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October 25, 2016



BACEN. 25/10/2016. ​​O Banco Central divulgou a Ata da 202ª reunião do Copom, realizada nos dias 18 e 19 de outubro de 2016.

DOCUMENTO: http://www.bcb.gov.br/htms/copom/not20161019202.pdf

BACEN. PORTAL UOL. REUTERS. 25/10/2016. Há sinais de pausa na desinflação de serviço e política monetária tem de ser persistente, diz BC
Reuters
Marcela Ayres

BRASÍLIA (Reuters) - O Banco Central destacou que há sinais recentes de pausa no processo de desinflação de serviços em ata do Comitê de Política Monetária (Copom) divulgada nesta terça-feira (25), adotando um tom mais duro em relação ao processo de corte dos juros básicos e ressaltando que é preciso ter "persistência maior" na sua política.

"Há sinais de uma pausa recente no processo de desinflação dos componentes do IPCA mais sensíveis ao ciclo econômico e à política monetária, o que pode sinalizar convergência mais lenta da inflação à meta", trouxe a ata. "Nesse contexto, uma maior persistência inflacionária requer persistência maior da política monetária", acrescentou.

Segundo o BC, essa pausa já considera efeitos sazonais e se dá "em níveis cuja manutenção produziria trajetória de desinflação em velocidade aquém da contemplada no cenário básico do Copom".

"Esse cenário pressupõe uma trajetória de queda gradual à frente. Dessa forma, os membros do Comitê ressaltaram que é necessário monitorar a retomada dessa trajetória", completou o BC.

Na última quarta-feira, o BC reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual, a 14% ao ano, primeiro corte em quatro anos, avaliando que uma flexibilização moderada e gradual é compatível com a convergência da inflação para a meta de 4,5% pelo IPCA nos próximos dois anos.

Na ata, o BC não fez referência se o comitê chegou a discutir corte de 0,5 ponto percentual na semana passada.

As taxas dos contratos de juros passaram a precificar chances maiores de corte de 0,25 ponto percentual em novembro, contra 0,5 ponto percentual anteriormente.

"O mais provável é que essa queda (da inflação de serviços) não apareça acelerada pelos argumentos que eles usam", avaliou o economista-chefe do Fator, José Francisco de Lima, para quem o BC reduzirá a Selic em 0,25 ponto no mês que vem.

Futuro
Em relação aos próximos passos que tomará, o BC repetiu que a magnitude do corte nos juros e possível intensificação de seu ritmo "dependerão de evolução favorável de fatores que permitam maior confiança no alcance das metas para a inflação no horizonte relevante para a condução da política monetária, que inclui os anos-calendário de 2017 e 2018".

Também reiterou que para essa decisão irá avaliar a combinação de dois fatores: desinflação de serviços e evolução dos ajustes na economia.

Na visão do economista-chefe da SulAmérica Investimentos, Newton Rosa, o BC endureceu um pouco o discurso, indicando que há grande probabilidade de manter o ritmo de afrouxamento.

"Ele chamou muita atenção para a inflação de serviços, se mostrou muito preocupado com isso", afirmou. "Ele deixou a porta aberta para acelerar? Deixou. Mas eu acho que, no balanço, ele está pesando um pouquinho mais para manter (o corte) de 0,25."

Sobre o lado fiscal, o BC indicou que "há consenso no comitê de que a velocidade no processo de apreciação das propostas de ajustes tem excedido as expectativas", mas destacou, por outro lado, que "a natureza longa e incerta do processo sugere que há, ao mesmo tempo, risco e oportunidade".

A ata apontou que o BC seguirá acompanhando esses esforços atentamente. Nesta terça-feira, a Câmara dos Deputados deve votar em 2º turno a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que limita o crescimento dos gastos públicos, com ampla expectativa no mercado de nova vitória do governo.

Para a economista da Tendências Alessandra Ribeiro, o tom da ata também foi de cautela em relação ao ajuste fiscal, na linha de "segurar o mercado nesse otimismo total". Ela lembrou que o BC destacou que as projeções para a inflação no cenário de mercado sugerem haver limites para o tamanho do corte.

"Tudo para sinalizar que tem pontos que exigem mais atenção, apontando para ciclo mais cauteloso. Então (corte de) 0,25 em novembro está bem no jogo. E aí com as projeções apontando inflação na meta, acelera o processo", afirmou ela, que já tinha expectativa de redução de 0,25 ponto em novembro, aumentando o ritmo para 0,5 ponto na primeira reunião do Copom do ano que vem, em janeiro.

BLOOMBERG-BRASIL. ANÁLISE. 25/10/2016. O efeito paradoxal da sinalização do BC
Por Josué Leonel.

A ata do Copom divulgada nesta quarta-feira reforçou o sinal de cautela do Banco Central com o ritmo de queda ainda insuficiente da inflação e ao fato de as reformas do governo Temer estarem no início de um longo caminho. Como resposta, o mercado reduziu as apostas em cortes mais agudos dos juros. Esta cautela do BC, contudo, tem um efeito paradoxal positivo. Ao pressionar o dólar para baixo, pode favorecer as expectativas inflacionárias e, em um segundo momento, abrir espaço a cortes maiores dos juros – justamente a expectativa que o BC parece tentar evitar agora.

Se antes do Copom o mercado via maiores chances de um corte de 0,50 ponto percentual da Selic em novembro, agora a precificação dos contratos futuros negociados na BM&F mostra que os investidores ficaram mais divididos, com as apostas inclinando ligeiramente para uma redução menor, de 0,25 pp. “O BC quer passar a mensagem de que o mercado tem de ir com calma”, diz Gustavo Rangel, economista-chefe para América Latrina do ING em Nova York.
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Os principais recados da ata divulgada hoje haviam sido antecipados no comunicado do Copom, que cortou a Selic em 0,25 pp na semana passada. A mensagem é que a inflação, sobretudo de serviços, ainda não caiu o suficiente para o BC acelerar o corte do juro. Além disso, as expectativas inflacionárias ainda seguem acima da meta de 4,5%.

Outro ponto que o BC destacou é que as reformas fiscais, principal âncora do otimismo do mercado com o governo Temer, são um processo longo. Ou seja, não é o caso de ir com sede demais ao pote. Mesmo que a PEC do teto dos gastos passe hoje na Câmara em segundo turno, por exemplo, ainda faltarão outros dois turnos no Senado. E a reforma da previdência, sem a qual o próprio teto terá pouco efeito, ainda sequer foi enviada ao Congresso.

Apesar da relativa surpresa, o mercado tem aprovado a cautela de um BC que se mostra diferente da gestão anterior, muito criticada em 2012 por levar a Selic a um nível recorde de baixa mesmo com a inflação acima do centro da meta. E essa cautela do BC, combinada ao otimismo com as reformas e ao fluxo originado pela repatriação de recursos, pressiona o dólar para baixo. Desde o Copom, o real se apreciou 2%, segunda melhor moeda emergente após o peso chileno. No ano, a moeda brasileira lidera o ranking, com +27%.

Esta queda do dólar é um dos motivos de parte do mercado ainda não ter abandonado de todo a aposta de que o BC poderá acelerar o corte da Selic para 0,50 pp ainda em novembro. O dólar desde ontem vem se aproximando de R$ 3,10, um valor menor do que os R$ 3,20 considerados nas projeções da ata do Copom e os R$ 3,30 do último relatório trimestral do BC. “Se esta queda do dólar afetar as projeções de inflação, isso pode influenciar a decisão do BC”, diz Rangel.

Além da cautela do BC e do nível do câmbio, muitos outros fatores vão estar na mesa até a próxima decisão do Copom. “A porta para os 50 bps na próxima reunião não foi fechada”, diz Leonardo Monoli, sócio e diretor da Jive Asset. “Vai depender da aprovação da PEC do teto de gastos nesta terça e do seu encaminhamento no Senado no mês de novembro – dado que o próximo Copom é no último dia de novembro -, além da necessidade de ocorrer melhora na inflação corrente e das expectativas até lá.”

BACEN. 25/10/2016. Setor Externo em Setembro/2016

I - Balanço de pagamentos - Setembro de 2016

Em setembro, as transações correntes registraram deficit de US$465 milhões, acumulando, nos últimos doze meses, deficit de US$23,3 bilhões, equivalente a 1,31% do PIB. Na conta financeira, as captações líquidas superaram as concessões líquidas em US$92 milhões, destacando-se os ingressos líquidos de US$5,2 bilhões em investimentos diretos no país e redução de US$4,9 bilhões nos passivos de investimentos em carteira.

A conta de serviços apresentou despesas líquidas de US$2,6 bilhões no mês, redução de 10,7% comparativamente ao resultado de setembro de 2015, em decorrência de estabilidade nas receitas, e recuo nas despesas brutas, de 5,64%. No mesmo período comparativo, ocorreram reduções nas despesas líquidas de serviços de propriedade intelectual, aluguel de equipamentos e telecomunicação, computação e informações, respectivamente, 44%, 6,6% e 31%. A conta de viagens internacionais registrou despesas líquidas de US$851 milhões, aumento de 10%, na mesma base de comparação. As receitas com viagens decresceram 8,8%, enquanto as despesas subiram 2,7%, relativamente a setembro de 2015.

As despesas líquidas de renda primária totalizaram US$1,7 bilhão em setembro de 2016, recuo de 45% na comparação com o mesmo período do ano anterior. As despesas líquidas de lucros e dividendos alcançaram US$899 milhões, retração de 55,9% na mesma base de comparação. As despesas líquidas de juros atingiram US$784 milhões, recuo de 21,1% em relação ao mês correspondente do ano anterior.

A conta de renda secundária apresentou ingressos líquidos de US$190 milhões em setembro de 2016. As receitas líquidas de transferências pessoais alcançaram US$55 milhões no mês, 64,4% inferiores ao observado em período correspondente do ano anterior.

INVESTIMENTO

Os fluxos de investimentos diretos no exterior apresentaram retornos ao Brasil, US$252 milhões no mês, concentrados em participação no capital, comparados a retorno de US$1,2 bilhão ocorrido em setembro de 2015.

Os investimentos diretos no país somaram ingressos líquidos de US$5,2 bilhões, repercutindo ingressos líquidos de US$5,1 bilhões em participação no capital, incluídas as entradas líquidas de US$805 milhões decorrentes de lucros reinvestidos, e créditos líquidos recebidos do exterior de US$95 milhões em operações intercompanhia. Em doze meses, os ingressos líquidos dos investimentos diretos no país totalizaram US$73,2 bilhões, equivalentes a 4,12% do PIB.

Os investimentos em carteira passivos registraram saídas líquidas de US$4,9 bilhões em setembro, compostas por entradas líquidas em ações e fundos, US$113 milhões e saídas em títulos de renda fixa negociados no exterior e no mercado doméstico, US$5 bilhões.

Os outros investimentos ativos registraram retornos de US$570 milhões, compreendendo, dentre outros, concessão de US$2,3 bilhões em créditos comerciais e adiantamentos, redução de US$2,9 bilhões em depósitos de bancos brasileiros mantidos no exterior, e ampliação de US$160 milhões em depósitos de propriedade de outros setores não financeiros.

Os outros investimentos passivos registraram saídas líquidas de US$597 milhões. Os créditos comerciais e adiantamentos cresceram US$764 milhões, essencialmente em operações de curto prazo. Os ingressos líquidos de empréstimos de longo prazo atingiram US$104 milhões, e as amortizações líquidas de empréstimos de curto prazo, US$1 bilhão, no mês.

II - Reservas internacionais

As reservas internacionais no conceito liquidez totalizaram US$377,8 bilhões em setembro de 2016, aumento de US$876 milhões em relação ao mês anterior. O estoque de linhas com recompra permaneceu em US$7,4 bilhões, mesma posição de agosto de 2016. A receita de remuneração das reservas somou US$249 milhões em setembro. As variações por preços e por paridades contribuíram para elevar o estoque de reservas, em US$165 milhões e US$450 milhões, respectivamente. No conceito caixa, o estoque de reservas atingiu US$370,4 bilhões em setembro, aumento de US$876 milhões em relação ao mês anterior.

III - Dívida externa

A posição da dívida externa bruta estimada para setembro de 2016 totalizou US$335,1 bilhões, redução de US$1,3 bilhão em relação ao montante apurado em junho de 2016. A dívida externa estimada de longo prazo atingiu US$272,8 bilhões, aumento de US$129 milhões, enquanto o endividamento de curto prazo somou US$62,3 bilhões, redução de US$1,5 bilhão no mesmo período.

Dentre os determinantes da variação da dívida externa de longo prazo no período, destacam-se as amortizações de empréstimos tomados por outros setores, US$3 bilhões; desembolsos de empréstimos, US$3,4 bilhões, e amortizações de títulos de dívidas, US$2,5 bilhões, ambos relativos ao setor financeiro; e emissão líquida de títulos do governo, US$1,4 bilhão. A variação da dívida externa de curto prazo no período decorreu, principalmente, de amortizações de empréstimos do setor financeiro, US$1,8 bilhão.

DOCUMENTO: http://www.bcb.gov.br/htms/notecon1-p.asp

MF. STN. PORTAL G1. 25/10/2016. Dívida pública sobe 3,1% em setembro e atinge patamar inédito de R$ 3 tri. Alta na emissão de títulos públicos e pagamento de juros explicam resultado. Tesouro estima que dívida poderá chegar a R$ 3,3 trilhões ao fim de 2016.
Alexandro Martello
Do G1, em Brasília

A dívida pública federal brasileira, que inclui os endividamentos interno e externo do governo, registrou alta de 3,1% em setembro e chegou a R$ 3,04 trilhões, informou nesta terça-feira (25) o Tesouro Nacional. É a primeira vez que a dívida supera o patamar de R$ 3 trilhões. Em agosto, o endividamento público somava R$ 2,95 trilhões.
De acordo com o governo, o aumento está relacionado com a emissão líquida, ou seja, colocação de títulos públicos no mercado acima do valor gasto com pagamento de títulos vencidos, além das despesas com juros.
Em setembro, as emissões de títulos públicos somaram R$ 78,34 bilhões. Já o gasto com os títulos vencidos totalizou R$ 16,36 bilhões. A diferença entre os dois valores, R$ 62 bilhões, é quanto a dívida pública aumentou somente por conta da colocação de títulos no mercado.

Evolução da Dívida Pública
Em R$ trilhões
2,2472,3292,4412,4512,4962,5832,6032,6862,7342,6462,7162,7932,7492,8192,8862,7992,8782,9582,9562,9553,046Series 1jan/15,fev/15,mar/15,abr/15,mai/15,jun/15,jul/15,ago/15,set/15,out/15,nov/15,dez/15,jan/16,fev/16,mar/16,abr/16,mai/16,jun/16,jul/16,ago/16,set/16,2,22,42,62,833,2
Fonte: Tesouro Nacional

Além disso, também houve no mês passado uma despesa com juros de R$ 29,74 bilhões - que contribuiu para elevar a dívida na mesma proporção.
Programação para 2016
O atingimento da marca de R$ 3 trilhões para a dívida pública, que ocorreu em setembro, já era esperada pelo Tesouro Nacional. A expectativa da instituição, divulgada no início deste ano, é de que a dívida pública continuará avançando em 2016 e poderá chegar a R$ 3,3 trilhões no fim do ano.
Segundo o Tesouro, as necessidades brutas de financiamento da dívida pública neste ano, por meio da emissão de títulos, são de R$ 698 bilhões, mas estão previstos R$ 108 bilhões em recursos orçamentários. Com isso, a necessidade líquida de financiamento é de R$ 589 bilhões.
Dívida interna X externa
Considerada apenas a dívida interna, houve aumento de 3,21% em setembro, para R$ 2,92 trilhões. A resultado decorre do emissão líquida de papéis (acima dos vencimentos) e das despesas com juros - que impulsionaram a dívida para cima em setembro.
No caso do endividamento externo, houve uma alta de 0,81% no mês passado, para R$ 126 bilhões. O aumento ocorreu devido às despesas com juros, que somaram R$ 1,15 bilhão, que foram em parte compensadas pelo resgate líquido de R$ 140 milhões em títulos da dívida externa.
Compradores
Os números do Tesouro Nacional também revelam que a participação dos investidores estrangeiros na dívida pública interna voltou a cair em setembro. No mês passado, os investidores não residentes detinham 14,97% do total da dívida interna (R$ 437 bilhões), contra 15,67% (R$ 443 bilhões) em agosto.
Com isso, os estrangeiros seguem na quarta colocação de principais detentores da dívida pública interna em setembro, atrás dos fundos de previdência (24,26%, ou R$ 708 bilhões) - que seguem na liderança -, das instituições financeiras (24,14% do total, ou R$ 704 bilhões), e dos fundos de investimento (21,4% do total, ou R$ 625 bilhões).
Perfil da dívida
O Tesouro Nacional informou ainda que o estoque de títulos prefixados (papéis que têm a correção determinada no momento do leilão) somou R$ 1,13 trilhão em setembro, ou 38,9% do total, contra R$ 1,07 trilhão, ou 38,1% do total, em agosto. O cálculo foi feito após a contabilização dos contratos de swap cambial.
Os títulos atrelados aos juros básicos da economia (os pós-fixados) também tiveram sua participação elevada em setembro. No fim do mês passado, estes títulos públicos representavam 24% do volume total da dívida interna em mercado, ou R$ 701 bilhões, contra 23,6% do total (R$ 668 bilhões) em agosto.
A parcela da dívida atrelada aos índices de preços (inflação) somou 32,8% do total em setembro deste ano, ou R$ 958 bilhões, contra 33,2% do total em agosto de 2016 – o equivalente a também a R$ 940 bilhões.
Contratos de swap
Os ativos indexados à variação da taxa de câmbio, por sua vez, somaram 4,2% do total (R$ 122 bilhões) em setembro, contra R$ 143 bilhões (5,06% do total) em agosto deste ano.
Esta dívida atrelada ao dólar se deve à emissão, pelo Banco Central, de contratos de swap cambial – que funcionam como uma venda de dólares no mercado futuro (derivativos) para evitar uma alta maior na cotação da moeda.
Os swaps cambiais são contratos para troca de riscos. O BC oferece um contrato de venda de dólares, com data de encerramento definida, mas não entrega a moeda. No vencimento deles, o BC se compromete a pagar uma taxa de juros sobre valor dos contratos e recebe do investidor a variação do dólar no mesmo período.
É uma forma de a instituição garantir a oferta da moeda norte-americana no mercado, mesmo que para o futuro, e controlar a alta da cotação. Recentemente, a instituição informou que pretende emitir menos destes contratos, o que tende a baixar o patamar da dívida atrelada à variação da taxa de câmbio.

BOA VISTA CONSULTORIA. SCPC-BRASIL. 23/10/2016. Movimento do comércio cai 4,7% em 12 meses

Dados do varejo apurados pela Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), apontam que o Movimento do Comércio caiu 4,7% na avaliação dos valores acumulados em 12 meses (desde outubro de 2015 até setembro de 2016 contra os 12 meses antecedentes). Na avaliação dos dados com ajuste sazonal, setembro apresentou queda de 2,1% frente a agosto. Já na comparação mensal contra o mesmo mês do ano anterior, houve diminuição de 2,5%, enquanto no acumulado do ano a variação foi de -3,9%, mantida a base de comparação.



Apesar das dificuldades que ainda permeiam o cenário econômico brasileiro, tais como juros elevados, mercado de trabalho em deterioração e inflação alta, os dados continuam mostrando sinais de recuperação da atividade varejista, ainda que num ritmo lento. Caso o cenário mais benigno apontado pelas projeções de mercado se consolide, o atual movimento inflexão da tendência (valores acumulados em 12 meses) deverá se consolidar, atingindo patamar positivo em meados do primeiro semestre de 2017.

Setores

Na análise mensal, dentre os principais setores, o setor de “Móveis e Eletrodomésticos” apresentou queda de 4,9% entre agosto e setembro, descontados os efeitos sazonais. Nos dados sem ajuste sazonal, a variação acumulada em 12 meses foi de -5,0%.

A categoria de “Tecidos, Vestuários e Calçados” caiu 1,0% no mês, expurgados os efeitos sazonais. Já na comparação da série sazonal, nos dados acumulados em 12 meses houve recuo de 7,0%.

A atividade do setor de “Supermercados, Alimentos e Bebidas” caiu 0,2% no mês na série dessazonalizada. Na série sem ajuste, a variação acumulada em 12 meses recuou 5,1%.

Por fim, o segmento de “Combustíveis e Lubrificantes” apresentou variação neutra em setembro considerando dados dessazonalizados, enquanto na série sem ajuste, a variação acumulada em 12 meses apresentou queda de 5,1%.

Abaixo segue a tabela contemplando os valores citados acima.



Metodologia

O indicador Movimento do Comércio é elaborado a partir da quantidade de consultas à base de dados da Boa Vista SCPC, por empresas do setor varejista. As séries têm como ano base a média de 2011 = 100, e passam por ajuste sazonal para avaliação da variação mensal. A partir de janeiro de 2014, houve atualização dos fatores sazonais e reelaboração das séries dessazonalizadas, utilizando o filtro sazonal X-12 ARIMA, disponibilizado pelo US Census Bureau.

CIA. VALE DO RIO DOCE. REUTERS. 25/10/2016. Vale prevê oferta adicional de 50 mi t de minério de ferro no mercado global em 2017

RIO DE JANEIRO (Reuters) - A mineradora Vale prevê que o mercado global de minério de ferro deverá ter em 2017 a entrada de uma oferta adicional de 50 milhões de toneladas da commodity, das quais 28 milhões de toneladas deverão ser provenientes do Brasil, 18 milhões da Austrália e o restante da Índia, disse um executivo da companhia nesta terça-feira.

Segundo o diretor de vendas e administração comercial de ferrosos da Vale para a América do Sul, Paulo Salles, essa oferta adicional será compensada por uma redução da produção da China e por uma maior demanda por aço.

(Por Rodrigo Viga Gaier)

FGV. IBRE. 25/10/2016. Inflação prevista pelos consumidores recua em outubro

A expectativa mediana dos consumidores para a inflação nos 12 meses seguintes recuou 0,7 p.p em outubro, para 9,1%. O resultado confirma a trajetória de queda do indicador depois de atingir a máxima histórica em fevereiro passado (11,4%).

“No ano a expectativa de inflação dos consumidores para os próximos 12 meses já cedeu 2,3 p.p. Este resultado reflete três fatores: (i) a queda do IPCA acumulado em 12 meses, de 10,7% em janeiro para 8,5% em setembro, (ii) a desaceleração dos preços de alimentos, que esse ano ocorre um pouco mais tarde e a (iii) repercussão na mídia de que a inflação convergirá para a meta mais rápido que o esperado anteriormente”, afirma oeconomistaPedro Costa Ferreira, da FGV/IBRE.

Em outubro, houve redução expressiva da proporção de consumidores prevendo inflação superior a 10% nos 12 meses seguintes, de 34,7% para 26,2%. No extremo oposto, aumentou, de 5,3% para 9,4%, a parcelados que preveem que a inflação dos próximos 12 meses ficará entre a meta (4,5%) e o limite superior de tolerância (6,5%) do Banco Central.

A desaceleração das expectativas de inflação ocorreu em todas as classes de renda. O maior recuo no mês ocorreu na faixa de renda familiar mensal entre R$2,1 mil e R$4,8 mil, de 10,3% para 9,3%.  Na faixa de renda superior a R$ 9.600, a inflação prevista recuou pelo oitavo mês consecutivo, para 8,1%.

DOCUMENTO: http://portalibre.fgv.br/main.jsp?lumPageId=402880972283E1AA0122841CE9191DD3&lumItemId=8A7C82C557E5111F0157FB323C5F358F

FGV. IBRE. 25/10/2016. Inflação pelo IPC-S avança em cinco das sete capitais pesquisadas

O IPC-S de 22 de outubro de 2016 registrou variação de 0,24%, 0,10 ponto percentual (p.p.) acima da taxa divulgada na última apuração. Cinco das sete capitais pesquisadas registraram acréscimo em suas taxas de variação.

A tabela a seguir, apresenta as variações percentuais dos municípios das sete capitais componentes do índice, nesta e na apuração anterior.

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DOCUMENTO: http://portalibre.fgv.br/main.jsp?lumPageId=402880972283E1AA0122841CE9191DD3&lumItemId=8A7C82C557E5111F0157FB44C8D65FD0

APEX-BRASIL. PROMOÇÃO COMERCIAL. 19/10/2016. BRAZILIAN RICE TRARÁ SEIS IMPORTADORES DE ARROZ

A exportação de arroz do Brasil terá uma pauta intensa de negócios e relacionamento entre os dias 7 e 9 de novembro. Neste período, o projeto Brazilian Rice promove seu Projeto Comprador, iniciativa que trará ao Brasil seis importadores de arroz para uma programação de visitas técnicas e rodadas de negócio com 20 indústrias arrozeiras nacionais, no Rio Grande do Sul. O projeto Brazilian Rice é uma iniciativa da Associação Brasileira da Indústria do Arroz (Abiarroz) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) para o incentivo às exportações de arroz do Brasil.

Os importadores convidados são representantes de empresas importadoras da Holanda (dois), Chile (dois), Estados Unidos (um) e Panamá (um), todos com grande potencial de aumento de compras do cereal brasileiro. A agenda do grupo inicia-se no dia 7 de novembro, com duas visitas técnicas na região metropolitana de Porto Alegre: à indústria Cooperja (em Santo Antônio da Patrulha) e à Estação Experimental do Arroz (EEA), do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga). Nos dias 8 e 9, estão programadas as rodadas de negócios com 20 empresas integrantes do Brazilian Rice, no Hotel Deville Prime, na capital gaúcha.

Gustavo Ludwig, gerente do Brazilian Rice, sublinha que Projeto Comprador deve gerar negócios em seu período de execução e, ainda, abrir espaço para relações comerciais futuras e de forma mais perene. O formato de marketing de relacionamento, destaca, permite um contato maior de compradores e fornecedores, com resultados comprovadamente positivos. “Buscamos também uma diversificação de mercados na configuração dos convites desta edição do Projeto Comprador, uma vez que a descentralização das exportações está entre os nossos objetivos”, afirma Gustavo


DÓLAR/ANÁLISE

BACEN. PORTAL G1. 25/10/2016. Dólar passa a subir após chegar a ser cotado a R$ 3,11. Na véspera, dólar fechou na menor cotação em mais de um ano. No mês de outubro, a moeda acumula queda de 4,11%.
Do G1, em São Paulo

O dólar mudou de rumo e subia nesta terça-feira (25) ante o real, em meio à expectativa de maior ingresso da moeda estrangeira com a regularização de recursos brasileiros no exterior e após a mas contrabalançado pela decisão do Banco Central de não rolar os contratos de swaps cambiais, equivalente à venda de dólares, que vencem em 1º de novembro deste ano.
Às 11h19, a moeda norte-americana subia 0,24% sobre o real, cotada a R$ 3,1281 na venda. Mais cedo chegou a ser cotado a R$ 3,11.
Acompanhe a cotação ao longo do dia:

  • Às 9h19, queda de 0,15%, a R$ 3,116
  • Às 9h39, queda de 0,11%, a R$ 3,117
  • Às 10h29, queda de 0,317%, a R$ 3,11

Segundo a assessoria de imprensa do BC, já foram rolados 50 mil contratos de swap tradicional com vencimento em 1º de novembro, equivalente a 2,5 bilhões de dólares, mas ainda restavam cerca de US$ 3,150 bilhões.
Fluxo maior de recursos
A Receita Federal informou na véspera que R$ 33,1 bilhões já haviam sido arrecadados com a repatriação de recursos de brasileiros no exterior.
Após o fechamento dos mercados na véspera, o BC anunciou que não irá rolar os contratos de swaps que vencem em no primeiro dia de novembro, citando a previsão de entrada atípica de recursos e oscilações excessivas do câmbio perto do prazo para brasileiros repatriarem bens não declarados no exterior.
Já a ata da última reunição do Copom divulgada mais cedo vê avanços na aprovação de medidas fiscais e aponta sinais de uma pausa no processo de desinflação de serviços. O BC vê espaço para queda gradual de juros, mas avaliará ritmo de corte. "O Comitê avaliará o ritmo e a magnitude da flexibilização monetária [redução da taxa básica da economia] ao longo do tempo, de modo a garantir a convergência da inflação para a meta de 4,5%", destacou.
Véspera
Na véspera, o dólar fechou em queda de 1,26%, vendida a R$ 3,1207. A última vez que o dólar fechou abaixo desse patamar foi no dia 2 de julho de 2015, a R$ 3,0960.
No mês de outubro, a moeda acumula queda de 4,11%. No ano, recua 20,9%.

BACEN. PORTAL UOL. 25/10/2016. Dólar opera quase estável, vendido perto de R$ 3,12; Bovespa cai

O dólar comercial operava quase estável e a Bovespa caía nesta terça-feira (25). Por volta das 12h20, a moeda norte-americana tinha leve alta de 0,08%, a R$ 3,123 na venda. No mesmo momento, o Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, caía 0,69%, a 63.614,82 pontos. Investidores estavam de olho na ata do Copom (Comitê de Política Monetária) divulgada nesta terça. No documento, o Banco Central afirmou que há sinais recentes de pausa no processo de desaceleração da inflação dos serviços. A pausa pode fazer com que a inflação demore mais para chegar à meta de 4,5%, fazendo com que o corte na taxa básica de juros, a Selic, seja mais lento. Deixe sua opinião (Com Reuters)

BACEN. MF. PORTAL UOL. JORNAL FSP. 25/10/2016. Repatriação faz dólar cair e Banco Central se retirar do mercado. Dólar teve forte queda ante o real nesta segunda (24) e atingiu R$ 3,12
MAELI PRADO
RANIER BRAGON
DE BRASÍLIA
EULINA OLIVEIRA
DE SÃO PAULO

O Banco Central vai reduzir a oferta de dólares no mercado para tentar compensar, pelo menos parcialmente, o impacto da entrada de dinheiro no país com o programa de regularização de recursos mantidos no exterior.

A instituição anunciou antecipadamente nesta segunda-feira (24) que vai retirar US$ 3,5 bilhões do mercado a partir de 1º de novembro. O valor se refere aos contratos de swap cambial que vencem nesta data e que, segundo o BC, não serão renovados.

Essa operação tem efeito semelhante à venda de dólares no mercado futuro. Ao não renovar os contratos, o BC retira de cena um dos elementos que têm pressionado o dólar para baixo, o que deve amenizar o impacto da valorização do real em relação à moeda americana.

O valor do vencimento de swap equivale a mais de 10% do estoque desses papéis, que está hoje pouco abaixo de US$ 30 bilhões. O BC já vinha reduzindo esse estoque, que estava em US$ 108 bilhões no início do ano.

O contribuinte que aderir ao programa de regularização, cujo prazo final de adesão é 31 de outubro, não precisa necessariamente trazer o dinheiro para o Brasil. Basta declará-lo e pagar imposto e multa, que equivalem a 30% do valor informado.

Muitas pessoas, no entanto, deverão usar parte do dinheiro que está no exterior para quitar as obrigações com a Receita Federal. O governo estima uma arrecadação superior a R$ 50 bilhões com o programa de repatriação.

O governo já recebeu 15.109 declarações de pessoas físicas e 45 de pessoas jurídicas, totalizando R$ 110,5 bilhões em ativos regularizados e R$ 33,1 bilhões de imposto e multa decorrentes da regularização, segundo a Receita.

A cotação do dólar teve forte queda ante o real nesta segunda, e atingiu R$ 3,12. Segundo analistas, o principal motivo é a aproximação do fim do prazo para a repatriação de recursos do exterior.

"Como o prazo está chegando ao final, muita gente está trazendo dinheiro para cá. Mesmo que a maior parte seja mantida no exterior, há repatriação para o pagamento de imposto e da multa", disse Ignacio Crespo, economista da Guide Investimentos.

Além disso, os investidores se mantém otimistas em relação às chances de aprovação, em segundo turno na Câmara, da PEC do Teto, a proposta de emenda constitucional que limita o crescimento dos gastos públicos, que poderá ocorrer nesta terça (25).

MUDANÇAS

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), retirou nesta segunda o principal ponto do projeto que altera a Lei de Repatriação com o objetivo de ainda tentar votar a proposta nesta semana.

Os deputados queriam afrouxar a tributação sobre o dinheiro repatriado, deixando de considerar o "filme", ou seja, toda a movimentação de recursos no exterior nos últimos anos, para concentrar a tributação sobre a "foto", o saldo disponível no 31 de dezembro de 2014.

Texto enviado pela Câmara ao ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, na noite desta segunda mantém, nesse ponto, a lei como está hoje, ou seja, permitindo a tributação sobre o "filme".

O relator do projeto, Alexandre Baldy (PTN-GO), disse que o projeto agora está concentrado em duas mudanças: deixa mais clara a anistia aos crimes cometidos por quem está regularizando o dinheiro mantido ilegalmente fora do país, e divide com Estados e municípios fatia maior da arrecadação prevista.

O projeto de alteração na Lei de Repatriação já foi engavetado e desengavetado por Rodrigo Maia várias vezes. Se o projeto for aprovado, o prazo para adesão ao programa de repatriação poderá ser prorrogado.

BOVESPA/ANÁLISE

BOVESPA. PORTAL G1. 25/10/2016. Bovespa opera em queda nesta terça-feira. Ações da Vale estão entre os destaques positivos deste pregão. Bolsa acumula ganhos de quase 10% no mês.
Do G1, em São Paulo

O principal índice da Bovespa opera em queda pelo 2º dia seguido nesta terça-feira (25), em sessão marcada por realização lucros após a recente sequência de altas e pelo avanço das ações da Vale.
Os recentes ganhos da bolsa, que já subiu quase 10% no mês, deixavam o pregão vulnerável, abrindo espaço para correções e uma maior pressão vendedora, destacam os operadores.
Às 11h58, o Ibovespa caía 0,53%, a 63.722 pontos.
Segundo a agência Reuters, o cenário externo menos favorável corroborava o ajuste negativo, com Wall Street abrindo no vermelho, em meio à avaliação por investidores de uma série de resultados corporativos.
O recente movimento de alta veio na esteira do otimismo com a política e o avanço de medidas econômicas no Congresso Nacional. Neste sentido, o mercado segue à espera da votação em segundo turno na Câmara dos Deputados da PEC 241, que limita o crescimento de gastos públicos, prevista para esta terça-feira.
Destaques do dia
 Vale PNA subia 2,76% e Vale ON ganhava 3,1%, mantendo o viés positivo desde a divulgação da produção de minério de ferro, na semana passada, e ganhando mais respaldo após os contratos futuros de minério de ferro negociados na China saltarem 6% nesta terça-feira, para o maior patamar em mais de dois anos.
Suzano liderava as altas, com avaço de 4,82% e Fibria ganhava 4,49%. No radar estavam dados mostrando aumento de preço de celulose na China.
Na outra ponta Hypermarcas liderava as baixas, com queda de quase 4%.
A ação preferencial da Petrobras, o papel mais negociado na Bovespa, caía 1,37%.
Pregão da véspera
Na véspera, o índice encerrou o dia em baixa de 0,08%, aos 64.059 pontos. Mesmo com a queda, a bolsa ainda acumula alta 9,75% na parcial de outubro. No ano, a valorização é de 47,78%.

BOVESPA. REUTERS. 25/10/2016. Bovespa recua após ganhos recentes; Vale limita perda
Por Flavia Bohone

SÃO PAULO (Reuters) - A Bovespa operava com seu principal índice no vermelho nesta terça-feira, com os recentes ganhos que já levaram a uma alta de quase 10 por cento no mês abrindo espaço para realização de lucros, enquanto a alta nas ações da Vale ajudava a limitar as perdas.

Às 11:38, o Ibovespa caía 0,64 por cento, a 63.652 pontos. O giro financeiro somava 1,6 bilhão de reais.

O cenário externo menos favorável corroborava o ajuste negativo, com Wall Street abrindo no vermelho, em meio à avaliação por investidores de uma série de resultados corporativos.

O recente movimento de alta veio na esteira do otimismo com a política e o avanço de medidas econômicas no Congresso Nacional. Neste sentido, o mercado segue à espera da votação em segundo turno na Câmara dos Deputados da medida que limita o crescimento de gastos públicos, prevista para esta tarde.

  • LOJAS RENNER ON caía 2,60 por cento, após divulgar seu resultado no terceiro trimestre, mostrando queda de 3,9 por cento nas vendas no conceito mesmas lojas frente ao mesmo período do ano passado, na primeira queda anual desde 2009. A equipe do BTG Pactual destacou que o resultado foi fraco, mas manteve a recomendação de compra.
  • HYPERMARCAS ON tinha baixa de 3,96 por cento, entre as maiores perdas do Ibovespa, tendo no radar a anúncio da saída da família Gonçalves do bloco de controle da empresa.
  • VALE PNA subia 2,82 por cento e VALE ON ganhava 3,3 por cento, mantendo o viés positivo desde a divulgação da produção de minério de ferro, na semana passada, e ganhando mais respaldo após os contratos futuros de minério de ferro negociados na China saltarem 6 por cento nesta terça-feira, para o maior patamar em mais de dois anos.
  • LOCALIZA ON subia 2,31 por cento, após cair mais de 8 por cento nas duas sessões anteriores na esteira da divulgação do resultado do terceiro trimestre. Analistas do BTG Pactual elevaram a recomendação do papel para compra.
  • SUZANO PNA avançava 4,72 por cento e FIBRIA ON ganhava 4,53 por cento. No radar estavam dados mostrando aumento de preço de celulose na China, além de notícia sobre o fechamento de capacidade produtiva de celulose de fibra curta da Taiwan Pulp & Paper.



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LGCJ.: