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June 22, 2017


BACEN. 22/06/2017. BC divulga o Relatório Trimestral de Inflação do segundo trimestre de 2017.

Relatório: http://www.bcb.gov.br/htms/relinf/port/2017/06/ri201706P.pdf

SUMÁRIO EXECUTIVO

A trajetória recente dos principais indicadores econômicos corrobora o cenário de estabilização e perspectiva de retomada gradual da atividade econômica. Nesse contexto, a projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2017 foi mantida em 0,5%. Entretanto, a manutenção, por tempo prolongado, de níveis de incerteza elevados sobre a evolução do processo de reformas e ajustes na economia pode ter impacto negativo sobre a atividade.

O cenário externo tem se mostrado favorável, na medida em que a atividade econômica global mais forte tem mitigado os efeitos sobre a economia brasileira de possíveis mudanças de política econômica nos países centrais.

Expectativas de inflação apuradas pela pesquisa Focus recuaram para em torno de 3,7% para 2017 e encontram-se ao redor de 4,4% para 2018 e de 4,25% para 2019 e horizontes mais distantes.

O comportamento da inflação permanece favorável, com desinflação difundida inclusive nos componentes mais sensíveis ao ciclo econômico e à política monetária. Índices de inflação divulgados recentemente situaram-se abaixo das expectativas e o amplo conjunto de medidas de núcleo de inflação acompanhadas pelo Copom indica nível baixo de inflação corrente.

No que se refere às projeções condicionais de inflação, de acordo com o cenário com taxas de juros e câmbio da pesquisa Focus, projeta-se inflação em torno de 3,8% em 2017 e de 4,5% em 2018. A projeção para a inflação acumulada nos quatro trimestres encerrados no segundo trimestre de 2019 encontra-se em torno de 4,3%.

O Copom entende que a extensão do ciclo de flexibilização monetária dependerá das projeções e expectativas de inflação, da atividade econômica, do balanço de riscos, mas também das estimativas da taxa de juros estrutural da economia brasileira.

O Comitê entende que o aumento recente da incerteza associada à evolução do processo de reformas e ajustes necessários na economia brasileira dificulta a queda mais célere das estimativas da taxa de juros estrutural e as torna mais incertas. Essas estimativas continuarão a ser reavaliadas pelo Comitê ao longo do tempo.

Em função do cenário básico e do balanço de riscos avaliados em sua última reunião, o Copom entendeu que uma redução moderada do ritmo de flexibilização monetária em relação ao ritmo adotado naquela ocasião deveria se mostrar adequada em sua próxima reunião, em julho (208ª reunião).

O Copom reitera sua preferência por explicitar condicionalidades sobre a evolução da política monetária, o que melhor transmite a racionalidade econômica que guia suas decisões. Isso contribui para aumentar a transparência e melhorar a comunicação do Copom.

O ritmo de flexibilização monetária continuará dependendo da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos, de possíveis reavaliações da estimativa da extensão do ciclo e das projeções e expectativas de inflação.

IPEA. 20/06/2017. Livro com cenários para o Brasil em 2035 é lançado no Rio. O objetivo da publicação é subsidiar as decisões na formulação de estratégias de desenvolvimento para o país

Será lançado nesta quinta, dia 22, no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, o livro Brasil 2035: cenários para o desenvolvimento, que apresenta cenários e perspectivas que possibilitam subsidiar os tomadores de decisão na formulação de estratégias de desenvolvimento para o país.

Apresentada pela primeira vez em Brasília, no dia 06/06, a publicação é resultado de uma parceria entre o Ipea e a Associação Nacional dos Servidores da Carreira de Planejamento e Orçamento (Assecor), com a colaboração de 30 instituições, entre elas Embrapa, Petrobras, Fiocruz, Banco do Brasil, BNDES, ESG, Exército Brasileiro, Anatel, Afipea, Previ, Unesp, USP e Museu do Amanhã.

O diretor de Estudos e Políticas Regionais, Urbanas e Ambientais, Alexandre Ywata, destaca que as prospecções publicadas no livro auxiliam o instituto a avaliar políticas públicas: “Recentemente instituímos – no Ipea – as projeções de cenários e queremos uni-las aos nossos modelos matemáticos”.

O objetivo do livro é estimular o debate sobre possíveis caminhos e desafios para a construção de uma sociedade mais próspera e solidária no Brasil até 2100. Ao todo, mais de 800 profissionais participaram das 14 oficinas realizadas pelo projeto, o qual ainda contou com uma pesquisa respondida por 640 especialistas, que identificaram incertezas-chave para responder à pergunta “Que caminho o Brasil poderá trilhar até 2035 para que tenhamos um país desenvolvido, com uma sociedade mais livre, justa e solidária em 2100?”.

“Brasil 2035: cenários para o desenvolvimento": http://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/livros/livros/170606_brasil_2035_cenarios_para_desenvolvimento.PDF

IPEA. 22/06/2017. 22/06/2017 10:01
Cinco artigos compõem a nova edição do Boletim Radar
Publicação aborda as temáticas de financiamento, concorrência, regulação, inovação e agricultura
A Diretoria de Estudos e Políticas Setoriais de Inovação e Infraestrutura (Diset) lançou nesta quarta-feira, 21, no Portal Ipea, o Boletim Radar 51 - Tecnologia, produção e comércio exterior. Com cinco artigos que fomentam o debate sobre avaliações e formulações de políticas públicas, a publicação aborda temas de relevância econômica e social, como as atividades do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a produtividade agronômica.

O primeiro artigo discute o tamanho do BNDES após respostas à crise de 2008 e o padrão de financiamento do crescimento apontado. Os números apresentados no estudo evidenciam a relevância do tema: “O Banco ampliou sua participação no mercado de crédito de 3% para 5% do produto interno bruto (PIB), entre 2009 e 2015. Seus desembolsos anuais para empréstimos cresceram 292%, entre 2007 e 2015, e sua carteira de empréstimos e participações aumentou 400% no mesmo período”.

O segundo texto do Radar traz conclusões como a de que o indicador utilizado para avaliar o nível da concorrência econômica nacional é essencial para basear qualquer debate. O terceiro artigo tem como título Efeitos da Desoneração Tributária Sobre a Difusão da Banda Larga no Brasil: enfoque na incidência do Fistel sobre o terminal de acesso individual por satélite. Nele, aponta-se, entre outros resultados, que a penetração do serviço de banda larga poderia ser acrescida em 6,18% nos próximos dez anos.

Para avaliar a inovação brasileira desde o ano 2000, o artigo Dinâmica da Inovação no Brasil em Contraposição a Países Selecionados analisa dados do IBGE sobre a Pesquisa de Inovação (Pintec). O Boletim Radar 51 se encerra com o tema Competitividade do Brasil no Complexo Soja-Milho-Aves: desafios e questões para as políticas públicas.

Boletim Radar nº 5: http://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/radar/170621_radar_51.pdf

BRASKEM. PROMOÇÃO COMERCIAL. 21/06/2017. Braskem aprova construção de nova fábrica nos EUA. Petroquímica investirá US$ 675 milhões para atender crescente demanda norte-americana e reforçar liderança na produção de polipropileno nos Estados Unidos

O Conselho de Administração da Braskem, maior produtora de resinas termoplásticas das Américas, anuncia a aprovação de investimento de US$ 675 milhões para a construção de uma nova unidade de produção de polipropileno (PP) na cidade de La Porte, no estado norte-americano do Texas. O investimento na nova planta industrial reforça a liderança da Braskem na produção desta resina termoplástica nos Estados Unidos, onde a companhia já possui cinco outras unidades industriais de PP, além de uma linha de produção de polietileno de alto valor agregado (UTEC). A previsão é que a construção da nova planta em La Porte comece neste ano e seja concluída no primeiro trimestre de 2020.

"A autorização para seguir com o investimento na produção de polipropileno nos Estados Unidos é o marco mais recente da estratégia de internacionalização da Braskem. A nova unidade petroquímica de nível mundial adicionará capacidade de produção substancial na região e nos ajudará a atender à crescente demanda dos nossos Clientes, reafirmando o nosso posicionamento como o maior produtor de polipropileno das Américas e o terceiro maior desta resina no mundo", destaca Fernando Musa, presidente da Braskem. Para Musa, com a vantagem competitiva da produção de energia por gás de xisto, a América do Norte possui um dos mix de matéria-prima mais favoráveis do mundo em termos de acesso a fontes de insumos de baixo custo e oferta de fornecedores. "Com a sua última planta de polipropileno lançada em 2005, a América do Norte passou a depender da importação do produto em 2016. Assim, o investimento adicional nos Estados Unidos é um passo natural na nossa estratégia", afirma o presidente da Braskem.

A nova fábrica da Braskem terá capacidade de produção de 450 mil toneladas de polipropileno por ano. Sua entrada em operação irá se somar à produção da unidade da Braskem já existente em La Porte, que possui capacidade de 354 mil toneladas/ano. A construção ocupará parte dos 800 mil m² do complexo da empresa na região, que fica a 40 quilômetros de Houston, e poderá aproveitar a infraestrutura de suporte já existente, beneficiando-se da conexão para o recebimento de matéria-prima e utilidades, malha ferroviária, sala de controle central e instalações de testes, equipamento de resposta às emergências, instalações de tratamento de resíduos, entre outras sinergias.

Segundo Fernando Musa, ao aumentar a capacidade de produção próxima ao mercado consumidor, com fontes atraentes de matéria-prima e canais estabelecidos de exportação, a planta atenderá aos Clientes da Braskem nos Estados Unidos de maneira adequada, ao mesmo tempo em que traz um nível de retorno sobre o investimento atraente para os acionistas da companhia. "O investimento é um verdadeiro voto de confiança no futuro da Braskem e prova do nosso compromisso em atender às necessidades dos nossos clientes", conclui Musa.

O anúncio da nova fábrica de polipropileno soma-se ao recém início da operação da planta de UTEC, marca tecnologia desenvolvida pela Braskem para o Polietileno de Ultra-Alto Peso Molecular (PEUAPM), também na unidade de La Porte. Nos Estados Unidos, a Braskem possui atualmente três fábricas de PP localizadas no Texas, outra unidade na Pensilvânia e uma quinta planta situada em Virgínia Ocidental, totalizando uma capacidade de produção de aproximadamente 1,5 milhão de toneladas por ano. A Braskem também produz polipropileno no Brasil e na Alemanha.

O projeto da nova planta de PP está sendo desenvolvido de acordo com o compromisso da Braskem com a sustentabilidade, observando ecoindicadores como emissões, eficiência hídrica e energética, além de reciclagem e redução do volume de resíduos.  O polipropileno é uma das resinas termoplásticas mais empregadas no mundo do plástico, sendo utilizada para a fabricação de autopeças, embalagens, não-tecidos, brinquedos e inúmeras outas aplicações.

Braskem

A Braskem é a maior produtora de resinas termoplásticas das Américas, com volume anual superior a 20 milhões de toneladas, incluindo a produção de outros produtos químicos e petroquímicos básicos, e com faturamento anual de R$ 54 bilhões. Com o propósito de melhorar a vida das pessoas, criando as soluções sustentáveis da química e do plástico, a Braskem atua em mais de 70 países, conta com 8 mil integrantes e opera 41 unidades industriais, localizadas no Brasil, EUA, Alemanha e México, esta última em parceria com a mexicana Idesa.




FGV. IBRE. 22/06/2017. Prévia do Índice de Confiança da Indústria sinaliza queda

A prévia da Sondagem da Indústria de junho de 2017 sinaliza queda de 2,3 pontos do Índice de Confiança da Indústria (ICI) em relação ao número final de maio. Após três altas sucessivas, a redução da confiança em junho levaria o índice a 90,0 pontos, o menor desde fevereiro (87,8 pontos).

A interrupção do processo de recuperação da confiança resultaria principalmente da piora nas perspectivas do setor para os meses seguintes. O Índice de Expectativas (IE) cairia 3,2 pontos, para 92,5 pontos, e o Índice da Situação Atual (ISA) cairia 1,3 ponto, para 87,7 pontos.

O Nível de Utilização da Capacidade Instalada da Indústria (NUCI) diminuiu 0,1 ponto percentual na prévia de junho, para 74,6%. O resultado manteria o NUCI relativamente estável em relação ao mês anterior.

Para a prévia de junho de 2017 foram consultadas 786 empresas entre os dias 01 e 20 deste mês.

DOCUMENTO: http://portalibre.fgv.br/main.jsp?lumPageId=402880972283E1AA0122841CE9191DD3&lumItemId=8A7C82C5593FD36B015CCF5CF07A421F

CVM. PORTAL G1. 21/06/2017. Mercado de capitais não vai crescer se BNDES continuar a dar crédito subsidiado, diz presidente da CVM. Instabilidade da economia brasileira e alta taxa de juros também são entraves para a expansão do setor, segundo representantes de empresas listadas na bolsa.
Por Luisa Melo, G1

O desenvolvimento do mercado de capitais no Brasil passa por uma reestruturação dos modelos de financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), afirmou nesta quarta-feira (21) o presidente da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Leonardo Pereira.
Para o executivo, o banco de fomento deve conceder crédito às empresas em um estágio prévio à abertura em bolsa. Ele disse ainda que essa visão está alinhada com a nova postura do BNDES, que já anunciou a criação de um novo juro de mercado e menor subsídio para empréstimos.
"Não adianta querer ter um mercado de capitais grande se tem um banco de desenvolvimento dando dinheiro subsidiado a quem não precisa de dinheiro subsidiado", afirmou o executivo durante o 19º Encontro Internacional com Investidores e Mercado de Capitais, em São Paulo.
Durante o evento, o presidente da Associação Brasileira das Companhias Abertas (Abrasca), Alfried Plöger, destacou outros pontos que inibem as empresas de buscarem captar recursos em bolsa no Brasil, como a alta taxa de juros (que afasta os investimentos em renda variável), os altos custos de manter uma empresa aberta no mercado de capitais e o que chamou de "excesso de regulamentação".
"Não é de se estranhar que entre 16 milhões de empresas no país, segundo o IBGE, 350 são de capital aberto", afirmou.
Ele disse que a exigência de que as companhias abertas publiquem suas demonstrações financeiras em imprensa oficial é um dos fatores "mais onerosos" e defendeu a criação de uma central de balanços.
Pesquisa da Deloitte apresentada no encontro mostrou que os altos investimentos em estrutura demandandos para abertura de capital são o segundo maior empecilho para que as empresas fechadas se aventurem na bolsa, citado por 66% delas. O primeiro é a conjuntura econômica, lembrado por 79%.
O estudo ouviu 97 companhias no país e foi encomendado pelo IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores).
Economia instável
Gilson Finkelsztain, presidente da B3, a bolsa de valores brasileira, concordou que os juros são um desafio e disse que para que mercado de capitais cresça é necessário que haja estabilidade econômica.
"Estamos claramente passando por um período de instabilidade, mas enxergamos que estamos numa ponte, numa travessia [para um cenário melhor]", afirmou.
Finkelsztain ressaltou as trajetórias de queda da inflação e da Selic, reforçando que o país deve ter ao fim deste ano ou início do próximo a menor taxa de juros real da história recente.
Ele lembrou que 2017 está sendo o melhor dos últimos cinco anos para o mercado de capitais, com três empresas fazendo oferta primária de ações na bolsa (IPOs, na sigla em inglês) e outros pedidos protocolados.
"Mesmo com essa instabilidade política ninguém desistiu", disse. "O Brasil não está parado. Obviamente a economia real está em dificuldade, mas o mercado financeiro está mostrando que há esperança".
Pereira, da CVM, endossou. "Entramos num túnel meio ingrato, mas temos a oportunidade de sair melhor [da crise]", disse, emendando que há "uma série de empresas" se preparando para se lançar em bolsa.

CNI. 22/06/2017. Confiança do empresário volta a cair e é insuficiente para impulsionar investimentos, informa CNI. Pesquisa mostra que queda de 1,8 ponto no ICEI de junho é resultado da redução do otimismo dos industriais em relação ao desempenho das empresas e da economia nos próximos seis meses

gráfico ICEI de junho

Depois de quatro meses de estabilidade, o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) caiu para 51,9 pontos em junho. A queda de 1,8 ponto em relação a maio indica que o país ainda enfrenta dificuldades para superar a crise. Embora esteja 6,2 pontos acima do registrado em junho do ano passado, a confiança do empresário continua abaixo da média histórica de 54 pontos, informa a pesquisa divulgada nesta quinta-feira (22), pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Os indicadores da pesquisa variam de zero a cem pontos. Quando estão acima de 50 pontos mostram que os empresários estão confiantes. A CNI observa, no entanto, que o índice de junho é insuficiente para estimular o investimento industrial.  "Com a queda de junho, a confiança fica ainda mais distante do nível necessário para a recuperação da economia", afirma o economista da CNI Marcelo Azevedo. A confiança é maior nas grandes empresas, segmento em que o ICEI alcançou 54,1 pontos. Nas pequenas empresas, o indicador ficou em 48,8 pontos, abaixo da linha divisória dos 50 pontos, que separa o otimismo do pessimismo.

De acordo com a pesquisa, a queda no indicador é resultado da redução do otimismo dos empresários em relação à situação da economia brasileira e das empresas nos próximos seis meses. O indicador de expectativas caiu de 57,4 pontos em maio para 54,9 pontos em junho. O indicador que revela a percepção dos industriais sobre a situação atual das empresas e da economia ficou estável, em 46 pontos.

Essa edição da pesquisa foi feita entre 1º e 12 de junho, com 2.958 empresas. Dessas, 1.173 são pequenas, 1.112 são médias e 673 são de grande porte. O ICEI antecipa tendências de produção e de investimento. Empresários confiantes acreditam no aumento do consumo e da produção, voltam a contratar a fazer investimentos. Com isso, a economia retoma o crescimento.

ICEI - Índice de Confiança do Empresário Industrial. Confiança recua em junho



O ICEI de junho ficou em 51,9 pontos, um recuo de 1,8 ponto na comparação com maio, após quatro meses de relativa estabilidade. Como ainda mantém-se acima da linha divisória de 50 pontos, o ICEI revela que os empresários permanecem confiantes, mas a confiança se reduziu entre maio e junho.

DOCUMENTO: https://static-cms-si.s3.amazonaws.com/media/filer_public/5a/00/5a006b16-2331-4243-b58b-ee0cea633199/indicedeconfiancadoempresarioindustrial_junho2017.pdf

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LGCJ.: