US ECONOMICS
DoJ. PORTAL G1. AFP. 15/06/2017. EUA dão sinal verde à fusão entre Dow Chemical e DuPont. A autorização dos Estados Unidos era o último obstáculo para concretizar a operação, que dará origem a gigante com valor de US$ 150 bilhões em bolsa.
Os Estados Unidos deram sinal verde nesta quinta-feira (15) à fusão dos grupos agroquímicos Dow Chemical e DuPont.
A autorização dos Estados Unidos era o último obstáculo importante que restava superar para concretizar uma operação que dará origem a um gigante com valor em bolsa de US$ 150 bilhões.
O Departamento de Justiça (DoJ) aprovou a transação, que tinha sido validada pela União Europeia e pela China, embora ainda deva ser ratificada por um tribunal.
Satisfeitos com a notícia, Dow Chemical e DuPont afirmaram em um comunicado que avançam rumo a finalizar sua fusão em agosto, na data prevista.
"Passamos nesta prova nos Estados Unidos, estamos bem encaminhados para finalizar nossa fusão", afirmou Ed Breen, CEO da DuPont, citado no comunicado.
O DoJ exige a ambos os grupos a cessão de ativos quase idênticos aos exigidos pela Comissão Europeia, que deu seu aval à fusão em março.
A DuPont aceitou vender parte importante de sua seção de pesticidas, inclusive sua estrutura mundial de pesquisa e desenvolvimento.
A companhia vai se desfazer do herbicida de marca Finesse e do inseticida Rynaxypyr, dois produtos que responderam no ano passado a um volume de negócios de 100 milhões de dólares, indicou o DoJ.
A Dow Chemical, por sua vez, venderá sua participação nos copolímeros ácidos e nos de iononas.
A fusão dará origem à DowDuPont, que será o número dois mundial em sementes e no número três dos produtos fitossanitários.
DoC. PORTAL UOL. AGÊNCIA ESTADO. 16/06/2017. Construções de moradias iniciadas caem 5,5% maio ante abril nos EUA
Washington - As construções de moradias iniciadas nos Estados Unidos tiveram queda de 5,5% em maio na comparação com o mês anterior, após ajustes sazonais. O resultado é o terceiro recuo consecutivo do indicador e contrariou a previsão de alta de 3,4% dos analistas ouvidos pelo Wall Street Journal.
O Departamento do Comércio informou que, com o recuo, as construções de moradias iniciadas ficaram na taxa anualizada ajustada de 1,092 milhão. O dado tem uma margem de erro de 11,9%.
As permissões para novas obras, um indicativo de quantas construções estão por vir, tiveram queda de 4,9%, para o ritmo anual de 1,168 milhão no mês de maio, segundo o relatório. Nesse caso, analistas previam alta de 0,8%.
Os dados de construções de moradias iniciadas tendem a ser voláteis e podem sofrer fortes revisões.
________________
BACEN. 16/06/2017. BC divulga Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) referente a abril de 2017.
DOCUMENTO: http://www.bcb.gov.br/pec/Indeco/Port/ie1-54.xlsx
BACEN. PORTAL G1. 16/06/2017. 'Prévia' do PIB do BC aponta alta de 0,28% em abril na comparação com março. Números do IBC-Br foram divulgados nesta sexta-feira pelo Banco Central. Em 12 meses até abril, sem ajuste sazonal, índice teve uma queda de 2,75%.
Por G1, Brasília
O Índice de Atividade Econômica medido pelo Banco Central (IBC-Br), que funciona como uma espécie de prévia do Produto Interno Bruto (PIB), registrou uma alta de 0,28% em abril diante do mês de março. A comparação já leva em conta as diferenças sazonais entre os períodos analisados.
O IBC-BR é um indicador criado para tentar antecipar o resultado do PIB, que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. Na comparação com abril do ano passado, a alta foi de 0,51% com ajustes sazonais. Sem levar em conta os ajustes, foi observada uma queda de 1,75%.
Atividade econômica
Variação mensal do IBC-Br
Fonte: BC
No mês de março, o IBC-Br havia caído 0,44% na comparação com fevereiro. De acordo com o Banco Central , no acumulado em 12 meses até abril, a prévia do PIB (indicador dessazonalizado) registrou contração de 2,66%. Sem o ajuste sazonal, a queda é de 2,75%. No ano, o índice aponta uma queda de 0,44% (dessazonalizado).
No primeiro trimestre de 2017, o PIB oficial, medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontou alta de 1% na comparação com o trimestre anterior, rompendo uma sequência de oito trimestres em queda.
Tecnicamente, o resultado do primeiro trimestre significa que o país teria saído da recessão econômica. No entanto, economistas alertam que o resultado do trimestre iniciado em abril será decisivo, já que em maio, com as delações da JBS, o governo entrou em um período de instabilidade que pode afetar a economia.
IBC-Br x PIB
Embora o cálculo seja um pouco diferente, o IBC-Br foi criado para tentar ser um "antecedente" do PIB. O índice do BC incorpora estimativas para a agropecuária, a indústria e o setor de serviços, além dos impostos.
Os resultados do IBC-Br, porém, nem sempre mostraram proximidade com os dados oficiais do PIB, divulgados pelo IBGE. O Banco Central já informou anteriormente que o IBC-Br não seria uma medida do PIB, mesmo que tenha sido criado para tentar antecipar o resultado, mas apenas "um indicador útil" para o BC e para o setor privado.
Recentemente, o BC atualizou a metodologia de cálculo, incorporando novos indicadores, com destaque para a utilização da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) em substituição à Pesquisa Mensal de Emprego (PME), além de outras mudanças.
BACEN. REUTERS. 16/06/2017. Atividade econômica do Brasil inicia 2º tri com alta de 0,28% em abril, aponta BC
SÃO PAULO (Reuters) - O segundo trimestre começou com a economia brasileira em expansão em abril, num sinal de retomada após a queda vista no mês anterior, de acordo com dados do Banco Central divulgados nesta sexta-feira.
O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), espécie de sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB), cresceu 0,28 por cento em abril ante março, em dado dessazonalizado.
O resultado mostra alguma recuperação ante a queda de 0,4 por cento vista em março, em dado revisado pelo BC depois de divulgar anteriormente contração de 0,44 por cento no mês.
A expectativa em pesquisa da Reuters era de crescimento de 0,30 por cento em abril, na mediana das projeções dos analistas consultados.
O Brasil encerrou dois anos seguidos de recessão ao registrar crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 1 por cento no primeiro trimestre deste ano sobre o período anterior, de acordo com dados do IBGE.
O resultado de abril do IBC-Br deriva de números favoráveis tanto da indústria quanto do varejo e de serviços no mês, apontando que a economia ao menos ensaia uma recuperação, mesmo com o desemprego ainda elevado e a crise política.
A produção industrial brasileira subiu 0,6 por cento em abril, porém ainda insuficiente para garantir que já estava havendo recuperação mais consistente da atividade.
Já as vendas no varejo surpreenderam e registraram a maior alta para abril em nove anos ao subirem 1 por cento, com o volume de serviços aumentando também 1 por cento e tendo o melhor resultado em um ano.
Na comparação com abril de 2016, o IBC-Br avançou 0,51 por cento, enquanto que no acumulado em 12 meses houve recuo de 2,66 por cento, sempre em números dessazonalizados.
O IBC-Br incorpora projeções para a produção nos setores de serviços, indústria e agropecuária, bem como o impacto dos impostos sobre os produtos.
Especialistas consultados na última pesquisa Focus do BC reduziram sua expectativa para a atividade econômica, vendo agora expansão de apenas 0,41 por cento este ano e 2,30 por cento no próximo.
MAPA. BRICS. 15/06/2017. Internacional. Blairo Maggi defende maior participação dos BRICS no comércio agrícola global. Ministro da Agricultura vai reforçar posição ao discursar durante reunião do bloco, nesta sexta-feira (16), na China
O ministro Blairo Maggi (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) participa nesta sexta-feira (16), em Naquim, na China, da 7ª Reunião de Ministros dos BRICS, bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Ao discursar no evento, Blairo fará um panorama da agropecuária brasileira, destacando a qualidade de seus produtos, o compromisso dos seus produtores com a sustentabilidade ambiental e a segurança alimentar mundial e a importância de os países do bloco terem maior protagonismo no comércio internacional agrícola.
Paralelamente à reunião dos BRICS, o ministro terá encontros bilaterais com autoridades chinesas, indianas, sul-africanas e russas, além de representantes de organismos internacionais, para tratar de temas de interesse do agronegócio do Brasil.
Blairo lidera missão à China desde o último dia 10. Na capital Pequim, o ministro se reuniu com importadores chineses de soja e com empresários brasileiros que acompanham a delegação para tratar de assuntos relacionados ao comércio bilateral entre o Brasil e o país asiático.
Ele também participou de palestra no Rabobank sobre o mercado de proteína animal, quando foram apresentados dados sobre a participação brasileira nas compras chinesas de carnes. Do total de frango importado pela China, 82% são procedentes do Brasil. Já as importações chinesas de carne bovina brasileira representam 30% daquele mercado e as de suíno, 3,8% (previsão de 100 mil toneladas em 2017). Segundo Blairo, há um enorme potencial de crescimento para a venda de carne suína do Brasil para China.
Depois da reunião dos BRICS, o ministro visitará Hong Kong, onde terá audiência com o secretário para Alimentação e Saúde, Ko Wing-man.
________________
LGCJ.: