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June 22, 2016

FGV. IBRE. 22/06/2016. Sondagens e Índices de Confiança. Sondagem da Indústria. Prévia do Índice de Confiança da Indústria sinaliza alta.

O resultado preliminar de junho de 2016 sinaliza alta de 3,9 pontos do Índice de Confiança da Indústria (ICI) em relação ao número final do mês anterior, ao passar de 79,2 para 83,1 pontos, o maior nível desde fevereiro de 2015.

A alta do ICI na prévia de junho foi determinada principalmente pela melhora das expectativas em relação aos meses seguintes. O Índice de Expectativas (IE) atingiria 85,2 pontos, 7,0 pontos acima do número final de maio. O Índice da Situação Atual (ISA) avançaria 0,8 ponto, para 81,3 pontos.
O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI) na prévia de junho ficou em 73,6%, idêntico ao mínimo histórico, registrado em fevereiro passado. Com o resultado de junho, a média observada no segundo trimestre, de 73,9%, ficaria praticamente estável em relação aos 73,8% médios do trimestre anterior.

Para a prévia de junho de 2016 foram consultadas 781 empresas entre os dias 01 e 17 deste mês.

DOCUMENTO: http://portalibre.fgv.br/main.jsp?lumPageId=402880972283E1AA0122841CE9191DD3&contentId=8A7C82C55506F8410155779B094122B9

INB. 21/06/2016. INB anuncia exportação de urânio enriquecido para Argentina

As Indústrias Nucleares do Brasil irão exportar, pela primeira vez, urânio enriquecido. O contrato, assinado com a empresa estatal argentina Combustibles Nucleares Argentinos S.A. - Conuar, prevê a exportação de quatro toneladas de pó de dióxido de urânio (UO2) para serem utilizadas na carga inicial de combustíveis do reator modular argentino Carem. O presidente da INB fez o anúncio durante a abertura do simpósio anual da Seção Latino-Americana da Sociedade Nuclear Americana (LAS/ANS), realizado nesta segunda-feira (20), no Rio de Janeiro. “Entendemos que esse fornecimento, além de ser um marco nas relações Brasil-Argentina, consolida a presença da INB, e portanto do Brasil, no cenário internacional do enriquecimento de urânio para fins pacíficos”, afirmou João Carlos Tupinambá.

O total a ser exportado está dividido em três lotes com teores de enriquecimento distintos de 1,9%, 2,6% e 3,1%. O contrato foi assinado com a Argentina há 15 dias, e agora a INB aguarda a autorização do Ministério das Relações Exteriores para realizar a exportação. Para Tupinambá, o acordo ratifica a competência técnica da INB: “É importante ressaltar que há nesse fornecimento uma relevante agregação de valor aos produtos e que o material foi produzido tanto através de atividades de enriquecimento do urânio quanto de atividades de fabricação de pó de UO2, ambas executadas na Fábrica de Combustível Nuclear da INB, em Resende/RJ”.

O presidente da INB esclareceu que a exportação não vai afetar o fornecimento de combustível para as usinas de Angra dos Reis. Atualmente, a Usina de Enriquecimento da INB possui seis cascatas de ultracentrífugas em operação, atendendo cerca de 40% das necessidades de Angra 1. Após concluída a primeira etapa de implantação da Usina, com a construção e entrada em operação de mais três cascatas, serão atendidas 100% das necessidades de urânio enriquecido da usina de Angra 1 e 20% de Angra 2.

Além do Brasil, o urânio é enriquecido apenas por outros 11 países. A tecnologia utilizada na unidade da INB em Resende é a de ultracentrifugação para enriquecimento isotópico do urânio, que foi desenvolvida pelo Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP) em parceria com o Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN/CNEN).

INB. PORTAL G1. 21/06/2016. Brasil exportará urânio enriquecido pela primeira vez, diz INB. Órgão do governo fechou contrato para fornecer material à Argentina. Substância é usada na geração de energia nuclear.
Do G1, em São Paulo

O Brasil vai exportar urânio enriquecido pela primeira vez. O compenente, utilizado na geração de energia nuclear, será comercializado para a Argentina pelas Indústrias Nucleares do Brasil (INB), órgão do governo ligado ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.
Segundo a INB, o contrato de exportação foi assinado há 15 dias com a empresa estatal argentina Combustibles Nucleares Argentinos S.A. (Conuar). O documento prevê a venda de quatro toneladas de pó de dióxido de urânio (UO2) para uso na carga inicial de combustíveis do reator modular argentino Carem.
O total a ser exportado está dividido em três lotes, com teores de enriquecimento de 1,9%, 2,6% e 3,1%.
A INB ainda aguarda a autorização do Ministério das Relações Exteriores para fazer a exportação. Além do Brasil, o urânio é enriquecido por outros 11 países.
Em nota, o presidente da INB, João Carlos Tupinambá, afirmou que a exportação não vai afetar o fornecimento de combustível para as usinas de Angra dos Reis.
Hoje, a Usina de Enriquecimento da INB possui seis cascatas de ultracentrífugas que atendem cerca de 40% das necessidades de Angra 1.
Segundo a INB, após concluída a primeira etapa de implantação da Usina, com a construção e entrada em operação de mais três cascatas, "serão atendidas 100% das necessidades de urânio enriquecido da usina de Angra 1 e 20% de Angra 2".

SERASA. REUTERS. 22/06/2016. Percentual de cheques sem fundos cresce em maio, diz Serasa

SÃO PAULO (Reuters) - O nível de devoluções de cheque por insuficiência de fundos no Brasil subiu em maio e atingiu o segundo maior patamar para o mês desde o início das medições em 1991, informou nesta quarta-feira a empresa de análise de informações de crédito Serasa Experian.

A taxa de devoluções de cheques foi de 2,39 por cento em maio ante 2,38 por cento em abril e 2,29 por cento em maio do ano passado, segundo dados da empresa. O maior nível para maio ocorreu em 2009, com 2,52 por cento de cheques devolvidos.

Segundo economistas da Serasa Experian, o aumento do desemprego no país e a queda do rendimento médio da população estão impulsionando a inadimplência do consumidor em praticamente todas as suas modalidades, sendo a de cheques uma delas.

(Por Alberto Alerigi Jr.)

SERASA. 21/06/2016. Demanda das Empresas por Crédito. Demanda das empresas por crédito avança 12,0% em maio, aponta Serasa Experian. Micro e pequenas empresas puxaram o crescimento em maio.

Conforme apurou o Indicador Serasa Experian de Demanda das Empresas por Crédito, houve avanço de 12,0% na procura das empresas por crédito em maio/16 na comparação com o mês imediatamente anterior (abril/16). Já em relação ao mesmo mês do ano passado (maio/15), a demanda das empresas por crédito cresceu 11,1%. Por sua vez, no acumulado dos primeiros cinco meses de 2016, a demanda das empresas por crédito recuou 4,6% em relação ao mesmo período do ano passado.
De acordo com os economistas da Serasa Experian, a maior quantidade de dias úteis (21) em maio/16 (tanto em comparação com abril/16 quanto maio/15, ambos com 20) e a melhora gradual dos níveis de confiança empresarial impulsionaram a procura das empresas por crédito durante o mês de maio/16.
Análise por porte
A alta da busca empresarial por crédito em maio/16 foi determinada pelo comportamento das micro e pequenas empresas, as quais expandiram sua demanda por crédito em 12,6%. Nas médias empresas, a alta em maio/16 foi bem menor: 0,4% perante abril/16. Já as grandes empresas recuaram em 0,2% a sua procura mensal por crédito em maio/16.

Demanda PJ1_mai16

No acumulado dos primeiros cinco meses do ano, as demandas das empresas por crédito recuam em todos os portes: -3,9% nas micro e pequenas empresas; -16,0% nas médias empresas e -12,6% nas grandes empresas.
Análise por setor
Todos os setores econômicos pesquisados apresentaram crescimentos em suas demanda por crédito em maio de 2016 na comparação com o mês imediatamente anterior: Indústria (12,5%); Comércio (12,8%) e Serviços (11,1%)
No acumulado de janeiro a maio de 2016, a indústria foi o setor que apresentou a maior retração em sua busca por crédito: -7,1% em relação aos primeiros cinco meses iniciais do ano passado. No comércio a retração foi de 5,1% ao passo que no setor de serviços o recuo foi de 3,4%.

Demanda PJ2_mai16

Análise por região
Houve avanços em maio/16 da demanda empresarial por crédito em todas as regiões: Sudeste (14,0%); Nordeste (10,6%), Sul (10,0%), Norte (9,6%) e Centro-Oeste (9,3%).

Demanda PJ3_mai16

No acumulado dos primeiros cinco meses de 2016, a demanda empresarial por crédito recuou em todas as regiões do país: Norte (-6,7%); Centro-Oeste (-3,8%); Sudeste e Nordeste (-3,8%); Sul (-0,6%).
A série histórica deste indicador está disponível em:
http://www.serasaexperian.com.br/release/indicadores/demanda_pj_credito.htm
Metodologia do indicador
O Indicador Serasa Experian da Demanda das Empresas por Crédito é construído a partir de uma amostra significativa de cerca de 1,2 milhão de CNPJ consultados mensalmente na base de dados da Serasa Experian. A quantidade de CNPJ consultados, especificamente nas transações que configuram alguma relação creditícia entre as empresas e as instituições do sistema financeiro ou empresas não financeiras, é transformada em número índice (média de 2008 = 100). O indicador é segmentado por região geográfica, setor e porte.

BACEN. PORTAL G1. 22/06/2016. Brasil registra saída de dólares no acumulado de junho. Na parcial deste mês, até dia 17, US$ 360 milhões deixaram o país. No ano, as retiradas da moeda superam a chegada em US$ 7,2 bilhões.
Alexandro Martello
Do G1, em Brasília

A retirada de dólares do Brasil superou a entrada de recursos em US$ 360 milhões no acumulado de junho, até a última sexta-feira (17), informou nesta quarta-feira (22) o Banco Central.
Os números mostram que os dólares continuaram a deixar a ecomomia brasileira após a saída de US$ 3 bilhões no mês de maio.
No acumulado deste ano, até a última sexta-feira (17), a saída de dólares também é maior que a chegada em US$ 7,2 bilhões. No mesmo período de 2015, o ingresso superou as retiradas em US$ 12,66 bilhões.
Impacto no dólar
A saída de dólares na parcial favoreceria, em tese, a alta da moeda. Isso porque, com menos dólares no mercado, seu preço tenderia a subir. Neste mês, de fato, o dólar vem registrando pequena alta.
No fim de maio, estava cotado em R$ 3,61 e, nesta quarta-feira (22), por volta das 12h45, foi negociado a R$ 3,38. Veja a cotação
Segundo analistas, o clima mais favorável a aprovação de medidas econômicas no Congresso Nacional, e as declarações do novo presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, ao defender medidas mais ortodoxas na economia, têm favorecido a queda do dólar neste mês.
Referendo no Reino Unido
Nesta quarta-feira, o dólar opera em queda um dia antes do referendo que irá decidir se o Reino Unido permanece ou não na União Europeia. O mercado espera ainda novo pronunciamento da chefe do Federal Reserve (Fed), banco central norte-americano.
Investidores estão mais otimistas sobre a possibilidade de o Reino Unido permanecer na União Europeia. Ainda assim, a cautela continuava predominando no mercado porque a votação deve ser apertada e também devido a dúvidas sobre a possibilidade de o Banco Central intervir no mercado após o tombo recente da moeda norte-americana, segundo a Reuters.
À espera do BC
No Brasil, operadores discutiam a estratégia do Banco Central, que não realizou nenhuma ação de interferência no câmbio neste mês, mesmo diante da possibilidade de o dólar fraco pressionar as exportações.
Na terça, o diretor de Política Monetária do BC, Aldo Mendes, afirmou que o BC está esperando a definição de fatores internacionais, como o referendo britânico e a questão dos juros nos Estados Unidos, para decidir se vai agir.
A chefe do Federal Reserve, Janet Yellen, reiterou em audiência no Senado na terça sua defesa de postura cautelosa para elevar os juros. Yellen falará novamente, agora à Câmara, nesta quarta.

DÓLAR/ANÁLISE

BACEN. PORTAL G1. 22/06/2016. Dólar opera em queda, um dia antes do referendo no Reino Unido. Na terça, a moeda norte-americana subiu 0,20%, a R$ 3,4062. No mês de junho, a moeda recua 5,7%; no acumulado de 2016, cai 13,7%.
Do G1, em São Paulo

O dólar opera em queda nesta quarta-feira (22), voltando a ser vendido abaixo de R$ 3,40, um dia antes do referendo que irá decidir se o Reino Unido permanece ou não na União Europeia. O mercado espera ainda novo pronunciamento da chefe do Federal Reserve (Fed), banco central norte-americano.
Às 10h59, a moeda norte-americana caía 0,53%, a R$ 3,3881 na venda. Veja a cotação do dólar hoje.
Acompanhe a cotação ao longo do dia:

  • Às 9h09, queda de 0,14%, a R$ 3,4013
  • Às 10h09, queda de 0,34%, a R$ 3,3947

Investidores estão mais otimistas sobre a possibilidade de o Reino Unido permanecer na União Europeia. Ainda assim, a cautela continuava predominando no mercado, tanto porque a votação deve ser apertada como também devido a dúvidas sobre a possibilidade de o Banco Central intervir no mercado após o tombo recente da moeda norte-americana, segundo a Reuters.
"Parece que o mercado está confiante de que o 'Fica' vai ganhar no referendo", disse à agência o operador da corretora Spinelli José Carlos Amado.
Mercados de apostas vêm mostrando chances maiores de vitória da campanha pela permanência britânica no bloco econômico, enquanto pesquisas de opinião indicam disputa acirrada, com ligeira vantagem do voto pela permanência.
À espera do BC
No Brasil, operadores discutiam a estratégia do Banco Central, que não realizou nenhuma ação de interferência no câmbio neste mês, mesmo diante da possibilidade de o dólar fraco pressionar as exportações.
Na terça, o diretor de Política Monetária do BC, Aldo Mendes, afirmou que o BC está esperando a definição de fatores internacionais, como o referendo britânico e a questão dos juros nos Estados Unidos, para decidir se vai agir.
A chefe do Federal Reserve, Janet Yellen, reiterou em audiência no Senado na terça sua defesa de postura cautelosa para elevar os juros. Yellen falará novamente, agora à Câmara, nesta quarta.
Último fechamento
O dólar fechou em alta na terça-feira (21), cotado a R$ 3,40. Mais cedo, a moeda caiu a seu menor valor desde julho de 2015, mas recuperou a força no início da tarde, voltando a bater R$ 3,40.
O mercado reagiu a expectativas sobre o referendo que decidirá se o Reino Unido permanecerá na União Europeia (UE), e após a chair do Federal Reserve, banco central dos Estados Unidos, Janet Yellen reafirmar cautela sobre o juros no país.
A moeda norte-americana subiu 0,20%, a R$ 3,4062. Na mínima do dia, caiu mais de 1% e foi a R$ 3,3560, menor nível intradia desde 31 de julho de 2015 (R$ 3,3346).
Na semana, o dólar acumula queda de 0,41%. No mês de junho, a moeda recua 5,7%, e no acumulado de 2016, perde 13,7%.

BACEN. PORTAL UOL. 22/06/2016. Dólar cai, vendido abaixo de R$ 3,40; Bovespa opera quase estável

O dólar comercial caía e a Bovespa operava quase estável nesta quarta-feira (22). Por volta das 10h05, a moeda norte-americana caía 0,34%, a R$ 3,395 na venda. No mesmo horário, o Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, tinha leve alta de 0,07%, a 50.874,72 pontos, um dia antes do referendo que decidirá se o Reino Unido continuará na União Europeia ou deixará o bloco econômico. (Com Reuters)

BACEN. REUTERS. 22/06/2016. Dólar cai e gira em torno de R$3,40 na véspera de referendo britânico
Por Bruno Federowski

SÃO PAULO (Reuters) - O dólar recuava nesta quarta-feira e girava em torno de 3,40 reais, com investidores mais otimistas sobre a possibilidade de a Grã-Bretanha permanecer na União Europeia um dia antes do referendo que decidirá a questão.

Ainda assim, a cautela continuava predominando no mercado, tanto porque a votação deve ser apertada como também devido a dúvidas sobre a possibilidade de o Banco Central intervir no mercado após o tombo recente da moeda norte-americana.

Às 10:18, o dólar recuava 0,40 por cento, a 3,3925 reais na venda, após subir 0,20 por cento na sessão anterior. A moeda norte-americana vem rondando os 3,40 reais durante toda esta semana, nos menores níveis em quase um ano.

O dólar futuro caía cerca de 0,75 por cento. A divisa dos EUA também perdia terreno contra moedas como os pesos chileno e mexicano.

"Parece que o mercado está confiante de que o 'Fica' vai ganhar no referendo", disse o operador da corretora Spinelli José Carlos Amado.

Mercados de apostas vêm mostrando chances maiores de vitória da campanha pela permanência britânica no bloco econômico, enquanto pesquisas de opinião indicam disputa acirrada, com ligeira vantagem do voto pela permanência.

Operadores temem que possível saída da Grã-Bretanha golpeie o apetite por risco nos mercados internacionais, pesando sobre ativos de países emergentes como o Brasil.

No mercado local, operadores discutiam a estratégia do BC, que não atuou no mercado local neste mês mesmo diante da possibilidade de o dólar fraco pressionar as exportações.

Na véspera, o diretor de Política Monetária do BC, Aldo Mendes, afirmou que a autoridade monetária está esperando a definição de fatores internacionais, como o referendo britânico e a questão dos juros nos Estados Unidos, para decidir se vai agir.

A chair do Federal Reserve, Janet Yellen, reiterou em audiência no Senado na véspera sua defesa de postura cautelosa para elevar os juros. Yellen falará novamente, agora à Câmara, às 11:00 (horário de Brasília).

(Por Bruno Federowski)

BOVESPA/ANÁLISE

BOVESPA. PORTAL G1. 22/06/2016. Bovespa opera perto da estabilidade nesta quarta-feira. Na quinta, o Ibovespa avançou 1,01%, aos 50.837 pontos. Mercado segue atento a expectativas sobre referendo no Reino Unido.
Do G1, em São Paulo

A A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) opera perto da estabilidade nesta quarta-feira (22), com investidores ainda atentos a expectativas sobre o referendo que irá decidir, na quinta-feira (23), se o Reino Unido permanecerá na União Europeia. O mercado espera ainda novo pronunciamento da chefe do Federal Reserve (Fed), banco central norte-americano.
Às 10h11, o Ibovespa, principal indicador da bolsa paulista, caía 0,04%, aos 50.818 pontos. Veja a cotação da Bovespa hoje.
Perto do mesmo horário, as ações da Vale eram o maior destaque de alta, subindo perto de 2%.
Último fechamento
A (Bovespa) fechou em alta nesta terça-feira (21), ajudada pelo dia positivo no exterior e pela amenização de preocupações sobre as possíveis repercussões do pedido de recuperação judicial da operadora de telefonia Oi. O Ibovespa, principal indicador da bolsa paulista, subiu 1,01%, aos 50.837 pontos, na quinta alta consecutiva.
As ações da Oi, que não fazem parte do Ibovespa, fecharam em forte queda. Os papéis preferenciais recuaram 18,18% e os ordinários caíram 8,73%. Durante o dia, a queda das ações da empresa chegou a 30%, após a empresa e seis subsidiárias entrarem com o pedido de recuperação judicial na segunda-feira em meio ao fracasso em negociações para reestruturar R$ 65,4 bilhões em passivos. No ano, as ações acumulam queda de mais de 50%. A Tim e a Telefônica, rivais da Oi, subiram 1,91 e 1,38 %, respectivamente
O pedido de recuperação judicial da Oi  repercutiu nas ações de bancos devido à perspectiva de que as instituições aumentem provisões para perdas com empréstimos, mas também por conta do temor de que outras empresas possam seguir o mesmo caminho da operadora.
As ações do Banco do Brasil recuaram 4,46%, liderando as baixas do dia. O Credit Suisse avalia que o BB deve ter a maior exposição de empréstimos à Oi, cerca de R$ 5,9 bilhões. O Itaú reduziu queda durante o dia para fechar com ligeira desvalorização de 0,03% e Bradesco virou para alta de 1,18% nas preferenciais.

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LGCJ.: