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June 15, 2018

US ECONOMICS



INDUSTRY



FED. June 15, 2018. Industrial Production and Capacity Utilization

Industrial production edged down 0.1 percent in May after rising 0.9 percent in April. Manufacturing production fell 0.7 percent in May, largely because truck assemblies were disrupted by a major fire at a parts supplier. Excluding motor vehicles and parts, factory output moved down 0.2 percent. The index for mining rose 1.8 percent, its fourth consecutive month of growth; the output of utilities moved up 1.1 percent. At 107.3 percent of its 2012 average, total industrial production was 3.5 percent higher in May than it was a year earlier. Capacity utilization for the industrial sector decreased 0.2 percentage point in May to 77.9 percent, a rate that is 1.9 percentage points below its long-run (1972–2017) average.

Industrial Production and Capacity Utilization: Summary


Make Full Screen
Industrial production2012=100Percent change
2017
Dec.[r]
20182017
Dec.[r]
2018May '17 to
May '18
Jan.[r]Feb.[r]Mar.[r]Apr.[r]May[p]Jan.[r]Feb.[r]Mar.[r]Apr.[r]May[p]
Total index105.8105.4105.9106.4107.4107.3.5-.3.4.5.9-.13.5
Previous estimates105.7105.3105.7106.5107.3.4-.4.4.7.7
Major market groups
Final Products101.5101.7101.7102.1103.2102.3.3.2.0.41.1-.91.6
Consumer goods105.2105.5105.2105.7106.7105.6.6.3-.3.41.0-1.01.5
Business equipment98.598.698.698.799.898.6-.3.0.1.11.1-1.11.0
Nonindustrial supplies106.6105.8106.6106.6107.1107.3.6-.8.7.0.5.12.2
Construction112.9111.2114.6113.4114.0114.2.9-1.53.1-1.0.5.13.6
Materials108.9108.2108.9109.8110.7111.3.5-.7.7.8.9.55.5
Major industry groups
Manufacturing (see note below)102.8102.3103.7103.6104.2103.5.0-.51.4-.1.6-.71.7
Previous estimates102.8102.1103.6103.6104.1-.1-.61.4.0.5
Mining115.1113.9117.2118.8120.0122.11.1-1.02.91.41.01.812.6
Utilities106.6108.898.4102.5105.8106.93.22.1-9.64.13.21.14.0
Make Full Screen
Capacity utilizationPercent of capacityCapacity
growth
Average
1972-
2017
1988-
89
high
1990-
91
low
1994-
95
high

2009
low

2017
May
2017
Dec.[r]
2018May '17 to
May '18
Jan.[r]Feb.[r]Mar.[r]Apr.[r]May[p]
Total industry79.885.278.885.066.776.277.377.077.277.578.177.91.3
Previous estimates77.376.977.177.678.0
Manufacturing (see note below)78.385.677.384.663.774.875.274.775.775.575.975.31.0
Previous estimates75.174.675.675.575.8
Mining87.086.384.388.678.284.088.687.589.790.591.192.42.4
Utilities85.392.984.492.978.377.979.981.573.576.478.879.42.0
Stage-of-process groups
Crude86.087.884.790.076.484.086.985.487.088.088.389.31.8
Primary and semifinished80.486.578.187.763.875.276.476.375.476.076.776.41.1
Finished76.983.477.380.766.674.174.374.275.174.775.274.61.3
r Revised. p Preliminary.

Market Groups

The automotive products category within consumer goods, the transit equipment category within business equipment, and the consumer parts category within materials all posted large declines in May because of the lower output of motor vehicles and parts.

Even excluding categories affected by the curtailment for motor vehicles, the indexes for consumer goods and for business equipment decreased 0.4 percent and 0.3 percent, respectively. A drop in the output of consumer energy products accounted for the bulk of the decline for non-automotive consumer goods, while a dip in the index for industrial and other equipment constituted most of the decline for business equipment.

Construction supplies and business supplies both reported small gains, and the index for defense and space equipment increased for a fifth consecutive month. Despite the drop in the output of consumer parts, the overall index for materials advanced, supported largely by continued growth in energy materials.

Industry Groups

Manufacturing output moved down 0.7 percent in May but was 1.7 percent higher than its year-earlier level. The indexes for durables and for other manufacturing industries (publishing and logging) each fell more than 1 percent, while the production of nondurable manufacturing was little changed. Within durables, the drop of 6 1/2 percent for motor vehicles and parts was accompanied by decreases of more than 1 percent for primary metals and for electrical equipment, appliances, and components. Within nondurable manufacturing, all industry groups other than chemicals and printing posted declines.

The output of mining rose in May for the fourth consecutive month and was more than 12 percent above its year-earlier level. The rise in the mining index in May reflected continued gains in the oil and gas sector. The index for utilities went up about 1 percent, as a gain for electric utilities outweighed a drop for gas utilities.


Capacity utilization for manufacturing fell 0.6 percentage point to 75.3 percent in May, a rate that is 3.0 percentage points below its long-run average. The operating rate for durables decreased nearly 1 percentage point, and the rate for nondurables edged down. The utilization rate for mining jumped to 92.4 percent, which is about 5 1/2 percentage points higher than its long-run average. The rate for utilities rose about 1/2 percentage point but was still nearly 6 percentage points below its long-run average.

FULL DOCUMENT: https://www.federalreserve.gov/releases/g17/current/g17.pdf

FED. REUTERS. 15 DE JUNHO DE 2018. Produção industrial dos EUA recua em maio pressionada pela manufatura

WASHINGTON (Reuters) - A produção industrial dos Estados Unidos recuou em maio em meio à forte queda da manufatura, informou nesta sexta-feira o Federal Reserve.

A produção industrial caiu 0,1 por cento no mês passado após alta de 0,9 por cento em abril, em dado revisado para cima.

Economistas consultados pela Reuters projetavam alta de 0,2 por cento da produção industrial. A medida do banco central norte-americano do setor industrial compreende manufatura, mineração e serviços públicos de eletricidade e gás.

O resultado de maio foi pressionado pela queda de 0,7 por cento na produção da manufatura, maior recuo mensal desde janeiro de 2014.

Reportagem de Howard Schneider




US - CHINA



EUA. CHINA. PORTAL G1. 15/06/2018. EUA anunciam tarifas sobre US$ 50 bilhões de importações da China. Trump tenta compensar o que ele classifica como práticas anticompetitivas promovidas pelo país asiático. China promete represálias imediatas.

O governo dos Estados Unidos anunciou nesta sexta-feira (15) a implementação de uma tarifa de 25% sobre US$ 50 bilhões em bens importados da China e prometeu impor mais taxas se a China adotar medidas retaliatórias, elevando a tensão comercial entre as maiores potências do mundo. Parte dos produtos já começam a ser sobretaxados a partir de 6 de julho.

Trump afirmou que a lista inclui bens do plano estratégico chinês "Feito na China 2025" para dominar indústrias emergentes de alta tecnologia que "levará crescimento econômico futuro para a China, mas prejudicará o crescimento econômico para os Estados Unidos e muitos outros países".

“À luz dos roubos de propriedade intelectual e de tecnologia que a China tem feito e de suas outras práticas injustas de comércio, os Estados Unidos irá implementar tarifas de 25% sobre US$ 50 bilhões de bens da China, que contenham tecnologias industrialmente significativas”, afirmou Trump, em comunicado.

"Minha formidável relação com o presidente Xi da China e a relação do nosso país com a China são importantes para mim. Mas o comércio entre nossas nações é muito desigual, há muito tempo", justificou Trump.

A iniciativa é mais um lance das disputas iniciadas pelo governo do presidente Donald Trump contra Pequim. O presidente norte-americano argumenta que tenta compensar o que ele classifica como práticas anticompetitivas promovidas pelo país asiático.

Trump diz que a medida "protegerá empregos norte-americanos" e "servirá como um passo adicional para trazer um equilíbrio na relação comercial entre EUA e China".

“Os EUA irão impor tarifas adicionais se a China adotar medidas retaliatórias, como impor novas tarifas sobre bens, serviços ou quaisquer produtos agropecuários dos EUA; elevar barreiras não-tarifárias; ou tomar ações punitivas contra exportadores americanos ou companhias americanas operando na China”, acrescentou Trump.

China promete represálias

A China afirma que irá promover uma retaliação, no mesmo valor de US$ 50 bilhões. Mais cedo, o governo de Pequim já tinha advertido, que se fosse confirmada a imposição de tarifas aos produtos chineses serão cancelados os pré-acordos alcançados entre os dois países após dois meses de negociações.


"A China já publicou um comunicado após a recente visita do secretário de Comércio, Wilbur Ross, onde deixou clara que se os EUA lançarem medidas comerciais como a imposição de tarifas, os acordos não entrarão em vigor", disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Geng Shuang.

O Departamento do Comércio dos Estados Unidos anunciou esta semana outra ação comercial contra importações chinesas, desta vez acusando os produtores de tanques de aço para propano de dumping e subsídios injustos.

O índice acionário de Xangai recuou para a mínima de 20 meses nesta sexta-feira diante das preocupações dos investidores de que as tensões comerciais com os Estados Unidos podem aumentar a pressão sobre o crescimento econômico da China.

A lista

Em março, os EUA haviam ameaçado sobretaxar 1.332 itens. A lista final de produtos sobretaxados divulgada nesta quinta-feira, no entanto, foi reduzida e é formada por 1.102 itens.

Para 818 desses produtos, a tarifa adicional de 25% começa a ser cobrada já em 6 de julho. O valor referente a essa parte da lista corresponde a US$ 34 bilhões.

A lista traz produtos como:
  • Painéis de LED e LCD;
  • Telas sensíveis ao toque;
  • Sismógrafos;
  • Eletrocardiogramas;
  • Microscópios;
  • Satélites;
  • Aeronaves;
  • Helicópteros;
  • Motocicletas;
  • Cabos de fibra óptica;
  • Câmeras de TV;
  • Baterias de lítio.
Para os outros 284 itens, os EUA só imporão taxas adicionais após audiências públicas conduzidas pelo Escritório do Representante de Comércio Exterior dos EUA (USTR, na sigla em inglês).

Essa parte da lista é a que inclui os produtos que a China considera cruciais para seu desenvolvimento econômico futuro e mencionados no plano “Feito na China 2025”. Ela menciona insumos para a indústria química, itens para construir ferrovias, circuitos integrados para eletrônicos e outros componentes elétricos.

EUA. CHINA. REUTERS. 15 DE JUNHO DE 2018. Trump anuncia tarifa sobre US$50 bi em produtos chineses e China promete retaliar

WASHINGTON/PEQUIM (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou tarifas sobre 50 bilhões de dólares em importações chinesas nesta sexta-feira e Pequim prometeu retaliar do mesmo modo, em uma medida que deve inflamar uma guerra comercial entre as duas maiores economias do mundo.

Trump afirmou em um comunicado que uma tarifa de 25 por cento será imposta a uma lista de importações estrategicamente importantes da China. Ele também prometeu mais medidas se Pequim reagir.

“Os Estados Unidos buscarão tarifas adicionais se a China adotar medidas retaliatórias, como a adoção de novas tarifas sobre bens, serviços ou produtos agrícolas dos Estados Unidos; levantando barreiras não tarifárias ou adotando ações punitivas contra exportadores americanos ou empresas americanas que operam na China”, disse Trump em comunicado.

Poucos minutos depois, o Ministério do Comércio da China afirmou que adotaria medidas tarifárias de tamanho e intensidade similares às novas tarifas norte-americanas em resposta ao anúncio do governo dos EUA.

“A China não quer uma guerra comercial, mas o lado chinês não tem opção a não ser se opor fortemente a isso, devido ao comportamento míope dos Estados Unidos que afetará ambos os lados”, disse o Ministério do Comércio em seu site.

Trump já havia dito que os EUA visariam mais 100 bilhões de dólares em importações chineses se Pequim retaliasse.

Washington e Beijing pareciam cada vez mais propensos a uma guerra comercial após várias rodadas de negociações falharem em resolver as reclamações dos Estados Unidos em relação à política industrial e acesso ao mercado da China, além de um déficit comercial de 375 bilhões de dólares.

“Se os Estados Unidos tomarem medidas unilaterais, protecionistas, ferindo os interesses da China, nós reagiremos rapidamente e tomaremos os passos necessários para proteger nossos direitos justos e legítimos”, disse Geng Shuang em um pronunciamento diário à imprensa.

A lista inicial de Trump inclui 818 produtos no valor de 34 bilhões de dólares em bens chineses. O restante dos 50 bilhões de dólares ainda serão decididos.

Trump já provocou uma guerra comercial com Canadá, México e União Europeia devido a aço e alumínio, e ameaçou impor taxas sobre carros europeus.

Washington também completou uma segunda lista de possíveis tarifas sobre outros 100 bilhões de dólares em bens chineses, na expectativa de que a China iria responder à lista tarifária dos Estados Unidos, disseram fontes à Reuters.

A China já publicou sua própria lista de tarifas sobre 50 bilhões de dólares em bens dos EUA, incluindo soja, aeronaves e automóveis, e disse que contra-atacaria se Washington continuasse com outras medidas.

EUA. CHINA. REUTERS. 15 DE JUNHO DE 2018. Trump anuncia tarifa de 25% sobre tecnologia chinesa

WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta sexta-feira a implementação de uma tarifa de 25 por cento sobre 50 bilhões de dólares em bens da China relacionados a propriedade intelectual e tecnologia, e prometeu impor mais taxas se a China adotar medidas retaliatórias.

Presidente dos EUA, Donald Trump, em Washington 08/06/2018 REUTERS/Kevin Lamarque
Trump afirmou que a lista inclui bens do plano estratégico chinês “Feito na China 2025” para dominar indústrias de alta tecnologia que “levará crescimento econômico futuro para a China, mas prejudicará o crescimento econômico para os Estados Unidos e muitos outros países”.

Reportagem de Lisa Lambert e David Lawder

EUA. CHINA. REUTERS. 15 DE JUNHO DE 2018. China diz que vai reagir a novas medidas tarifárias dos EUA

PEQUIM (Reuters) - A China planeja impor medidas tarifárias contra os Estados Unidos de tamanho e intensidade similares às novas tarifas norte-americanas em resposta ao anúncio do governo dos EUA, em meio a uma disputa comercial entre os dois países.

As declarações do Ministério do Comércio chinês foram feitas poucos minutos depois do anúncio pelo presidente norte-americano, Donald Trump, de que os EUA adotarão uma tarifa de 25 por cento sobre 50 bilhões de dólares em bens da China relacionados a propriedade intelectual e tecnologia, prometendo mais taxas se a China adotar medidas retaliatórias.

“A China não quer uma guerra comercial, mas o lado chinês não tem opção a não ser se opor fortemente a isso, devido ao comportamento míope dos Estados Unidos que afetará ambos os lados”, disse o Ministério do Comércio em seu site.

Reportagem de Zhang Min em Pequim e Lee Chyen Yee em Cingapura



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ORGANISMS



OECD



OECD. 15/06/2018. Action needed to tackle stalled social mobility




As income inequality has increased since the 1990s, social mobility has stalled, meaning that fewer people at the bottom have moved up while the richest have largely kept their fortunes. This has severe social, economic and political consequences, according to a new OECD report.

A Broken Social Elevator? How to Promote Social Mobility says that given current levels of inequality and intergenerational earnings mobility, it could take at least five generations or 150 years for the child of a poor family to reach the average income, on average across OECD countries.

This ranges from just two to three generations in the Nordic countries to nine generations or more in some emerging economies. One in three children with a low earning father will also have low earnings, while for most of the other two-thirds upward mobility is limited to the neighbouring earnings group.

“Too many people feel they are being left behind and their children have too few chances to get ahead,” said Gabriela Ramos, OECD Chief of Staff and Sherpa to the G20, who also oversees the OECD's Inclusive Growth Initiative. “We need to ensure that everyone has the opportunity to succeed, especially the most disadvantaged, and that growth becomes truly inclusive.”

Across generations, earnings mobility prospects tend to be weaker in countries where income inequality is high, and stronger in countries where inequality is low. The Nordic countries combine low inequality with high mobility whereas Latin American countries and some emerging economies have high inequality but low mobility.

Income mobility was a reality for many people born between 1955 and 1975 from low-educated parents but it has stagnated for those born after 1975.

Over the four year period observed in this report, about 60% of people remained stuck in the lowest 20% income bracket, while 70% remained at the top. At the same time, one-in-seven of all middle class households, and one-in-five of people living closer to lower incomes, fell into the bottom 20%.

Countries need to put in place policies that give everyone the chance to succeed, says the OECD. Increased investment in education, particularly at an early age, health and family policies would create a more level playing field for disadvantaged children and mitigate the impact of financial hardship on their future.

Access to good quality, affordable housing, as well as transport, and improved urban planning also help reduce regional divides and concentrations of disadvantaged households in cities. Reducing inheritance and gifts tax avoidance, and designing progressive tax systems with adequate rates and reduced exemptions would enhance social mobility. Strengthening safety nets and training schemes, as well as tying social protection entitlements to individuals, not jobs, would help people, especially low earners, cope with losing their job.

The report is part of the OECD’s broader Inclusive Growth Initiative, that has just released its Framework for Policy Action, with a dashboard of indicators and policy tools to address inequalities.

The OECD has also launched an updated version of the interactive web-tool, Compare your income, which can be easily embedded in webpages. It includes new questions on economic mobility across generations, and is available in eleven languages. The tool is built using the most recent data from the OECD Income Distribution Database.

The report, as well as country notes for Australia, Brazil, Canada, Chile, France, Germany, Italy, Japan, Korea, Mexico, Portugal, Spain, Sweden, the United Kingdom and the United States, can be downloaded at: http://www.oecd.org/social/broken-elevator-how-to-promote-social-mobility-9789264301085-en.htm 




IMF



IMF. June 15, 2018. From Shadows to Sunlight, Paraguay’s Road to Transparency

Current Paraguayan Finance Minister Lea Giménez Duarte knows first-hand that transparency pays off. In this podcast, Duarte says the changes began after the government passed a transparency law in 2014.

“We started to rethink about how we manage resources, and why it’s important for people to know what we’re doing with the resources,” she says. “And this brought about a huge wave of change in many areas, thanks to transparency.” 

Giménez Duarte discussed transparency and corruption with Christine Lagarde and others during a seminar the 2018 IMF and World Bank Spring Meetings. She says Paraguay went from “managing the resources in complete darkness” to a transparent process where “sunlight came in.”


Corruption has a way to hide in small, dark, little spots and spread around very quickly.
- LEA GIMÉNEZ DUARTE

This enabled the government to redirect resources to the areas that needed them most, she says. For example, social programs increased by about 200 percent in coverage and 250 percent in size, she says. She also credits a fiscal responsibility law and public-private partnerships as major contributors to Paraguay’s improving economy.  

“I think it’s a no-brainer; we have to do this,” she says.  “We will never have enough resources in the public sector alone to finance the infrastructure that the country needs.”

Making room in the budget allowed the government to contain the wage bill and put resources in social programs and infrastructure.

But passing laws does not immediately win public trust. The entire purpose of having a transparency law is “to build the trust, the social fabric, if you will,” Giménez Duarte says, adding that it is an ongoing challenge, yet one that appears to be heading in the right direction. She says the political dialogue now routinely includes talk of transparency and fighting corruption.

“Once it’s out there, I think it’s for good …. civil society is hungry for transparency.” 

Notwithstanding Paraguay’s success in promoting transparency, Giménez Duarte says IMF support is crucial to the effort.

“Corruption has a way to hide in small, dark, little spots and spread around very quickly. And then once you notice it, it’s perhaps too late,” she says. “Therefore, having indicators, having monitoring, and having someone overseeing this with a very ample view and linking it to the macro stability, I think will be very useful.”



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ECONOMIA BRASILEIRA / BRAZIL ECONOMICS



PIB



BACEN. 15/06/2018. Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) referente ao mês de abril de 2018.

DOCUMENTO: http://www.bcb.gov.br/pt-br/#!/c/notas/16508

BACEN. PORTAL G1. 15/06/2018. Com alta de 0,46%, 'prévia' do PIB do Banco Central volta a crescer em abril. Índice tenta antecipar o resultado do PIB, que é divulgado pelo IBGE. Resultado ainda não captura efeitos da greve dos caminhoneiros, que aconteceu no fim de maio.
Por Alexandro Martello, G1, Brasília

Após três meses de retração, economia brasileira voltou a ter crescimento em abril, no início do segundo trimestre, de acordo com informações divulgadas pelo Banco Central nesta sexta-feira (15).

O chamado Índice de Atividade Econômica do BC (IBC-Br), considerado uma "prévia" do resultado do PIB, teve alta de 0,46% em abril, na comparação com março. O percentual foi calculado após ajuste sazonal, uma espécie de "compensação" para comparar períodos diferentes.

Histórico do IBC-Br
Em %
abr/2017mai/2017jun/2017jul/2017ago/2017set/2017out/2017nov/2017dez/2017jan/2018fev/2018mar/2018abr/2018-1-0,500,511,5

abr/2018
 : 0,46
Fonte: Banco Central

De acordo com o BC, esse foi o primeiro crescimento mensal deste ano, na série revisada. Em janeiro, fevereiro e março, respectivamente, houve retração do indicador de 0,67%, de 0,04% e de 0,51%. A última alta havia sido registrada em dezembro do ano passado (+1,14%).

O indicador de abril ainda não captura os efeitos da greve dos caminhoneiros, que aconteceu somente no final do mês de maio. Durante a greve, houve crise de abastecimento em todo o país. Faltaram combustível nos postos de gasolina e alimentos em mercados e feiras. O Ministério da Fazenda estimou um impacto de R$ 15,9 bilhões do movimento.

Estimativas

O Produto Interno Bruto (PIB) é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia.

Em 2017 a economia cresceu 1% e interrompeu a pior recessão já registrada no país. No primeiro trimestre deste ano por sua vez, o PIB teve uma expansão de 0,4%, segundo dados oficiais do IBGE.


Entretanto, nas últimas semanas a projeção de analistas para o desempenho da economia tem piorado, após a paralisação dos caminhoneiros.

Para o mercado, o crescimento deste ano ficará abaixo de 2%. O governo ainda vê uma alta de 2,5% para o PIB em 2018, mas pode revisar para baixo este valor.

Parcial do ano e 12 meses

Os números do BC mostram ainda que, de janeiro a abril de 2018, o indicador do nível de atividade registrou uma expansão de 1,55%, sem o ajuste sazonal. No acumulado em 12 meses até abril, a prévia do PIB do Banco Central registrou crescimento de 1,52%, também sem ajuste sazonal.

PIB x IBC-Br

O IBC-Br foi criado para tentar antecipar o resultado do PIB, que é divulgado pelo IBGE. Os resultados do IBC-Br, porém, nem sempre mostraram proximidade com os dados oficiais do PIB.

O cálculo dos dois é um pouco diferente - o índice do BC incorpora estimativas para a agropecuária, a indústria e o setor de serviços, além dos impostos.

Definição dos juros básicos da economia

O IBC-Br ajuda o Banco Central na definição dos juros básicos da economia. Atualmente, a taxa Selic está em 6,50% ao ano, na mínima histórica.

Pelo sistema que vigora no Brasil, o BC precisa ajustar os juros para atingir as metas preestabelecidas de inflação. Quanto maiores as taxas, menos pessoas e empresas ficam dispostas a consumir, o que tende a fazer com que os preços baixem ou fiquem estáveis.

Para 2018, a meta central de inflação é de 4,5%, com um intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos. Desse modo, o IPCA, considerado a inflação oficial do país e medida pelo IBGE, pode ficar entre 3% e 6%, sem que a meta seja formalmente descumprida.

BACEN. REUTERS. 15 DE JUNHO DE 2018. Brasil inicia 2º tri com crescimento de 0,46% em abril, indica BC, em ritmo ameaçado por greve

SÃO PAULO (Reuters) - A economia brasileira ganhou impulso em abril, após contração no mês anterior, de acordo com dados do Banco Central, ritmo que está sob ameaça devido à greve dos caminhoneiros que prejudicou o abastecimento em todo o país no final de maio.

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), espécie de sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB), expandiu 0,46 por cento em abril na comparação com o mês anterior, segundo dado dessazonalizado divulgado pelo BC nesta sexta-feira.

A expectativa em pesquisa da Reuters era de alta de 0,50 por cento, na mediana das projeções de especialistas consultados. Em março, o IBC-BR havia recuado 0,5 por cento, em dado revisado pelo BC após divulgar queda de 0,74 por cento. Nos dois primeiros meses do ano, o indicador também apresentou resultados negativos.

Na comparação com abril de 2017, o IBC-Br cresceu 3,70 por cento, enquanto que no acumulado em 12 meses apresentou expansão de 1,52 por cento, ainda segundo o BC.

Os dados de abril do IBC-Br acompanham os resultados favoráveis da indústria, varejo e serviços. No mês, a produção industrial cresceu 0,8 por cento, enquanto as vendas no varejo aumentaram 1 por cento e o setor de serviços teve seu primeiro resultado positivo no ano.

No primeiro trimestre, o PIB do Brasil acelerou ligeiramente o ritmo e registrou expansão de 0,4 por cento em relação aos três meses anteriores, marcando o quinto período seguido no azul e favorecido pela agropecuária, segundo o IBGE.

O cenário positivo apontado pelo indicador do BC, entretanto, está ameaçado devido aos efeitos da paralisação da greve dos caminhoneiros, que afetou o abastecimento de combustíveis, alimentos e outros insumos em todo o país.

Além disso, o Brasil vive momento de incerteza com as eleições presidenciais, além de confiança abalada e desemprego elevado. As projeções para o crescimento da economia deste ano vêm sendo reduzidas por analistas e a pesquisa Focus realizada semanalmente pelo Banco Central aponta agora expectativa de 1,94 por cento.



TAXA BÁSICA DE JUROS SELIC



BACEN. 15/06/2018. Calendário de reuniões do Copom em 2019

O Banco Central publicou nesta sexta-feira (15/6) o calendário das reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom) em 2019. As reuniões serão nos seguintes dias:
  • 5 e 6 de fevereiro
  • 19 e 20 de março
  • 7 e 8 de maio
  • 18 e 19 de junho
  • 30 e 31 de julho
  • 17 e 18 de setembro
  • 29 e 30 de outubro
  • 10 e 11 de dezembro
As atas do Copom serão publicadas às 8 horas da terça-feira seguinte às reuniões do comitê.

Comunicado: http://www.bcb.gov.br/pre/normativos/busca/normativo.asp?numero=32182&tipo=Comunicado&data=15/6/2018



INVESTIMENTO



FGV. IBRE. 15-Jun-2018. Intenção de Investimentos da Indústria recua no segundo trimestre de 2018

O Indicador de Intenção de Investimentos da Indústria da Fundação Getulio Vargas recuou 7,6 pontos no segundo trimestre de 2018 em relação ao trimestre anterior, para 116,1 pontos, nível semelhante ao do quarto trimestre de 2017 (116,0). O indicador mede a disseminação do ímpeto de investimento entre as empresas industriais, colaborando para antecipar tendências econômicas.

“Quando a greve dos caminhoneiros do final de maio foi deflagrada, cerca de 95% dos questionários da pesquisa já haviam sido respondidos. Isso não é uma boa notícia. O resultado da pesquisa, portanto, mostra que o aumento da incerteza (interna e externa) e o ritmo lento da economia já haviam motivado revisões nos programas de investimento das empresas antes mesmo da paralisação dos caminhoneiros. O investimento deve continuar crescendo, mas a taxas menores do que antes”, afirma Aloisio Campelo Jr., Superintendente de Estatísticas Públicas da FGV IBRE.

Apesar da queda no segundo trimestre de 2018, o Indicador de Intenção de Investimentos se mantém acima dos 100 pontos, nível em que a proporção de empresas prevendo aumentar o volume de investimentos produtivos nos 12 meses seguintes é superior à das que projetam reduzir os investimentos. Esse foi o sexto resultado consecutivo que o indicador fica acima ou igual a 100 pontos.

Entre o primeiro e o segundo trimestres de 2018 houve redução da proporção de empresas que preveem investir mais, de 34,7% para 28,9%, e aumento da proporção das que preveem investir menos, de 11,0% para 12,8%.

Grau de certeza em relação aos investimentos

Na Sondagem de Investimentos da FGV IBRE, as empresas industriais também são consultadas trimestralmente sobre o grau de certeza quanto à execução do plano de investimentos nos 12 meses seguintes.

No segundo trimestre de 2018, a proporção de empresas certas quanto à execução do plano de investimentos foi de 28,3%, ficando abaixo da parcela de 28,7% de empresas incertas. O saldo de -0,4 ponto percentual (p.p.) é o menor valor desde o quarto trimestre de 2016. No trimestre anterior, o saldo havia sido de 14,2 p.p., com proporções de 33,4% e 19,2%, respectivamente.

O resultado geral da pesquisa reforça o cenário de instabilidade que vinha se desenhando nos trimestres anteriores. Houve redução na intenção de realização de investimentos e aumento da incerteza. O resultado da pesquisa foi pouco influenciado pela greve dos caminhoneiros, dado que grande parte da coleta de dados ocorreu antes do início do movimento.

A edição do segundo trimestre de 2018 da Sondagem de Investimentos coletou informações de 744 empresas entre os dias 02 de abril e 30 de maio.

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INFLAÇÃO



FGV. IBRE. 15-Jun-2018. IGP-10 acelera e registra alta de 1,86% em junho

O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) variou 1,86% em junho, percentual superior à alta de 1,11% registrada em maio. Com este resultado, o índice acumula alta de 5,09% no ano e de 6,17% em 12 meses. Em junho de 2017, o índice havia caído 0,62% e acumulava alta de 0,08% em 12 meses.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) acelerou de 1,55% em maio para 2,50% em junho. Na análise por estágios de processamento, os preços dos Bens Finais subiram em média 1,80% em junho, ante 0,04% em maio. A principal contribuição para este resultado partiu do subgrupo alimentos in natura, cuja taxa passou de -6,23% para 3,50%. O índice relativo a Bens Finais (ex), que exclui os subgrupos alimentos in natura e combustíveis para o consumo, registrou alta de 0,96% em junho. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,33%.

A taxa do grupo Bens Intermediários avançou de 2,51% em maio para 2,84% em junho. A principal contribuição para este movimento partiu do subgrupo materiais e componentes para a manufatura, cuja taxa passou de 1,71% para 2,18%. O índice de Bens Intermediários (ex), obtido após a exclusão do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, registrou alta de 2,11%. No mês anterior, este índice havia subido 1,35%.

O índice do grupo Matérias-Primas Brutas passou de 2,24% em maio para 2,94% em junho. Contribuíram para a aceleração do grupo os seguintes itens: aves (-2,11% para 14,47%), milho (em grão) (2,61% para 6,61%) e cana-de-açúcar (-2,73% para -0,01%). Em sentido descendente, os movimentos mais relevantes ocorreram nos itens soja (em grão) (8,27% para 1,23%), leite in natura (5,33% para 4,69%) e cacau (11,26% para 6,46%).

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou variação de 0,74% em junho. Em maio, a alta havia sido de 0,26%. Seis das oito classes de despesa componentes do índice registraram acréscimo em suas taxas de variação, com destaque para o grupo Alimentação (0,10% para 0,98%). Nesta classe de despesa, vale citar o comportamento do item hortaliças e legumes, que variou 11,74% em junho, após registrar alta de 4,96%, em maio.

Também apresentaram acréscimo em suas taxas de variação os grupos Habitação (0,25% para 1,04%), Transportes (0,08% para 0,89%), Vestuário (0,30% para 0,58%), Comunicação (0,14% para 0,22%) e Despesas Diversas (0,04% para 0,11%). As maiores influências partiram dos seguintes itens: tarifa de eletricidade residencial (1,40% para 5,39%), gasolina (0,34% para 4,48%), calçados                       (-0,20% para 0,66%), tarifa de telefone residencial (-0,86% para -0,12%) e alimentos para animais domésticos (-0,67% para 0,62%).

Em contrapartida, os grupos Saúde e Cuidados Pessoais (1,08% para 0,55%) e Educação, Leitura e Recreação (0,01% para -0,30%) apresentaram decréscimo em suas taxas de variação. Nestas classes de despesa, os maiores recuos foram observados nos itens: medicamentos em geral (2,24% para 0,30%) e salas de espetáculo (1,85% para 0,37%).

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) subiu 0,36% em junho, contra 0,34% em maio. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,33%, ante 0,45% no mês anterior. O índice que representa o custo da Mão de Obra registrou alta de 0,38% em junho. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,26%.

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MERCADO DE AÇÕES



BOVESPA. B3. PORTAL G1. 15/06/2018. Bovespa opera em queda nesta sexta-feira. Na véspera, o índice recuou 0,97%, aos 71.421 pontos, renovando a mínima do ano.

O principal índice de ações da bolsa brasileira (B3) opera em queda nesta sexta-feira (15) após renovar a mínima do ano no dia anterior, com os investidores ainda atentos ao cenário externo misto e às incertezas fiscais e eleitorais no Brasil.

Às 10h40, o Ibovespa caía 0,57%, a 71.012 pontos.

Na véspera, o índice recuou 0,97%, aos 71.421 pontos. Na mínima da sessão, a bolsa chegou a 71.343 pontos. Na máxima, alcançou 72.707 pontos.

Destaques
Perto das 10h39, as ações ordinárias da Braskem subiam quase 14% após anúncio de que a Odebrecht negocia a venda do controle da empresa para a holandesa LyondellBasell.

Vale recuava 1,72%.

Petrobras PN caía 0,66% e Petrobras ON tinha baixa de 1%.

Ibovespa em 2018
Pontuação de fechamento
28/125/111/117/123/130/105/0209/0219/0223/21/37/313/319/323/329/35/411/417/423/427/044/0510/516/522/0528/504/0608/0614/0670k75k80k85k90k

01/06
 : 77.239
Fonte: B3

ÁSIA. PORTAL G1. REUTERS. 15/06/2018. Índice de ações da China atinge mínima de 20 meses com temores sobre tensão com EUA. Segundo imprensa americana, Trump deu sinal verde para a imposição de tarifas no valor de US$ 50 bilhões aos produtos chineses.

O índice acionário de Xangai recuou para a mínima de 20 meses nesta sexta-feira (15) diante das preocupações dos investidores de que as tensões comerciais com os Estados Unidos podem aumentar a pressão sobre o crescimento econômico da China.

O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, recuou 0,51%, enquanto o índice de Xangai fechou em queda de 0,7% depois de atingir durante o pregão o menor nível desde setembro de 2016.

Ambos os índices recuaram pela terceira sessão seguida. Na semana, o SSEC acumulou perdas de 1,5%, enquanto o CSI300 caiu 0,7%.

Quase 80 ações caíram o máximo permitido de 10% nesta sexta-feira, lideradas pelos papéis de tecnologia. O índice de start-ups ChinextP perdeu 1,9%, para uma mínima de quatro meses.

Os EUA estão próximos de completar uma segunda lista de tarifas sobre US$ 100 bilhões em bens chineses, conforme o presidente Donald Trump se prepara para decretar uma rodada inicial de taxas que devem desencadear uma resposta de Pequim, disseram várias fontes.

A imprensa americana publicou que Trump já deu sinal verde para a imposição de tarifas no valor de US$ 50 bilhões aos produtos chineses.

O governo da China advertiu, nesta sexta-feira, que se for confirmada a imposição de tarifas ficarão cancelados os acordos alcançados nesta matéria após dois meses de negociações.

"A China já publicou um comunicado após a recente visita do secretário de Comércio, Wilbur Ross, onde deixou clara que se os EUA lançarem medidas comerciais como a imposição de tarifas, os acordos não entrarão em vigor", disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Geng Shuang, em entrevista coletiva.

No restante da região, o nervosismo em torno das tarifas dos EUA contra a China também pressionou os mercados, e o índice MSCI, que reúne ações da região Ásia-Pacífico com exceção do Japão, tinha queda de 0,43 por cento às 7h41 (horário de Brasília).

  • Em TÓQUIO, o índice Nikkei avançou 0,50%, a 22.851 pontos.
  • Em HONG KONG, o índice HANG SENG caiu 0,43%, a 30.309 pontos.
  • Em XANGAI, o índice SSEC perdeu 0,70%, a 3.022 pontos.
  • O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, retrocedeu 0,51%, a 3.754 pontos.
  • Em SEUL, o índice KOSPI teve desvalorização de 0,80%, a 2.404 pontos.
  • Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou alta de 0,67%, a 11.087 pontos.
  • Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES permaneceu fechado.
  • Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 avançou 1,29%, a 6.094 pontos.


MERCADO DE CÂMBIO



BACEN. PORTAL G1. 15/06/2018. Dólar opera em queda, abaixo de R$ 3,80, após BC estender atuação em swap. Na quinta-feira, o dólar avançou 2,65%, a R$ 3,8111.

O dólar opera em queda nesta sexta-feira (15), após o Banco Central anunciar que estenderá sua atuação no mercado, mesmo que com menor ímpeto do que fez nesta semana, trazendo mais alívio para os investidores diante da cena política e fiscal preocupante do país. A decisão veio depois da disparada da moeda na quinta, que fechou em alta de mais de 2%, a R$ 3,81.

Por volta de 10h50, a moeda norte-americana caía 0,51%, vendida a R$ 3,7917.

Na quinta-feira, o dólar avançou 2,65%, a R$ 3,8111. Já o dólar turismo era negociado a R$ 3,97, sem considerar o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

BC atuará com mais US$ 10 bilhões

Na quinta, o Banco Central e o Tesouro Nacional anunciaram novas medidas com objetivo de reduzir a pressão sobre a cotação do dólar e dos juros futuros, além de uma norma do Conselho Monetário Nacional.

Uma semana após anunciar que atuaria "enquanto necessário" para prover liquidez a investidores, o BC informou que fará de 18 a 22 de junho oferta adicional de US$ 10 bilhões em contratos de swap cambial, equivalentes à venda da moeda no mercado futuro, e que não descarta ultrapassar consideravelmente os limites do que a autoridade monetária já fez no passado. O objetivo é controlar o avanço do dólar.

O Banco Central corre contra o tempo para cumprir sua promessa e injetar um volume bilionário de swap cambial no mercado até esta sexta-feira. Isso porque, há uma semana, o órgão informou que colocaria no sistema US$ 20 bilhões em contratos novos de swap, para além da oferta diária de US$ 750 milhões.

O BC reafirmou ainda que colocaria todo esse volume em swaps até esta sessão, que somava o equivalente a US$ 24,5 bilhões.

Nesta sessão, o BC já realizou a venda de 35 mil novos swaps, totalizando US$ 20,5 bilhões desde então, segundo a Reuters.

Além disso, anunciou a oferta de até 8.800 swaps cambiais tradicionais para rolagem do vencimento de julho.

"Já existia expectativa de que ele (BC) continuaria atuando", afirmou à Reuters o superintendente da Correparti Corretora, Ricardo Gomes da Silva. "O mercado já se convenceu de que ele está fazendo o que está dizendo. Se os 10 bilhões de dólares não forem suficientes, coloca mais. O BC tem lastro para isso", acrescentou.

Mercado local e externo

O mercado doméstico piorou nas últimas semanas após a greve dos caminhoneiros, em maio, elevar as preocupações com a deterioração do quadro fiscal do Brasil, com a redução do preço do diesel gerando impacto bilionário sobre as contas do governo.

Além disso, pesquisas eleitorais mostraram dificuldade dos candidatos que o mercado considera como mais comprometidos com ajustes fiscais de ganhar tração na corrida presidencial.

"O fato de o BC falar o valor que pretende ofertar acaba favorecendo a especulação", afirmou o operador de câmbio de uma corretora nacional à Reuters, ao criticar o anúncio do montante a ser injetado no mercado.

A cena externa também tem ajudado a pressionar as cotações no mercado local, sobretudo com a expectativa de que os juros nos Estados Unidos subam mais e acabem atraindo recursos aplicados hoje em outras praças, como a brasileira.

No exterior, o dólar rondava a estabilidade ante uma cesta e exibia queda ante a maioria das divisas de países emergentes, como o peso mexicano.

Mercado de títulos

Já o Tesouro mudou a forma de oferecer liquidez ao mercado de títulos da dívida e informou que pode fazer na próxima semana leilões diários de compra e venda de três diferentes papéis "em razão das condições vigentes no mercado".

O CMN alterou pela segunda vez no ano uma regra imposta a entidades de previdência complementar, que resultará na redução de R$ 70 bilhões do estoque de títulos públicos longos detidos por elas, "contribuindo também para estabilidade na curva de juros".

A decisão ocorre após atuação coordenada de BC e Tesouro não serem suficientes para impedir que o dólar voltasse a acumular alta neste mês, pressionado pela perspectiva de fim do plano anunciado pelo BC na semana passada.

O Tesouro vem fazendo desde o fim de maio leilões de compra e venda de títulos da dívida com vencimentos de curto, médio e longo prazo, como forma de permitir a saída de investidores que não queiram ficar com os papéis em cenário de aversão a risco.

Variação do dólar em 2018
Diferença entre o dólar turismo e o comercial, considerando valor de fechamento
em R$dólar comercialdólar turismo (sem IOF)12/125/111/117/123/129/12/28/216/222/228/26/312/316/322/328/34/410/416/420/426/43/59/515/521/525/51/67/613/633,253,53,7544,25

5/4
 dólar comercial: 3,3414
Fonte: Valor PRO

BACEN. REUTERS. 15 DE JUNHO DE 2018. Após BC estender atuação, dólar cai e vai abaixo de R$3,80

SÃO PAULO (Reuters) - O dólar operava em queda ante o real nesta sexta-feira, após o Banco Central anunciar que estenderá sua atuação no mercado, mesmo que com menor ímpeto do que fez nesta semana, trazendo mais alívio para os investidores diante da cena política e fiscal preocupante do país.

Homem passa por sede do Banco Central, em Brasília 15//01/2014 REUTERS/Ueslei Marcelino
Às 10:35, o dólar recuava 0,54 por cento, a 3,7914 reais na venda, depois de saltar 2,64 por cento na véspera, a maior alta desde 18 de maio de 2017.

Na mínima do dia, a moeda norte-americana foi a 3,7523 reais. O dólar futuro tinha baixa de cerca de 0,5 por cento.

“Já existia expectativa de que ele (BC) continuaria atuando”, afirmou o superintendente da Correparti Corretora, Ricardo Gomes da Silva. “O mercado já se convenceu de que ele está fazendo o que está dizendo. Se os 10 bilhões de dólares não forem suficientes, coloca mais. O BC tem lastro para isso”, acrescentou.

Na noite passada, o BC informou que fará de 18 a 22 de junho oferta adicional de 10 bilhões de dólares em contratos de swap cambial, equivalentes à venda da moeda no mercado futuro, e que não descarta ultrapassar consideravelmente os limites do que a autoridade monetária já fez no passado.

O volume é a metade do que anunciou para esta semana em novos swaps, além dos leilões diários de 750 milhões de dólares que já vinha fazendo antes. O BC reafirmou ainda que colocaria todo esse volume em swaps até essa sessão, que somava o equivalente a 24,5 bilhões de dóalres.

Nesta sessão, o BC já realizou a venda de 35 mil novos swaps, totalizando 20,5 bilhões de dólares desde então.

Além disso, anunciou a oferta de até 8.800 swaps cambiais tradicionais para rolagem do vencimento de julho.

O mercado doméstico piorou nas últimas semanas após a greve dos caminhoneiros, em maio, elevar as preocupações com a deterioração do quadro fiscal do Brasil, com a redução do preço do diesel gerando impacto bilionário sobre as contas do governo.

Além disso, pesquisas eleitorais mostraram dificuldade dos candidatos que o mercado considera como mais comprometidos com ajustes fiscais de ganhar tração na corrida presidencial.

“O fato de o BC falar o valor que pretende ofertar acaba favorecendo a especulação”, afirmo o operador de câmbio de uma corretora nacional ao criticar o anúncio do montante a ser injetado no mercado.

A cena externa também tem ajudado a pressionar as cotações no mercado local, sobretudo com a expectativa de que os juros nos Estados Unidos subam mais e acabem atraindo recursos aplicados hoje em outras praças, como a brasileira.

No exterior, o dólar rondava a estabilidade ante uma cesta e exibia queda ante a maioria das divisas de países emergentes, como o peso mexicano.



ENERGIA



PETROBRAS. REUTERS. 15 DE JUNHO DE 2018. Petrobras conclui cessão de 25% do campo de Roncador para Equinor e recebe US$2 bi

SÃO PAULO (Reuters) - A Petrobras (PETR4.SA) concluiu a cessão de 25 por cento de participação do campo de Roncador para a norueguesa Equinor (EQNR.OL) e recebeu na quinta-feira 2 bilhões de dólares pela transação, informou a petroleira brasileira em fato relevante nesta sexta-feira.

A Petrobras permanece como operadora do campo, com 75 por cento de participação.

“Além desse valor, a Equinor realizará pagamentos contingentes, referentes aos investimentos nos projetos que visam ao aumento do fator de recuperação desse campo, carregando a Petrobras na proporção 2:1...limitados a 550 milhões de dólares”, disse a estatal.

“O objetivo é aumentar o fator de recuperação em pelo menos 5 por cento, podendo trazer um volume adicional de aproximadamente 500 milhões barris de óleo equivalente (boe)”.

Petroleo Brasileiro SA Petrobras
14.87
PETR4.SASAO PAULO STOCK EXCHANGE
-0.23(-1.52%)
PETR4.SA
PETR4.SA
PETR4.SAEQNR.OL

Por Raquel Stenzel

VENEZUELA. CHINA. REUTERS. 15 DE JUNHO DE 2018. Venezuela deve exportar menor volume de petróleo à China em quase 8 anos, dizem fontes

SÃO PAULO (Reuters) - As importações chinesas de petróleo venezuelano podem cair para o menor patamar em quase oito anos em julho, enquanto o produtor da Opep lida com uma produção em queda e problemas de logística, segundo fontes com conhecimento do assunto.

A estatal PetroChina espera que as cargas de junho da Venezuela, principalmente de grau Merey, sejam metade do volume normal, de acordo com duas autoridades petrolíferas de Pequim a par do assunto.

A empresa estatal venezuelana PDVSA prometeu que o volume não embarcado será aumentado em carregamentos para entrega em agosto e setembro, disseram as fontes.

A queda nos estoques para o cliente, credor e aliado político mais importante da Venezuela, é o mais recente indicador de tempos difíceis para o país que conta com amplas reservas de petróleo.

A produção de petróleo na Venezuela caiu para a menor média anual em mais de três décadas entre janeiro e abril, enquanto as reivindicações de ativos pelos credores cortaram o acesso da PDVSA aos terminais de exportação.

A notícia afeta os dois lados. A crescente demanda da China por petróleo em meio a um crescimento econômico ainda robusto está aumentando sua dependência das importações, enquanto a dificuldade da Venezuela em exportar à medida que sua infraestrutura desmorona significa que ela está perdendo a chance de aproveitar os preços do petróleo que subiram a máximas em anos recentemente.

Reportagem adicional de Chen Aizhu, em Pequim, e Florence Tan, em Cingapura; reportagem adicional de Nidhi Verma, em Nova Délhi



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LGCJ.: