US ECONOMICS
DoL. BLS. November 3, 2016. PRODUCTIVITY AND COSTS, Third Quarter 2016, Preliminary
Nonfarm business sector labor productivity increased at a 3.1-percent annual
rate during the third quarter of 2016, the U.S. Bureau of Labor Statistics
reported today, as output increased 3.4 percent and hours worked increased 0.3
percent. (All quarterly percent changes in this release are seasonally
adjusted annual rates.) The quarterly increase in nonfarm business sector
labor productivity was the first increase after three consecutive declines in
the measure. From the third quarter of 2015 to the third quarter of 2016,
productivity was unchanged. (See table A.)
Labor productivity, or output per hour, is calculated by dividing an index of
real output by an index of hours worked of all persons, including employees,
proprietors, and unpaid family workers.
Unit labor costs in the nonfarm business sector increased 0.3 percent in the
third quarter of 2016, reflecting a 3.4-percent increase in hourly
compensation and a 3.1-percent increase in productivity. Unit labor costs
increased 2.3 percent over the last four quarters. (See tables A and 2.)
BLS calculates unit labor costs as the ratio of hourly compensation to labor
productivity. Increases in hourly compensation tend to increase unit labor
costs, and increases in output per hour tend to reduce them.
Manufacturing sector labor productivity increased 1.0 percent in the third
quarter of 2016, as output and hours worked increased 1.1 percent and 0.1
percent, respectively. Output per hour increased 2.5 percent in the durable
goods manufacturing sector, the combined effect of a 1.9-percent increase in
output and a 0.6-percent decline in hours worked. Productivity decreased 1.1
percent in the nondurable goods sector in the third quarter of 2016, following
a 4.6-percent second-quarter decrease. Over the last four quarters,
manufacturing sector productivity increased 0.2 percent, as output was
unchanged and hours worked declined 0.1 percent. (See tables A, 3, 4, and 5.)
Unit labor costs in manufacturing increased 2.2 percent in the third quarter
of 2016 and rose 2.9 percent from the same quarter a year ago. Hourly
compensation increased 3.2 percent in the third quarter of 2016.
The concepts, sources, and methods used for the manufacturing output series
differ from those used in the business and nonfarm business output series;
these output measures are not directly comparable. See the Technical Notes for
a more detailed explanation.
Revised measures
Revised and previous measures for the second quarter of 2016 are shown in
tables B and C, covering the following major sectors: nonfarm business,
business, manufacturing, and nonfinancial corporations.
In the second quarter of 2016, nonfarm business sector productivity decreased
0.2 percent, rather than decreasing 0.6 percent as reported on September 1.
The upward revision reflects a 0.5-percentage point upward revision to output;
hours were unrevised. Unit labor costs increased 3.9 percent during the second
quarter--rather than increasing 4.3 percent as previously reported--due to the
0.4-percentage point upward revision to productivity. In the manufacturing
sector, productivity was revised down slightly to a decrease of 0.5 percent
from a previously-reported decline of 0.4 percent, reflecting small downward
revisions to both output and hours. Unit labor costs increased 6.8 percent
rather than 6.7 percent.
Second-quarter 2016 measures of productivity and costs were revised for the
nonfinancial corporate sector. Productivity decreased 2.3 percent rather than
2.1 percent as reported on September 1. Unit labor costs increased 6.2
percent rather than the preliminary estimate of 5.9 percent. (See table C.)
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Table A. Preliminary third-quarter 2016 measures: percent change from previous quarter at annual
rate (Q to Q) and from same quarter a year ago (Y to Y)
Sector Nonfarm Durable Nondurable
Business Business Manufacturing Manufacturing Manufacturing
Q to Q Y to Y Q to Q Y to Y Q to Q Y to Y Q to Q Y to Y Q to Q Y to Y
------------------------------------------------------------------------------------------------------
Labor productivity 3.1 0.0 3.4 -0.1 1.0 0.2 2.5 0.6 -1.1 -0.4
Output 3.4 1.6 3.5 1.7 1.1 0.0 1.9 0.2 0.0 -0.2
Hours worked 0.3 1.7 0.1 1.8 0.1 -0.1 -0.6 -0.4 1.1 0.2
Hourly compensation 3.4 2.3 3.6 2.2 3.2 3.1 3.2 2.7 3.5 3.9
Real hourly
compensation 1.7 1.1 1.9 1.0 1.6 1.9 1.5 1.6 1.8 2.7
Unit labor costs 0.3 2.3 0.2 2.2 2.2 2.9 0.7 2.2 4.6 4.3
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Table B. Revised and previous measures: second quarter 2016
Sector Nonfarm Durable Nondurable
Business Business Manufacturing Manufacturing Manufacturing
Revised Previous Revised Previous Revised Previous Revised Previous Revised Previous
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Percent change, annual rate, second quarter 2016
Labor
productivity -0.2 -0.6 -0.4 -0.8 -0.5 -0.4 2.4 2.4 -4.6 -4.4
Output 1.6 1.1 1.6 1.2 -1.1 -0.8 0.5 0.7 -2.9 -2.6
Hours worked 1.7 1.7 2.0 2.0 -0.5 -0.4 -1.8 -1.8 1.8 1.9
Hourly
compensation 3.7 3.7 3.3 3.3 6.2 6.3 5.4 5.5 8.0 8.0
Real hourly
compensation 1.2 1.1 0.7 0.7 3.6 3.7 2.8 2.9 5.3 5.4
Unit labor
costs 3.9 4.3 3.7 4.1 6.8 6.7 3.0 3.0 13.2 13.0
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Table C. Nonfinancial corporations: revised and previous second-quarter 2016 productivity and
cost measures
Real
Labor Hourly hourly Unit Implicit
produc- Hours compen- compen- labor Unit price
tivity Output worked sation sation costs profits deflator
------------------------------------------------------------------------------------------------------
Percent change, annual rate, second quarter 2016
Q to Q Revised -2.3 -0.9 1.4 3.7 1.2 6.2 -16.3 1.8
Q to Q Previous -2.1 -0.7 1.4 3.7 1.1 5.9 -17.0 1.9
======================================================================================================
DOCUMENT: http://www.bls.gov/news.release/pdf/prod2.pdf
DoL. PORTAL UOL. AFP. 03/11/2016. Produtividade cresce no 3o. trimestre nos EUA
Washington, 3 Nov 2016 (AFP) - A produtividade nos Estados Unidos cresceu acima das expectativas no terceiro trimestre até alcançar seu maior nível nos últimos dois anos, depois de três meses de retrocesso, segundo as primeira estimativas do departamento do Trabalho.
Em termos anuais, a produtividade aumentou 3,1% de julho a setembro, depois de um recuo de 0,2% no segundo trimestre (de acordo com cifras revisadas em alta).
Os analistas previam um avanço menor, de 1,8%.
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FGV. IBRE. 03/11/2016. Índices Gerais de Preços. IPC-S Capitais. Inflação pelo IPC-S sobe em todas as capitais pesquisadas
O IPC-S de 31 de outubro de 2016 registrou variação de 0,34%, 0,10 ponto percentual (p.p.) acima da taxa divulgada na última apuração. Todas as sete capitais pesquisadas registraram acréscimo em suas taxas de variação.
A tabela a seguir, apresenta as variações percentuais dos municípios das sete capitais componentes do índice, nesta e na apuração anterior.
DOCUMENTO: http://portalibre.fgv.br/main.jsp?lumPageId=402880972283E1AA0122841CE9191DD3&contentId=8A7C82C557E5111F0158298A949454FF
CNC. 01/11/2016. Percentual de famílias endividadas recua e chega a 57,7%. A proporção das famílias que se declararam muito endividadas também diminuiu entre setembro e outubro – de 14,4% para 14,2%.
