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August 20, 2019


US ECONOMICS



CANADA



U.S. Department of State. 08/19/2019. Secretary Pompeo’s Travel to Canada

Secretary of State Michael R. Pompeo will travel to Ottawa, Canada on August 22 for meetings with Canadian Prime Minister Justin Trudeau and Foreign Minister Chrystia Freeland. The discussions will focus on the broad and multi-faceted U.S.-Canada strategic partnership and identify opportunities to advance our shared goals, including returning democracy to Venezuela and the release of the two Canadian citizens arbitrarily detained by China.



INTERNATIONAL TRADE



THE WHITE HOUSE. DoC. FOX BUSINESS. August 19, 2019. Wilbur Ross: American workers are winning

“The U.S. economy has added millions of jobs, and even long-neglected sectors like manufacturing are having a resurgence,” Commerce Secretary Wilbur Ross writes in Fox Business. Economic health has rebounded from the lows of the Obama Administration.

“Among the continuous good economic news, wage growth for America’s workers has taken center stage. For the first time since 2009, year over year nominal hourly wage growth met or surpassed 3 percent under the Trump Administration.”

With inflation in check, “not only are wages growing but the slow growth in consumer prices means that American workers’ dollars are going farther.”

There is a significant body of evidence showing that the U.S. economy Opens a New Window.  is strong. The U.S. economy has added millions of jobs Opens a New Window. , and even long-neglected sectors like manufacturing are having a resurgence.

Among the continuous good economic news, wage growth for America’s workers has taken center stage. For the first time since 2009, year over year nominal hourly wage growth met or surpassed 3 percent under the Trump Administration. Wages have continued to do so for 12 months, even as inflation stayed below the Federal Reserve’s target 2.0 percent. Not only are wages growing but the slow growth in consumer prices means that American workers’ dollars are going farther. It is no wonder consumer confidence surged in July as consumers became more optimistic about their current situation and future economic prospects.

Buried beneath all of this great news is the recovery of another important measure of worker health from the lows of the Obama Administration.

On July 26, 2019, the U.S. Department of Commerce released an estimate of second-quarter GDP and updates to GDP since 2014. The U.S. grew a better than expected 2.1 percent annual rate in Q2 and annual revisions showed higher levels of real disposable income and consumer spending in the first two years of the Trump Administration.

In addition to all of this great news, the Department released updated data on the portion of corporate production costs that goes to employee compensation. In other words, this complex data outlines how much of the cost of production by companies go to employees in the form of wages and salaries and other employee benefits. The higher the percentage that goes to compensation, the more employees join in the benefits of their employer’s success. When the ratio is higher, that means that as companies produce more, their workers make more. When the ratio is low, workers are more separated from the results of their work.

Luckily for America’s workers, the Trump Administration has strengthened this important metric. Under the Obama Administration, compensation as a share of production cost hit the lowest level on record, bottoming out in the third quarter of 2014. As compensation fell as a share of corporate production costs, corporate profits’ continued to rise and hit a post-recession maximum in the third and fourth quarters of 2014, the same time as worker compensation as a share of costs hit a record low.

Since then, worker compensation as a share of production costs has rebounded, hitting the highest level in the first quarter of 2019 since 2009. America’s workers are enjoying a larger share of their employers’ success, and benefitting more from the work they do and the goods they produce. This Administration’s policies have created a historically strong job market, which has been fundamental in the growth of compensation share since the election. Ensuring that American workers continue to receive their fair share will continue to be a top priority.

Contrary to misleading arguments that the President’s policies are not benefitting workers, this data shows that it is the average American workers who are gaining from the country’s broader economic success. Unlike during the Obama Administration, where anti-business policies squeezed corporations and left American workers out of the economic recovery, U.S. workers are now enjoying the fruits of their labor at the highest levels in 10 years.

Tax cuts, deregulation, and an Administration dedicated to growing business have allowed the U.S. economy to flourish. The resulting surge in job creation and record low unemployment has put the American worker in the driver’s seat. Because of President Trump’s policies, American companies and their workers are succeeding together.

Wilbur Ross, U.S. Secretary of Commerce



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ECONOMIA BRASILEIRA / BRAZIL ECONOMICS



VENEZUELA



MRE. MJ. REUTERS. 20 DE AGOSTO DE 2019. Brasil proíbe entrada de altos funcionários da Venezuela
Por Lisandra Paraguassu

BRASÍLIA (Reuters) - O governo brasileiro editou nesta terça-feira uma portaria interministerial para impedir a entrada no Brasil de altos funcionários do governo da Venezuela, replicando medidas já adotadas pelos Estados Unidos, Chile, Argentina e Colômbia.

De acordo com a portaria, terão seu ingresso vetado no Brasil “altos funcionários do regime venezuelano, que, por seus atos, contrariam princípios e objetivos da Constituição Federal, atentando contra a democracia, a dignidade da pessoa humana e a prevalência dos direitos humanos.”

A portaria não define a lista de pessoas que deverão ser impedidas de entrar no país, apenas determina que deverá ser preparada pelo Ministério das Relações Exteriores e depois enviado ao Ministério da Justiça para ser repassado aos postos de fronteira, que deverão atuar para barrar a entrada.

De acordo com dados da embaixada do autoproclamado presidente interino da Venezuela no Brasil, essa lista, se repetir a usada pelos demais países que já adotaram a medida, ultrapassaria 100 nomes.

Por determinação constitucional, o Brasil não adota sanções econômicas contra outros países, a não ser que tenham sido aprovadas pela Organização das Nações Unidas (ONU).

No entanto, o país tem tentado adotar medidas administrativas contra o regime de Nicolás Maduro. O bloqueio da entrada de pessoas envolvidas com o governo Maduro é a primeira delas a sair do papel.



PIB



IPEA. 20/08/2019. PIB Agropecuário deve crescer 0,5% em 2019 e 2% em 2020. Análise do Ipea conclui que o crescimento da lavoura é o principal responsável pelo avanço em 2020

O Grupo de Conjuntura do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) estima que o PIB do setor agropecuário brasileiro vai crescer 0,5% em 2019 e 2% em 2020. No segundo trimestre de 2019, a avaliação é de que o PIB Agro tenha recuado 1,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. Os dados foram divulgados nesta terça-feira, 20, na seção Economia Agrícola da Carta de Conjuntura do Ipea, lançada em seminário na sede do instituto, em Brasília.

O crescimento do valor adicionado da lavoura, que em 2019 deve alcançar apenas 0,2%, mas em 2020 provavelmente chegará a 2,8%, é o componente que mais impacta na melhora da expectativa para o setor. Na comparação trimestral, os segmentos que mais contribuíram para o resultado negativo foram as produções de soja – em consequência do recorde na safra 2017/2018, que gerou uma base muito alta de comparação – e o café, pela bienalidade negativa já esperada no cultivo – fenômeno natural, em que a produtividade é alta em um ano e baixa no seguinte.

A pecuária mantém seu desempenho favorável nas projeções, com avanço previsto de 2,3% em 2019 e 2,2% em 2020, influenciado por uma alta de 2,0% na produção de bovinos. Em 2019, esse componente já vem apresentando um bom resultado e deve fechar o ano com números positivos para todos os seus produtos.

O componente “outros”, que inclui produtos da exploração florestal, silvicultura, pesca e aquicultura, por exemplo, é o único que deve recuar em 2020, saindo de 2,4% para -0,6%. A equipe de Conjuntura do instituto utiliza, dentre outros, o prognóstico de safra da Conab e do IBGE para 2019, o prognóstico preliminar da Conab para 2020, além das projeções do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Para este ano, o milho é a cultura que mais contribuirá positivamente com o resultado da lavoura, com 2,0 pontos percentuais, enquanto a soja (-1,4 p.p.) e o café (-0,8 p.p.) são os que mais impactam negativamente. No ano que vem, estimativas preliminares da Conab sugerem que as safras de soja, arroz e algodão devem crescer 6,0%, 6,1% e 6,0%, respectivamente. Outro produto que deverá ser destaque em 2020 é a cana-de-açúcar, apresentando um aumento de 4,1% em seu volume produzido.

Mercado internacional

Na análise do setor externo, as exportações dos principais produtos brasileiros caíram 5% nos primeiros sete meses do ano, enquanto as importações cresceram 3%. O que puxou as exportações para baixo foi a soja – reflexo da queda das vendas para o mercado chinês. Para as importações, quase todos os principais produtos tiveram aumentos expressivos, com destaque para o trigo.

Nesta edição da seção Economia Agrícola, o Ipea lança, em parceria com a Conab, um boletim voltado ao público estrangeiro. O documento será trimestral, divulgado junto à seção e com um resumo dos principais acontecimentos e projeções do setor agro no período.

DOCUMENTO: www.ipea.gov.br/cartadeconjuntura



INDÚSTRIA



CNI. 20/08/2019. Setor privado e governo se unem para usar metodologia única em serviços de internacionalização de empresas. Pela primeira vez, CNI, SEBRAE, APEX-Brasil e Ministério da Economia atuarão de forma integrada para apoiar a inserção internacional de micro, pequenas e médias empresas. Ação é avanço na construção da cultura exportadora

As principais instituições brasileiras envolvidas no apoio de internacionalização das micro, pequenas e médias empresas, além do governo federal, trabalharão de forma conjunta para facilitar e ampliar a presença do Brasil no exterior. A Confederação Nacional da Indústria (CNI), o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e o Ministério da Economia se reúnem, nesta terça-feira (20), no seminário Plano Nacional da Cultura Exportadora: coordenação interinstitucional para o futuro do comércio exterior brasileiro, na sede do Sebrae Nacional, em Brasília.​​

Participam da abertura do evento o diretor de Desenvolvimento Industrial da CNI, Carlos Abijaodi, o presidente do Sebrae Nacional, Carlos Melles, o presidente da APEX-Brasil, almirante Sérgio Segóvia, o secretário de Política Externa Comercial e Econômica do Ministério das Relações Exteriores, Norberto Moretti, e a secretária especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais do Ministério da Economia, Yana Dumaresq.

“A internacionalização é uma estratégia desafiadora principalmente para os micro e pequenos negócios”, explica o diretor de Desenvolvimento Industrial da CNI, Carlos Abijaodi. Segundo ele, somente o esforço coordenado e coerente dessas entidades poderá produzir resultados de longo prazo para a economia nacional. “As empresas precisam e demandam nosso apoio na sua caminhada de internacionalização”, completa.

O presidente do Sebrae Nacional, Carlos Melles, destaca que o Plano irá agilizar as mudanças necessárias para inserir de forma mais efetiva os pequenos negócios na exportação. “O PNCE vem ao encontro das estratégias desenvolvidas pelo Sebrae para aumentar a competividade dos pequenos negócios e ampliar as exportações, principalmente de produtos diferenciados”, afirma. “Com apoio e qualificação, as MPE têm tudo para conquistar o mercado internacional, e isso vai gerar mais renda e emprego no Brasil”. Segundo levantamento do Sebrae, mais de 40% das empresas exportadoras brasileiras são MPE.

A parceria consiste em usar um método único nos serviços de internacionalização. Assim, cada uma das instituições poderá apresentar ao empresário o portfólio de ações e serviços das entidades parceiras. Essa metodologia, criada pelo programa Rota Global, foi transferida pela CNI ao governo federal no ano passado.

METODOLOGIA UNIVERSAL – Entre 2017 e 2018, a CNI atendeu mais de 500 empresas por meio do Rota Global. Essa plataforma tem dois pilares: é uma plataforma moderna, objetiva, digital que foi utilizada com benchmarking com mais de 15 instituições internacionais.

Desta forma, ela faz o diagnóstico da empresa ao analisar vários itens dentro da empresa, além de elaborar uma análise de mercado, de gestão e de parte estratégica da empresa. Todos esses pontos formam um score de internalização, com a avaliação de maturidade da empresa, que será a base de um plano de ação.

No ano passado, após finalizar a execução do Rota Global, a CNI fez a transferência desta tecnologia para o antigo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), hoje Ministério da Economia, para que seja usado pelo Plano Nacional da Cultura Exportadora (PNCE) e seus comitês estaduais. O outro pilar é baseado em governança, que se fortalecerá a partir dessa aliança entre CNI, SEBRAE e APEX-Brasil e Ministério da Economia.

CNI. PORTAL G1. 20/08/2019. Confiança do empresário industrial sobe em agosto pelo terceiro mês consecutivo, diz CNI. Índice é maior entre médias e grandes empresas. Para a entidade, maior confiança está relacionada a boas notícias como queda dos juros e aprovação da reforma da Previdência.
Por Laís Lis, G1 — Brasília

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) subiu 2 pontos em agosto, chegando a 59,4. Foi a terceira alta consecutiva do indicador da Confederação Nacional da Indústria (CNI) que mede a confiança do empresário da indústria. O índice foi divulgado nesta terça-feira (20).

Para elaborar o índice, a CNI ouviu 2.451 empresas, entre os dias 1º e 13 de agosto. O indicador de confiança varia de 0 a 100, sendo que, quando está acima dos 50 pontos, mostra que os empresários estão confiantes.

Segundo a CNI, empresários de todos os portes de empresas estão mais otimistas. Empresários de médias e grandes empresas estão mais otimistas que a média.

Nas grandes empresas o índice foi de 59,7 pontos e nas médias 59,5 pontos. Já nas pequenas o índice foi de 58,8 pontos.

De acordo com a pesquisa, houve melhora nas condições atuais dos negócios e também melhoraram as expectativas em relação ao desempenho da economia e das empresas nos próximos seis meses.

O índice de expectativas subiu de 62,1 pontos em julho para 63,6 pontos em agosto. “Há uma sequência de boas notícias: a queda dos juros, a liberação do FGTS e aprovação em segundo turno da reforma da Previdência”, afirmou o economista da CNI, Marcelo Azevedo.

O economista destacou ainda que o indicador antecipa tendências da economia.

“Empresários confiantes estão mais propensos a aumentar a produção, o emprego e os investimentos, o que é fundamental para a recuperação da economia”, avaliou Azevedo.

ICEI - Índice de Confiança do Empresário Industrial. Nova alta da confiança em agosto

O ICEI registrou 59,4 pontos em agosto de 2019, após crescimento de dois pontos na comparação com julho. É o terceiro aumento consecutivo do indicador, que acumula alta de 2,9 pontos desde junho. O índice encontra-se 4,9 pontos acima de sua média histórica e 6,1 pontos acima do registrado em agosto de 2018.


DOCUMENTO: https://bucket-gw-cni-static-cms-si.s3.amazonaws.com/media/filer_public/60/44/6044ce48-26dd-44de-b2f7-9726f9f94979/indicedeconfiancadoempresarioindustrial_agosto2019_v1.pdf

FGV. IBRE. 20/08/19. Sondagens e Índices de Confiança. Prévia da Sondagem da Indústria. Prévia do ICI: Confiança da Indústria deve aumentar em agosto

A prévia da Sondagem da Indústria de agosto de 2019 sinaliza aumento de 0,2 ponto do Índice de Confiança da Indústria (ICI) em relação ao número final de julho.

O resultado positivo do índice neste mês seria determinado tanto pela melhora na percepção dos empresários em relação à situação atual quanto pelas perspectivas futuras dos negócios. O Índice da Situação Atual (ISA) subiria 0,2 ponto, para 94,6 pontos. Por sua vez, o Índice de Expectativas (IE) aumentaria 0,1 ponto, para 95,4 pontos.

O resultado preliminar de julho sinaliza variação de 0,1 ponto percentual do Nível de Utilização da Capacidade Instalada da Indústria (NUCI), para 75,6%.

DOCUMENTO: https://portalibre.fgv.br/navegacao-superior/noticias/previa-do-ici-confianca-da-industria-deve-aumentar-em-agosto.htm



COMÉRCIO EXTERIOR BRASILEIRO



MEconomia. 19/08/2019. Economia implementa nova metodologia no Plano Nacional da Cultura Exportadora. Objetivo é estimular a ampliação, diversificação, consolidação e a agregação de valor das exportações brasileiras

Com o objetivo de difundir a cultura exportadora e contribuir para ampliar o número de empresas brasileiras atuantes no mercado externo, o Ministério da Economia anunciará nesta terça-feira (20/8), na sede do Sebrae Nacional, em Brasília (DF), início da implementação da nova metodologia do Plano nacional da Cultura Exportadora (PNCE). A apresentação será feita durante o seminário "Plano Nacional da Cultura Exportadora (PNCE): Coordenação Interinstitucional para o Futuro do Comércio Exterior Brasileiro" que acontece nos dias 20 e 21 de agosto. 

O PNCE é desenvolvido em parceria com Ministério das Relações Exteriores, Confederação Nacional da Indústria (CNI), Sebrae Nacional, Apex-Brasil outras instituições públicas e privadas que atuam no fomento às exportações brasileiras. A coordenação nacional do PNCE é feita pelo Ministério da Economia e, nas unidades da Federação, por Comitês Estaduais compostos pelos principais intervenientes no comércio exterior regionais.

A nova metodologia é originada do Programa Rota Global, da CNI, e suas principais novidades residem no mapeamento do perfil das empresas sob quatro dimensões: Estratégia, Gestão, Mercado e Operação, levando em consideração a maturidade dos empreendimentos em relação à internacionalização, além da elaboração de planos de ação customizados com objetivo de endereçar as necessidades das empresas à matriz de serviços oferecidos pelos parceiros.

A aplicação dos planos de ação será acompanhada pelo Ministério da Economia e os demais parceiros do programa a partir de indicadores pré-estabelecidos, com a finalidade estimular a ampliação, diversificação, consolidação e a agregação de valor das exportações brasileiras.

  • Evento: Seminário Plano Nacional da Cultura Exportadora (PNCE): Coordenação Interinstitucional para o Futuro do Comércio Exterior Brasileiro".
  • Dias: 20 e 21 agosto de 2019 (terça e quarta-feira)
  • Horário: 13h30
  • Local: Sede do Sebrae Nacional – SGAS 605 – Asa Sul, Brasília (DF)

MEconomia. 19/08/2019. Comércio exterior. Balança comercial tem superávit de US$ 701 milhões na terceira semana de agosto. Com esse resultado, o saldo acumulado no mês chega a US$ 1,222 bilhão; no ano, o valor alcança US$ 29,697 bilhões

O Brasil registrou superávit de US$ 701 milhões na balança comercial, na terceira semana de agosto, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (19/08) pela Secretaria Especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais do Ministério da Economia (Secint/ME). O saldo positivo é resultado de exportações no valor de US$ 3,988 bilhões e importações de US$ 3,288 bilhões.

No mês, as exportações somam US$ 9,990 bilhões e as importações, US$ 8,768 bilhões, com saldo positivo de US$ 1,222 bilhão. No ano, as exportações totalizam US$ 139,990 bilhões e as importações, US$ 110,293 bilhões, com saldo positivo de US$ 29,697 bilhões.

Balança comercial - 3ª semana de agosto

A média das exportações da terceira semana chegou a US$ 797,7 milhões, 7% abaixo da média de US$ 857,4 milhões até a segunda semana. A redução refletiu a queda de 19,6% nas exportações de produtos semimanufaturados – de US$ 120,7 milhões para US$ 97 milhões – e de 17,5% nos manufaturados – de US$ 306,1 milhões para US$ 252,5 milhões.

Nos semimanufaturados, o resultado veio da diminuição das vendas de ferro/aço, ferro-ligas, ferro fundido bruto, ouro em formas semimanufaturadas e zinco em bruto. Já o resultado dos manufaturados sofreu impacto, principalmente, da redução das vendas de motores e turbinas para aviação, automóveis de passageiros, torneiras, válvulas e dispositivos semelhantes, além de veículos de carga.

Por outro lado, as vendas de básicos cresceram 4,1%, de US$ 430,6 milhões para US$ 448,2 milhões, por conta de soja em grãos, petróleo em bruto, algodão em bruto, carne bovina e bovinos vivos.

Nas importações, a balança apontou queda de 16% sobre período igual de comparação, baixando de US$ 782,9 milhões na média até a segunda semana para US$ 657,5 milhões na média da terceira semana. Nesse caso, houve impacto principalmente dos gastos com equipamentos mecânicos, químicos orgânicos e inorgânicos, equipamentos eletroeletrônicos, farmacêuticos, combustíveis e lubrificantes.

Análise do Mês

Na comparação da média até a terceira semana de agosto de 2019 com a de agosto de 2018, as exportações brasileiras diminuíram 11,2%, de US$ 937,1 milhões para US$ 797,7 milhões. O motivo principal foi a redução de 24,9% das vendas de produtos manufaturados, de US$ 377,6 milhões para US$ 287,1 milhões, por conta de tubos flexíveis de ferro/aço, centrifugadores e aparelhos para filtrar ou depurar, laminados planos de ferro/aço, automóveis de passageiros e veículos de carga.

Pesou também a redução de 4,8% das exportações de básicos, saindo de US$ 459,9 milhões para US$ 437,9 milhões, principalmente em minério de cobre, soja em grãos, farelo de soja, petróleo em bruto, carnes bovina e de frango.

O contraponto foram as vendas de produtos semimanufaturados, que subiram 20,6%, saltando de US$ 91,9 milhões para US$ 110,8 milhões. O desempenho positivo foi impulsionado por semimanufaturados de ferro/aço, ferro-ligas, alumínio em bruto, açúcar de cana em bruto e ferro fundido bruto.

Relativamente a julho de 2019, no entanto, houve redução de 4,5% nas exportações, devido à diminuição de 8,9% nas vendas de produtos básicos, que passaram de US$ 480,6 milhões para US$ 437,9 milhões, e de manufaturados, que baixaram 1,2%, de US$ 287,1 milhões para US$ 283,7 milhões. Por outro lado, nesse período aumentaram as vendas de semimanufaturados, de US$ 104,2 milhões para US$ 110,8 milhões (+6,3%).

Importações

Nas importações, a média diária até a terceira semana de agosto de 2019 foi de US$ 730,7 milhões, resultado 10,5% abaixo da média de agosto de 2018, que chegou a US$ 816,4 milhões. Nesse comparativo, reduziram-se os gastos, principalmente, com cobre e suas obras (-49,8%), combustíveis e lubrificantes (-35,5%), veículos automóveis e partes (-28,9%), adubos e fertilizantes (-16,7%) e cereais e produtos da indústria da moagem (-14,1%).

Em relação a julho de 2019, houve retração de 5,4%, pelas quedas em aeronaves e peças (-51,2%), cobre e suas obras (-42,9%), combustíveis e lubrificantes (-32,9%), farmacêuticos (-18,6%) e plásticos e obras (-8,6%).

RESULTADOS GERAIS

Na terceira semana de agosto de 2019, a balança comercial registrou superávit de US$ 701 milhões, resultado de exportações no valor de US$ 3,988 bilhões e importações de US$ 3,288 bilhões. No mês, as exportações somam US$ 9,990 bilhões e as importações, US$ 8,768 bilhões, com saldo positivo de US$ 1,222 bilhão. No ano, as exportações totalizam US$ 139,990 bilhões e as importações, US$ 110,293 bilhões, com saldo positivo de US$ 29,697 bilhões.

ANÁLISE DA SEMANA

A média das exportações da 3ª semana chegou a US$ 797,7 milhões, 7,0% abaixo da média de US$ 857,4 milhões até a 2ª semana, em razão da queda nas exportações de produtos semimanufaturados (-19,6%, de US$ 120,7 milhões para US$ 97,0 milhões, em razão de semimanufaturados de ferro/aço, ferro-ligas, ferro fundido bruto, ouro em formas semimanufaturadas, zinco em bruto) e manufaturados (-17,5%, de US$ 306,1 milhões para US$ 252,5 milhões, em razão, principalmente, de motores e turbinas para aviação, automóveis de passageiros, torneiras, válvulas e dispositivos semelhantes, veículos de carga). Por outro lado, cresceram as vendas de básicos (+4,1%, de US$ 430,6 milhões para US$ 448,2 milhões, por conta de soja em grãos, petróleo em bruto, algodão em bruto, carne bovina, bovinos vivos).

Do lado das importações, apontou-se queda de 16,0%, sobre igual período comparativo (média da 3ª semana, US$ 657,5 milhões sobre média até a 2ª semana, US$ 782,9 milhões), explicado, principalmente, pela diminuição nos gastos com equipamentos mecânicos, químicos orgânicos e inorgânicos, equipamentos eletroeletrônicos, farmacêuticos, combustíveis e lubrificantes.

ANÁLISE DO MÊS

Nas exportações, comparadas as médias até a 3ª semana de agosto/2019 (US$ 797,7 milhões) com a de agosto/2018 (US$ 937,1 milhões), houve queda de 11,2%, em razão da diminuição nas vendas de produtos manufaturados (-24,9%, de US$ 377,6 milhões para US$ 287,1 milhões, por conta de tubos flexíveis de ferro/aço, centrifugadores e aparelhos para filtrar ou depurar, laminados planos de ferro/aço, automóveis de passageiros, veículos de carga) e básicos (-4,8%, de US$ 459,9 milhões para US$ 437,9 milhões, por conta, principalmente, de minério de cobre, soja em grãos, farelo de soja, petróleo em bruto, carnes bovina e de frango). Por outro lado, aumentaram as vendas de produtos semimanufaturados (+20,6%, de US$ 91,9 milhões para US$ 110,8 milhões, por conta de semimanufaturados de ferro/aço, ferro-ligas, alumínio em bruto, açúcar de cana em bruto, ferro fundido bruto). Relativamente a julho/2019, houve queda de 4,5%, em virtude da diminuição nas vendas de produtos básicos (-8,9%, de US$ 480,6 milhões para US$ 437,9 milhões) e manufaturados (-1,2%, de US$ 287,1 milhões para US$ 283,7 milhões). Por outro lado, aumentaram as vendas de semimanufaturados (+6,3%, de US$ 104,2 milhões para US$ 110,8 milhões).

Nas importações, a média diária até a 3ª semana de agosto/2019, de US$ 730,7 milhões, ficou 10,5% abaixo da média de agosto/2018 (US$ 816,4 milhões). Nesse comparativo, reduziram-se os gastos, principalmente, com cobre e suas obras (-49,8%), combustíveis e lubrificantes (-35,5%), veículos automóveis e partes (-28,9%), adubos e fertilizantes (-16,7%) e cereais e produtos da indústria da moagem (-14,1%). Ante julho/2019, houve retração de 5,4%, pelas quedas em aeronaves e peças (-51,2%), cobre e suas obras (-42,9%), combustíveis e lubrificantes (-32,9%), farmacêuticos (-18,6%) e plásticos e obras (-8,6%).


COMÉRCIO INTERNACIONAL



G7. REUTERS. 20 DE AGOSTO DE 2019. Cúpula do G7 deve terminar sem comunicado por diferenças sobre comércio, diz fonte
Por Tetsushi Kajimoto e Chris Gallagher

(Reuters) - A cúpula do G7 que será realizada neste fim de semana provavelmente terminará sem um comunicado conjunto, devido a diferenças de opinião entre os países membros acerca do comércio, disse um funcionário do governo japonês com conhecimento do assunto nesta terça-feira.

Seria a primeira vez que uma cúpula do G7 terminaria sem um comunicado desde o início das reuniões em 1975, ressaltando o rompimento que a política comercial do presidente norte-americano Donald Trump criou entre as economias do G7.

“É crucial que todos criem um entendimento comum através de um debate aprofundado. Mas é difícil passar mensagens para o resto do mundo quando um comunicado conjunto não será emitido”, disse o funcionário, confirmando uma notícia anterior da emissora japonesa NHK de que não havia nenhum plano até agora para emitir um comunicado após a reunião dos líderes do G7.

“Não há dúvida de que o G7 discutirá o impacto que os atritos comerciais podem ter sobre a economia global”, disse o funcionário à Reuters sob condição de anonimato porque não está autorizado a falar com a imprensa.

A cúpula, que será realizada na cidade francesa de Biarritz nos dias 24 e 26 de agosto, ocorre em um momento em que a guerra comercial entre Estados Unidos e China e a volatilidade nos mercados financeiros pressionam as autoridades a intensificar os esforços para evitar uma recessão global.

O G7 compreende os Estados Unidos, França, Reino Unido, Japão, Alemanha, Itália, Canadá e União Europeia.



TURISMO



MTurismo. 19 de Agosto de 2019. Movimento em museus brasileiros aumenta 31% no primeiro semestre. Dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), autarquia vinculada ao Ministério da Cidadania
Por Rafael Brais 

O primeiro semestre de 2019 deixou boas notícias para os museus brasileiros. De janeiro a junho, as visitas cresceram 31% em relação ao mesmo período de 2018. Se os dados considerarem apenas os quatro mais visitados nos últimos dois anos - Museu da Inconfidência (MG), Museu da República (RJ), Museu Imperial (RJ) e Museu Nacional de Belas Artes (RJ), o índice atinge 43,5% de aumento. Em 2018, as visitas chegaram a 313.734 pessoas nessas instituições. Neste ano, o número bateu 450.209.

Os dados fazem parte de levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) que levou em consideração os museus vinculados à autarquia do Ministério da Cidadania. Criado em janeiro de 2009, o órgão é responsável pela Política Nacional de Museus (PNM) e realiza a administração direta de 30 museus no Brasil.

O Museu Imperial, em Petrópolis (RJ), foi o que mais recebeu público no primeiro semestre dos últimos anos. Em 2018, foram 159.043 e, em 2019, 183.661. Já o Museu da República, que fica na capital fluminense, registrou o maior crescimento: saltou de 58.800 visitas de janeiro a junho de 2018 para 105.923 no mesmo período deste ano. O Museu da Inconfidência, de Ouro Preto (MG), teve público de 96.709 em 2019, ante 64.897 no ano passado. Da lista dos quatro mais visitados, o Museu Nacional de Belas Artes, também na cidade do Rio de Janeiro, passou de 30.994 para 63.916 visitantes.

APOIO - As medidas para melhorar o turismo cultural no Brasil também recebem atenção do Ministério do Turismo. Desde sua criação, em 2003, o MTur destinou recursos em projetos estruturantes para vários museus espalhados pelo território brasileiro. Ao todo, foram 653 projetos de museus e centros culturais em todas as regiões do Brasil, com valor de repasse de R$ 313 milhões.

Edição: Cecília Melo


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LGCJ.: