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May 28, 2018

US ECONOMICS



VENEZUELA



DoS. May 25, 2018. Secretary Pompeo's Phone Call With Colombian President Juan Manuel Santos

Washington, DC - The below is attributable to Spokesperson Heather Nauert:

Secretary Pompeo spoke by phone today with Colombian President Juan Manuel Santos. Secretary Pompeo and President Santos discussed the fraudulent elections held May 20 in Venezuela and the importance of standing together as democratic nations in support of the Venezuelan people and the restoration of their democracy. The Secretary recognized Colombia’s great compassion for Venezuelans fleeing this man-made crisis and highlighted the commitment of the United States to support Colombia’s efforts in this regard. They discussed the situation at the Hidroituango Dam in Antioquia department and Secretary Pompeo noted U.S. support as this matter proceeds.

COLOMBIA. REUTERS. MAY 26, 2018. Colombia to be NATO's first Latin American global partner

BOGOTA (Reuters) - Colombia will next week formally join the North Atlantic Treaty Organization, making it the only Latin American nation in the alliance, President Juan Manuel Santos said late on Friday.

Colombia will join as a “global partner”, Santos said, which means it will not necessarily have to take part in military action, and will be fully accredited in Brussels.

The 29-nation NATO alliance reached a partnership agreement with Colombia back in May 2017, just after peace was signed with the Revolutionary Armed Forces of Colombia, an agreement that earned Santos a Nobel Peace Prize.

“Colombia benefits a lot from being an active part of the international community, many of the problems we face are increasingly global and need the support and collaboration of other countries for their solution,” Santos said in a televised address.

Other global partners include Afghanistan, Australia, Iraq, Japan, the Republic of Korea, Mongolia, New Zealand and Pakistan.

The partnership with Colombia will cooperate on global security areas like cyber and maritime security, terrorism and links to organized crime, according to NATO’s website.

The announcement came just hours after the Organization for Economic Cooperation and Development (OECD) approved Colombia as a new member.

“Being part of the OECD and NATO improves the image of Colombia and allows us to have much more play on the international stage,” Santos said.

Reporting by Helen Murphy, editing by Louise Heavens

PORTAL Hoje no Mundo Militar. 26/05/2018. A Colômbia entrou para a OTAN?

VÍDEO: https://www.youtube.com/watch?v=npoA1cgpTZg

DoS. May 26, 2018. Long Overdue Freedom for Joshua Holt in Venezuela. Mike Pompeo, Secretary of State

Washington, DC - The United States welcomes the release of Joshua Holt and his wife, Thamara, who were unjustly imprisoned in Venezuela. We extend our special thanks to Senator Bob Corker, Senator Orrin Hatch, Senator Mike Lee, Representative Mia Love, and all the other members of Congress who have worked on behalf of the Holt family over the past two years and helped to make this day a reality.

U.S. policy toward Venezuela remains unchanged. The United States stands steadfast in support of the Venezuelan people and their efforts to return to democracy.

The safety and welfare of U.S. citizens overseas is among the Department of State’s highest priorities. On behalf of the State Department and the entire United States government, we wish Joshua Holt and his family the best after this difficult period.




COLOMBIA - OECD



DoS. May 25, 2018. Colombian Accession to the Organization for Economic Cooperation and Development. Heather Nauert, Department Spokesperson.

Washington, DC - The United States congratulates Colombia on its accession and completion of the process to become a member of the Organization for Economic Cooperation and Development (OECD). The United States commends Colombia’s significant efforts over the past five years to meet the OECD’s technical standards.

Membership will bring benefits to the economy and people of Colombia, along with important responsibilities to level the playing field on trade and to enhance protections for investors. The United States looks forward to working with Colombia through the OECD to promote the economic and social well-being of people around the world.



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INDICADORES/INDICATORS




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BACEN. BOLETIM FOCUS: RELATÓRIO SEMANAL DE MERCADO
(Projeções atualizadas semanalmente pelas 100 principais instituições financeiras que operam no Brasil, para os principais indicadores da economia brasileira)



ANÁLISE



BACEN. PORTAL G1. 28/05/2018. Mercado vê recuperação mais lenta e projeções apontam para PIB 'frustrante' no 1º trimestre. Resultado oficial será divulgado na quarta-feira (30) pelo IBGE. Analistas revisaram estimativas para baixo e projetam alta entre 0,1% e 0,5%.
Por Darlan Alvarenga, G1

Os indicadores de atividade econômica dos primeiros meses do ano decepcionaram, apontando para uma recuperação mais lenta do que o esperado. As projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) passaram a ser revisadas seguidamente para baixo, e o próprio governo reduziu de 2,97% para 2,5% a previsão de crescimento da economia brasileira em 2018.

Levantamento do G1 com 10 bancos, consultorias e institutos aponta para uma alta entre 0,1% e 0,5% do PIB no 1º trimestre, na comparação com o 4º trimestre, o que sugere uma perda de fôlego da economia neste início de ano, em meio ao elevado desemprego e incerteza política, que têm afetando a confiança e o consumo.

Apesar da surpresa provocada pelo resultado do Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) do Banco Central, espécie de "prévia" do PIB, que apontou retração de 0,13% no 1º trimestre, a maioria do mercado ainda aposta em PIB acima de zero nos 3 primeiros meses de 2018.

Os números oficiais do PIB do primeiro trimestre serão divulgados nesta quarta-feira (30).

Para 2018, o mercado baixou previsão de alta do PIB para 2018 de 2,50% para 2,37%, segundo pesquisa Focus do Banco Central, divulgada nesta segunda-feira (28).

O Produto Interno Bruto é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. Em 2017, o PIB teve uma alta de 1%, após dois anos consecutivos de retração. A variação trimestre a trimestre no ano passado foi de 1,3%, 0,6%, 0,2% e 0,1%, do primeiro para o quarto trimestre, respectivamente.

O que mais decepcionou

A economista Alessandra Ribeiro, da Tendências, trabalha com a estimativa de alta de 0,2% do PIB no 1º trimestre. Segundo ela, a perda de velocidade da atividade econômica fica mais explícita na projeção de alta de 1% estimada para a comparação anual, ante o avanço de 2,1% observado no último trimestre de 2017.

"O menor crescimento esperado está calcado, sobretudo, na redução do consumo das famílias, o que interromperia a sequência de quatro altas consecutivas. Tal projeção está associada à desaceleração na trajetória de crescimento da massa de rendimentos, influenciada, principalmente, pelo menor ritmo de geração de vagas no mercado de trabalho, apesar da ampliação da concessão de crédito às pessoas físicas", afirma.

A economista Silvia Matos, coordenadora do Boletim Macro/Ibre, da FGV, reduziu a projeção para o PIB do 1º trimestre, de alta de 0,3% para 0,2%. Para a analista, "a maior frustação" foi em serviços e na construção civil. "Já estava ruim e não melhorou no primeiro trimestre. Continuou contraindo", destaca.

O Ibre/FGV estima queda de 0,5% no PIB da indústria, alta de 0,2% em serviços e avanço de 1,6% na agropecuária.

A Tendência, por sua vez, projeta PIB negativo para indústria (-0,2%) e serviços (-0,3%), e alta de 1,3% da agropecuária.