A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), mostra que, em outubro, 57,7% das famílias possuíam algum tipo de dívida entre cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, empréstimo, prestação de carro e seguro. O percentual é menor do que o registrado em setembro (58,2%) e há um ano (62,1%), porém 9,4% dos entrevistados afirmaram não ter como pagar as dívidas e, portanto, seguirão inadimplentes. Embora abaixo dos 9,6% do mês passado, o total é superior ao registrado há um ano, quando era de 8,5%.
“As altas taxas de juros e a fragilidade do mercado de trabalho têm limitado o consumo, provocando também a diminuição recente dos níveis de endividamento”, explica o economista da CNC Bruno Fernandes.
A quantidade dos que relataram ter dívidas em atraso chegou a 23,8%. Apesar de ser abaixo dos 24,6% registrados no mês anterior, o resultado é maior do que os 23,1% referentes a outubro de 2015.
Endividamento
A proporção das famílias que se declararam muito endividadas também diminuiu entre setembro e outubro – de 14,4% para 14,2%. Na comparação anual, houve alta de 0,3 ponto percentual.
As famílias estão atrasando o pagamento das dívidas, em média, por 62,9 dias. Já o tempo médio de comprometimento com esses débitos é de sete meses, sendo que 33,4% assumem tais compromissos por mais de um ano.
Do total das famílias brasileiras, 21% estão com mais da metade da renda comprometida com o pagamento de dívidas. O cartão de crédito permanece no topo da lista desse tipo de compromisso para 77,1% dos entrevistados. Carnês estão em segundo lugar, com 14,1%, e o financiamento de carro em terceiro, com 10,2%.
DOCUMENTO: http://cnc.org.br/noticias/economia/cnc-percentual-de-familias-endividadas-recua-e-chega-577
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DÓLAR/ANÁLISE
BACEN. PORTAL G1. 03/11/2016. Dólar cai ante real, de olho nas eleições dos EUA. Investidores se preocupam com perspectiva de Trump vencer Hillary Clinton. No ano, moeda acumula desvalorização de 17,9%.
Do G1, em São Paulo
O dólar alternava leves altas e baixas nesta quinta-feira (3), de olho no comportamento da moeda norte-americana no exterior e com investidores apreensivos com a eleição presidencial nos Estados Unidos, marcada para a próxima semana.
Os agentes permanecem cautelos nesta sessão devido à proximidade das eleições norte-americanas, já que a disputa ficou mais acirrada e os investidores se preocupam com a perspectiva de Donald Trump vencer Hillary Clinton.
Às 11h39, o dólar recuava 0,06%, a R$ 3,2394 na venda.
Acompanhe a cotação ao longo do dia:
- Às 9h15, queda de 0,38%, a R$ 3,2241
- Às 9h20, queda de 0,52%, a R$ 3,2257
- Às 10h10, queda de 0,22%, a R$ 3,2339
- Às 10h40, queda de 0,13%, a R$ 3,2370
"Hoje, o clima está mais calmo..., mas o mercado está acompanhando essas eleições bem de perto", comentou um profissional da mesa de câ7mbio de uma corretora nacional.
Recentes pesquisas de intenção de voto mostraram perda de fôlego da candidata democrata Hillary Clinton frente ao seu adversário republicano Donald Trump, considerado muito radical e que tem deixado os mercados financeiros globais preocupados com possíveis mudanças na política econômica que poderia adotar caso vença a disputa.
Nesta manhã, duas novas pesquisas mostraram que Hillary tinha leve vantagem sobre Trump.
No mercado externo, o dólar cedia ante moedas de países emergentes, como a lira turca, peso chileno e até mesmo ante o peso mexicano, uma das moedas mais afetadas pela disputa eleitoral nos Estados Unidos.
Segundo levantamento Reuters/Ipsos, divulgado na véspera, a vantagem da democrata estava voltando a seis pontos percentuais, a mesma que tinha antes do anúncio do FBI relacionado ao seu uso de um servidor particular de emails.
O Banco Central brasileiro vendeu nesta manhã o lote integral de 5 mil contratos de swap cambial reverso, equivalente à compra futura de moeda.
Último pregão
Na terça-feira, o dólar fechou em alta de 1,61%, vendido R$ 3,2412, após pesquisa sobre as eleições dos Estados Unidos indicar que o candidato Donald Trump superou sua opositora Hillary Clinton nas intenções de voto.
Na véspera, quando os mercados brasileiros estiveram fechados por conta do feriado de Finados, o Federal Reserve, banco central norte-americano, decidiu não mexer na sua taxa de juros, como amplamente esperado, sinalizando que deve elevá-la no encontro de dezembro.
Na semana, o dólar acumula alta sobre o real de 1,4%. No ano, há desvalorização de 17,9%.
BACEN. PORTAL UOL. 03/11/2016. Dólar cai, vendido perto de R$ 3,23; Bovespa opera em queda
O dólar comercial e a Bovespa operavam em queda nesta quinta-feira (3). Por volta das 11h15, a moeda norte-americana caía 0,26%, a R$ 3,233 na venda. No mesmo momento, o Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, tinha perdas de 0,16%, a 63.224,54 pontos. Investidores analisam a decisão do Fed (Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos) de manter a taxa de juros no país, na véspera. O mercado também estava cauteloso devido à proximidade das eleições norte-americanas, já que a disputa ficou mais acirrada e os investidores se preocupam com a perspectiva de Donald Trump vencer Hillary Clinton. No cenário interno, o mercado deve repercutir a informação de que cerca de R$ 38,5 bilhões arrecadados com a regularização de recursos no exterior vão para os cofres do governo federal, segundo o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. (Com Reuters)
BACEN. REUTERS. 03/11/2016. Dólar altera leves altas e baixas sobre real, de olho em eleição nos EUA
Por Claudia Violante
SÃO PAULO (Reuters) - O dólar alternava leves altas e baixas nesta quinta-feira, de olho no comportamento da moeda norte-americana no exterior e com investidores apreensivos com a eleição presidencial nos Estados Unidos, marcada para a próxima semana.
Às 10:30, o dólar avançava 0,06 por cento, a 3,2400 reais na venda, após bater 3,2480 reais na máxima do dia e 3,2210 reais na mínima. O dólar futuro tinha leve alta de 0,05 por cento.
No pregão passado, o dólar havia saltado mais de 1,5 por cento, encostando em 3,25 reais, já com a corrida eleitoral norte-americana.
"Hoje, o clima está mais calmo..., mas o mercado está acompanhando essas eleições bem de perto", comentou um profissional da mesa de câ7mbio de uma corretora nacional.
Recentes pesquisas de intenção de voto mostraram perda de fôlego da candidata democrata Hillary Clinton frente ao seu adversário republicano Donald Trump, considerado muito radical e que tem deixado os mercados financeiros globais preocupados com possíveis mudanças na política econômica que poderia adotar caso vença a disputa.
Nesta manhã, duas novas pesquisas mostraram que Hillary tinha leve vantagem sobre Trump.
No mercado externo, o dólar cedia ante moedas de países emergentes, como a lira turca, peso chileno e até mesmo ante o peso mexicano, uma das moedas mais afetadas pela disputa eleitoral nos Estados Unidos.
Segundo levantamento Reuters/Ipsos, divulgado na véspera, a vantagem da democrata estava voltando a seis pontos percentuais, a mesma que tinha antes do anúncio do FBI relacionado ao seu uso de um servidor particular de emails.
Na véspera, quando os mercados brasileiros estiveram fechados por conta do feriado de Finados, o Federal Reserve, banco central norte-americano, decidiu não mexer na sua taxa de juros, como amplamente esperado, sinalizando que deve elevá-la no encontro de dezembro.
O Banco Central brasileiro vendeu nesta manhã o lote integral de 5 mil contratos de swap cambial reverso, equivalente à compra futura de moeda.
BOVESPA/ANÁLISE
BOVESPA. PORTAL G1. 03/11/2016. Bovespa opera com pequenas variações após feriado na véspera. Na véspera, Ibovespa caiu 2,46%, 63.326 pontos. Foi a maior queda diária desde setembro.
Do G1, em São Paulo
A bolsa paulista operava com pequenas variações nesta quinta-feira (3), sem direção definida, um dia após o Federal Reserve sinalizar alta de juros nos Estados Unidos em dezembro e com ajustes aos comportamento dos ADRs brasileiros (recibos de ações de empresas brasileras negociados no exterior) na véspera, feriado no Brasil mas com os pregões em Nova York funcionando normalmente.
Às 11h47, o Ibovespa subia 0,12%, a 63.383 pontos.
As preferenciais da Petrobras recuavam 0,47%, enquanto que as da Vale subiam 0,53%
As ações do Pao de Açúcar lideravam as altas do índice, com variação de 1,32%. Na outra ponta, os papéis da Rumo Logística caíam 4,06%.
Último pregão
A Bovespa fechou em queda na terça-feira (1º), após pesquisa sobre as eleições dos Estados Unidos indicar que o candidato Donald Trump superou sua opositora Hillary Clinton nas intenções de voto. Mais cedo, a Bovespa chegou a subir.
O Ibovespa, principal índice de ações da bolsa, caiu 2,46%, 63.326 pontos. Foi a maior queda diária desde setembro.
Na semana, a bolsa acumula queda de 1,53%. No ano, há valorização de 8,5%.
BOVESPA. REUTERS. 03/11/2016. Bovespa ensaia melhora com Wall Street; BB Seguridade pesa
Por Flavia Bohone
SÃO PAULO (Reuters) - O mercado acionário brasileiro ensaiava uma recuperação no final da manha desta quinta-feira, acompanhando o tom positivo em Wall Street, após abertura pressionada por ajustes ao movimento de ADRs na véspera e sinalização do Federal Reserve sobre os juros norte-americanos também na quarta-feira.
Às 11:45, o Ibovespa subia 0,14 por cento, a 63.415 pontos. O volume financeiro era de 1,97 bilhão de reais.
Em Nova York, o índice S&P 500 avançava 0,2 por cento, buscando interromper sete sessões de queda.
Na véspera, o banco central norte-americano manteve os juros, mas sinalizou fortemente que pode elevar a taxa em dezembro, com a economia ganhando fôlego e com membros do Fed expressando mais otimismo de que a inflação está se movendo na direção da sua meta de 2 por cento.
A notícia do Fed e ajustes à queda de vários ADRs (recibos de ações negociadas nos EUA) brasileiros na véspera ajudaram a pressionar a abertura da bolsa local, com o Ibovespa recuando 1 por cento na mínima mais cedo.
Do exterior, também segue no foco o cenário eleitoral norte-americano, em meio à disputa acirrada pela presidência do país entre Hillary Clinton e Donald Trump, com pesquisas recentes mostrando avanço do republicano a poucos dias da votação, o que causou tensões nos mercados.
A mais recente pesquisa Reuters/Ipsos, no entanto, mostrou a vantagem da candidata democrata aumentando.
DESTAQUES
- VALE PNA avançava 0,9 por cento e VALE ON ganhava 0,7 por cento, corroborando a melhora do Ibovespa, em sessão de alta no preço do minério de ferro com entrega no porto chinês de Tianjin.
- ITAÚ UNIBANCO subia 0,9 por cento, após a queda de quase 3 por cento de terça-feira, endossando a melhora dada a relevante fatia que detém no índice. BRADESCO PN mostrava acréscimo de 0,62 por cento.
- PETROBRAS PN revertia a perda e subia 0,3 por cento, enquanto PETROBRAS ON reduzia a queda para 0,2 por cento, com o preços do petróleo buscando se sustentar no azul e após ajustes à queda dos respectivos ADRs na véspera, quando o mercado brasileiro permaneceu fechado. [O/R]
- BB SEGURIDADE perdia 3,5 por cento. O balanço do terceiro trimestre da empresa será divulgado em 7 de novembro e analistas da corretora Brasil Plural avaliam que o resultado pode mostrar impacto da greve dos bancários, que levou a um efeito atípico nas vendas de seguros em setembro.
- RUMO LOGÍSTICA perdia 3 por cento, uma das maiores baixas do Ibovespa. No radar estava o rebaixamento para "equal weight" na recomendação da corretora Brasil Plural, com seus analistas dizendo que o resultado da empresa, previsto para o dia 9 de novembro, não deve atingir as expectativas do mercado.
- ITAUSA PN subia 0,76 por cento, tendo como pano de fundo a notícia de que a holding ingressou formalmente na concorrência por compra de participação BR Distribuidora, subsidiária de postos de combustíveis da Petrobras, com analistas considerando o impacto marginalmente negativo no curto prazo, mas positivo no médio e longo prazo.
BOVESPA. PORTAL UOL. JORNAL FSP. 03/11/2016. Crédito caro e sinais de retomada fazem empresas buscarem a Bolsa. Empresas brasileiras aceleram planos de lançar ações na Bolsa
RENATA AGOSTINI
DE SÃO PAULO
Com crédito caro na praça e a melhora nas expectativas em relação à economia, as empresas brasileiras aceleram planos de lançar ações.
Executivos de banco e advogados ouvidos pela Folha esperam que os próximos meses sejam de atividade intensa na Bovespa, com dez a 20 novas ofertas anunciadas.
Empresas diversas como a de saneamento Sanepar, a incorporadora Tenda e a varejista Carrefour têm intenção de abrir capital. Como elas, outras dezenas analisam a saída. A produtora de alimentos JBS, por exemplo, não descarta emitir ações da Seara.
"Há uma retomada clara das intenções. É uma janela que se abriu", diz André Rosenblit, diretor de mercado de capitais do Santander.
O banco estima que, em 12 meses, as ofertas de ações somarão ao menos R$ 20 bilhões –valor próximo ao de 2013, quando houve 18 operações (ver quadro nesta página).
Até pouco tempo, tal movimentação era impensável. Com os sinais de recessão, a Bovespa tornou-se um marasmo. Em 2014, só duas companhias se aventuraram a lançar ações. Em 2015, seis.
NÚMERO DE OFERTAS
Ofertas primárias e follow-ons; inclui esforços restritos de colocação
76
2
20
40
60
76
2007
’08
’09
’10
’11
’12
’13
’14
2015
EM 2016: 8 ofertas até outubro
QUEM FEZ OFERTA DE AÇÕES EM 2016Energisa, Linx, CVC, Fras-le, Rumo Logística, Banco Mercantil de Investimentos, Brasil Pharma e Alliar
QUEM ESTUDA FAZERTenda (incorporação), Sanepar (saneamento), Carrefour (varejo), Unidas (aluguel de carros), Log CP (incorporação) e Seara (alimentos)
QUEM FEZ OFERTA DE AÇÕES EM 2016Energisa, Linx, CVC, Fras-le, Rumo Logística, Banco Mercantil de Investimentos, Brasil Pharma e Alliar
QUEM ESTUDA FAZERTenda (incorporação), Sanepar (saneamento), Carrefour (varejo), Unidas (aluguel de carros), Log CP (incorporação) e Seara (alimentos)
Os números deste ano ainda são tímidos –oito até agora–, mas o movimento nos escritórios de advocacia e nos bancos indicam que o cenário deve mudar em breve.
"É um novo momento. Ninguém quer correr o risco de não pensar nisso e ficar de fora", diz o presidente de uma grande empresa que recentemente anunciou planos de lançar ações na Bolsa. O executivo, que falou sob reserva devido às exigências da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), diz que o sentimento é partilhado com empresários próximos e banqueiros.
DEMANDA
O entusiasmo advém da combinação entre excesso de dinheiro no exterior e a expectativa positiva em relação ao governo Michel Temer.
Após a crise financeira mundial, os programas de resgate da economia colocados em prática por europeus, americanos e japoneses irrigaram o mundo de dinheiro –e investidores ainda buscam formas de fazê-lo render.
Os sinais de que o governo busca o equilíbrio fiscal, refletidos na aprovação da PEC do Teto, por exemplo, devem ajudar a chamar este dinheiro para cá. O chamado risco-país (medido pelo CDS, espécie de seguro contra calote) vem caindo. Hoje está em 288 pontos. Há um ano, em 533.
Há ainda a indicação de que a Selic, a taxa básica de juros, deve seguir em queda. A redução dos juros tende a motivar os investidores a buscar aplicações de maior risco, como as ações, aumentando a demanda por papéis de empresas. Cada um ponto porcentual de queda na taxa de juros corresponde a alta de cerca de 10% no índice Ibovespa, diz Rosenblit.
O relatório Focus, que reúne estimativas de analistas, projeta juros de 10,75% em 2017, ante os atuais 14%.
MAIS BARATO
Para as empresas, a Bovespa surge como uma forma de escapar do alto custos dos empréstimos bancários, seja para refinanciar a dívida, seja para investir em expansão.
"Todas as empresas precisam de dinheiro e vemos instrumentos de dívida muito caros no mercado. Neste momento, todo diretor financeiro está fazendo essa conta entre custo do banco e da Bolsa", diz Vanessa Fiusa, especialista em mercado de capitais e sócia do escritório de advocacia Mattos Filho.
De janeiro a setembro deste ano, 90% das ofertas foram destinadas a levantar capital de giro e reduzir dívidas, segundo a Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais). No mesmo período de 2015, todas as empresas afirmaram que os recursos seriam usados em aquisições.
BOVESPA. PORTAL UOL. AFP. 03/11/2016. Petróleo abre em leve alta
Nova York, 3 Nov 2016 (AFP) - A cotação do petróleo em Nova York abriu nesta quinta-feira em alta, com os investidores realizando alguns ajustes depois de quatro sessões de quedas consecutivas.
O preço do barril de "light sweet crude" (WTI) ganhava 37 centavos a 45,71 dólares para entrega em dezembro, no New York Mercantile Exchange (Nymex).
PETROBRÁS. REUTERS. 03/11/2016. Petrobras é empresa da Bolsa que mais ganhou valor de mercado neste ano
Do UOL, em São Paulo
A Petrobras foi a empresa que mais aumentou seu valor de mercado na Bolsa de Valores no acumulado deste ano. A estatal passou de R$ 101,3 bilhões, em 31 de dezembro de 2015, para R$ 237,8 bilhões, na última segunda-feira (31), o que representa um ganho de R$ 136,5 bilhões. O cálculo é da consultoria Economatica e foi divulgado nesta quinta-feira (3).
O valor de mercado de uma empresa é calculado multiplicando o preço de cada ação pela quantidade de ações em circulação. Veja as cinco empresas com maior alta de valor de mercado entre 31/12/2015 e 31/10/2016:
- Petrobras (PETR3, PETR4): de R$ 101,3 bilhões para R$ 237,8 bilhões (alta de R$ 136,5 bilhões);
- Itaú Unibanco (ITUB4): de R$ 150,5 bilhões para R$ 233,8 bilhões (alta de R$ 83,3 bilhões);
- Bradesco (BBDC4): de R$ 100 bilhões para R$ 180,2 bilhões (alta de R$ 80,2 bilhões);
- Vale (VALE3, VALE5): de R$ 61,7 bilhões para R$ 110,9 bilhões (alta de R$ 49,2 bilhões);
- Banco do Brasil (BBAS3): de R$ 41,2 bilhões para R$ 81,6 bilhões (alta de R$ 40,4 bilhões).
Empresas da Bolsa somam R$ 2,5 trilhões
O valor de mercado somado de todas as empresas com ações negociadas na Bolsa de Valores brasileira atingiu R$ 2,54 trilhões na última segunda-feira (31).
Esse é o nono maior nível já atingido pelo conjunto de empresas da Bovespa. O valor mais alto foi batido em 3 de setembro de 2014: R$ 2,61 trilhões.
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LGCJ.: