Translate

June 17, 2019


US ECONOMICS



PERU



U.S. Department of State. JUNE 14, 2019. Assistant Secretary Kimberly Breier Travels to Lima, Peru

Assistant Secretary of State for Western Hemisphere Affairs Kimberly Breier will be in Lima, Peru, June 15-18 for meetings with Minister of Foreign Relations Nestor Popolizio, Minister of Economy and Finance Carlos Oliva, and Minister of Defense Jose Huerta, among other Peruvian officials.  They will discuss shared efforts to fight transnational criminal organizations, Peru’s leadership and support for democracy in Venezuela and the Venezuelan people, and economic topics such as recognition of ten years of the U.S.-Peru Trade Promotion Agreement.  Assistant Secretary Breier will also engage with women business advocates to encourage greater economic prosperity and promote the role of women in economic growth.  She will meet with recently arrived Venezuelan refugees and migrants to better understand their experience fleeing Venezuela and making a new home in Peru.  Peru generously hosts an estimated 800,000 Venezuelan refugees and migrants and is a founder of the Lima Group, which includes the leading democracies of the hemisphere supporting the Venezuelan people as they struggle to restore democracy in their country.



________________



INDICADORES/INDICATORS




________________



BACEN. BOLETIM FOCUS: RELATÓRIO SEMANAL DE MERCADO
(Projeções atualizadas semanalmente pelas 100 principais instituições financeiras que operam no Brasil, para os principais indicadores da economia brasileira)



ANÁLISE



BACEN. PORTAL G1. 17/06/2019. Mercado passa a estimar, pela 1ª vez, alta do PIB abaixo de 1% em 2019 e vê queda de juros. É a 16ª queda seguida na estimativa dos analistas para o crescimento da economia neste ano. Expectativa de inflação recua para 3,84% e mercado começa a prever corte de juros.
Por Alexandro Martello, G1 — Brasília

Os analistas das instituições financeiras baixaram a estimativa de alta do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano de 1% para 0,93%. Foi a 16ª queda consecutiva do indicador e, pela primeira vez neste ano, abaixo de 1%.

A previsão consta no boletim de mercado também conhecido como relatório "Focus", divulgado nesta segunda-feira (17) pelo Banco Central (BC). O relatório é resultado de levantamento feito na semana passada com mais de 100 instituições financeiras.

VEJA O HISTÓRICO DAS PREVISÕES DO MERCADO PARA O PIB DE 2019
ESTIMATIVAS CONTIDAS NO RELATÓRIO FOCUS
POR CENTRO06/04/201808/06/201821/06/201817/01/201901/03/201918/03/201929/03/201917/04/201926/04/201903/05/201910/05/201917/05/201931/05/201907/06/201914/06/20190,511,522,533,5

17/01/2019
 : 2,6
Fonte: BANCO CENTRAL

As revisões para baixo na expectativa de crescimento do mercado financeiro para o PIB deste ano começaram, com mais intensidade, após a divulgação do resultado do ano passado – quando a economia avançou 1,1% – e continuaram após a divulgação de uma contração no primeiro trimestre de 2019 (tombo de 0,2%).

No fim de março, o Banco Central estimou expansão de 2% para a economia brasileira neste ano (número pode ser revisto no fim de junho) e, na mais recentemente, o Ministério da Economia baixou a previsão de crescimento de 2,2% para 1,6% em 2019.

O mercado financeiro revisou, ainda, a projeção de crescimento para 2020 de 2,23% para 2,20%. Foi a segunda queda seguida no indicador. Os economistas dos bancos não alteraram a previsão de expansão da economia para 2021 e para 2022 – que continuou em 2,5% para os dois anos.

Inflação

Para 2019, os economistas do mercado financeiro reduziram a expectativa de inflação de 3,89% para 3,84%. A meta central deste ano é de 4,25%, e o intervalo de tolerância do sistema de metas varia de 2,75% a 5,75%.

A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic).

Recentemente, o IBGE informou que o IPCA ficou em 0,13% em maio, o que representa uma desaceleração ante a taxa de 0,57% de abril. Foi o menor resultado para um mês de maio desde 2006 (0,10%).

Para 2020, o mercado financeiro manteve em 4% a estimativa de inflação – em linha com a meta central de 4% para o próximo ano. No ano que vem, a meta terá sido oficialmente cumprida se a inflação oscilar entre 2,5% e 5,5%.

Corte na taxa Selic

Com a previsão de PIB em queda livre e a inflação bem comportada, o mercado financeiro começou a apostar em redução da taxa básica de juros da economia brasileira ainda neste ano.

Na semana passada, a expectativa para a taxa Selic, fixada pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central para controlar a inflação, passou de 6,5% para 5,75% ao ano no fim de 2019.

A taxa de juros básica da economia está estável em 6,5% ao ano (o menor nível da história) desde março de 2018. Quando as estimativas para a inflação estão em linha com as metas, o BC reduz os juros. Quando estão acima da trajetória esperada, a taxa Selic é elevada.

A previsão dos economistas do mercado financeiro é que a taxa Selic comece a cair em meados de setembro deste ano, quando passaria para 6,25% ao ano. A expectativa é de novo corte, para 6% ao ano, no fim de outubro e outra redução, para 5,75% ao ano, em dezembro.

Para o fim de 2020, a previsão do mercado para a taxa Selic caiu de 7% para 6,5% ao ano. Desse modo, os analistas continuam prevendo alta nos juros no ano que vem – embora em menor intensidade.

Outras estimativas

  • Dólar - A projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2019 ficou estável em R$ 3,80 por dólar. Para o fechamento de 2020, permaneceu em R$ 3,80 por dólar.
  • Balança comercial - Para o saldo da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), a projeção em 2019 subiu de US$ 50,14 bilhões para US$ 50,50 bilhões de resultado positivo. Para o ano que vem, a estimativa dos especialistas do mercado subiu de US$ 45,55 bilhões para US$ 46 bilhões.
  • Investimento estrangeiro - A previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil, em 2019, cresceu de US$ 83,60 bilhões para US$ 84,30 bilhões. Para 2020, a estimativa dos analistas permaneceu em US$ 84,36 bilhões.

BACEN. REUTERS. 17 DE JUNHO DE 2019. Mercado passa a ver Selic a 5,75% e crescimento abaixo de 1% em 2019

SÃO PAULO (Reuters) - O mercado reduziu com força a expectativa para a taxa básica de juros neste ano após 18 semanas de estabilidade, ao mesmo tempo em que passou a ver crescimento econômico abaixo de 1% em 2019 pela primeira vez.

A pesquisa Focus divulgada pelo Banco Central nesta segunda-feira mostrou que a estimativa agora é de que a taxa básica Selic termine este ano a 5,75%, uma forte redução ante estabilidade no atual patamar de 6,5% vista antes.

Os economistas consultados passaram a ver três cortes seguidos de 0,25 ponto percentual na Selic, em setembro, outubro e dezembro.

O cenário para 2020 também apresentou redução na estimativa para os juros, a 6,5% de 7% no levantamento anterior.

Com isso, as perspectivas para o mercado como um todo se alinham às do Top-5, grupo dos que mais acertam as previsões, que também baixou a conta para a Selic este ano a 5,75%, de 6,5%, mantendo a perspectiva para 2020 em 6,5%.

A pesquisa semanal com uma centena de economistas apontou ainda que a expectativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) este ano caiu a 0,93%, de 1% antes, no 16º corte seguido. Para o próximo ano caiu 0,03 ponto percentual, a 2,20%.

Para a inflação, a alta do IPCA em 2019 passou a ser calculada em 3,84%, de 3,89% antes, com os investidores mantendo a expectativa de avanço de 4% no próximo ano. O centro da meta oficial de 2019 é de 4,25 por cento e, de 2020, de 4 por cento, ambos com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

Por Camila Moreira



________________



ECONOMIA BRASILEIRA / BRAZIL ECONOMICS



INFLAÇÃO



FGV. IBRE. 17/06/19. Índices Gerais de Preços. IPC-S. Inflação pelo IPC-S recua na segunda semana de junho

O IPC-S de 15 de junho de 2019 variou 0,04%, ficando 0,08 ponto percentual (p.p) abaixo da taxa registrada na última divulgação.

Nesta apuração, cinco das oito classes de despesa componentes do índice registraram decréscimo em suas taxas de variação. A maior contribuição partiu do grupo Transportes (0,18% para -0,27%). Nesta classe de despesa, cabe mencionar o comportamento do item gasolina, cuja taxa passou de 0,79% para -0,71%.

Também registraram decréscimo em suas taxas de variação os grupos: Habitação (0,40% para 0,28%), Alimentação (¬-0,49% para -0,55%), Despesas Diversas (0,01% para -0,35%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,47% para 0,43%). Nestas classes de despesa, vale destacar o comportamento dos itens: tarifa de eletricidade residencial (1,01% para -0,13%), frutas (-3,69% para -4,26%), bilhete lotérico (2,03% para -10,56%) e medicamentos em geral (0,94% para 0,61%).

Em contrapartida, os grupos Educação, Leitura e Recreação (0,60% para 1,11%), Comunicação (-0,35% para -0,05%) e Vestuário (0,31% para 0,35%) apresentaram avanço em suas taxas de variação. Nestas classes de despesa, vale citar os itens: passagem aérea (6,87% para 21,83%), pacotes de telefonia fixa e internet (-1,45% para -0,08%) e roupas (0,34% para 0,48%).

DOCUMENTO: https://portalibre.fgv.br/navegacao-superior/noticias/noticias-1580.htm



COMÉRCIO EXTERIOR BRASILEIRO



FGV. IBRE. 17/06/19. ICOMEX: volume da indústria de transformação liderou o aumento das exportações de maio

O saldo da balança comercial de maio foi de US$ 6,3 bilhões, o que levou a um superávit acumulado no ano de US$ 22,1 bilhões. Em valor as exportações cresceram 10% e as importações 12,9%, na comparação entre os meses de maio de 2018 e 2019. Na comparação do acumulado do ano até maio entre 2018 e 2019, as exportações recuaram em 0,9% e as importações cresceram 1,8%, o que explica o menor superávit acumulado em 2019 em comparação com 2018 (US$ 24,2 bilhões).

O aumento nos valores exportados e importados na comparação mensal foi puxado pelo volume, pois a variação de preços foi negativa. Chama atenção, em especial, o crescimento de 27,5% no volume exportado pela indústria de transformação num cenário de queda nos volumes das vendas externas da agropecuária e da indústria extrativa. No caso das importações, a liderança coube ao setor extrativo, seguido da transformação e queda nas compras pelo setor agropecuário.

A análise pelos principais mercados mostra que as exportações para os Estados Unidos aumentaram em 72% na comparação entre os meses de maio, enquanto caíram para a China e a Argentina. Observa-se que as exportações para a Argentina vêm registrando recuos desde o início do ano devido à crise econômica do país. Para a China, desde março as vendas desaceleram e/ou recuam e para os Estados Unidos aumentam.

O que explica o crescimento das exportações para os Estados Unidos em maio? Os dois principais produtos exportados óleo bruto de petróleo e semimanufaturados de ferro e aço contribuíram com 25% e 20% respectivamente para o aumento das exportações entre maio de 2018 e 2019. O primeiro registrou aumento de 492% e o segundo 322%, a soma dos dois foi responsável por 24% do total exportado pelo Brasil para o mercado estadunidense. Observa-se que entre os dez principais produtos brasileiros exportados para esse mercado, todos registraram aumentos acima de 40%, exceto a gasolina. Destacam-se os aumentos na comparação mensal das exportações de aviões (72%), partes e peças para aviação (216%), máquinas de terraplanagem (77,5%) e demais manufaturas (79,3%). Logo as manufaturas também contribuíram para o aumento das exportações para o mercado estadunidense.

Na comparação entre o acumulado do ano até maio de 2018 e 2019, o crescimento das exportações para o mercado estadunidense foi de 20,8%, seguido da China (3,6%). Na Argentina, o terceiro principal mercado, as exportações recuaram em 41%. Apesar de menor dinamismo exportador para a China em comparação com os outros parceiros, a participação do país na pauta exportações do Brasil no período de janeiro a maio passou de 26% para 27% entre 2018 e 2019, ao percentual dos Estados Unidos cresceu de 11,1% para 13,6% e da Argentina caiu de 7,8% para 4,6%.

O desempenho das exportações para o mercado dos Estados Unidos ajuda a explicar a liderança do volume exportado das manufaturas no mês de maio, porém, não se pode afirmar se o comércio do setor de aviação e o siderúrgico irão manter o ritmo de crescimento.

Análise dos índices agregados

Os volumes exportados e importados cresceram 12,6% e 16,9% entre maio de 2018 e 2019. Na comparação do acumulado até maio, porém, a variação da exportação (4,7%) é menor do que a da importação (3,4%). No caso dos preços, seja na comparação mensal ou do acumulado do ano, os preços recuam.

Dada a influência das commodities que explicam cerca de 60% das exportações brasileiras, o desempenho das exportações das commodities e não commodities. Chama atenção na comparação mensal o aumento no volume das não commodities em 20,5% e de 7,7% das commodities. É um resultado, porém que não muda a tendência de menor crescimento das não commodities (recuo de 4,1%) em relação às commodities (11,1%), quando se analisa os resultados dos acumulados do ano até maio.

Os resultados dos índices de preços das exportações e importações levaram a uma melhora nos termos de troca em 1,1% entre maio de 2018 e 2019, onde a queda do preço das importações influenciou o resultado. Melhora nos índices de exportações, desde fevereiro de 2019. O cenário internacional, no entanto, indica turbulências como o conflito EUAxIrã, além da guerra comercial EUAxChina que traz incertezas para os preços dos commodities, que são o principal determinante nos termos de troca do Brasil.

Os índices de preços e volume agregados e por tipo de indústria

Na edição anterior do ICOMEX, chamamos atenção para o seguinte fato. Após registrar sucessivas quedas no volume exportado e importado, exceto em janeiro, na comparação mensal entre 2018 e 2019, as exportações da indústria de transformação aumentaram 6,5% e as importações 2,5% no mês de abril. No mês de maio, o mesmo resultado se repete. O volume exportado de manufatura aumentou 27,5% e o das importações 16,9%. Observa-se, porém, que as importações da indústria extrativa cresceram 24,1% e os volumes exportados e importados da agropecuária recuaram.

A melhora do desempenho exportador da indústria de transformação ainda não retirou da indústria extrativa a liderança no volume exportado na comparação do acumulado do ano até maio entre 2018 e 2019. As exportações da indústria extrativa aumentaram 17,1%, seguido da agropecuária (8,1%) e da indústria de transformação (0,5%). Nas importações, a ordem de crescimento dos setores é similar, primeiro extrativa (8,3%), seguido da agropecuária (6,5%) e da transformação (3,1%).

Os índices de volume por categoria de uso da indústria de transformação mostram aumento nas exportações de bens de capital (9,6%), não duráveis (6,3%), semiduráveis (26,3%) e intermediários (49,8%). Na comparação do acumulado até maio, bens de capital e os não duráveis caem, e os aumentos dos semiduráveis foi de 4,1% e dos intermediários foi de 11%. A queda nos volumes exportados de bens duráveis é explicada pela retração das vendas do setor automotivo para o mercado argentino.

O aumento no volume exportado na comparação mensal de semiduráveis está associado a exportações de calçados e o crescimento dos bens intermediários é influenciado pela base de maio de 2018, onde foi registrada uma forte queda nas vendas de celulose. Logo, o aumento de quase 50% nas exportações de bens intermediários não deve ser interpretado como um “salto no nível das exportações”.

O comportamento das importações da indústria de transformação por categoria de uso. Na comparação mensal, a liderança cabe aos bens de capital (39,2%), seguido dos bens intermediários e bens de consumo semiduráveis, ambos com percentuais ao redor de 18%. Observa-se que na comparação dos acumulados do ano, a liderança continua com os bens de capital 11,6%, seguido dos bens intermediários 3,3%. Assim como nas exportações, o mês de maio levou a variações positivas mais acentuadas (maiores) nos volumes de comércio.

O desempenho mais favorável do setor agrícola em comparação com a indústria (transformação mais extrativa) explica os maiores percentuais de variação nas compras de bens de capital e bens intermediários. No entanto, no mês de maio, as importações de bens intermediários do setor indústria foi de 7,3% e do setor agropecuário recuou em 10,3%. Um possível indicador de melhora futura na indústria.

Por último, a taxa de câmbio real efetiva mostra uma tendência à desvalorização, resultado influenciado pelo ambiente político. Num cenário de incertezas a volatilidade cambial não ajuda as operações de comércio exterior.

Consideração final

O mês de maio registrou uma melhora no desempenho das exportações da indústria de transformação. É um resultado a ser observado, pois essa melhora não se explica pelo desempenho do setor automotivo. No caso, foram exportações de bens semiduráveis e intermediários que explicam o resultado. Como observado, no caso dos bens semiduráveis, exportações de calçados e confecções e nos intermediários, o elevado aumento (próximo a 50%) se deve a uma base reduzida de exportações em maio de 2018.

DOCUMENTO: https://portalibre.fgv.br/navegacao-superior/noticias/noticias-1581.htm

CNI. 14/06/2019. Concluir acordo do Mercosul com a União Europeia ainda este ano seria grande ganho, destaca diretor da CNI. Carlos Abijaodi, diretor de Desenvolvimento Industrial da CNI, apresentou a representantes diplomáticos prioridades da Agenda Internacional da Indústria 2019.  Carlos Abijaodi, da CNI: não acreditamos em outro sistema que não o multilateral e precisamos de uma OMC forte

Em encontro com 79 representantes do corpo diplomático em Brasília, Carlos Abijaodi, diretor de Desenvolvimento Industrial da Confederação Nacional da Indústria (CNI), destacou que o acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia é uma das prioridades da indústria. “Concluir o acordo ainda este ano será um grande ganho tanto para a União Europeia quanto para os países do Mercosul”, afirmou no 11º Briefing Diplomático, realizado nesta quinta-feira (13), em Brasília.

Outras prioridades destacadas por Abijaodi são o avanço nas negociações do acordo de livre comércio do Brasil com o México e a reconstrução da Organização Mundial do Comércio (OMC). “Não acreditamos em outro sistema que não o multilateral e para isso é imprescindível termos uma OMC forte”, avaliou o diretor da CNI.

Abijaodi apresentou aos representantes diplomáticos a Agenda Internacional da Indústria 2019, que apresenta tanto serviços de apoio à internacionalização de indústrias quanto propostas para a política comercial. Em relação às 39 ações prioritárias em serviços, destacou a iniciativa de capacitação em internacionalização de micro e pequenas empresas, realizada em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micros e Pequenas Empresas (Sebrae), a participação em feiras internacionais para promoção de produtos brasileiros e o Ata Carnet, que permite a exportação e a importação temporária de bens e produtos sem pagar tributos. “Estendemos o convite aos demais países de América Latina a integrar a rede do Ata Carnet, que conta com a participação de 70 países”, conclamou Abijaodi.

Em relação às 74 ações prioritárias de política comercial, destacou a necessidade do Brasil firmar acordos para evitar dupla tributação com países como os Estados Unidos, Alemanha e Reino Unido e de se avançar na área de facilitação do comércio. Ao todo, a CNI trabalhou em 2018 com 72 países e cinco blocos econômicos.



COMÉRCIO INTERNACIONAL



UE. PORTAL G1. REUTERS. 17/06/2019. Protecionismo bate recorde histórico em 2018 puxado por EUA e China, diz Comissão Europeia. Segundo relatório, 23 países não pertencentes à União Europeia (UE) implantaram 45 novas barreiras comerciais em 2018.

O protecionismo em todo mundo atingiu um recorde no ano passado, devido a novas barreiras criadas para restringir o comércio na China e nos Estados Unidos, de acordo com um relatório da Comissão Europeia publicado nesta segunda-feira (17).

O Relatório sobre Barreiras Comerciais e Investimentos da Comissão afirma que 23 países não pertencentes à União Europeia (UE) implantaram 45 novas barreiras comerciais em 2018, elevando o número total a um recorde de 425 medidas em 59 diferentes países, "custando bilhões de euros aos negócios europeus todos os anos".

A China e a Rússia tiveram as medidas comerciais mais "problemáticas", com 37 e 34 medidas, respectivamente, segundo o relatório.

Os maiores impactos para as exportações europeias vieram de medidas introduzidas pela China, Estados Unidos, Índia e Argélia, que respondem por 80% de todas as exportações afetadas por novas medidas, com foco predominante nos setores de aço, alumínio e tecnologias da informação e comunicação. isso é muito preocupante", disse a comissária de Comércio da UE, Cecilia Malmstrom, em entrevista coletiva."Esta é, infelizmente, uma tendência global e não vemos um fim para isso no curto prazo", acrescentou.

No geral, as novas barreiras implementadas no ano passado afetaram ou arriscaram afetar 51,4 bilhões de euros das exportações da União Europeia (UE).

No entanto, o relatório constatou que 123 medidas externas foram eliminadas desde o início da atual Comissão em 2014, levando a 6,1 bilhões de euros em exportações extras da UE em 2018.

EUA. CHINA. REUTERS. 17 DE JUNHO DE 2019. China está preparada para longa disputa comercial com os EUA, diz jornal partidário

XANGAI (Reuters) - Os Estados Unidos subestimaram a vontade do povo chinês ao travar uma guerra comercial e a China está preparada para uma longa batalha econômica, disse no domingo um importante jornal do Partido Comunista chinês.

A China não vai ceder a seus princípios em suas negociações com os EUA para acabar com a disputa, disse o comentário publicado no jornal ideológico Qiushi, ou Buscando a Verdade.

O editorial representa “mais uma mobilização da sociedade chinesa” na luta contra a pressão comercial dos EUA, escreveu Hu Xijin, editor-chefe do jornal estatal Global Times, em uma publicação no Twitter.

“A China não terá medo de quaisquer ameaças ou pressões que os EUA estejam fazendo que de podem agravar as disputas econômicas e comerciais. A China não tem escolha, nem rota de fuga, e só terá que lutar até o fim”, disse o comentário.

“Ninguém, nenhuma força deve subestimar e menosprezar a vontade de aço do povo chinês e sua força e tenacidade para lutar em uma guerra.”

Os EUA iniciaram uma disputa tarifária com a China em 2018, buscando mudanças estruturais radicais do país asiático e alegando que os chineses estavam envolvidos em roubo de propriedade intelectual por muitos anos, o que a China nega.

Mas as tensões aumentaram drasticamente em maio, depois que o governo do presidente Donald Trump acusou a China de não cumprir as promessas feitas durante meses de negociações.

O comentário também acusou os EUA de tentarem dificultar a inovação tecnológica chinesa.

“Precisamos manter firme a iniciativa de inovação e desenvolvimento em nossas mãos, aumentar o investimento e a pesquisa em áreas-chave de tecnologia, unir talentos de mais alto valor, aperfeiçoar a inovação e nos livrar do problema tecnológico”, afirmou.

O Qiushi disse que os consumidores e empresas dos EUA colheram enormes benefícios do comércio com a China e advertiram que os atritos comerciais teriam, inevitavelmente, um sério impacto negativo sobre a economia dos EUA.

Por Brenda Goh e Samuel Shen; Reportagem Adicional de Ben Blanchard em Pequim

CHINA. REUTERS. 17 DE JUNHO DE 2019. China deve se abrir e criar igualdade de condições, diz ministro da Economia alemão
Por Michael Nienaber e Christian Kraemer

BERLIM (Reuters) - A China precisa abrir seus mercados e criar regras justas para as empresas alemãs, disse o ministro da Economia, Peter Altmaier, antes de negociações em Pequim nesta semana, acrescentando que também discutirá a proteção à propriedade intelectual e o excesso de capacidade do aço.

As práticas comerciais e empresariais da China provocaram a ira do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que iniciou uma guerra comercial crescente com o país asiático.

A Alemanha também quer que a China mude, mas espera conseguir isso por meio de negociações.

“A China e a União Europeia são parceiros econômicos, mas também concorrentes”, disse Altmaier à Reuters em entrevista nesta segunda-feira.

Ele acrescentou que as empresas alemãs deveriam ter as mesmas oportunidades de negócios na China que as empresas chinesas possuem na Alemanha.

“Precisamos de condições equivalentes, isso significa sem discriminação nem desvantagens”, disse Altmaier.

Durante sua visita de três dias à China, Altmaier se reunirá com autoridades chinesas, incluindo o vice-primeiro-ministro Liu He, que é o principal assessor econômico do presidente Xi Jinping.

Altmaier disse que o governo chinês está avançando com políticas destinadas a garantir seus interesses econômicos em todo o mundo nas próximas décadas, apontando para programas de infraestrutura.

“Os europeus começaram tarde demais com o desenvolvimento de idéias semelhantes”, disse Altmaier. Mas o debate na Europa sobre políticas industriais está mudando e Bruxelas está mais disposta agora a proteger seus interesses econômicos e garantir mercados de exportação, disse ele.

“Esta será uma das principais tarefas da nova Comissão Europeia.”

Por Michael Nienaber e Christian Kraemer

CHINA. OMC. REUTERS. 17 DE JUNHO DE 2019. China suspende disputa na OMC sobre declaração de economia de mercado
Por Tom Miles

GENEBRA (Reuters) - A China suspendeu uma disputa na Organização Mundial de Comércio sobre sua declaração de ser uma economia de mercado, disse um painel de três juízes da OMC nesta segunda-feira, o que significa que o país asiático tem que aceitar a continuação das taxas “antidumping” da União Europeia e dos Estados Unidos sobre produtos chineses baratos.

Uma autoridade de comércio próxima ao caso disse que grande parte da decisão foi contra a China, que optou por suspender a disputa antes que o resultado se tornasse oficial.

“Eles perderam tanto que nem queriam que o mundo visse o raciocínio do painel”, disse a autoridade.

Sem uma decisão da OMC a favor da China, a UE e os EUA podem continuar impondo tarifas sobre as importações baratas da China, desconsiderando sua alegação de que elas têm um preço justo.

A China insistiu que a tratassem como uma “economia de mercado”, contrariando sua opinião de que o preço das exportações chinesas não poderia ser levado ao valor aparente devido à interferência do Estado na economia.

O país asiático tomou medidas legais dizendo que, sob seus termos de filiação à OMC em 2001, a China deveria ser reconhecida como uma “economia de mercado” depois de 15 anos.

“A China acredita que não pode haver outra leitura plausível dessa linguagem simples e inequívoca”, disse o embaixador da China na OMC, Zhang Xiangchen, em uma audiência na OMC em 2017, chamando o texto de “cristalino”.

Mas os Estados Unidos e a UE discordaram. Eles disseram que os produtos chineses - especialmente commodities como aço e alumínio - ainda estão subvalorizados devido aos subsídios e ao excesso de oferta do Estado, dando aos exportadores chineses uma vantagem injusta.

A briga se tornou uma questão explosiva para os Estados Unidos, com o presidente Donald Trump ameaçando deixar a OMC se a organização não se “moldasse”.

Autoridades chinesas, da UE e dos EUA não comentaram imediatamente a suspensão.



AGRICULTURA



MAPA. 17/06/2019. Estimativa VBP. Valor da Produção Agropecuária de R$ 600 bilhões deve ser o segundo maior da história. Montante só foi superior em 2017, quando foram alcançados R$ 604 bilhões

O Valor Bruto da Produção Agropecuária deste ano (VBP), estimado em R$ 600,93 bilhões, está próximo ao recorde alcançado em 2017, de R$ 604,16 bilhões (em termos reais), que foi o maior desde o início da série em 1989. A alta em relação ao fechamento do ano passado é de 1,4%. De acordo com José Garcia Gasques, coordenador-geral de Estudos e Análises da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, o montante não deve ficar muito diferente até o fim do ano, uma vez que faltam apenas as culturas de inverno e o trigo para o fechamento.

A pecuária vem liderando o crescimento, com aumento real de 4,1%, revelando recuperação da atividade, enquanto as lavouras se mantém estáveis em relação ao ano anterior com valor parecido ao do ano passado.

“Há uma quantidade relativamente grande de produtos que vêm apresentando bom desempenho”, destaca Gasques. “Mas os de maior destaque são algodão, amendoim, banana, batata inglesa, feijão, laranja, milho, tomate e trigo”. Alguns se recuperaram na comparação com 2018. “Cabe observar que os resultados favoráveis de feijão e milho devem-se à segunda safra do milho, que teve aumento excepcional de produtividade, e à segunda e terceira safras do feijão”.

Na pecuária, o crescimento deve-se principalmente a bovinos, suínos e frangos. Entre esses, o destaque maior é do frango, com crescimento de 13% no valor da produção. As duas atividades com pior resultado são leite e ovos, ambos com redução do VBP.

Produtos com redução de faturamento são o café (23,8%), Arroz (7,5%), cana-de-açúcar (5,4%), mandioca (9,6%), soja (13,6%) e uva (5,4%). A maior redução absoluta ocorreu em soja, na ordem de R$ 20 bilhões. “São poucos produtos, mas com peso enorme no valor da produção”, observa o coordenador. “Esses vêm afetando negativamente o resultado do PIB (Produto Interno Bruto) agropecuário, como o IBGE apresentou nas Contas Nacionais ao divulgar os dados do primeiro trimestre.

Preços maiores do que os do ano passado têm sido observados em diversos produtos. Isso vem ocorrendo, principalmente, com amendoim, banana, batata-inglesa, cebola, feijão, laranja e tomate. Com exceção de amendoim e laranja, os outros têm variação de preços determinada principalmente pela estacionalidade.

Desempenho regional

Como mostrado em relatórios anteriores, os resultados regionais do VBP mostram a liderança do Centro-Oeste, com valor de R$ 171 bilhões, Sul, R$ 148,8 bilhões, Sudeste, R$ 146 bilhões, Nordeste, R$ 57, e, o Norte, R$ 35,7 bilhões. Entre os estados, a liderança é de Mato Grosso, com VBP de R$ 91 bilhões.


DOCUMENTO: http://www.agricultura.gov.br/noticias/valor-da-producao-agropecuaria-de-r-600-bilhoes-deve-ser-o-segundo-maior-da-historia

MAPA. 14/06/2019. Mercado Externo. Brasil recorre à OMC contra barreira da Indonésia ao frango brasileiro. Em abril de 2018, país asiático mandou missão técnica para vistoriar os frigoríficos brasileiros, mas ainda não emitiu o certificado sanitário internacional que autoriza as exportações

O Brasil vai acionar a Indonésia na Organização Mundial do Comércio (OMC), em Genebra, na Suíça, para contestar as barreiras criadas pelo país para dificultar a importação de carne de frango. Ontem (13), o governo brasileiro circulou em Genebra um pedido de painel contra a Indonésia. O pedido será examinado no Órgão de Solução de Controvérsias (DSB), em reunião prevista para o próximo dia 24 de junho.

A divergência com a Indonésia tem cinco anos. Em 2017, o país ganhou uma disputa contra aquele país na OMC, e os juízes deram prazo até junho do ano passado para os indonésios eliminarem as barreiras contra o frango brasileiro. Até hoje, porém, o país asiático não autorizou as exportações brasileiras. A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) visitou a Indonésia no mês passado, e a exportação de carnes foi um dos temas da conversa. Na ocasião, a ministra pediu uma reposta ao governo indonésio sobre a missão técnica daquele país que visitou frigoríficos no Brasil em  abril de 2018.

O DSB terá de examinar se os indonésios implementaram as determinações da OMC, além de tentar descobrir se o país continua violando o Acordo SPS (sobre barreiras sanitárias e fitossanitárias), ao atrasar, sem justificativa, o reconhecimento sanitário dos exportadores brasileiros. Pelas regras da OMC, os países não podem retardar indefinidamente a concessão das autorizações sanitárias. O órgão não identificou motivos para a demora na conclusão dos procedimentos.

Na viagem, Tereza Cristina disse ao  ministro da Agricultura da Indonésia, Amran Sulaiman, que o Brasil tem condições de suprir a demanda por proteína animal dos indonésios, principalmente de carne bovina, sendo um fornecedor alternativo e com preços mais baratos em relação à carne da Austrália, de onde vem a maior parte da carne consumida no país. A Indonésia tem 264 milhões de habitantes e pode representar um importante mercado para as exportações brasileiras.



AVIAÇÃO



EMBRAER. 17/06/2019. Embraer e United Airlines assinam contrato para até 39 E175s

Paris, França, 17 de junho de 2019 - A Embraer anunciou hoje, na 53ª edição do Paris Air Show International, que assinou contrato com a United Airlines para até 39 jatos E175. O pedido inclui 20 pedidos firmes e 19 opções com as aeronaves sendo configuradas com 70 assentos. O pedido tem um valor de US $ 1,9 bilhão, com base nos atuais preços de lista da Embraer, com todas as opções sendo exercidas. O pedido firme será incluído na carteira de pedidos (backlog) da Embraer do segundo trimestre de 2019. As entregas têm previsão de início no segundo trimestre de 2020. Essas aeronaves substituirão aviões de 70 lugares mais antigos que atualmente operam com os parceiros regionais da United.

“Com este contrato, temos a oportunidade de continuar a atender a frota da United com nossa plataforma E175 que é líder do segmento”, disse Charlie Hillis, Diretor de Vendas e Marketing para América do Norte da Embraer Aviação Comercial. “O foco da Embraer em encontrar soluções que atendam às necessidades de nossos clientes é a principal razão pela qual continuamos liderando este segmento de mercado.”

“O E175, operado por nossos parceiros regionais, provou ser uma parte importante de nossa frota à medida que continuamos expandindo nossa linha aérea principal e proporcionamos uma experiência ao cliente cada vez melhor”, disse Gerry Laderman, Vice-Presidente Financeiro da United Airlines. “Ao nos concentrarmos em fornecer aos nossos clientes o máximo em conforto e conveniência, contamos com aeronaves como o E175 para nos ajudar a atingir nossa meta de oferecer a melhor experiência no céu.”

Incluindo este novo contrato, a Embraer vendeu mais de 585 jatos E175 para companhias aéreas na América do Norte desde janeiro de 2013, sendo responsável por mais de 80% de todos os pedidos neste segmento de jatos de 70 a 76 assentos.

A Embraer é fabricante e líder mundial de aeronaves comerciais com até 150 assentos e possui mais de 100 clientes em todo o mundo. Somente para o programa de E-Jets, a Embraer registrou mais de 1.800 pedidos e 1.500 aeronaves entregues. Hoje, os E-Jets estão voando na frota de 75 clientes em 50 países. A versátil família de 70 a 150 assentos voa com companhias aéreas de baixo custo, bem como com operadoras regionais e tradicionais.



ENERGIA



PETROBRAS. 17/06/2019. Petrobras esclarece sobre descoberta de gás natural na Bacia de Sergipe

A Petrobras, em relação às notícias veiculadas na mídia, sobre descoberta de gás natural na Bacia de Sergipe, esclarece que foram confirmadas, nos últimos anos, seis descobertas em águas profundas na Bacia de Sergipe: Cumbe, Barra, Farfan, Muriú, Moita Bonita e Poço Verde, conforme já divulgado ao mercado.

O Plano de Negócios e Gestão 2019-2023 contempla o orçamento para a instalação de um sistema de produção, estando os estudos sobre esse projeto em sua fase inicial.

A companhia está realizando o Plano de Avaliação da Descoberta dessas áreas, para avaliação do potencial produtivo de suas acumulações de petróleo e gás natural, estando ainda previsto para esse ano, um teste de longa duração na área de Farfan, com o objetivo de obter informações que subsidiarão os estudos para uma melhor caracterização da rocha-reservatório e dos fluidos desta área.

ANP. 12 de Junho de 2019. ANP participa de eventos e reuniões com investidores no Canadá

O diretor da ANP Dirceu Amorelli esteve esta semana em Calgary, Canadá, para divulgar oportunidades de investimentos no setor de petróleo e gás do Brasil. Ele participou de eventos técnicos e realizou reuniões com representantes do governo, empresas e investidores canadenses.

No dia 10/6, Amorelli participou do “Canadian Global Exploration Forum (CGEF) Annual Conference 2019: Time to Go Global”, realizando a palestra "Brazil, Scenario and Opportunities" em um painel sobre a América Latina enquanto região favorável para a atuação de empresas canadenses.

Ele lembrou que a ANP realizou importantes rodadas de licitações de blocos para exploração e produção de petróleo e gás nos últimos dois anos, além de várias medidas para reduzir custos regulatórios e tornar o ambiente de negócios mais atrativo para investimentos. “O cenário já vem mudando e continuará mudando para melhor no curto prazo. Estamos oferecendo oportunidades em bacias terrestres, marítimas e no pré-sal. Ou seja, temos uma variedade de oportunidades para atrair os players certos para os ambientes certos. Nosso objetivo é estabelecer uma indústria diversificada, com múltiplos operadores”, afirmou.

Ontem e hoje (11 e 12/6), o diretor participou do Global Petroleum Show (GPS), uma das conferências do setor de energia mais importantes da América do Norte. Participam do evento mais de 50 mil executivos de mais de 21 mil companhias canadenses e de outros países, além de representantes de governos, com o objetivo de compartilhar experiências, tecnologias, conduzir parcerias e discutir o futuro da indústria de energia.

Hoje, ele fez a palestra “Opportunities in the Brazilian Oil & Gas Industry” no evento, que teve como foco as oportunidades em terra e a Oferta Permanente, processo que consiste na oferta contínua de áreas em terra, campos e blocos devolvidos (ou em processo de devolução) e de blocos exploratórios ofertados em licitações anteriores e não arrematados.

DOCUMENTO: http://www.anp.gov.br/noticias/5229-anp-participa-de-eventos-e-reunioes-com-investidores-no-canada


________________

LGCJ.: