESTION: -- because you keep saying that SREs won’t be – look, I’m not accusing you, I just don’t want this to be, like, you’re playing cute here. Will India, Turkey, Japan, South Korea, all the – China, get hit with sanctions on May 3rd if they do not stop between now and then taking delivery of Iranian oil?
MR HOOK: It’s a hypothetical that the Secretary’s already addressed.
MS ORTAGUS: Kylie, another question.
QUESTION: Can you talk a little bit about the numbers? You said that – excuse me – 1.5 million barrels have been taken off the market. So how many was Iran exporting last year at this time? How many are they exporting now? And the five countries that are still largely importing Iranian oil, how much are they importing?
MR FANNON: Well, we can get – with respect to some of the specific numbers and the 1.5, that’s been – made that – those numbers available publicly in the past. In terms of the specific countries, that’s subject – some of those are subject to ongoing – the diplomatic discussions. There’s plenty of published reporting on – in terms of estimates on what different countries are importing, and we just – we haven’t any further – anything further to comment on those specifically.
I think what – the other point the Secretary underscored was just the tremendous increase in continued uptick in production in the United States, and how EIA continues to have to revise upward almost on a couple-month basis in terms of what U.S. production – what the U.S. production is. Just last year, adding 1.6 million barrels to the market is significant. We’re on trend to – projected to do something along similar this year, so we’re very confident in terms of the overall supply.
I think the other point is global oil stocks are at five-year averages. That’s important. And we’re in a very positive position relative to some of the other producers the Secretary alluded to that are working with us in partnership.
QUESTION: Those prices went up significant today, though. Can you speak to that? Do you expect them to level out later this week?
MR FANNON: We saw some increase, so it’s hard to conflate our announcements – what was made versus other things. I think just a few hours prior you could look at other reporting as to the OPEC curtailment. There’s lots of reasons in terms of what affects oil markets. What we’re here to say also, though, and as the Secretary alluded, we’re having to do it – we’re doing this in coordination with other major producers, and we would refer you to their actions as well. We’re doing this to ensure – in a coordinated way to ensure that the global oil market is well supplied.
MS ORTAGUS: Great. Thanks, guys.
MR HOOK: Thanks.
QUESTION: Thank you.
U.S. Department of State. April 22, 2019. Advancing the U.S. Maximum Pressure Campaign On Iran. Washington, DC
The United States is not granting any Significant Reduction Exceptions to existing importers of Iranian oil. Maximum pressure means maximum pressure.
- Secretary Pompeo announced his decision not to grant any Significant Reduction Exceptions to existing importers of Iranian oil.
- As the Secretary has said, maximum pressure means maximum pressure. We are fulfilling our promise to get Iran’s oil exports to zero and deny the regime the revenue it needs to fund terrorism and violent wars abroad.
- Targeting Iran’s oil exports is critical because they have historically been the regime’s single largest source of revenue, which it uses to support terrorist proxies, fuel its missile development, and engage in other destabilizing behavior.
- Entities that engage in sanctionable activity involving Iran risk severe consequences. These consequences could include losing access to the U.S. financial system and the ability to do business with the United States or U.S. companies.
- The United States will continue to apply maximum pressure on the Iranian regime until its leaders change their destructive behavior, respect the rights of its people, and return to the negotiating table.
The Trump Administration has imposed the toughest sanctions ever on the Iranian regime. Our pressure is working.
- The announcement today builds on our already historic success.
- Iran’s oil exports have plummeted due to our pressure. Since President Trump announced that we would cease participation in the nuclear deal in May 2018, over 1.5 million barrels of Iranian oil have been taken off the market, reducing the regime’s revenue by billions of dollars.
- Overall, we estimate that our sanctions have denied the regime direct access to more than $10 billion in oil revenue since May. That is a loss of at least $30 million a day, and this is only with respect to the oil.
- In March, Hizbollah leader Hassan Nasrallah publicly appealed for donations for the first time ever. He has been forced to undertake unprecedented austerity measures because the money from Iran is not flowing in as it once did thanks to our unprecedented pressure.
- Iranian proxies in Syria and elsewhere are experiencing a lack of funding from Tehran. Fighters are going unpaid, and the services they once relied upon are drying up.
Oil markets are currently well supplied.
- Oil markets are well supplied and oil inventory levels are seasonally strong.
- We have commitments from oil producing countries, including the Kingdom of Saudi Arabia and the United Arab Emirates, to increase oil production to offset reductions in Iranian oil exports.
- Rising Non-OPEC (Organization of the Petroleum Exporting Countries) oil production and sufficient storage levels show that the adjustment to replace Iranian oil exports has been successful.
- The United States and other non-OPEC oil producers have already increased production and replaced Iranian exports, while other major producers have signaled to markets a willingness and ability to increase production to compensate for additional Iranian reductions.
- Non-OPEC output, led by the United States, is forecast to expand by 2.2 million barrels per day in 2019 and 2020, according to the U.S. Department of Energy’s Energy Information Administration (EIA).
- OECD (Organization for Economic Co-operation and Development), including
- U.S. industry-held, oil stocks remain above 5-year averages, according to the International Energy Agency (IEA).
The United States is increasing oil production and exports.
- EIA reported that United States petroleum and other liquids production average over 17 million barrels a day during the first quarter of 2019, making the United States the largest producer of oil and natural gas liquids, supplying more than 19 percent of global production.
- U.S. crude oil production is estimated to have reached 12 million barrels per day in March, up 1.6 million barrels per day compared to a year ago.
- EIA forecasts U.S. crude production will increase by 1.4 million barrels per day within the next year.
- U.S. crude oil exports in January 2019 reached 2.575 million barrels per day, an increase of over 1.2 million barrels per day or 90 percent from the prior year, according to the EIA. U.S. exports help markets to function efficiently.
- The IEA projects U.S. exports will rise sharply through 2021, and the United States will become the second largest oil and petroleum products exporter at around 9 million barrels per day, ahead of Russia and nearly equal to Saudi Arabia.
- The U.S. remains in close and productive consultations with major oil producers, as well as major oil consuming organizations such as the International Energy Agency, which works to assure the global oil market is well supplied.
The United States is Rapidly Increasing Oil Production
The United States is not granting any Significant Reduction Exceptions to existing importers of Iranian oil. Maximum pressure means maximum pressure.
- Secretary Pompeo announced his decision not to grant any Significant Reduction Exceptions to existing importers of Iranian oil.
- As the Secretary has said, maximum pressure means maximum pressure. We are fulfilling our promise to get Iran’s oil exports to zero and deny the regime the revenue it needs to fund terrorism and violent wars abroad.
- Targeting Iran’s oil exports is critical because they have historically been the regime’s single largest source of revenue, which it uses to support terrorist proxies, fuel its missile development, and engage in other destabilizing behavior.
- Entities that engage in sanctionable activity involving Iran risk severe consequences. These consequences could include losing access to the U.S. financial system and the ability to do business with the United States or U.S. companies.
- The United States will continue to apply maximum pressure on the Iranian regime until its leaders change their destructive behavior, respect the rights of its people, and return to the negotiating table.
The Trump Administration has imposed the toughest sanctions ever on the Iranian regime. Our pressure is working.
- The announcement today builds on our already historic success.
- Iran’s oil exports have plummeted due to our pressure. Since President Trump announced that we would cease participation in the nuclear deal in May 2018, over 1.5 million barrels of Iranian oil have been taken off the market, reducing the regime’s revenue by billions of dollars.
- Overall, we estimate that our sanctions have denied the regime direct access to more than $10 billion in oil revenue since May. That is a loss of at least $30 million a day, and this is only with respect to the oil.
- In March, Hizbollah leader Hassan Nasrallah publicly appealed for donations for the first time ever. He has been forced to undertake unprecedented austerity measures because the money from Iran is not flowing in as it once did thanks to our unprecedented pressure.
- Iranian proxies in Syria and elsewhere are experiencing a lack of funding from Tehran. Fighters are going unpaid, and the services they once relied upon are drying up.
Oil markets are currently well supplied.
- Oil markets are well supplied and oil inventory levels are seasonally strong.
- We have commitments from oil producing countries, including the Kingdom of Saudi Arabia and the United Arab Emirates, to increase oil production to offset reductions in Iranian oil exports.
- Rising Non-OPEC (Organization of the Petroleum Exporting Countries) oil production and sufficient storage levels show that the adjustment to replace Iranian oil exports has been successful.
- The United States and other non-OPEC oil producers have already increased production and replaced Iranian exports, while other major producers have signaled to markets a willingness and ability to increase production to compensate for additional Iranian reductions.
- Non-OPEC output, led by the United States, is forecast to expand by 2.2 million barrels per day in 2019 and 2020, according to the U.S. Department of Energy’s Energy Information Administration (EIA).
- OECD (Organization for Economic Co-operation and Development), including
- U.S. industry-held, oil stocks remain above 5-year averages, according to the International Energy Agency (IEA).
The United States is increasing oil production and exports.
- EIA reported that United States petroleum and other liquids production average over 17 million barrels a day during the first quarter of 2019, making the United States the largest producer of oil and natural gas liquids, supplying more than 19 percent of global production.
- U.S. crude oil production is estimated to have reached 12 million barrels per day in March, up 1.6 million barrels per day compared to a year ago.
- EIA forecasts U.S. crude production will increase by 1.4 million barrels per day within the next year.
- U.S. crude oil exports in January 2019 reached 2.575 million barrels per day, an increase of over 1.2 million barrels per day or 90 percent from the prior year, according to the EIA. U.S. exports help markets to function efficiently.
- The IEA projects U.S. exports will rise sharply through 2021, and the United States will become the second largest oil and petroleum products exporter at around 9 million barrels per day, ahead of Russia and nearly equal to Saudi Arabia.
- The U.S. remains in close and productive consultations with major oil producers, as well as major oil consuming organizations such as the International Energy Agency, which works to assure the global oil market is well supplied.
The United States is Rapidly Increasing Oil Production
U.S. Crude Oil Production to increase by nearly 4 million barrels from 2017 to 2020.
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