"A frustração quanto ao ritmo de crescimento esperado coloca viés de baixa para expectativa do ano", afirma Ribeiro, que aguarda a divulgação dos números do IBGE para revisar novamente as projeções da consultoria para o PIB em 2018.

As projeções apontam também para uma perda do ritmo de recuperação dos investimentos, que seguem em patamares críticos. A Tendência estima alta de 0,4%, ante avanço de 2% no trimestre anterior. Para o Ibre/FGV, a estimativa é mais baixa, de 0,2%.

"A sensação, que vai ficar mais claro com o resultado do PIB, é que a perda de ímpeto da atividade foi um tanto quanto generalizada. Isso é reflexo da recuperação lenta do consumo das famílias e dos investimentos, que apesar da queda expressiva da taxa Selic, ainda não reagiram como o esperado", afirma Luiz Castelli, economista da consultoria GO Associados

Variação trimestral do PIB do Brasil até 2017 (Foto: Arte/G1)

Entre os principais fatores que ajudam a explicar o ritmo mais fraco da economia, os economistas citam as incertezas políticas e falta de avanço das reformas, o cenário externo menos favorável, o custo do crédito ainda alto mesmo com a queda forte da taxa básica de juros e, sobretudo, o alto desemprego e os 27,7 milhões de trabalhadores subutilizados.

O economista-chefe do Banco Fator, José Francisco de Lima Gonçalves, destaca que o número de brasileiros ocupados aumentou, mas com características que não sugerem recuperação consistente. Ele cita quatro motivos para isso:

  • A ocupação tem crescido nas atividades por conta própria e nas atividades informais.
  • A contratação com carteira assinada continua caindo.
  • O rendimento da ocupação que está crescendo é mais baixo do que o da que está caindo.
  • Os indicadores sugerem que as empresas não estão convencidas de que devem contratar.

"A soma de tudo, adicionada ao excesso de capacidade quase que generalizado, explica o fraco desempenho do investimento, mesmo com taxas de juros reais bastante baixas para nossos padrões", afirma.

BACEN. PORTAL G1. 28/05/2018. Mercado sobe estimativa de inflação e baixa previsão de alta do PIB para 2018. Previsão de analistas para a inflação deste ano passou de 3,50% para 3,60%, e de alta do PIB recuou de 2,50% para 2,37% em 2018.
Por Alexandro Martello, G1, Brasília

Os economistas do mercado financeiro elevaram sua expectativa de inflação para este ano e passaram a estimar uma alta menor do Produto Interno Bruto (PIB) em 2018.

As previsões estão no mais recente relatório de mercado, também conhecido como Focus, divulgado nesta segunda-feira (28) pelo Banco Central. O levantamento é fruto de pesquisa com mais de 100 instituições financeiras na semana passada.

A expectativa do mercado para a inflação em 2018 avançou de 3,50%, na semana retrasada, para 3,60% na última semana.

O percentual esperado pelos analistas continua abaixo da meta que o Banco Central precisa perseguir para a inflação neste ano, que é de 4,5%. Entretanto, está dentro do intervalo de tolerância previsto pelo sistema, que considera que a meta terá sido cumprida pelo BC se o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficar entre 3% e 6%.

Para 2019, o mercado financeiro baixou sua expectativa de inflação de 4,01% para 4%. A meta central do próximo ano é de 4,25% e o intervalo de tolerência do sistema de metas varia de 2,75% a 5,75%. Já a estimativa para a Selic continuou em 8% ao ano. Deste modo, os analistas seguem prevendo alta dos juros no ano que vem.

Nova queda na estimativa de alta do PIB

Para o resultado do PIB em 2018, os economistas dos bancos baixaram a previsão de crescimento de 2,50% para 2,37%. Foi a quarta queda seguida do indicador. Para o ano que vem, a expectativa do mercado para expansão da economia continua em 3%.

O Produto Interno Bruto é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. Em 2016, o PIB teve uma retração de 3,5%. Em 2017, cresceu 1% e encerrou a recessão no país.

A revisão ocorre após o Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), uma espécie de "prévia" do Produto Interno Bruto (PIB), divulgado pelo Banco Central na semana passada, apontar que a economia registrou retração de 0,13% no primeiro trimestre deste ano.

Taxa de juros

Os analistas do mercado subiram de 6,25% para 6,50% ao ano sua previsão para a taxa básica de juros da economia, a Selic, ao final de 2018.

Com isso, o mercado se alinhou com a decisão recente do Banco Central de não baixar os juros e de informar que a taxa deve permanecer inalterada no atual patamar de 6,50% ao ano.

Para o fim de 2019, a estimativa do mercado financeiro para a Selic continuou em 8% ao ano. Deste modo, os analistas seguem prevendo alta dos juros no ano que vem.

Câmbio, balança e investimentos

Na edição desta semana do relatório Focus, a projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2018 subiu de R$ 3,43 para R$ 3,48 por dólar. Para o fechamento de 2019, avançou de R$ 3,45 para R$ 3,47 por dólar.

A projeção do boletim Focus para o saldo da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), em 2018, subiu de US$ 56,10 bilhões para US$ 57,15 bilhões de resultado positivo.

Para o ano que vem, a estimativa dos especialistas do mercado para o superávit avançou de US$ 47,63 bilhões para US$ 49,80 bilhões.

A previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil, em 2018, permaneceu em US$ 75 bilhões. Para 2019, a estimativa dos analistas ficou estável em US$ 80 bilhões.

BACEN. REUTERS. 28 DE MAIO DE 2018. FOCUS-Mercado vê crescimento menor do PIB neste ano, a 2,37%, após greve de caminhoneiros
Por Camila Moreira

SÃO PAULO (Reuters) - O mercado reduziu com força sua projeção de crescimento da economia brasileira neste ano depois de uma semana de paralisação de caminhoneiros no país que afetou o abastecimento, ao mesmo tempo em que passou a ver a inflação mais alta.

Segundo pesquisa Focus do Banco Central divulgada nesta segunda-feira, a mediana das estimativas para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) caiu a 2,37 por cento na semana passada, sobre 2,5 por cento antes, quarta semana de queda. Para 2019, permaneceu a expectativa de crescimento de 3 por cento.

A paralisação dos caminhoneiros entrou no oitavo dia nesta segunda-feira apesar do anúncio na noite passada pelo presidente Michel Temer de uma série de medidas para atender demandas da categoria. O ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, afirmou que o movimento está tendo impacto “relevante” na atividade econômica, mas que o governo mantinha a previsão de crescimento de 2,5 por cento.

Com o movimento provocando falta de combustível e escassez de alimentos, além de outros insumos, a projeção para a alta do IPCA também subiu no Focus. A expectativa agora é de que a inflação termine o ano a 3,60 por cento, 0,10 ponto percentual a mais do que na semana anterior. Para o ano que vem o cálculo é de inflação de 4 por cento, sobre 4,01 por cento antes.

Para o dólar, a projeção para o final de 2018 também voltou a subir, pela sexta vez seguida, e chegou a 3,48 reais, contra 3,43 reais na semana anterior.

Os especialistas consultados ainda ajustaram suas projeções para a taxa básica de juros após a manutenção em 6,5 por cento, vendo-a nesse patamar ao final do ano e 8 por cento em 2019.

Na semana passada, o BC deixou claro que sabia que pegaria os agentes econômicos de surpresa ao manter a Selic, mas descartou que o peso dado ao fator cambial em sua decisão fosse uma reação mecânica à disparada da moeda norte-americana e que os choques externos devem ser combatidos apenas diante impacto secundário que podem ter na inflação. A aposta majoritária no mercado era de nova redução da Selic.

O Top-5, grupo dos que mais acertam as previsões, também vê a taxa básica a 6,5 por cento neste ano mas elevou a conta para o ano que vem a 8 por cento, frente a 7,5 por cento antes.



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ECONOMIA BRASILEIRA / BRAZIL ECONOMICS



INDÚSTRIA



FGV. IBRE. 28-Mai-2018. Confiança da Indústria fica relativamente estável em maio

O Índice de Confiança da Indústria (ICI) da Fundação Getulio Vargas ficou relativamente estável em maio de 2018, ao avançar 0,1 ponto, para 101,1 pontos.

“A sondagem de maio reforça a tendênca de perda de fôlego da indústria esboçada no mês anterior, quando o ICI recuou -0,7 ponto. O resultado reflete em boa medida a piora das expectativas em relação ao desempenho da economia brasileira em 2018, motivada pelo aumento de riscos no mercado externo e pelo elevado nível de incerteza econômica e política”, afirma Tabi Thuler Santos, coordenadora da Sondagem da Indústria da FGV IBRE.

A estabilidade em maio

A confiança industrial avançou em 10 dos 19 segmentos industriais em maio. Após registrar queda de 1,3 ponto no mês anterior, o Índice de Expectativas (IE) subiu 0,1 ponto, para 101,6 pontos. O Índice da Situação Atual (ISA) também subiu 0,1 ponto em maio, para 100,6 pontos, retornando ao valor de março.

A melhora na percepção sobre a situação dos negócios em maio foi a principal contribuição favorável ao resultado do ISA, que contou ainda com melhora nas avaliações sobre a demanda e redução de empresas com estoques insuficientes. Na segunda alta consecutiva, o indicador avançou 1,2 ponto, para 97,2 pontos. O percentual de empresas que consideram a situação atual dos negócios boa aumentou de 14,5% para 22,8% entre abril e maio. A proporção de empresas que a consideram fraca também aumentou, porém em menor magnitude, de 20,5% para 27,3% do total.

O indicador de expectativas com a evolução do pessoal ocupado nos três meses seguintes aumentou 2,4 pontos, para 101,1 pontos. Foi o único componente do IE a registrar melhora no mês - as perspectivas com a produção não avançaram em maio e o otimismo com a evolução dos negócios arrefeceu nos últimos meses. Houve elevação na proporção de empresas prevendo aumento do quadro de pessoal, de 18,6% para 21,9%, e diminuição da proporção das que esperam redução, de 11,5% para 11,1% do total.

Após três altas consecutivas, o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI) manteve-se estável em 76,5%, o maior desde maio de 2015 (76,6%).

A edição de maio de 2018 coletou informações de 1.065 empresas entre os dias 02 e 23 deste mês.

DOCUMENTO: http://portalibre.fgv.br/main.jsp?lumPageId=402880972283E1AA0122841CE9191DD3&lumItemId=8A7C82C563274A580163A65B2C6666EE



COMÉRCIO EXTERIOR



CNI. 28/05/2018. Novos estados passam a emitir Certificado de Origem Digital para exportações à Argentina e Uruguai. Secretaria de Comércio Exterior credenciou mais seis federações de indústrias a emitir o documento digital para exportar para a Argentina e outras três para o Uruguai

Emitir o Certificado de Origem Digital (COD) ficou mais fácil para empresas de nove estados brasileiros, que foram credenciados como emissores do documento no último dia 22 de maio pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério de Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC). As federações de indústrias do Alagoas (FIEA), Ceará (FIEC), Mato Grosso (FIEMT), Mato Grosso do Sul (FIEMS), Pernambuco (FIEPE) e Sergipe (FIES) receberam a habilitação para emitir o COD de bens exportados para a Argentina. As federações do Alagoas, Amazonas (FIEAM) e Mato Grosso do Sul também passarão a emitir o COD para bens com destino ao Uruguai.

Com o credenciamento, agora 19 federações de indústrias podem emitir o COD para o Uruguai e 18 para a Argentina (veja tabela).

FACILITAÇÃO -  O documento é um instrumento de facilitação de comércio, que substitui o certificado de origem de papel pelo digital, podendo ser emitido em apenas 30 minutos, de maneira mais ágil. Ele atesta a origem de um bem para a concessão de redução ou isenção de tarifas de importação, conforme o acordo entre países e blocos econômicos.

Na América Latina, Brasil e Argentina foram os primeiros países a utilizar a certificação digital. Recentemente, o Uruguai aderiu ao sistema. A meta da Associação Latino Americana de Ingração (Aladi) é que todos os países pertencentes ao bloco utilizem o COD para desburocratizar o comércio regional.

Confira os estados que emitem o COD para o Uruguai 
 

Confira os estados que emitem o COD para a Argentina 



SERVIÇOS



MDIC. 28 de Maio de 2018. Governo vai trabalhar para tornar China um parceiro comercial mais robusto no setor de serviços

Pequim, China (28 de maio) – Em discurso para um público de empresários e autoridades chinesas, o ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Jorge, disse hoje que o governo brasileiro trabalhará para tornar a China um parceiro comercial cada vez mais robusto no setor de serviços.

“A China segue como maior parceiro no intercâmbio comercial de bens do Brasil, posição que ocupa há quase 10 anos. Contudo, hoje as atenções se voltam aos fluxos comerciais em serviços, uma fronteira ainda incipiente da nossa cooperação econômica e para a qual identificamos, mutuamente, grande espaço de atuação conjunta”, afirmou.

Marcos Jorge participou da abertura da V Feira Internacional da China para o Comércio de Serviços (CIFTIS), a maior do segmento no mundo. No ano passado, as trocas comerciais em bens superaram os US$ 74 bilhões, 27,9% acima de 2016. Este ano, as exportações brasileiras para o país cresceram 10,5%. Do lado das importações, o país totalizou US$ 27,3 bilhões em 2017, crescimento de 17% em relação ao ano anterior. Em 2018, também se observa tendência de crescimento.

Por outro lado, as exportações de serviços do Brasil para o país ficaram em US$ 238 milhões em 2017, enquanto as importações de serviços chineses chegaram a US$ 745 milhões. “Nós sabemos que o setor de serviços é essencial para agregar valor e inovação aos demais segmentos da economia, desde a indústria à agropecuária, incluindo empreendimentos de todos os portes: do microempreendedor individual às grandes transacionais”, disse.

Para o ministro, a participação brasileira na feira, com uma delegação aproximada de 90 pessoas, entre empresários e representantes dos governos estaduais e municipais, é uma oportunidade de alavancar projetos estratégicos em áreas relacionadas a economia digital, comércio eletrônico, turismo e infraestrutura, entre outros.

No Brasil, o setor de serviços respondeu, em 2017, por mais de 70% do PIB e cerca de 75% dos empregos formais. Além de ampliar a inserção das empresas brasileiras no comércio exterior, o governo trabalha com o objetivo de melhorar o ambiente de negócios, facilitar o comércio de serviços, financiar e oferecer garantias às exportações, além de promover o comércio eletrônico.

Após abertura do evento, Marcos Jorge participou, ainda, de encontro bilateral com o ministro de Comércio da China, Zhong Shan. Durante pouco mais de uma hora, os ministros discutiram o aprofundamento da cooperação bilateral em bens e serviços, defesa comercial, propriedade intelectual, além da participação brasileira em eventos futuros promovidos pela China.

CIFTIS

Pequim sediará pelos próximos quatro dias a CIFTIS, organizada pelo Ministério do Comércio (MOFCOM) e o Governo Popular de Pequim, que abre espaço para todos os 12 setores de serviços definidos pela Organização Mundial de Comércio (OMC). A estratégia do Brasil é apresentar oportunidades de investimentos, organizar rodadas de negócios e promover a imagem do país como destino turístico.

O pavilhão brasileiro no evento foi inaugurado nesta segunda-feira em solenidade que contou com apresentação de um grupo de capoeira. O setor produtivo participa do evento com empresários ligados aos setores de hotelaria e resorts, operadoras de turismo, construção e incorporação, serviços jurídicos, consultoria de negócios, serviços esportivos, tecnologia da informação e comunicação.  A programação inclui, ainda, o “Brazilian Day”, que ocorrerá nesta terça-feira (29) e contará com exposições sobre o setor de serviços e apresentações culturais.

MDIC. 28 de Maio de 2018. Brasil é homenageado na maior feira de serviços da China. Governo brasileiro irá apresentar oportunidades de investimentos e organizar rodadas de negócios; na sexta, ministro Marcos Jorge participou do lançamento das negociações para um acordo comercial entre os países do Mercosul e a Coreia do Sul

Pequim (28 de maio) – O Brasil será o país homenageado de honra na maior feira internacional de serviços. O evento começa nesta segunda-feira em Pequim, na China. A posição de destaque é resultado de cooperação entre os dois países, firmada pelo governo brasileiro, por meio do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), em 2016, na gestão do ex-ministro Marcos Pereira.

“Nesta feira, estamos trazendo os principais serviços que podemos oferecer aos chineses, como turismo, arquitetura, engenharia, futebol, entre outros. Também queremos levar serviços da China para o Brasil, como o de parques temáticos”, explica o ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Jorge.

Pequim sediará pelos próximos cinco dias a 5ª Feira Internacional da China para o Comércio de Serviços (CIFTIS), organizada pelo Ministério do Comércio (MOFCOM) e o Governo Popular de Pequim. Terá espaço para todos os 12 setores de serviços definidos pela Organização Mundial de Comércio (OMC).

“A China é o nosso principal parceiro comercial, mas é muito forte em bens. Entretanto em serviços ainda é o décimo em importações e passa do vigésimo em exportações. É preciso explorar serviços e podermos assim potencializar as nossas exportações”, acrescenta o ministro.

A estratégia do governo brasileiro no evento será a de apresentar oportunidades de investimentos, organizar rodadas de negócios e promover a imagem do país como destino turístico. Durante os cinco dias, haverá reuniões com potenciais investidores e parceiros de negócios para apresentação de projetos e das empresas brasileiras que participam da CIFTIS, além de programação específica sobre outsorcing, serviços e seus impactos para a indústria 4.0.

O Brasil terá um pavilhão no evento, que será inaugurado na abertura da feira. A programação inclui, ainda, o “Brazilian Day”, com exposições sobre o setor de serviços, ações governamentais, projetos na área de turismo, além de apresentações culturais. Em uma ação envolvendo o Ministério do Turismo e a Apex-Brasil, haverá, ainda, seminário de atração de investimentos para chineses.

A presença brasileira na CIFTS conta ainda com representantes do Ministério das Relações Exteriores e Embratur, além 40 participantes de governos estaduais e municipais. O setor produtivo participa do evento com empresários ligados aos setores de hotelaria e resorts, operadoras de turismo, construção e incorporação, serviços jurídicos, consultoria de negócios, serviços esportivos, tecnologia da informação e comunicação.

Missão Ásia

A agenda do ministro na China é a segunda etapa de uma missão oficial que começou com o lançamento das negociações para um acordo comercial entre os países do Mercosul e a Coreia do Sul. Na sexta-feira (25), Marcos Jorge participou de cerimônia, em Seoul, ao lado do ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes, e os demais chanceleres do Mercosul. “As negociações com a Coreia, ainda que apresentem sensibilidades de ambas as partes, serão conduzidas de forma segura. Estou certo de que os dois lados terão flexibilidade suficiente para chegar a um bom resultado”, afirmou.

A medida faz parte da estratégia do governo brasileiro de ampliar as relações comerciais internacionais. Segundo o ministro, o governo aposta na agenda de negociações para impulsionar a inserção do Brasil, junto com o Mercosul, na rede internacional de acordos comerciais para incrementar os números do comércio brasileiro. O bloco negocia acordos com o Canadá, União Europeia e países do EFTA atualmente.

FGV. IBRE. 28-Mai-2018. Confiança de Serviços tem terceira queda consecutiva e retorna a patamar de novembro de 2017

O Índice de Confiança de Serviços (ICS) caiu 2,4 pontos em maio, para 88,8 pontos. Após a terceira queda consecutiva, o índice devolve as altas do início do ano e retorna ao patamar de novembro do ano passado.

“Os indicadores de maio sinalizam, sobretudo, um movimento de ajuste nas expectativas empresariais. A frustração com a moderação no ritmo de atividade corrente e a influência do cenário de incerteza que marca o processo eleitoral, vêm resultando numa contínua calibragem nas expectativas do setor. Novamente, é a leitura das empresas sobre os negócios nos próximos seis meses o aspecto que mais pressiona a queda na curva de confiança. Esses resultados reforçam a perspectiva de continuidade da trajetória de tímida recuperação do setor” analisa Silvio Sales, consultor da FGV IBRE.

A queda da confiança em maio atingiu 9 das 13 principais atividades pesquisadas e resultou do recuo de 3,9 pontos do Índice de Expectativas (IE-S), para 91,4 pontos, e de 0,6 ponto do Índice da Situação Atual (ISA-S), para 86,6 pontos.

A maior contribuição para a queda do IE-S foi dada pelo indicador de Tendência dos negócios, que caiu 4,3 pontos, para 91,3 pontos. No caso do ISA-S, o destaque negativo foi o indicador de situação atual dos negócios, que recuou 1,0 ponto no mês, para 87,4 pontos.

O NUCI do setor de Serviços caiu 0,5 ponto percentual (p.p.) em maio, para 82,1%, o menor nível desde setembro passado.

Queda disseminada das expectativas

A disseminação setorial ilustra o papel das expectativas na recente tendência de piora do humor das empresas de Serviços. O gráfico abaixo mostra que, de 13 setores investigados, o percentual de atividades em queda sai de 54% em março para 69% em abril e maio, no caso do ICS, e dos mesmos 54% para 85% na desagregação setorial do IE-S.

A edição de maio de 2018 coletou informações de 2003 empresas entre os dias 02 e 23 deste mês.

DOCUMENTO: http://portalibre.fgv.br/main.jsp?lumPageId=402880972283E1AA0122841CE9191DD3&lumItemId=8A7C82C563274A580163A65460993C5F



INFLAÇÃO



USP. FIPE. REUTERS. 28 DE MAIO DE 2018. IPC-Fipe tem avanço de 0,01% na 3ª quadrissemana de maio

SÃO PAULO (Reuters) - O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de São Paulo passou a registrar variação positiva de 0,01 por cento na terceira quadrissemana de maio depois de registrar baixa de 0,01 por cento na segunda prévia do mês, segundo dados divulgados nesta segunda-feira pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

O IPC-Fipe mede as variações quadrissemanais dos preços às famílias paulistanas com renda mensal entre 1 e 10 salários mínimos.

Por Camila Moreira



CONTAS PÚBLICAS



MF. REUTERS. 28 DE MAIO DE 2018. Governo cortará R$3,8 bi em despesas por redução no diesel; greve do caminhoneiros afeta economia, diz Guardia

BRASÍLIA (Reuters) - O ministro da fazenda, Eduardo Guardia, afirmou nesta segunda-feira que a redução do preço do diesel terá custo total de 9,5 bilhões de reais aos cofres públicos, que será coberto por uma sobra de 5,7 bilhões de reais que o governo tem em relação à meta de déficit primário, além de corte de despesas de 3,8 bilhões de reais.

O ministro acrescentou ainda que a greve dos caminhoneiros, que entrou no seu oitavo dia, está tendo impacto “relevante” na atividade econômica, mas que o governo mantinha a previsão de crescimento de 2 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2,5 por cento.

“O governo precisava agir e colocar algo na mesa para economia voltar a funcionar”, afirmou Guardia em entrevista para a GloboNews.

Na noite passada, o presidente Michel Temer anunciou redução do preço do diesel em 46 centavos de reais por litro por 60 dias, em atendimento às reivindicações dos caminhoneiros. Mesmo assim, os caminhoneiros mantinham nesta manhã a paralisação que tem provocado desabastecimento em todo o país.

Um pouco mais cedo, dessa vez em entrevista à TV Globo, Guardia disse que os 9,5 bilhões de reais garantirão redução de 30 centavos no litro do diesel. Os outros 16 centavos virão por redução de impostos, sendo que o projeto de reoneração da folha de pagamento precisa ser aprovado no Congresso Nacional para possibilitar essa compensação, acrescentou.

O ministro da Fazenda pontuou que o aval dos parlamentares é crucial para essa redução tributária, que implicará, na prática, na eliminação da Cide sobre o diesel (redução 5 centavos de reais sobre o litro do combustível) e diminuição de 11 centavos de reais em PIS/Cofins.

“Isso é o máximo que nós conseguimos compensar este ano com outras medidas tributárias, entre elas a reoneração, para não ferir, para respeitar a Lei de Responsabilidade Fiscal”, afirmou ele. “Se o Congresso aprovar isso rapidamente, rapidamente isso estará na bomba.”

A respeito da diminuição dos demais 30 centavos sobre o litro do diesel, Guardia explicou que trata-se de uma subvenção do governo federal, que demandará edição de Medida Provisória e também aprovação do Conselho da Petrobras em relação à sua nova política de preços para o diesel, que não mais permitirá reajustes diários. Ele estimou que, tudo posto, esse barateamento nos custos chegará nos postos esta semana.

Segundo Guardia, não haverá comprometimento da meta fiscal, de rombo primário de 159 bilhões de reais este ano, em função da concessão de subsídios ao combustível.

“Do ponto de vista fiscal, nós já exploramos e utilizamos reservas que tínhamos para resolver enorme crise que estamos vivenciando hoje, com custo enorme que tem para a população”, afirmou Guardia.

“O espaço fiscal que a gente tinha para lidar com esse problema foi plenamente utilizado”, completou ele, em referência à impossibilidade de estender a subvenção, por exemplo, ao gás de cozinha.

Guardia também explicou que a solução desenhada pelo governo federal não afetará a regra do teto de gastos este ano, pois as despesas adicionais serão enviadas ao Congresso como crédito extraordinário, que não entra nas contas do teto de gastos.

Por Marcela Ayres

MF. REUTERS. 28 DE MAIO DE 2018. Será preciso aumentar impostos ou reduzir benefícios para compensar queda no diesel, aponta Guardia

BRASÍLIA (Reuters) - O ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, indicou nesta segunda-feira que o governo terá de aumentar impostos de “outras coisas” ou retirar benefícios tributários para garantir a redução de impostos sobre diesel, com impacto de 4 bilhões de reais este ano.

“As medidas que estamos colocando aqui podem ser majoração de impostos, eliminação de benefícios hoje existentes”, afirmou ele em coletiva de imprensa, acrescentando que essas demais medidas serão comunicadas “oportunamente”.

Ele lembrou que a reoneração da folha de pagamentos, tal qual aprovada pela Câmara dos Deputados, teria impacto positivo de 3 bilhões de reais em 12 meses, insuficiente para cobrir os 4 bilhões de reais de gastos adicionais daqui até o fim de 2018.

Por Marcela Ayres



MERCADO ACIONÁRIO



BOVESPA. PORTAL G1. 28/05/2018. Bovespa cai mais de 3% com greve dos caminhoneiros; Petrobras recua 8%. Na sexta-feira, o índice fechou em queda de 1,53%, puxado pela desvalorização das ações de siderúrgicas, bancos e da Vale.

O principal índice de ações da bolsa brasileira (B3) operava em forte queda na manhã desta segunda-feira (28), em meio à cautela com os efeitos das medidas anunciadas na véspera pelo governo para encerrar a greve dos caminhoneiros nas contas públicas e na Petrobras. As ações da estatal caíam ao redor de 8%.

Às 11h26, o Ibovespa caía 3,02%, a 76.518 pontos.

Na sexta-feira, o índice fechou em queda de 1,53%, puxado pela desvalorização das ações de siderúrgicas, bancos e da Vale.

A queda nos preços do petróleo no mercado externo e o fortalecimento do dólar frente a uma cesta de divisas endossavam o viés negativo no mercado acionário brasileiro, segundo a Reuters, em sessão sem a referência de Wall Street, onde as bolsas estão fechadas por feriado nos Estados Unidos.

Apesar de a Petrobras estar em evidência, a greve também tem atingido diversos setores da economia. "Há um desabastecimento generalizado, inclusive na cadeia alimentar", disse à Reuters o gestor Marco Tulli Siqueira, da mesa de operações de Bovespa da Coinvalores.

Nesta manhã, a fabricante de carrocerias de ônibus Marcopolo e a Suzano Papel e Celulose anunciaram paralisação das atividades devido à greve dos caminhoneiros.

Agentes financeiros também veem aumento do risco político com os últimos eventos, complicando ainda mais um já nebuloso cenário eleitoral neste ano. "(O noticiário recente) sinaliza aumento da tensão doméstica e fragilidade do governo, destacou à agência de notícias o sócio da gestora Galt Capital, Igor Lima, ponderando também que a ausência de Nova York deve ter efeito no fluxo de recursos.

Greve dos caminhoneiros

Os caminhoneiros continuam parados mesmo após o governo anunciar na véspera que vai reduzir o preço do litro do diesel em R$ 0,46 por 60 dias. Na semana passada, o governo já tinha anunciado corte de 10% no preço do combustível. Foi acordado ainda que os reajustes no preço do combustíveis só serão anunciados a cada 30 dias, no mínimo.

O ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, informou nesta segunda-feira que a redução do preço do diesel terá custo total de R$ 9,5 bilhões aos cofres públicos, que será coberto por uma sobra de R$ 5,7 bilhões que o governo tem em relação à meta de déficit primário (antes do pagamento de juros da dívida), além de corte de despesas de R$ 3,8 bilhões.

"A percepção de que o governo brasileiro está com dificuldades para se arrastar até o final do mandato cresceu fortemente. O estouro das contas públicas, que seria mitigado pela recuperação da economia, pela queda dos juros, cortes das despesas e reformas, está firme em uma trajetória explosiva, realimentada pela decisão de cobrir as demandas dos caminhoneiros com cortes de impostos", escreveu em nota Pedro Paulo Silveira, economista-chefe da Nova Futura Investimentos.

Além disso, a Federação Nacional dos Petroleiros (FNP) decidiu convocar uma greve da categoria para começar na terça-feira (29) contra a política de preços da Petrobras, acompanhando a decisão da Federação Única dos Petroleiros (FUP) de convocar greve de 72 horas a partir de quarta-feira (30), véspera do feriado de Corpus Christi no Brasil.

Destaques

Perto das 11h, as ações da Petrobras caíam ao redor de 8%, liderando as baixas dentro do Ibovespa, após o anúncio do governo para reduzir o preço do diesel, do anúncio da greve dos petroleiros e diante da queda dos preços internacionais de petróleo. As ações preferenciais, que dão preferência na distribuição de dividendos, caíam 8,03%, enquanto as ordinárias, que dão direito a voto em assembleias, recuavam 7,16%.

Em nota divulgada nesta segunda, a Petrobras declarou que "não subsidiará o preço do diesel e não incorrerá em prejuízo, uma vez que será ressarcida pela União, em modalidade ainda a ser definida". Na avaliação de especialistas ouvidos pelo G1, porém, a petroleira cedeu a pressões políticas e perdeu credibilidade.

Vale tinha variação positiva de 0,10%, com o preço do minério de ferro à vista na China quase estável, enquanto os futuros do aço naquele país subiram para máximas em uma semana nesta segunda-feira.

ÁSIA. REUTERS. 28 DE MAIO DE 2018. Índice de blue-chips da China avança com alta nos setores de saúde e consumo
Por Hideyuki Sano

XANGAI (Reuters) - O índice blue-chips da China encerrou em alta nesta segunda-feira, ajudado por ganhos robustos em empresas de saúde e de consumo, e com sinais de que os Estados Unidos e a Coreia do Norte ainda estão trabalhando para realizar uma cúpula.

O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, avançou 0,44 por cento, enquanto o índice de Xangai teve queda de 0,19 por cento.

O desempenho setorial foi misto nesta segunda-feira, com ganhos liderados pelos setores de consumo e saúde, avançando 3,3 e 2,3 por cento, respectivamente.

O presidente norte-americano, Donald Trump, disse no domingo que uma equipe dos EUA chegou à Coreia do Norte para se preparar para uma cúpula entre ele e o líder norte-coreano, Kim Jong Un, que Trump havia cancelado na semana passada antes de reconsiderar o encontro.

O sentimento também foi ajudado pela diminuição de tensões comerciais entre China e EUA, depois que Washington chegou a um acordo para manter a chinesa ZTE em atividade.

Os investidores também encontraram consolo depois que dados mostraram que os lucros obtidos pela indústria chinesa subiram em abril no ritmo mais rápido em seis meses.

No restante da região, os sinais de que os EUA e a Coreia do Norte estão trabalhando para realizar uma cúpula ajudavam. O índice MSCI, que reúne ações da região Ásia-Pacífico com exceção do Japão, tinha alta de 0,34 por cento às 7:54 (horário de Brasília).

  • Em TÓQUIO, o índice Nikkei avançou 0,13 por cento, a 22.481 pontos.
  • Em HONG KONG, o índice HANG SENG subiu 0,67 por cento, a 30.792 pontos.
  • Em XANGAI, o índice SSEC perdeu 0,19 por cento, a 3.135 pontos.
  • O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, avançou 0,44 por cento, a 3.833 pontos.
  • Em SEUL, o índice KOSPI teve valorização de 0,74 por cento, a 2.478 pontos.
  • Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou alta de 0,42 por cento, a 10.987 pontos.
  • Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES valorizou-se 0,15 por cento, a 3.518 pontos.
  • Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 recuou 0,48 por cento, a 6.004 pontos.


BOVESPA. REUTERS. 28 DE MAIO DE 2018. Ações da Petrobras recuam 8% por preocupações com medidas para acabar com greve dos caminhoneiros

SÃO PAULO (Reuters) - As ações da Petrobras recuavam cerca 8 por cento na bolsa brasileira nesta segunda-feira, engatando o oitavo pregão de perdas, com investidores ainda receosos acerca de ingerência governamental na companhia, com as negociações para encerrar a greve dos caminhoneiros envolvendo também ações da petrolífera de controle estatal.

Às 11:19, as preferenciais caíam 8,18 por cento e os papéis ordinários perdiam 7,5 por cento, enquanto o Ibovespa recuava 3,35 por cento. Na mínima até o momento, a ação preferencial da recuou 9,09 por cento, a 18 reais, menor patamar intradia desde 23 de janeiro, enquanto o papel ordinário caiu 8,81 por cento, a 21 reais, menor preço desde 20 de fevereiro.

Após anúncio de medidas pelo governo federal na véspera, a Petrobras informou nesta segunda-feira que manterá por 60 dias uma redução nos preços do diesel rodoviário e que, após esse prazo, os reajustes do combustível passarão a ser mensais, e não mais até diários como ditava a política da companhia em vigor.

A companhia disse que será ressarcida pela União pela redução adicional —além da já anunciada na semana passada— e que isso não incorrerá em prejuízo para a companhia.

“O fato de que a viabilidade da política de preços da Petrobras depende da concessão subsídios ainda deve levar a questionamentos no mercado”, escreveu a equipe de estratégia e análise da XP Investimentos em relatório a clientes. “Ainda restam dúvidas sobre como será a forma de pagamento do reembolso pelo governo (e como isso impactará resultados), e qual o nível de prêmio e margens de refino que a empresa conseguirá manter quando retomar os reajustes de diesel após 60 dias.”

Por Paula Arend Laier



MERCADO CAMBIAL



BACEN. PORTAL G1. 28/05/2018. Dólar sobe mais de 1% e vai a R$ 3,71, com feriado nos EUA e greve dos caminhoneiros. Na sexta-feira (25), o dólar terminou o dia cotado a R$ 3,6651, alta de 0,49%.

O dólar sobe ante o real nesta segunda-feira (28), no terceiro dia consecutivo de alta, operando acima do patamar de R$ 3,70. Os negócios têm liquidez reduzida com o feriado do Memorial Day nos Estados Unidos e os investidores permanecem cautelosos diante dos impactos da greve dos caminhoneiros na atividade econômica e nas contas públicas.

Às 11h30, a moeda norte americana tinha valorização de 1,22%, a R$ 3,7098 na venda. Na máxima do dia, a cotação chegou a R$ 3,7165.

O dólar turismo era negociado a R$ 3,88.

Na sexta-feira (25), o dólar terminou o dia cotado a R$ 3,6651, alta de 0,49%. Na semana, a alta foi de 2,03% e no mês, de 4,64%. No acumulado do ano, a moeda subiu 10,61% ante o real.

"O mercado está focado no problema fiscal, com o impacto que as medidas vão ter nas contas públicas", explicou à Reuters o diretor de câmbio da assessoria de câmbio FB Capital, Fernando Bergallo. "Outras paralisações podem elevar o rombo."

Greve dos caminhoneiros

Os caminhoneiros continuam parados mesmo após o governo anunciar na véspera que vai reduzir o preço do litro do diesel em R$ 0,46 por 60 dias. Na semana passada, o governo já tinha anunciado redução de 10% no preço do diesel nas refinarias.

O ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, informou nesta segunda-feira que a redução do preço do diesel terá custo total de R$ 9,5 bilhões aos cofres públicos, que será coberto por uma sobra de R$ 5,7 bilhões que o governo tem em relação à meta de déficit primário (antes do pagamento de juros da dívida), além de corte de despesas de R$ 3,8 bilhões.

"A greve gera um problema e a solução gera outro problema", complementou o executivo da FB, ao reforçar que "outros setores podem se aproveitar da fragilidade política do governo para reivindicarem o que querem. Daí teremos um grande problema."

Além desse impasse que impede o país de voltar à normalidade, a Federação Nacional dos Petroleiros (FNP) decidiu convocar uma greve da categoria para começar na terça-feira contra a política de preços da Petrobras, acompanhando a decisão da Federação Única dos Petroleiros (FUP) de convocar greve de 72 horas a partir de quarta-feira (30), véspera do feriado de Corpus Christi no Brasil.

O feriado do Memorial Day fechava os mercados nos Estados Unidos e afetava a liquidez global.

"Eu não levaria muito a sério as cotações desta semana para enxergar uma tendência, porque os feriados vão deixá-la bem distorcida", concluiu Bergallo ao citar ainda o feriado de Corpus Christi.

Intervenção do BC

O Banco Central já vendeu integralmente a oferta de até 15 mil novos swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, totalizando US$ 5,75 bilhõesdesde a semana retrasada, quando vendia por dia até 5 mil contratos.

O BC realiza ainda nesta sessão leilão de até 4.225 swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, para rolagem do vencimento de junho. Se mantiver e vender esse volume diário até o final do mês, terá rolado integralmente os contratos que vencem no mês que vem.

BACEN. REUTERS. 28 DE MAIO DE 2018. Dólar sobe e vai a R$3,71 de olho em impactos de greve em dia de liquidez menor
Por Claudia Violante

SÃO PAULO (Reuters) - O dólar operava em alta firme e na casa de 3,71 reais nesta segunda-feira, em dia de liquidez reduzida com o feriado do Memorial Day nos Estados Unidos e com os investidores cautelosos diante dos possíveis impactos na atividade econômica e nas contas públicas da greve dos caminhoneiros.

A possibilidade de os petroleiros também entrarem em greve a partir de terça-feira também contribuía para maior cautela no mercado local nesta sessão.

Às 11:55, o dólar avançava 1,14 por cento, a 3,7102 reais na venda, depois de recuar 1,91 por cento na semana passada. Na máxima, a moeda já foi a 3,7193 reais. O dólar futuro tinha alta de cerca de 1,60 por cento.

“O mercado está focado no problema fiscal, com o impacto que as medidas vão ter nas contas públicas”, explicou o diretor de câmbio da assessoria de câmbio FB Capital, Fernando Bergallo. “Outras paralisações podem elevar o rombo.”

O presidente Michel Temer anunciou na noite de domingo redução do preço do diesel em 46 centavos de reais por litro por 60 dias, em atendimento às reivindicações dos caminhoneiros. Mesmo assim, eles mantinham nesta manhã a paralisação que tem provocado desabastecimento em todo o país.

O ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, informou nesta segunda-feira que a redução do preço do diesel terá custo total de 9,5 bilhões de reais aos cofres públicos, que será coberto por uma sobra de 5,7 bilhões de reais que o governo tem em relação à meta de déficit primário, além de corte de despesas de 3,8 bilhões de reais.

“A greve gera um problema e a solução gera outro problema”, complementou o executivo da FB, ao reforçar que “outros setores podem se aproveitar da fragilidade política do governo para reivindicarem o que querem. Daí teremos um grande problema.”

Além do impasse que impede o país de voltar à normalidade, a Federação Nacional dos Petroleiros (FNP) decidiu convocar uma greve da categoria para começar na terça-feira contra a política de preços da Petrobras, acompanhando a decisão da Federação Única dos Petroleiros (FUP) de convocar greve de 72 horas a partir de quarta-feira.

No exterior, o dólar operava em alta ante a cesta de moedas em meio a preocupações com a situação da Itália, que pesavam sobre o euro, mas operava misto ante as moedas emergentes, em queda ante o rand e elevação ante o peso mexicano.

O feriado do Memorial Day fechava os mercados nos Estados Unidos e afetava a liquidez global.

“Eu não levaria muito a sério as cotações desta semana para enxergar uma tendência, porque os feriados vão deixá-la bem distorcida”, concluiu Bergallo ao citar ainda o feriado de Corpus Christi no Brasil na quinta-feira.

O BC já vendeu integralmente a oferta de até 15 mil novos swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, totalizando 5,75 bilhões de dólares desde a semana retrasada, quando vendia por dia até 5 mil contratos.

A autoridade também vendeu integralmente a oferta de até 4.225 swaps tradicionais para rolagem do vencimento de junho, no total de 5,650 bilhões de dólares. Com isso, já rolou 5,439 bilhões de dólares. Se mantiver e vender esse volume diário até o final do mês, terá rolado integralmente os contratos que vencem no mês que vem.

Por Claudia Violante




SETOR FINANCEIRO



BACEN. 28.5.2018. Estatísticas monetárias e de crédito

1. Operações de crédito

O saldo das operações de crédito do sistema financeiro atingiu R$3,1 trilhões em abril, aumento de 0,3% no mês, refletindo a expansão continuada da carteira das famílias (0,6%), enquanto as operações com empresas permaneceram estáveis (-0,1%). Nos últimos 12 meses até abril, a carteira total cresceu 0,6%, revertendo trajetória declinante desde agosto de 2016. A relação crédito/PIB atingiu 46,5% no mês.

Na carteira de pessoas físicas, ocorreu expansão notadamente nas operações com recursos livres - 0,8% no mês e 7,8% na comparação em doze meses - destacando-se, no mês, os aumentos nos financiamentos para veículos e cartão de crédito à vista. O saldo das operações de crédito com recursos direcionados destinados a pessoas físicas registrou aumentos respectivos de 0,4% e 4,9%, nas mesmas bases de comparação, com ênfase no desempenho da modalidade crédito rural, que tem superado os financiamentos imobiliários.


Na carteira destinada a pessoas jurídicas, o crédito livre está em processo de recuperação desde o início deste ano. Em abril, houve crescimento de 0,4% (1,7% em doze meses), com destaque para os adiantamentos sobre contratos de câmbio (ACC). Nos financiamentos a empresas com recursos direcionados - variações de -0,7% e de -12,1%, na ordem, somente a modalidade crédito rural registra trajetória positiva.

As concessões diminuíram 0,4% em abril, totalizando R$300 bilhões. As concessões permanecem em trajetória de expansão se considerados prazos mais longos, como as variações no ano, 12,9%, e em doze meses, 7,7%.

Em relação às taxas de juros, o Indicador de Custo de Crédito (ICC), que mede o custo da carteira, manteve estabilidade em abril, situando-se em 21,5% a.a (-1,2 p.p. em doze meses). O ICC para as operações de crédito com recursos livres atingiu 34,5%, variação de -0,1 p.p. no mês e de -3,8 p.p. em doze meses. Ressalte-se a redução mensal de 0,3 p.p. no ICC referente a crédito livre não-rotativo (30,2% a.a.). O spread do ICC e do ICC com recursos livres situaram-se em 14,5 p.p. e 25,9 p.p., variação de 0,1 p.p., em ambos os casos, no mês.

A taxa média de juros das contratações de abril situou-se em 25,9% a.a., o que representou reduções de 0,3 p.p. no mês e de 4,2 p.p. em 12 meses. Para esse resultado foram relevantes a redução no custo das operações com empresas, redução de 0,6 p.p. no mês, para 16% a.a., notadamente em capital de giro, -0,4 p.p. Nas concessões para pessoas físicas, a taxa de juros média declinou 0,2 p.p., para 32,8% a.a., com redução disseminada por diversas modalidades.


Em abril, o spread bancário do fluxo de crédito alcançou 19,7 p.p., tendo sido observada redução de 0,3 p.p. no mês. O spread para as operações de crédito livre também declinou no mês, 0,4 p.p., ao situar-se em 33,3 p.p. Na comparação em doze meses, também ocorreu redução nos spreads em ambas as medidas, -2,5 p.p. e -5,7 p.p., respectivamente, em linha com o efeito da política monetária sobre o spread das contratações de crédito.

2. Agregados monetários

Em abril, a base monetária alcançou R$263,3 bilhões, o que representou diminuições de 4,3% no mês e de 0,1% em doze meses. O componente de reservas bancárias declinou 21,2% no mês, enquanto o papel-moeda emitido variou -0,4%. Os principais fatores que determinaram a contração da base foram as operações com títulos públicos federais, R$14,7 bilhões (vendas líquidas de R$21,6 bilhões no mercado secundário e resgates líquidos de R$6,9 bilhões no mercado primário) e os depósitos de instituições financeiras, R$6,9 bilhões, indicando aumento no montante dos recolhimentos compulsórios. Esses fluxos neutralizaram os efeitos expansivos ocorridos no mês na Conta Única do Tesouro Nacional, R$2,6 bilhões; nas operações com o setor externo, R$5,3 bilhões, refletindo compras líquidas de divisas no mercado a termo; e nos pagamentos de ajustes com derivativos em swap cambial, R$2,6 bi.

  

Em relação aos meios de pagamento em poder do público não emissor de moeda, o M1 (papel-moeda e depósitos à vista) alcançou R$333 bilhões, com variação de 0,7% no mês, após aumento de 2,6% nos depósitos à vista. O M2 totalizou R$2,5 trilhões, 0,5% no mês, destacando-se o crescimento de 0,7% em depósitos de poupança, após captações líquidas de R$1,2 bilhão no mês. O M3 atingiu R$6 trilhões, variação mensal de 0,7%, em função dos aumentos de 0,5% nas cotas de fundos de renda fixa e de 9,8% nos títulos em custódia dos detentores de moeda adquiridos em operações compromissadas com o setor emissor. O agregado monetário mais amplo, M4, atingiu R$6,8 trilhões, aumentos de 1% no mês e de 8,2% na comparação em doze meses.

DOCUMENTO: http://www.bcb.gov.br/htms/notecon2-p.asp



ENERGIA



OPEP. PORTAL G1. REUTERS. 28/05/2018. Preços do petróleo recuam conforme Opep e Rússia buscam elevar oferta. O Brent chegou a tocar uma mínima de três semanas, a US$ 74,49 por barril.

Os preços do petróleo recuavam nesta segunda-feira (28), após falas de Arábia Saudita e Rússia de que podem aumentar a oferta, embora a alta na produção nos Estados Unidos não mostrasse sinais de desaceleração.

O petróleo Brent recuava US$ 1,08, ou 1,41%, a US$ 75,36 por barril, às 9h26 (horário de Brasília). O petróleo dos Estados Unidos caía 0,99 dólar, ou 1,46%, a US$ 66,89 por barril.

O Brent chegou a tocar mais cedo na sessão uma mínima de três semanas, a US$ 74,49 por barril.

Para lidar com uma potencial falta de oferta, a Arábia Saudita, líder da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), e a Rússia estão em negociações para reduzir os cortes de oferta que a Opep iniciou em 2017 e aumentar a produção de petróleo em 1 milhão de barris por dia.

"O ritmo da recente alta nos preços levantou um debate entre investidores sobre se isso pode significar um risco de redução no crescimento global", disse Chetan Ahya, economista-chefe do Morgan Stanley, em uma nota no final de semana.

Enquanto isso, a crescente produção de petróleo dos Estados Unidos não mostrou sinais de diminuição, à medida que os perfuradores continuam a expandir sua busca por novos campos petrolíferos a serem explorados.

As empresas de energia dos EUA adicionaram 15 sondas na semana encerrada em 25 de maio, totalizando 859 sondas em operação, o maior nível desde 2015, em uma forte indicação de que a produção de petróleo continuará subindo.



NICARÁGUA



MRE. AIG. NOTA-166. 28 de Maio de 2018. Situação na Nicarágua

O governo brasileiro acompanha, com atenção, os desdobramentos da situação na Nicarágua e lamenta a perda de vidas humanas nos enfrentamentos entre manifestantes e as forças policiais.

O governo brasileiro reconhece a importância dos esforços de mediação e bons ofícios exercidos pela Conferência Episcopal da Nicarágua, que permitiram a instalação do Diálogo Nacional entre o governo nicaraguense e setores da sociedade civil.

A suspensão dessas negociações constitui motivo de preocupação, e o governo brasileiro insta todos os atores envolvidos a retomarem, no marco do respeito às liberdades civis, o entendimento necessário a restabelecer, de modo construtivo, um mecanismo de solução negociada e pacífica.



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LGCJ.: