G20
Global Affairs Canada. May 19, 2018. Foreign Affairs Minister to attend G20 Meeting of Foreign Affairs Ministers in Argentina
Ottawa, Ontario - The Honourable Chrystia Freeland, Minister of Foreign Affairs, today announced that she will attend the G20 Meeting of Foreign Affairs Ministers in Buenos Aires, Argentina, on May 21, 2018.
The Minister will take the opportunity to highlight Canada’s engagement and leadership on global governance, multilateralism, and growing the economy at home and abroad. She will also participate in discussions related to building a more peaceful and secure world, including anti-terrorism, cybersecurity, migration, non-proliferation, human rights and rules-based trade, which are central to Canada’s G7 presidency.
Canada will seek to strengthen global collaboration on a number of other pressing global issues, including the worsening political and economic crisis in Venezuela, the Rohingya crisis in Myanmar and Bangladesh, and security and stability on the Korean Peninsula.
Quotes
“The G20 offers Canada an opportunity to engage on issues of shared interest with a wider multilateral community. After having chaired the G7 Foreign Ministers’ Meeting in Toronto, I look forward to engaging with my colleagues to address some of today’s most pressing international challenges and issues, and contribute to a more open, prosperous and peaceful world.”
- Hon. Chrystia Freeland, P.C., M.P., Minister of Foreign Affairs
Quick facts
- Argentina holds the G20 presidency in 2018 under the theme of “Building consensus for fair and sustainable development,” and will host the Leaders’ Summit in Buenos Aires on November 30 and December 1, 2018.
- Canada and Argentina have been collaborating closely during their respective G7 and G20 presidencies this year, in support of fostering growth that works for everyone.
- Canada was instrumental in launching the G20 finance ministers and central bank governors’ process in 1999 in the wake of the Asian financial crisis. Building on the format of the G20 finance ministers’ meetings, former prime minister Paul Martin was one of the first to campaign for a formal G20 leaders forum.
- In response to the global financial crisis in 2008, the G20 was elevated to include heads of state and government.
- Today, the G20 is the premier forum for international economic cooperation.
- Collectively, G20 members represent all inhabited continents, 85% of global economic output, two-thirds of the world’s population and 75% of international trade.
Canada and the G20: http://international.gc.ca/world-monde/international_relations-relations_internationales/g20/index.aspx?lang=eng
G20 Argentina 2018: https://www.g20.org/en
CHINA
CHINA. REUTERS. 19 DE MAIO DE 2018. Crescimento do PIB da China no 2º tri deve desacelerar a 6,7%, diz instituto oficial
XANGAI (Reuters) - A economia da China deve expandir cerca de 6,7 por cento no segundo trimestre deste ano, afirmou o Centro de Informação Estatal em um artigo no estatal China Securities Journal deste sábado.
A projeção é ligeiramente mais fraca do que os 6,8 por cento registrados no primeiro trimestre. O Centro de Informação Estatal é um órgão de pesquisa oficial afiliado à Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma, principal agência de planejamento econômico do país.
Os dados de atividade de abril divulgados nesta semana sugerem que a segunda maior economia do mundo começa a perder força, como analistas preveem há tempos, conforme o governo continua a reprimir tipos mais arriscados de financiamento.
Embora ainda esteja expandindo a um bom ritmo, as vendas no varejo e o investimento em ativo fixo cresceram de forma mais modesta do que o esperado enquanto as vendas de propriedades caíram pela primeira vez em seis meses diante da repressão do governo à especulação e do aumento das taxas hipotecárias.
O instituto de pesquisa oficial projeta que as exportações denominadas em dólares crescerá cerca de 8 por cento no segundo trimestre contra o ano anterior e que as importações aumentarão cerca de 10 por cento.
Ele prevê inflação ao consumidor de cerca de 2 por cento e que a inflação ao produtor acelerará para cerca de 3,8 por cento no segundo trimestre ante o ano anterior.
Reportagem de Winni Zhou e David Stanway
COMÉRCIO INTERNACIONAL
EUA. CHINA. REUTERS. 19 DE MAIO DE 2018. Crescimento do PIB da China no 2º tri deve desacelerar a 6,7%, diz instituto oficial
XANGAI (Reuters) - A economia da China deve expandir cerca de 6,7 por cento no segundo trimestre deste ano, afirmou o Centro de Informação Estatal em um artigo no estatal China Securities Journal deste sábado.
A projeção é ligeiramente mais fraca do que os 6,8 por cento registrados no primeiro trimestre. O Centro de Informação Estatal é um órgão de pesquisa oficial afiliado à Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma, principal agência de planejamento econômico do país.
Os dados de atividade de abril divulgados nesta semana sugerem que a segunda maior economia do mundo começa a perder força, como analistas preveem há tempos, conforme o governo continua a reprimir tipos mais arriscados de financiamento.
Embora ainda esteja expandindo a um bom ritmo, as vendas no varejo e o investimento em ativo fixo cresceram de forma mais modesta do que o esperado enquanto as vendas de propriedades caíram pela primeira vez em seis meses diante da repressão do governo à especulação e do aumento das taxas hipotecárias.
O instituto de pesquisa oficial projeta que as exportações denominadas em dólares crescerá cerca de 8 por cento no segundo trimestre contra o ano anterior e que as importações aumentarão cerca de 10 por cento.
Ele prevê inflação ao consumidor de cerca de 2 por cento e que a inflação ao produtor acelerará para cerca de 3,8 por cento no segundo trimestre ante o ano anterior.
Reportagem de Winni Zhou e David Stanway
US. CHINA. BRASIL. 18 DE MAIO DE 2018. Exportações de soja dos EUA são canceladas com mudança da China para grãos do Brasil
CHICAGO (Reuters) - Ordens de compras de quase 1 milhão de toneladas de soja dos Estados Unidos foram canceladas nesta semana, de acordo com dados do governo dos EUA divulgados nesta sexta-feira, já que a oferta mais barata do Brasil e tensões comerciais com a China deixam a carga norte-americana menos atrativa para compradores.
O Departamento de Agricultura dos EUA (USDA, na sigla em inglês) não detalhou quais compradores cancelaram suas cargas em um anúncio diário de grandes negócios de exportação.
Porém a China compra a maior parte das exportações de soja dos EUA, e fontes do comércio disseram que a maior parte dos carregamentos provavelmente iria para lá.
Autoridades norte-americanas e chinesas estão se encontrando pra tentar evitar uma guerra comercial prejudicial entre as duas maiores economias do mundo.
Tensões comerciais agitaram os mercados e mudaram os fluxos globais de commodities.
Pequim retirou nesta sexta-feira uma barreira ao sorgo dos EUA que perturbou o comércio global de grãos para ração, mas muitos outros produtos agrícolas dos EUA permanecem como atuais ou potenciais alvos de tarifas de importação chinesas, incluindo a soja, milho e carne suína.
O USDA disse nesta sexta-feira que compradores de um destino não revelado cancelaram 949 mil toneladas de compras de soja norte-americana. Desse total, um volume de 829 mil toneladas deveria ser enviado antes de setembro, o maior cancelamento de uma vez só de vendas de soja desde dezembro de 2016, de acordo com dados do USDA.
Cancelamentos não são incomuns durante a primavera dos EUA, já que compradores cortam as compras não enviadas e optam pela safra recém-colhida da soja brasileira, que geralmente é mais barata.
Porém uma queda nos preços do produto do Brasil, que havia subido fortemente por conta das questões relacionadas à China, acelerou a mudança de rota nesta semana, disseram operadores.
O Brasil ficou mais competitivo com a forte alta do dólar.
A forte alta do dólar havia gerado expectativa de alta nos preços da soja no Brasil, tendo em vista que o câmbio elevado favorece as exportações, segundo análise do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
No entanto, as quedas nos valores do grão na Bolsa de Chicago e dos prêmios de exportação brasileiros impediram a valorização da oleaginosa no mercado doméstico, acrescentou o Cepea.
Karl Plume
CHINA. REUTERS. 18 DE MAIO DE 2018. Índices em Wall Street fecham em queda por pressão de negociações entre EUA e China
NOVA YORK (Reuters) - O S&P 500 fechou em queda nesta sexta-feira no fim de sessão volátil, com ações de bancos e fabricantes de chips pressionando o índice e investidores tensos com negociações entre Estados Unidos e China.
Os três principais índices acionários dos EUA registram uma queda semanal à medida que os mercados reagiam a reportagens do encontro comercial entre EUA e China, crescentes rendimentos de títulos do governo dos EUA e elevação nos preços do petróleo.
“Eu acho que todos estão esperando por algum tipo de direção quanto às negociações comerciais americanas que estão acontecendo agora e há ansiedade sobre os preços do petróleo”, disse Oliver Pursche, vice chairman e estrategista chefe de mercado da Bruderman Asset Management.
A China negou relatos de autoridades dos EUA de que tenha oferecido reduzir o déficit comercial dos EUA em até 200 bilhões de dólares, mas disse que as consultas eram “construtivas” na mais recente mensagem a surgir da reunião de alto escalão.
“Os mercados tendem a superar esse tipo de coisa muito rapidamente recentemente”, disse Pursche. “Você pode ter uma declaração que impacta o sentimento e o movimento durante meia hora e pouco, mas ele reverte porque há muita confusão”.
As ações da Boeing subiram por expectativas de redução no déficit comercial EUA-China, após uma fonte norte-americana dizer que a companhia seria uma grande beneficiária de uma menor lacuna comercial. A Boeing vende cerca de um quarto de suas aeronaves comerciais a consumidores chineses. As ações da fabricante de aviões avançaram 2,1 por cento, ajudando a manter o Dow Jones fora de território negativo.
ÍNDIA. UE. EUA. REUTERS. 18 DE MAIO DE 2018. Índia e UE listam produtos dos EUA à OMC para possível retaliação
Por Tom Miles
GENEBRA (Reuters) - A Índia e a União Europeia entregaram à Organização Mundial do Comércio listas de produtos norte-americanos que podem incorrer em tarifas maiores de importação em retaliação às sobretaxas criadas pelo presidente norte-americano Donald Trump sobre aço e alumínio.
A UE disse que as tarifas dos EUA sobre aço podem custar 1,5 bilhão de dólares e as tarifas de alumínio mais 100 milhões de dólares, e listou arroz, cranberries, bourbon, milho, pasta de amendoim e produtos siderúrgicos entre os itens norte-americanos que podem ser alvo de retaliação do bloco.
A Índia disse estar incorrendo em custos adicionais de 31 milhões de dólares com as sobretaxas de alumínio e de 134 milhões no caso do aço, e listou as exportações dos EUA de óleo de soja, palmoleína e castanha de caju entre seus possíveis alvos de retaliação.
Uma autoridade do comércio descreveu as listas de tarifas retaliatórias como “carregar munição em uma arma”, deixando claro para os exportadores norte-americanos que impactos podem estar a caminho.
A Índia disse que suas tarifas entrarão em vigor em 21 de junho, a menos que os Estados Unidos retirem as sobretaxas.
A UE disse que algumas retaliações podem ser aplicadas a partir de 20 de junho.
Por Tom Miles
VENEZUELA
MRE. AIG. NOTA-157. 18 de Maio de 2018. Comunicado do Grupo de Lima
Diante das recentes declarações do presidente da Venezuela, nas quais assinalou que em seu país não há crise migratória, os governos de Argentina, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, Guiana, Honduras, México, Panamá, Paraguai, Peru e Santa Lúcia manifestam que:
A deterioração da situação econômica, social e humanitária na Venezuela tem provocado, nos últimos dois anos, um aumento massivo da migração venezuelana, impactando especialmente os países da região.
Ainda que a maioria dos migrantes venezuelanos se dirijam inicialmente aos países vizinhos, verificou-se também um aumento importante na migração de trânsito nesses países para chegar a outros destinos.
Os números oficiais mostram que, entre 2017 e 2018, migraram para a Argentina aproximadamente 82 mil venezuelanos; para o Brasil, aproximadamente 50 mil; para a Colômbia, 800 mil; para o Chile, mais de 160 mil; para a Guatemala, 15.650; para o México, 65.784; para o Panamá, 65.415; para o Paraguai, 2.893; e para o Peru, 298.559.
Esses números são consistentes com as estimativas realizadas pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) e pela Organização Internacional para as Migrações (OIM), que assinalam, respectivamente, que entre 1,5 milhão e 1,6 milhão de venezuelanos teriam abandonado seu país até o fim de 2017.
Isso tem gerado uma série de desafios para os países receptores, em diferentes âmbitos, como o humanitário e sanitário, incluindo a desnutrição e o reaparecimento de doenças que já haviam sido erradicadas ou controladas. Do mesmo modo, a capacidade para prestar serviços básicos, como o acesso à educação e a proteção de crianças e adolescentes, entre outros, enfrenta sérios desafios.
Diante disso, os países do Grupo de Lima reiteramos nossa vontade e compromisso de prestar assistência e proteção aos venezuelanos, assim como apoio àqueles que permanecem naquele país, razão pela qual reiteramos energicamente a solicitação para que se estabeleçam mecanismos de acesso à ajuda humanitária, para atender a essa delicada situação.
Da mesma forma, fazemos um apelo à Venezuela para que estabeleça, com urgência, um sistema de intercâmbio de informações epidemiológicas com os países vizinhos, a fim de coordenar esforços para a contenção de doenças, sobretudo nas zonas de fronteira.
Comunicado del Grupo de Lima
Frente a las recientes declaraciones del Presidente de Venezuela, en las que señaló que en su país no hay crisis migratoria, los Gobiernos de Argentina, Brasil, Canadá, Chile, Colombia, Costa Rica, Guatemala, Guyana, Honduras, México, Panamá, Paraguay, Perú y Santa Lucía, manifiestan que:
El deterioro de la situación económica, social y humanitaria en Venezuela ha provocado en los últimos dos años un incremento masivo de la migración venezolana, impactando especialmente a los países de la región.
Aunque la mayoría de los migrantes venezolanos se dirigen inicialmente hacia los países vecinos, se ha visto también un incremento importante en la migración de tránsito en estos países para llegar a otros destinos.
Las cifras oficiales arrojan que entre 2017 y 2018 migraron aproximadamente a Argentina 82,000 venezolanos; a Brasil aproximadamente 50,000; a Colombia 800 mil venezolanos; a Chile más de 160,000; a Guatemala 15,650; a México 65,784; a Panamá 65,415; a Paraguay 2,893; y al Perú 298,559.
Estas cifras son consistentes con las estimaciones realizadas por el Alto Comisionado de Naciones Unidas para los Refugiados (ACNUR) y la Organización Internacional para las Migraciones (OIM), las cuales señalan, respectivamente, que entre 1,500,000 y 1,600,000 venezolanos habían abandonado su país para finales de 2017.
Esto ha generado una serie de retos para los países receptores en diferentes ámbitos como el humanitario y el de salud, incluyendo la desnutrición y la reaparición de enfermedades que se encontraban ya erradicadas o bajo control. Asimismo, las capacidades para brindar servicios básicos como el acceso a la educación y protección de la niñez, entre otros, enfrentan serios desafíos.
Por todo lo anterior, los países del Grupo de Lima reiteramos nuestra voluntad y compromiso para brindar asistencia y protección a los venezolanos, así como apoyo a quienes permanecen en ese país, por lo que reiteramos enérgicamente la solicitud para establecer mecanismos para el acceso de ayuda humanitaria para atender esta sensible situación.
Asimismo, hacemos un llamado a Venezuela para que establezca con urgencia un sistema para el intercambio de informaciones epidemiológicas con los países vecinos, para coordinar esfuerzos en la contención de enfermedades, sobre todo en las zonas de frontera.
EUA. VENEZUELA. REUTERS. 18 DE MAIO DE 2018. EUA impõem sanções ao nº 2 do partido socialista da Venezuela
WASHINGTON (Reuters) - O Tesouro dos Estados Unidos impôs sanções à segunda principal autoridade do partido Socialista da Venezuela, Diosdado Cabello, sua mulher e seu irmão, além de um empresário com propriedades nos Estados Unidos, no momento em que Washington aumenta a pressão sobre autoridades sêniores da Venezuela por seu papel na crise política e econômica do país.
O Tesouro dos EUA acusou Cabello, um ex-presidente da Assembleia Nacional do país, de lavagem de dinheiro e envolvimento direto no tráfico de narcóticos saindo da Venezuela, através da Republicana Dominicana, para a Europa.
O departamento também impôs sanções sobre o irmão dele, Jose David Cabello, acusando-o de “extorquir dinheiro para ganhos pessoais” e Marleny Josefina Contreras, que comanda o instituto de turismo do país e é casada com Diosdado Cabello.
Adicionalmente, o Tesouro dos EUA colocou na lista negra o empresário Rafael Alfredo Sarria Diaz e bloqueou suas três companhias na Flórida, a 11420 Corp, Noor Plantation Investments e SAI Advisors.
“O povo venezuelano sofre sob políticos corruptos que apertam seu controle no poder enquanto forram seus próprios bolsos”, disse o secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, em nota.
“Estamos impondo custos sobre figuras como Diosdado Cabello que exploram suas posições oficiais para se engajarem em tráfico de narcóticos, lavagem de dinheiro, desvio de fundos estatais e outras atividades corruptas”, acrescentou ele.
As sanções mais recentes ocorrem antes da eleição presidencial de domingo, na qual espera-se amplamente que o presidente esquerdista Nicolás Maduro ganhe a reeleição para um mandato de seis anos em meio a um boicote da oposição. A comunidade internacional pediu a Maduro que suspenda a eleição.
Maduro culpou o presidente dos EUA, Donald Trump, pela profunda recessão e hiperinflação que causou escassez de alimentos na Venezuela e gerou um êxodo de migrantes para os países vizinhos.
(Reportagem de Tim Ahmann)
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LGCJ.: