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17 de fevereiro de 2017


BACEN. 17/02/2017. Setor Externo em Janeiro/2017

I - Balanço de pagamentos - Janeiro de 2017

Em janeiro, as transações correntes apresentaram deficit de US$5,1 bilhões, totalizando deficit de US$23,8 bilhões no acumulado em doze meses, equivalente a 1,30% do PIB. Na conta financeira, as captações líquidas superaram as concessões líquidas em US$4,7 bilhões, destacando-se os ingressos líquidos de US$11,5 bilhões em investimentos diretos no país e as saídas líquidas de US$1,9 bilhão em passivos de títulos de renda fixa. Nos doze meses encerrados em janeiro, os ingressos líquidos em investimento direto no país somaram US$85,0 bilhões, equivalente a 4,66% do PIB.

A conta de serviços registrou deficit de US$2,4 bilhões no mês, elevação de 74,9% comparativamente a janeiro de 2016. As despesas líquidas com viagens internacionais somaram US$914 milhões, expansão de US$724 milhões com relação ao mesmo mês do ano anterior, derivadas de aumento de 2,2% nas receitas e de 87,9% nas despesas. A conta de aluguel de equipamentos registrou despesas líquidas de US$1,7 bilhão em janeiro, estável em relação ao observado em mês correspondente de 2016. As despesas líquidas de transportes atingiram US$436 milhões, aumento de US$261 milhões em comparação ao mesmo mês do ano anterior.

As despesas líquidas de renda primária atingiram US$5,3 bilhões no mês, aumento de 23,7% na comparação com o mesmo período do ano anterior, com destaque para despesas líquidas de investimento em carteira, US$4,0 bilhões. As despesas líquidas de lucros e dividendos alcançaram US$870 milhões, aumento de 177,5% em relação ao mês correspondente de 2016. As despesas líquidas de juros atingiram US$4,5 bilhões, dos quais US$2,7 bilhões referentes a títulos negociados no mercado doméstico. Relativamente a janeiro de 2016, as despesas líquidas de juros cresceram 11,7%.

A conta de renda secundária registrou ingressos líquidos de US$174 milhões no mês, ante US$238 milhões ingressados liquidamente em janeiro do ano anterior. As receitas brutas de transferências pessoais apresentaram estabilidade relativa, atingindo US$193 milhões.

INVESTIMENTOS

Quanto aos investimentos diretos ativos, houve aumento líquido de US$138 milhões em janeiro, ante regresso líquido de US$351 milhões observados no mesmo período anterior. Os lucros reinvestidos no exterior atingiram US$112 milhões.

Os investimentos diretos no país somaram ingressos líquidos de US$11,5 bilhões, repercutindo fluxos positivos de US$8,8 bilhões em participação no capital, incluídas as entradas líquidas de US$457 milhões decorrentes de lucros reinvestidos, e créditos líquidos recebidos do exterior de US$2,8 bilhões em operações intercompanhia.

Os passivos de investimentos em carteira registraram saídas líquidas de US$985 milhões no mês, compostas por entradas líquidas em ações e fundos, US$962 milhões, ingressos em títulos de renda fixa negociados no mercado doméstico, US$502 milhões, e saídas líquidas em títulos de renda fixa negociados no mercado externo, US$2,4 bilhões.

Os outros investimentos ativos expandiram US$2,3 bilhões em janeiro - ante redução líquida de US$1,3 bilhão no mesmo mês do ano passado - compreendendo, dentre outros, concessão de US$2,9 bilhões em créditos comerciais e adiantamentos e redução de US$1 bilhão em depósitos de bancos brasileiros mantidos no exterior.

Os outros investimentos passivos apresentaram contração líquida de US$2,7 bilhões, em comparação a redução líquida de US$388 milhões em período correspondente do ano anterior. Os créditos comerciais e adiantamentos apresentaram crescimento US$578 milhões, enquanto as amortizações líquidas de empréstimos totalizaram US$3,2 bilhões, concentradas em operações de curto prazo.

A taxa de rolagem para empréstimos diretos de longo prazo situou-se em 135% para o mês, contribuindo para que a taxa de rolagem total, incluindo títulos de longo prazo negociados do mercado externo, atingisse 112% em janeiro.

II - Reservas internacionais

As reservas internacionais no conceito liquidez totalizaram US$374,9 bilhões em janeiro de 2017, aumento de US$2,7 bilhões em relação ao mês anterior. O estoque de linhas com recompra diminuiu US$5 milhões, comparado à posição de dezembro de 2016. Contribuíram para a elevação do estoque as receitas de remuneração das reservas, US$275 milhões; as variações por preços, US$290 milhões; e os ganhos por paridades, US$1,9 bilhão. Ainda em janeiro de 2017, o estoque de reservas no conceito caixa somou US$367,7 bilhões, elevação de US$2,7 bilhões em relação ao mês anterior.

III - Dívida externa

A posição da dívida externa bruta estimada para janeiro de 2017 totalizou US$316,7 bilhões, redução de US$3,1 bilhões em relação ao montante estimado em dezembro de 2016. A dívida externa estimada de longo prazo atingiu US$265,7 bilhões, aumento de US$345 milhões, enquanto o endividamento de curto prazo somou US$51 bilhões, redução de US$3,4 bilhões no mesmo período.

Dentre os determinantes de variação da dívida externa de longo prazo, destacaram-se as amortizações de US$2 bilhões de títulos soberanos, os desembolsos de US$1,3 bilhão de empréstimos do setor financeiro e as amortizações de US$980 milhões de empréstimos de outros setores. Adicionalmente, o estoque cresceu US$248 milhões devido a variações cambiais, e US$1,7 bilhão por elevação de preço nos títulos soberanos. A retração da dívida externa de curto prazo, no mesmo período, é explicada principalmente pelas amortizações de US$3,5 bilhões de empréstimos do setor financeiro.

DOCUMENTO: https://www.bcb.gov.br/htms/notecon1-p.asp

IPEA. 08/02/2017. Investimentos reagem em dezembro. Melhoria foi puxada pelo bom desempenho do consumo aparente de máquinas e equipamentos. Ainda assim, 4º trimestre fechou em queda.

A reação dos investimentos em dezembro foi constatada pelo Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), divulgado nesta quarta-feira, dia 08/02, que aponta crescimento de 3,9% em dezembro na comparação com novembro de 2016, na série com ajuste sazonal. “A trajetória irregular dos investimentos segue indicando que a recuperação da economia será gradual”, afirma o técnico de planejamento e pesquisa do Ipea Leonardo Mello de Carvalho, do Grupo de Conjuntura do Ipea.

Apesar do resultado positivo no mês, que sucedeu cinco recuos consecutivos, o indicador de investimentos encerra o quarto trimestre com queda de 3,7% sobre o trimestre anterior, também na série ajustada sazonalmente. Na comparação com dezembro de 2015, o indicador atingiu patamar 1,7% superior. Já na comparação do quarto trimestre de 2016 com o mesmo período de 2015, o investimento registrou uma redução de 8,3%. Com isso, o resultado acumulado no ano de 2016 ficou em -10,8%.

O avanço entre os meses de novembro e dezembro foi consequência do bom desempenho do consumo aparente de máquinas e equipamentos (Came) – que é uma estimativa dos investimentos em máquinas e equipamentos e corresponde à produção industrial doméstica acrescida das importações e diminuída das exportações. Após forte queda no período anterior, este indicador apresentou alta de 8,8%. Já o indicador de construção civil retraiu-se 0,6% frente ao mês de novembro, ainda na comparação com ajuste sazonal. Na comparação entre o 4º trimestre e o mesmo período do ano anterior, ambos os componentes apresentaram retração, com quedas de 7,5% e 10,1%, respectivamente.

Entre os componentes do Came, a produção doméstica de bens de capital avançou 2,8% em dezembro, na comparação dessazonalizada. Outro importante fator que ajuda a explicar o bom resultado na comparação mensal, também na série com ajuste sazonal, foi o comportamento do volume de exportações de bens de capital. Após a forte alta registrada entre outubro e novembro, influenciada pela contabilização de uma plataforma de petróleo, o volume de bens de capital exportado sofreu redução proporcional em dezembro, afetando positivamente o resultado do Came no mês.

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Indicador de FBCF: http://www.ipea.gov.br/cartadeconjuntura/

IPEA. 16/02/2017. Oferta de bens industriais cresceu 4,6% em dezembro

Indicador Ipea de Consumo Aparente da Indústria aponta interrupção de 32 resultados negativos
O Grupo de Estudos de Conjuntura do Ipea divulgou nesta quinta-feira (16) o comportamento do Indicador Ipea de Consumo Aparente da Indústria – a produção industrial doméstica somada às importações e diminuída das exportações. O indicador aponta crescimento de 4,6% na oferta final de bens industriais em dezembro de 2016 quando comparado a novembro, na série com ajuste sazonal. O resultado mais que compensou a perda de 4,1% acumulada entre julho e novembro do mesmo ano. No entanto, o resultado de 2016 ainda foi negativo: queda de 8,5%.

“Embora o cenário de contração da demanda interna ainda persista, o indicador tem apresentado sinais de melhora nos últimos meses”, explica Leonardo Mello de Carvalho, técnico de planejamento e pesquisa do Ipea. Na comparação com dezembro de 2015, o indicador de consumo aparente da indústria avançou 5,4% em dezembro passado, interrompendo uma longa sequência de 32 resultados negativos.

O indicador do Ipea também apresenta o consumo aparente por categorias econômicas. Em dezembro, na comparação com novembro, a variação foi positiva para bens de capital, bens intermediários e bens de consumo semi e não duráveis. Só os bens duráveis tiveram variação negativa (1%). Em relação a dezembro de 2015, o avanço mais contundente ocorreu entre os bens de capital: 20,2% de evolução. No entanto, quando se analisa o ano de 2016, todas as categorias tiveram desempenho negativo.

Entre as classes de produção, a indústria de transformação avançou 2,2% em dezembro frente a novembro, na série com ajuste sazonal, com crescimento em 13 de um total de 22 atividades. Entre as áreas de maior peso, contribuíram positivamente a fabricação de veículos automotores, reboques e carrocerias e a fabricação de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos.

DOCUMENTO: http://www.ipea.gov.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=29423&Itemid=3

FGV. IBRE. 17/02/2017. Índices Gerais de Preços. IGP-M Segundo Decêndio. IGP-M desacelera na segunda prévia de fevereiro

O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) registrou, no segundo decêndio de fevereiro, variação de 0,02%. No mês anterior, para o mesmo período de coleta, a variação foi de 0,76%. O segundo decêndio do IGP-M compreende o intervalo entre os dias 21 do mês anterior e 10 do mês de referência.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) apresentou variação de -0,15%, no segundo decêndio de fevereiro. No mesmo período do mês anterior, a taxa foi de 0,91%. A taxa de variação dos Bens Finais passou de 0,56% para -0,73%. A maior contribuição para este movimento teve origem no subgrupo alimentos processados, cuja taxa passou de 0,90% para -1,75%.

A taxa de variação do grupo Bens Intermediários passou de 0,81%, em janeiro, para 1,10%, em fevereiro. O destaque coube ao subgrupo materiais e componentes para a manufatura, cuja taxa passou de 0,08% para 1,34%.

O índice referente a Matérias-Primas Brutas registrou variação de -0,80%. No mês anterior, a taxa foi de 1,40%. Os itens que mais contribuíram para este movimento foram: minério de ferro (14,60% para -1,38%), aves (-1,43% para -7,52%) e milho (em grão) (-2,31% para -5,55%). Em sentido oposto, destacam-se:mandioca (aipim) (-0,47% para 11,01%), laranja (-1,40% para 14,88%) e café (em grão) (-5,36% para 2,63%).

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou variação de 0,36%, no segundo decêndio de fevereiro, ante 0,57%, no mesmo período do mês anterior. Cinco das oito classes de despesa componentes do índice registraram decréscimo em suas taxas de variação. A principal contribuição partiu do grupo Alimentação (0,69% para -0,27%). Nesta classe de despesa, cabe mencionar o item carnes bovinas, cuja taxa passou de 1,44% para -2,07%.

Também apresentaram decréscimo em suas taxas de variação os grupos: Transportes (0,92% para 0,51%), Despesas Diversas (0,66% para 0,25%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,56% para 0,47%) e Comunicação (0,33% para 0,27%). Nestas classes de despesa, destacam-se os itens: gasolina (2,72% para -0,61%), cigarros (1,07% para 0,00%), salão de beleza (1,04% para 0,30%) e pacotes de telefonia fixa e internet (0,43% para 0,00%), respectivamente.

Em contrapartida, apresentaram acréscimo em suas taxas de variaçãoos grupos: Habitação (0,09% para 0,31%), Educação, Leitura e Recreação (1,62% para 2,27%) e Vestuário (-0,27% para 0,22%). Nestas classes de despesa, vale mencionar o comportamento dos itens: tarifa de eletricidade residencial (-1,52% para -0,03%), passagem aérea (-7,13% para 9,07%) e roupas (-0,35% para -0,09%), respectivamente.

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) apresentou, no segundo decêndio de fevereiro, variação de 0,35%. No mês anterior, a taxa foi de 0,24%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,58%, acima do resultado de janeiro, de 0,16%. O índice que representa o custo da Mão de Obra registrou taxa de variação de 0,16%. No mês anterior, este índice variou 0,31%.

DOCUMENTO: http://portalibre.fgv.br/main.jsp?lumPageId=402880972283E1AA0122841CE9191DD3&contentId=8A7C82C5593FD36B015A4B649DBE7F79

FGV. IBRE. 17/02/2017. Índices Gerais de Preços. IPC-S Capitais. Inflação pelo IPC-S cai em cinco das sete capitais pesquisadas

O IPC-S de 15 de fevereiro de 2017 registrou variação de 0,49%, 0,12 ponto percentual (p.p.) abaixo da taxa divulgada na última apuração. Cinco das sete capitais pesquisadas registraram decréscimo em suas taxas de variação.

A tabela a seguir, apresenta as variações percentuais dos municípios das sete capitais componentes do índice, nesta e na apuração anterior.

1502

DOCUMENTO: http://portalibre.fgv.br/main.jsp?lumPageId=402880972283E1AA0122841CE9191DD3&contentId=8A7C82C5593FD36B015A4B7544C956FF

USP. FIPE. REUTERS. 17/02/2017. Ipc-Fipe tem variação positiva de 0,02% na 2ª quadrissemana de fevereiro

SÃO PAULO (Reuters) - O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de São Paulo desacelerou alta a 0,02 por cento na segunda quadrissemana de fevereiro, após variação positiva de 0,18 por cento na primeira leitura do mês, informou a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) nesta sexta-feira.
O IPC-Fipe mede as variações quadrissemanais dos preços às famílias paulistanas com renda mensal entre 1 e 10 salários mínimos.

(Por Camila Moreira)

CNI. 16/02/2017. Empresários recuperam a confiança, informa CNI. ICEI está 16 pontos acima do registrado em fevereiro de 2016. A volta do otimismo é resultado, principalmente, da melhora das expectativas sobre o desempenho futuro das empresas e da economia

Termômetro-do-ICEI-170217.jpg

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) aumentou 3 pontos em relação a janeiro e alcançou os 53,1 pontos neste mês. Com isso, o indicador ultrapassou a linha divisória dos 50 pontos, que separa a confiança da falta de confiança. Na comparação com fevereiro de 2016, o Índice subiu 16 pontos, informa a pesquisa divulgada nesta quinta-feira (16) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Foi o segundo mês consecutivo em que o ICEI ficou acima dos 50 pontos. A confiança é maior nas grandes empresas, segmento em que o índice alcançou 55,5 pontos. Os indicadores da pesquisa variam de zero a cem pontos, quando ficam acima de 50 pontos mostram empresários confiantes.

A recuperação da confiança, observa a CNI, é resultado, especialmente, da melhora das perspectivas dos empresários sobre a situação das empresas e da economia nos próximos seis meses. O indicador de expectativas em relação à situação das empresas atingiu 59,4 pontos, o maior valor desde outubro de 2016. O indicador de previsões para o desempenho da economia subiu para 53,7 pontos neste mês.

A pesquisa mostra ainda que os empresários ainda não recuperaram, por completo, a confiança no desempenho atual da economia e das empresas. "Mas a falta de confiança está menos intensa e menos disseminada. Os empresários percebem que o pior ficou para trás", diz o economista da CNI, Marcelo Azevedo. O índice de condições atuais ficou em 44,7 pontos neste mês, abaixo dos 50 pontos. Mas está 3,5 pontos acima do registrado em  janeiro e 15,8 pontos maior do que o de fevereiro de 2016.

"A melhora da confiança é disseminada entre todos os setores das indústrias extrativa, de transformação e da construção", informa a pesquisa. Neste mês, o ICEI ficou abaixo dos 50 pontos em apenas sete dos 32 setores pesquisados. Em janeiro, faltava confiança (ICEI abaixo dos 50 pontos) em 21 setores.

O ICEI é importante, pois antecipa tendências de produção e de investimento. Empresários confiantes acreditam no aumento do consumo e da produção, voltam a contratar a fazer investimentos, explica Azevedo. Com isso, a economia volta a crescer.



Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI): https://static-cms-si.s3.amazonaws.com/media/filer_public/6d/8b/6d8b6205-c3b3-40ff-8ca1-9b7ae0daf2c4/indicedeconfiancadoempresarioindustrial_fevereiro2017.pdf


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LGCJ.:

16 de fevereiro de 2017

US ECONOMICS

TREASURY. 02/16/2017. Treasury Department Announces Appointment of Chief of Staff

Washington – Newly confirmed Secretary of the Treasury Steven T. Mnuchin announced today the appointment of Eli Miller to serve as the Chief of Staff of the Treasury Department.

Mr. Miller previously served as Chief Operating Officer of Finance for Donald J. Trump for President, Inc.  In that role, Mr. Miller developed and managed the campaign’s finance process in conjunction with the Republican National Committee (RNC) and worked to help President Trump secure the White House. Earlier in his career, Mr. Miller was an aide to then-Speaker of the House of Representatives John Boehner. Prior to his appointment as Treasury Chief of Staff, Mr. Miller worked with members of the Presidential transition staff and the White House staff to support confirmation of Secretary Mnuchin by the U.S. Senate. Mr. Miller and his family reside in the District of Columbia. 

“I look forward to continuing to work with Eli to achieve the goals set out by President Trump and this Administration,” Secretary Mnuchin said of this appointment. “We look forward to getting to work to help all Americans secure better economic opportunities.”

“I thank Secretary Mnuchin for the honor of this appointment,” said Eli Miller, “I look forward to the work we need to do at Treasury and assisting this great organization as we serve the American public.”

The Chief of Staff is responsible for managing the day-to-day operations of the Department generally and the office of the Secretary specifically. In this capacity, the Chief of Staff operates in direct support of the Secretary and plays a key role in advising, coordinating and reviewing policy development within the Department, other agencies, and the White House as well as assisting and planning the overall strategic direction of the Department.

U.S. Department of the Treasury. 02/16/2017. Treasury International Capital Data For December 2016

WASHINGTON – The U.S. Department of the Treasury today released Treasury International Capital (TIC) data for December 2016.  The next release, which will report on data for January 2017, is scheduled for March 15, 2017.

The sum total in December of all net foreign acquisitions of long-term securities, short-term U.S. securities, and banking flows was a monthly net TIC outflow of $42.8 billion.  Of this, net foreign private outflows were $57.1 billion, and net foreign official inflows were $14.3 billion.

Foreign residents decreased their holdings of long-term U.S. securities in December; net sales were $13.9 billion.  Net sales by private foreign investors were $32.0 billion, while net purchases by foreign official institutions were $18.1 billion.

U.S. residents decreased their holdings of long-term foreign securities, with net sales of $1.1 billion.

Taking into account transactions in both foreign and U.S. securities, net foreign sales of long-term securities were $12.9 billion.  After including adjustments, such as estimates of unrecorded principal payments to foreigners on U.S. asset-backed securities, overall net foreign sales of long-term securities are estimated to have been $29.4 billion in December.

Foreign residents increased their holdings of U.S. Treasury bills by $11.1 billion.  Foreign resident holdings of all dollar-denominated short-term U.S. securities and other custody liabilities increased by $33.5 billion.

Banks' own net dollar-denominated liabilities to foreign residents decreased by $46.8 billion.

About TIC Data

The monthly data on holdings of long-term securities, as well as the monthly table on Major Foreign Holders of Treasury Securities, reflect foreign holdings of U.S. securities collected primarily on the basis of custodial data.  These data help provide a window into foreign ownership of U.S. securities, but they cannot attribute holdings of U.S. securities with complete accuracy.  For example, if a U.S. Treasury security purchased by a foreign resident is held in a custodial account in a third country, the true ownership of the security will not be reflected in the data.  The custodial data will also not properly attribute U.S. Treasury securities managed by foreign private portfolio managers who invest on behalf of residents of other countries.  In addition, foreign countries may hold dollars and other U.S. assets that are not captured in the TIC data.  For these reasons, it is difficult to draw precise conclusions from TIC data about changes in the foreign holdings of U.S. financial assets by individual countries.

TIC Monthly Reports on Cross-Border Financial Flows
(Billions of dollars, not seasonally adjusted)
        12 Months Through    
      20142015Dec-15Dec-16SepOctNovDec
Foreigners' Acquisitions of Long-term Securities  
  
1Gross Purchases of Domestic U.S. Securities27867.829904.829904.829472.02403.62372.32778.62325.0
2Gross Sales of Domestic U.S. Securities27618.529749.229749.229403.62450.22384.42761.62339.0
3Domestic Securities Purchased, net (line 1 less line 2) /1249.3155.6155.668.4-46.6-12.017.0-13.9
   
4Private, net /2171.0368.0368.0356.8-7.926.815.9-32.0
5Treasury Bonds & Notes, net120.6205.6205.6-4.7-31.0-18.30.7-40.4
6Gov't Agency Bonds, net43.2123.2123.2253.223.919.613.212.5
7Corporate Bonds, net18.4137.9137.9124.42.15.87.85.4
8Equities, net-11.2-98.7-98.7-16.0-2.819.7-5.9-9.5
   
9Official, net /378.3-212.4-212.4-288.3-38.7-38.81.118.1
10Treasury Bonds & Notes, net44.9-225.9-225.9-338.0-45.6-45.3-0.918.6
11Gov't Agency Bonds, net31.433.533.549.58.26.73.01.2
12Corporate Bonds, net7.0-3.8-3.8-5.3-1.0-1.1-1.1-1.1
13Equities, net-4.9-16.2-16.25.4-0.40.90.1-0.5
   
14Gross Purchases of Foreign Securities from U.S. Residents9145.010726.610726.610096.6900.9855.8927.3830.6
15Gross Sales of Foreign Securities to U.S. Residents9119.010564.710564.79909.5880.5840.4909.8829.5
16Foreign Securities Purchased, net (line 14 less line 15) /425.9161.9161.9187.120.415.417.51.1
   
17Foreign Bonds Purchased, net131.7276.1276.1258.822.420.617.119.2
18Foreign Equities Purchased, net-105.7-114.2-114.2-71.6-2.0-5.20.4-18.2
   
19Net Long-term Securities Transactions (line 3 plus line 16):275.3317.5317.5255.5-26.23.334.4-12.9
  
20Other Acquisitions of Long-term Securities, net /5-79.1-277.5-277.5-272.4-36.5-21.9-18.5-16.6
  
21Net Foreign Acquisition of Long-term Securities  
(lines 19 and 20):196.140.040.0-16.9-62.7-18.615.9-29.4
  
22Increase in Foreign Holdings of Dollar-denominated Short-term  
U.S. Securities and Other Custody Liabilities: /67.171.071.035.228.9-20.21.733.5
23U.S. Treasury Bills-13.953.153.1-54.89.0-36.90.211.1
24Private, net49.251.751.7-16.5-10.3-39.9-0.38.3
25Official, net-63.11.41.4-38.319.33.00.42.8
26Other Negotiable Instruments  
and Selected Other Liabilities: /721.017.917.989.919.916.61.522.4
27Private, net7.920.620.689.523.414.34.225.0
28Official, net13.1-2.6-2.60.5-3.52.4-2.7-2.6
  
29Change in Banks' Own Net Dollar-denominated Liabilities73.2-177.1-177.1-60.9-122.053.412.6-46.8
  
30Monthly Net TIC Flows (lines 21,22,29) /8276.5-66.1-66.1-42.6-155.814.630.2-42.8
of which  
31Private, net294.1125.2125.2319.1-117.455.531.5-57.1
32Official, net-17.7-191.3-191.3-361.8-38.3-40.9-1.314.3
              
/1Net foreign purchases of U.S. securities (+)
/2Includes international and regional organizations
/3The reported division of net purchases of long-term securities between net purchases by foreign official institutions and net purchases
of other foreign investors is subject to a "transaction bias" described in Frequently Asked Questions 7 and 10.a.4 on the TIC website.
/4Net transactions in foreign securities by U.S. residents. Foreign purchases of foreign securities = U.S. sales of foreign securities to foreigners.
Thus negative entries indicate net U.S. purchases of foreign securities, or an outflow of capital from the United States; positive entries
indicate net U.S. sales of foreign securities.
/5Minus estimated unrecorded principal repayments to foreigners on domestic corporate and agency asset-backed securities +
estimated foreign acquisitions of U.S. equity through stock swaps -
estimated U.S. acquisitions of foreign equity through stock swaps +
increase in nonmarketable Treasury Bonds and Notes Issued to Official Institutions and Other Residents of Foreign Countries.
/6These are primarily data on monthly changes in banks' and broker/dealers' custody liabilities. Data on custody claims are collected
quarterly and published in the TIC website.
/7"Selected Other Liabilities" are primarily the foreign liabilities of U.S. customers that are managed by U.S. banks or broker/dealers.
/8TIC data cover most components of international financial flows, but do not include data on direct investment flows, which are collected
and published by the Department of Commerce's Bureau of Economic Analysis. In addition to the monthly data summarized here, the
TIC collects quarterly data on some banking and nonbanking assets and liabilities. Frequently Asked Question 1 on the TIC website
describes the scope of TIC data collection.
FULL DOCUMENT: https://www.treasury.gov/press-center/press-releases/Documents/Press%20notice%20TIC%20for%20February%202017.pdf


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BACEN. 16/02/2017. BC divulga Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) referente a dezembro de 2016.​

DOCUMENTO: http://www.bcb.gov.br/pt-br/#!/c/notas/16084

BACEN. PORTAL G1. 16/02/2017. 'Prévia' do PIB do Banco Central aponta que economia encolheu 4,3% em 2016. Se confirmado resultado, esse será o segundo ano seguido de retração da economia brasileira, que atravessa período de recessão.
Por Alexandro Martello, G1, Brasília

O Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), divulgado pelo Banco Central nesta quinta-feira (16) e que é considerado uma "prévia" do resultado do Produto Interno Bruto (PIB), aponta que a economia brasileira encolheu 4,34% em 2016.
Foi o segundo ano seguindo de retração da atividade econômica e, se confirmada, a queda do PIB em 2016 será a maior desde 1990, quando registrou -4,35%. O resultado oficial do PIB só será divulgado em 7 de março pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O índice de 4,34% do IBC-Br é resultado da comparação entre os anos de 2016 e 2015 sem ajuste sazonal, pois considera períodos iguais (ano contra ano). Essa comparação é avaliada como mais apropriada por economistas. Com ajuste sazonal, o recuo do PIB no ano passado, apurado pelo BC, foi de 4,55%.
O que é o PIB
O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. O resultado negativo do ano passado é reflexo da crise econômica, do aumento do desemprego e da taxa de inadimplência.
Em 2015, a economia brasileira já havia registrado encolhimento, de 3,8%. Já em 2014, houve um crescimento de 0,5% no Produto Interno Bruto (PIB).
Para tentar reaquecer a economia, o governo Michel Temer tem anunciado medidas como a liberação de saques das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O Banco Central também vem reduzindo a taxa Selic, o que deve se traduzir em queda dos juros dos empréstimos bancários.
O resultado da "prévia do PIB" anunciado nesta quinta é pior do que esperado pelo mercado financeiro. Na pesquisa mais recente feita pelo BC, com as opiniões colhidas na semana passada, os analistas dos bancos previram um tombo de 3,5% para o PIB em 2016, na comparação com 2015.
Em dezembro, Banco Central estimou que o PIB de 2016 teria encolhimento de 3,4%.
Contração no fim do ano
Os dados do Banco Central também apontam que a economia brasileira terminou o ano de 2016 com queda. Foi registrada contração tanto em dezembro quanto no quarto trimestre do ano passado.
O IBC-Br mensal, após o ajuste sazonal (considerado mais apropriado para esta comparação), registrou recuo de 0,26% em dezembro.
Já no último trimestre de 2016, segundo indica a "prévia do PIB" do Banco Central, houve uma contração de 0,37%. Os números revisados indicam uma queda de 1,64% no primeiro trimestre do último ano, uma retração de 0,43% no segundo trimestre e uma alta de 0,38% no terceiro trimestre.
IBC-Br x PIB
Embora o cálculo seja um pouco diferente, o IBC-Br foi criado para tentar ser um "antecedente" do PIB. O índice do BC incorpora estimativas para a agropecuária, a indústria e o setor de serviços, além dos impostos.
Os resultados do IBC-Br, porém, nem sempre mostraram proximidade com os dados oficiais do PIB, divulgados pelo IBGE. O Banco Central já informou anteriormente que o IBC-Br não seria uma medida do PIB, mesmo que tenha sido criado para tentar antecipar o resultado, mas apenas "um indicador útil" para o BC e para o setor privado.
Recentemente, o BC atualizou a metodologia de cálculo, incorporando novos indicadores, com destaque para a utilização da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) em substituição à Pesquisa Mensal de Emprego (PME), além de outras mudanças.
Definição dos juros
O IBC-Br é uma das ferramentas usadas pelo BC para definir a taxa básica de juros (Selic) do país. Com o menor crescimento da economia, por exemplo, teoricamente haveria menos pressão inflacionária. Atualmente, os juros básicos estão em 13% ao ano.
Pelo sistema de metas de inflação que vigora no Brasil, o BC precisa ajustar os juros para atingir as metas preestabelecidas. Quanto maiores as taxas, menos pessoas e empresas dispostas a consumir, o que tende a fazer com que os preços baixem ou fiquem estáveis.
Para 2017, a meta central de inflação é de 4,5%, com um intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos. Desse modo, o IPCA, considerado a inflação oficial do país e medida pelo IBGE, pode ficar entre 3% e 6%, sem que a meta seja formalmente descumprida.
Neste ano, o mercado financeiro acredita que a inflação oficial ficará abaixo da meta central de 4,5% - algo que não acontece desde 2009. O Banco Central tem dito que mira no centro da meta de inflação de 4,5% nos anos de 2017 e de 2018.

BACEN. REUTERS. 16/02/2017. Economia do Brasil encolhe 4,55% em 2016, aponta BC
Por Marcela Ayres

BRASÍLIA (Reuters) - A economia brasileira registrou tombo recorde em 2016, marcando o segundo ano consecutivo de profunda recessão, indicou o Banco Central nesta quinta-feira, com especialistas indicando que a recuperação virá neste início de 2017, mas ainda tímida.

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), espécie de sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB), caiu 4,55 por cento em 2016, em dado dessazonalizado. Em 2015, ainda pelo indicador, a atividade havia recuado 4,07 por cento.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga o resultado oficial do PIB de 2016 dia 7 de março.

Somente no quarto trimestre, o IBC-Br mostrou queda de 0,36 por cento sobre os três meses anteriores, sempre em dados dessazonalizados. Em dezembro, o índice caiu 0,26 por cento ante novembro, desempenho mais fraco que a contração de 0,20 por cento estimada em pesquisa da Reuters.

"O resultado só sintetiza tudo que os outros indicadores vinham mostrando", avaliou o economista da Tendências Rafael Bacciotti, que prevê queda do PIB em 2016 da mesma magnitude da observada em 2015, de 3,77 por cento pelo IBGE.

Para este ano, a estimativa é de alta de 0,7 por cento na atividade, embalada por impulsos do lado da produção, além de um cenário de inflação mais baixa e juros mais favoráveis. A recuperação, segundo Bacciotti, ocorrerá já no primeiro trimestre, mas ainda modesta, com alta de 0,1 por cento sobre o trimestre anterior.

Por ora, a expectativa de economistas na pesquisa Focus mais recente, realizada pelo BC junto a uma centena de economistas, é de queda de 3,5 por cento do PIB em 2016. Os dados corroboram a leitura da pior recessão atravessada pelo país em dois anos desde que os registros oficiais começaram, em 1901.

Para este ano, a projeção do mercado é de expansão de 0,48 por cento do PIB, mas bancos e consultorias já começaram a melhorar suas previsões diante das boas surpresas vindas da inflação, que tem desacelerado mais do que o esperado recentemente e alimentado expectativas de cortes mais agressivos de juros. O banco Santander, por exemplo, vê expansão de 0,7 por cento do PIB neste ano, mas com viés de alta.

"A queda do IBC-Br na margem em dezembro soma-se à sinalização dos demais indicadores coincidentes que apontaram para continuidade do enfraquecimento da atividade econômica no final do ano passado", avaliou em nota o time de economia do Bradesco, liderado por Fernando Barbosa.

A expectativa do banco para o primeiro trimestre também é de alta de 0,1 por cento sobre os últimos três meses de 2016, puxada pelo desempenho positivo do setor agropecuário,

Em 2016, o varejo do Brasil teve queda de 6,2 por cento, pior dado histórico, com a demanda fraca impactando de forma generalizada as vendas, com destaque para supermercados.

O setor de serviços foi na mesma linha, com contração recorde de 5,0 por cento em meio às fortes perdas na atividade de transportes.

Por sua vez, indústria brasileira teve uma diminuição de 6,6 por cento na produção, terceiro ano seguido de perdas.

O IBC-Br incorpora projeções para a produção no setor de serviços, indústria e agropecuária, bem como o impacto dos impostos sobre os produtos.

(Edição de Camila Moreira e Patrícia Duarte)

BACEN. REUTERS. 16/02/2017. Atividade econômica do Brasil tem queda acentuada de 4,55% em 2016, aponta BC
Por Marcela Ayres

BRASÍLIA (Reuters) - A economia do Brasil registrou forte recuo em 2016 pelo segundo ano consecutivo, indicaram dados do Banco Central nesta quinta-feira, evidenciando o desafio para a retomada após o mergulho da atividade.

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), espécie de sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB), caiu 4,55 por cento em 2016.

Somente no quarto trimestre do ano o IBC-Br encerrou com queda de 0,36 por cento sobre os três meses anteriores, sempre em dados dessazonalizados. Em dezembro, o índice caiu 0,26 por cento ante novembro, desempenho pior que a contração de 0,20 por cento estimada em pesquisa da Reuters.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgará os dados do PIB de 2016 em 7 de março.

Por ora, a expectativa de economistas na pesquisa Focus mais recente, realizada pelo BC junto a uma centena de economistas, é de um tombo de 3,5 por cento, após retração de 3,8 por cento em 2015 e de 0,8 por cento no terceiro trimestre, segundo números do IBGE.

Os dados corroboram a leitura da pior recessão atravessada pelo país em dois anos desde que os registros oficiais começaram, em 1901.

Para este ano, a projeção do mercado é de uma expansão de 0,48 por cento do PIB, bem abaixo da estimativa do governo de 1,0 por cento.

Em 2016, o varejo do Brasil teve queda de 6,2 por cento, pior dado histórico, com a demanda fraca impactando de forma generalizada as vendas, com destaque para supermercados.

O setor de serviços foi na mesma linha, com contração recorde de 5,0 por cento em meio às fortes perdas na atividade de transportes.

Por sua vez, indústria brasileira teve uma diminuição de 6,6 por cento na produção, terceiro ano seguido de perdas.

O IBC-Br incorpora projeções para a produção no setor de serviços, indústria e agropecuária, bem como o impacto dos impostos sobre os produtos.

BACEN. PORTAL UOL. 16/02/2017. 'Prévia' indica 2º ano de recessão, com tombo de 4,55% do PIB em 2016
Do UOL, em São Paulo

O IBC-Br (Índice de Atividade Econômica do Banco Central), considerado uma "prévia" do PIB (Produto Interno Bruto), caiu 4,55% em 2016, informou o Banco Central nesta quinta-feira (16).

A comparação é feita descontando diferenças sazonais entre os períodos.

Sem descontar as diferenças sazonais, houve queda de 4,34% do PIB em 2016.

No mês de dezembro, o IBC-Br caiu 0,26% em relação a novembro, em dados que consideram as diferenças sazonais, e 0,56% sem essas diferenças.

Pior recessão da história

Se a prévia se confirmar, 2016 terá sido o segundo ano seguido de encolhimento do PIB. Em 2015, a economia caiu 3,8%, segundo dados oficiais do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Em 2014, houve leve alta de 0,1%.

O IBGE divulgará os dados do PIB de 2016 em 7 de março.

A prévia do BC é ainda pior que o resultado previsto pelo mercado. Na pesquisa Focus mais recente, economistas projetaram queda de 3,5% do PIB no ano passado.

Tanto os dados do BC quanto a previsão dos analistas reforçam a leitura de que o país atravessa a pior recessão da sua história, desde que os registros oficiais começaram, em 1901.

Para 2017, a projeção do mercado é de crescimento de 0,48% do PIB, bem abaixo da estimativa do governo, de 1%.

Comércio, indústria e serviços tombam

O resultado do IBC-Br reflete os tombos dos três setores da economia.

Em 2016, o comércio encolheu 6,2%, pior desempenho em 15 anos, com o consumo fraco impactando de forma generalizada as vendas, com destaque para supermercados.

O setor de serviços foi na mesma linha, com queda de 5%, a pior em cinco anos, em meio às fortes perdas na atividade de transportes.

Por sua vez, indústria brasileira teve uma redução de 6,6% na produção, terceiro ano seguido de perdas.

IBC-Br

O indicador do BC é visto pelo mercado como uma antecipação do resultado do PIB. Ele é divulgado mensalmente pelo Banco Central, enquanto o PIB é divulgado a cada três meses pelo IBGE.

O IBC-Br serve de base para investidores e empresas adotarem medidas de curto prazo. Porém, não necessariamente reflete o resultado anual do PIB e, em algumas vezes, distancia-se bastante.

O indicador do BC leva em conta a trajetória das variáveis consideradas como bons indicadores para o desempenho dos setores da economia (agropecuária, indústria e serviços).

A estimativa do IBC-Br incorpora a produção estimada para os três setores, acrescida dos impostos sobre produtos. O PIB calculado pelo IBGE, por sua vez, é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país durante certo período.

(Com Reuters)


FGV. IBRE. 16/02/2017. Monitor do PIB. Monitor do PIB-FGV mostra retração da economia em 2016

O Monitor do PIB-FGV de fevereiro, mostra retração de 3,6% da economia em 2016. A economia brasileira chegou, em 2016, ao terceiro ano da mais grave e duradoura recessão jamais experimentada pelo Brasil nos últimos 100 anos. Em termos monetários, o PIB em valores correntes alcançou a cifra aproximada de 6 trilhões, 209 bilhões de Reais. Este valor equivale a um produto per capita de R$ 30.128,00, inferior ao de 2010, na comparação a preços de 2016 ”, afirma Claudio Considera, coordenador do Monitor do PIB-FGV.

Neste número, o Monitor do PIB-FGV, além dos resultados usuais, passa a divulgar informações de valores correntes e a preços de 1995. Na página 4 deste relatório, encontra-se uma análise mais detalhada sobre os dados anuais, em valores correntes e a preços de 2016, da produtividade e do PIB per capita.

1) O PIB recuou 3,6% em 2016; esta taxa é a vigésima terceira taxa negativa do indicador, na taxa acumulada em doze meses. Na análise das atividades, a indústria e os serviços apresentaram variações menos negativas do que as apresentadas no início do ano de 2016. A indústria, que recuou 6,7%, no acumulado em doze meses até janeiro de 2016, encerrou o ano com retração de 3,8%, enquanto os serviços apresentaram desempenho mais discreto saindo de retração de 2,9%, no acumulado em doze meses até janeiro de 2016 para -2,7% no final do ano.
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2) No quarto trimestre de 2016, o PIB apresentou retração de 0,89%, quando comparado ao terceiro trimestre, na série com ajuste sazonal. Esta é a oitava variação negativa consecutiva, nesta comparação. No mês, o PIB retraiu 0,2% em dezembro, em comparação a novembro, na série ajustada sazonalmente.
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3) A taxa trimestral do PIB no quarto trimestre, comparada com o mesmo trimestre em 2015, apresentou queda de 2,5%. Embora seja uma taxa negativa, é a menor apresentada em 2016, nesta comparação. A exceção da extrativa mineral (4,2%) e dos serviços imobiliários (0,0%), todos os demais componentes do PIB apresentaram valores negativos, nesta comparação.
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4) O consumo das famílias recuou 4,2% em 2016. Apesar de bastante negativo, esta variação mostra uma tendência de melhora do indicador que chegou ao seu menor nível em julho de 2016 (-6,0%) em toda a série histórica do Monitor do PIB-FGV iniciada em 2001.
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5) A formação bruta de capital fixo (FBCF) recuou 10,2% em 2016. Os componentes de ‘máquinas e equipamentos’ e ‘construção’ encerraram o ano de 2016 com taxas melhores do que as que iniciaram, apesar de ainda serem taxas bastante negativas. Enquanto ‘máquinas e equipamentos’ recuperaram 11,4 p.p. encerrando o ano em -18,0%, a construção recuperou 3,8 p.p. e encerrou 2016 em -4,2%.
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6) A exportação apresentou crescimento de 2,3% em 2016. Apesar de positiva, esta variação aponta para uma tendência de queda do componente que alcançou crescimento de 10% no acumulado em doze meses até maio de 2016. Todos os componentes da exportação apresentaram tendência declinante no ano de 2016, a exceção de serviços que, embora ainda esteja com variações negativas, recuperou 11,6 p.p. durante o ano e encerrou 2016 com retração de 2,4%.
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7) A importação retraiu 10,7% em 2016 com tendência de retomada do componente que alcançou -18,6% no acumulado em doze meses até julho de 2016. Apesar dessa tendência positiva, o componente de ‘bens de consumo duráveis’ ainda se encontra em patamar bastante negativo com queda de 32,9% registrada em 2016.
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Resultados anuais

Os resultados das políticas econômicas geralmente duram até muito tempo após estas terem sido implementadas. E, infelizmente, por esses desígnios da economia, os erros de política econômica geralmente demoram muito mais tempo para aparecerem do que os acertos; e seus efeitos deletérios permanecem por tempo mais longo do que os efeitos de uma boa política.

De fato, é muito mais fácil e rápido estragar uma situação de equilíbrio econômico do que corrigir esse estrago. Pior ainda, poucos estão habilitados a perceber com clareza as diferenças entre os resultados imediatos de uma política ou da falta dela, e o que virá a ser seu legado. Ainda assim, raramente essa percepção consegue ganhar status de um alerta desapaixonado e politicamente neutro, capaz de lhe conceder credibilidade. Geralmente, a sociedade está mais disposta a saudar bons resultados ou criticar pretensas falhas imediatas do que se preocupar com incertos resultados futuros. E, para o bem ou para o mal, uma análise isenta e correta só é possível muitos anos depois do bem ou do mal ter sido feito.

Dito isto, o Monitor do PIB-FGV estima que o PIB de 2016 reduziu-se em 3,6%. Em termos monetários, o PIB em valores correntes alcançou a cifra de aproximadamente 6 trilhões, 209 bilhões de Reais. A preços de 2016, o PIB de 2016 é inferior ao de 2011. A valores de 2016, o PIB per capita equivale a R$ 30.128, valor este inferior ao de 2010, conforme mostrados nos Gráficos 8 e 9, abaixo.
A atividade econômica com pior desempenho no período é a indústria de transformação que vem em queda desde o início da série, em 2001, e seu valor em 2016 é inferior àquele de 2004, a preços de 2016.

A produtividade da economia, que alcançou o pico em 2013, tem se reduzido desde então e em 2016 é inferior à de 2010. Chama a atenção o desastre da indústria de transformação cuja produtividade é inferior àquela do início da série do Monitor do PIB-FGV em 2001, embora tenha apresentado melhora em 2016, quando comparada a 2015, conforme os Gráficos 10 e 11, abaixo.

A Formação Bruta de Capital Fixo (investimento) teve em 2016 um valor inferior ao de 2009, enquanto que o valor do Consumo das Famílias para este mesmo ano é inferior ao de 2012.

Muitos experimentos errados de política econômica foram adotados desde 2008, mas certamente o mais desastroso foi o experimento da Nova Matriz Econômica. É importante relembrar aqui que a teoria econômica, diferente de outras ciências, não tem um laboratório em que possa ser testada. Seu laboratório é a história, e a boa teoria econômica busca identificar no passado elementos essenciais, construir relações entre eles para analisar os fenômenos econômicos, e, finalmente, traçar políticas que promovam o aumento do bem-estar da população. Infelizmente, alguns charlatães não se contentam com essa limitação e julgam que a sociedade deve ser cobaia de suas experiências.

APÊNDICE – NOTA EXPLICATIVA

O Monitor do PIB-FGV estima mensalmente o PIB brasileiro em volume. O objetivo de sua criação foi prover a sociedade de um indicador mensal do PIB, tendo como base a mesma metodologia das Contas Nacionais do IBGE. Sua série inicia-se em 2000 e incorpora todas as informações disponíveis das Contas Nacionais do IBGE (Tabelas de Recursos e Usos, até 2014, último ano de divulgação) bem como as informações do PIB-Tri do IBGE, até o último trimestre divulgado (terceiro trimestre de 2016).

O indicador é ajustado ao PIB-Tri do IBGE sempre que há mudanças metodológicas e a cada trimestre divulgado. Ou seja, nos trimestres calendários, as médias trimestrais dos índices de volume do Monitor do PIB-FGV serão iguais aos indicadores trimestrais, sem ajuste sazonal, do PIB-Tri do IBGE. Nos trimestres calendário, são utilizados os mesmos modelos do IBGE para calcular todas as séries desagregadas com ajuste sazonal, tanto pela ótica da oferta, como da demanda. Para o ajuste sazonal mensal é utilizado o modelo mensal do IBC-Br; para os trimestres móveis utiliza-se uma média desses ajustes mensais.

Assim, as estimativas do Monitor do PIB-FGV antecedem o PIB-Tri do IBGE nos meses em que este é divulgado. E, nos meses em que não há divulgação, o Monitor representa uma excelente antecipação para as tendências do PIB e seus componentes.

O Monitor do PIB-FGV compõe-se de um relatório descrevendo os principais resultados com ilustrações gráficas e de uma tabela Excel com informações das 12 atividades econômicas que agrupadas formam os 3 setores de atividade (agropecuária, indústria e serviços). Apresenta, ainda, o Valor Adicionado a preços básicos, os impostos sobre os produtos e o PIB. Apresenta também os componentes do PIB pela ótica da demanda. Outro ponto a ser destacado é que o Monitor torna disponíveis desagregações que não são divulgadas pelo IBGE, mas que são relevantes para um melhor entendimento da absorção doméstica e da demanda externa. As desagregações disponibilizadas pelo Monitor são:

Consumo das Famílias: bens de consumo duráveis, semiduráveis, não duráveis e serviços. Adicionalmente eles são classificados em nacionais e importados;

Formação Bruta de Capital Fixo: em máquinas e equipamentos, construção e outros. Para máquinas e equipamentos e outros, há a desagregação entre nacionais e importados;

Exportações e Importações: em produtos agropecuários, produtos da extrativa mineral, produtos industrializados de consumo (duráveis, semiduráveis e não duráveis), produtos industrializados de uso intermediário, bens de capitais e serviços.

São divulgadas as séries de base móvel, séries encadeadas, séries encadeadas dessazonalizadas, as taxas mensais, trimestrais e anuais comparadas a igual período do ano anterior e as taxas mensais e trimestrais comparadas a período imediatamente anterior.


FGV. IBRE. 16/02/2017. Índices Gerais de Preços. IPC-S. Inflação pelo IPC-S cai na segunda semana de fevereiro

O IPC-S de 15 de fevereiro de 2017 apresentou variação de 0,49%, 0,12 ponto percentual (p.p.) abaixo da taxa registrada na última divulgação.

Nesta apuração, cinco das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram decréscimo em suas taxas de variação. A maior contribuição partiu do grupo Educação, Leitura e Recreação (3,34% para 2,50%). Nesta classe de despesa, cabe mencionar o comportamento do item cursos formais, cuja taxa passou de 7,01% para 4,21%.

Também registraram decréscimo em suas taxas de variação os grupos: Alimentação (0,20% para -0,01%), Transportes (0,82% para 0,75%), Despesas Diversas (0,40% para 0,25%) e Comunicação (0,41% para 0,35%). Nestas classes de despesa, vale destacar o comportamento dos itens: carnes bovinas (-0,73% para -1,49%), gasolina (-0,37% para -0,56%), alimentos para animais domésticos (0,99% para -0,01%) e tarifa de telefone móvel (1,00% para 0,82%), respectivamente.

Em contrapartida, os grupos: Habitação (0,34% para 0,39%), Vestuário (-0,13% para -0,04%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,39% para 0,41%) apresentaram acréscimo em suas taxas de variação. Nestas classes de despesa, as maiores contribuições partiram dos itens: tarifa de eletricidade residencial (-0,34% para -0,11%), roupas (-0,58% para -0,38%) e perfume (-0,51% para -0,11%), respectivamente.

DOCUMENTO: http://portalibre.fgv.br/main.jsp?lumPageId=402880972283E1AA0122841CE9191DD3&contentId=8A7C82C5593FD36B015A464E361F093D

BACEN. PORTAL G1. 15/02/2017. Saída de dólares do Brasil é de US$ 2,45 bi nos 10 primeiros dias de fevereiro. No ano de 2017, até o dia 10 de fevereiro, entrada da moeda estrangeira superou a saída em R$ 1,213 bilhão, de acordo com o Banco Central.
Por Laís Lis, G1, Brasília

A saída de dólares no Brasil superou entrada de recursos em US$ 2,45 bilhões durante os 10 primeiros dias de fevereiro, informou o Banco Central nesta quarta-feira (15).
Durante todo o mês de janeiro a entrada de dólares superou a saída em US$ 3,664 bilhões. Com isso, informou o BC, a entrada de dólares superou a saída em US$ 1,213 bilhão no ano de 2017, até o dia 10 de fevereiro.
A saída de dólares favorece a valorização da moeda em relação ao real. Isso porque, com menos dólares no mercado, o preço tende a cair.
Mas analistas ponderam que, além do fluxo de dólares, outros fatores influenciam a cotação da moeda norte-americana, como o cenário político do Brasil e dos Estados Unidos.
De 1º a 10 de fevereiro, a cotação da moeda americana acumulou queda de mais de 1,5%.
Fluxos comercial e financeiro
O fluxo cambial brasileiro possui duas contas: a comercial, na qual são fechados os contratos de câmbio para operações de exportação e importação, e a conta financeira, que inclui as demais operações, como os investimentos estrangeiros diretos e os recursos para aplicações financeiras, além das remessas de lucros e dividendos (parcelas dos lucros) e empréstimos tomados no exterior, entre outros.
A saída de dólares nos 10 primeiros dias de fevereiro deu-se por causa da conta financeira, que registrou mais venda de dólares do que compra. Segundo dados do BC, no período foram vendidos US$ 15,59 bilhões e comprados US$ 12,645 bilhões, o que gerou um saldo negativo de US$ 2,945 bilhões na conta financeira. Já a conta comercial ficou positiva em US$ 494 milhões.


CIA VALE DO RIO DOCE. 15/02/2017. Relatório de Produção 2016. A Vale obteve uma forte performance operacional no 4T16 e em todo o ano de 2016 com recordes anuais e trimestrais de produção em minério de ferro, pelotas, níquel, cobre, cobalto e ouro. 

Minerais ferrosos
MINÉRIO DE FERRO
Produção anual recorde de 348,8 Mt[1] em 2016.
Produção anual recorde em Carajás de 148,1 Mt em 2016, ficando 18,6 Mt acima de 2015.
Embarques anuais de minério de ferro e pelotas de 318,4 Mt do Brasil e Argentina e de 21,7 Mt da Malásia em 2016, ficando 17,1 Mt e 7,5 Mt acima de 2015, respectivamente.
Volumes blendados na Ásia totalizaram 41 Mt em 2016, comparados a 3 Mt em 2014 e 18 Mt em 2015.
Produção trimestral recorde em Carajás de 40,6 Mt, ficando 1,9 Mt acima do 3T16 e 4,1 Mt acima do 4T15.
PELOTAS
Produção anual[2] de 46,2 Mt em 2016, ficando em linha com 2015.
Produção anual recorde na planta de Tubarão VIII de 7,2 Mt em 2016, ficando 0,6 Mt acima de 2015.
Produção trimestral recorde2 de 12,6 Mt no 4T16, ficando 0,5 Mt acima do 3Q16.
 
 
Metais Básicos
NÍQUEL
Produção anual recorde de 311.000 t em 2016, ficando 20.000 t acima de 2015.
Produção anual recorde em VNC de 34.300 t em 2016, ficando 17.400 t acima de 2015.
Produção trimestral total recorde de 83.000 t, ficando 7.000 t acima do 3T16 e 300 t acima do 4T15.
COBRE
Produção³ anual recorde de 453.100 t em 2016, ficando 29.300 t acima de 2015.
Produção anual recorde em Salobo de 175.900 t em 2016, ficando 20.500 t acima de 2015.
Produção[3] trimestral total recorde de 122.500 t no 4T16, ficando 11.100 t acima do 3T16 e 10.000 t acima do 4T15.
Produção trimestral recorde em Sudbury de 32.200 t no 4T16, ficando 2.500 t acima do 3T16 e 900 t acima do 4T15.
Produção trimestral recorde em Salobo de 49.800 t no 4T16, ficando 5.500 t acima do 3T16 e 7.800 t acima do 4T15.
COBALTO
Produção anual recorde de 5.799 t em 2015, ficando 1.266 t acima de 2015.
Produção trimestral recorde de 1.600 t, ficando 112 t acima do 3T16, devido ao aumento da produção originada em Sudbury e Voisey’s Bay.
OURO como subproduto de níquel e concentrado de cobre
Produção anual recorde de 483.000 oz em 2016, ficando 62.000 oz acima de 2015.
Produção trimestral recorde de 137.000 oz no 4T16, ficando 18.000 oz acima do 3T16 e 19.000 oz acima do 4T15.
 
Carvão
Produção anual de 7,2 Mt em 2016, ficando em linha com 2015.
Produção anual recorde em Moatize de 5,5 Mt em 2016, ficando  0,5 Mt acima de 2015.
Produção trimestral total de 1,7 Mt, ficando 0,6 Mt abaixo do 3T16, impactada negativamente pelo desinvestimento das operações de Carborough Downs em novembro de 2016[4] e por restrições no fornecimento de explosivos, que afetaram as operações de desmonte em Moçambique.
O fornecimento de explosivos foi restabelecido e o desempenho das operações tem melhorado continuamente desde então, com produção de 0,6 Mt em dezembro de 2016 e atingindo um recorde mensal de 0,8 Mt em janeiro de 2017.

Relatório completo​: http://saladeimprensa.vale.com/Lists/Acervo/Attachments/2998/2016%204Q%20Production%20Report_p.pdf
APEX. PROMOÇÃO COMERCIAL. 14/02/2017. FEIRA CALÇADISTA NORTE-AMERICANA TERÁ 34 MARCAS BRASILEIRAS

A feira norte-americana FN Platform, que acontece em Las Vegas entre os dias 21 e 23 de fevereiro, promete ser de bons resultados para as 34 marcas verde-amarelas que irão expor seus produtos de outono-inverno com o apoio do Brazilian Footwear, programa de incentivo às exportações de calçados mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). Durante a mostra, que contará com 700 expositores de 30 países, será lançado o projeto Design na Pele, desenvolvido pelo Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB) em parceria com a Abicalçados e as marcas calçadistas Kildare e Guilhermina.

A analista de Promoção Comercial da Abicalçados, Ruísa Scheffel, destaca que a maior procura das marcas brasileiras pelo evento demonstra a importância que o mesmo tem assumido em nível internacional. “Essa feira, além de trazer bons números com relação a negócios, é uma ótima plataforma para posicionamento de marca no mercado norte-americano. Além disso, a feira atrai desde grandes players como Zappos, Sears, Macy's e Nordstrom até compradores com redes de lojas menores e butiques”, comenta a analista, ressaltando que 75% dos visitantes são dos Estados Unidos.

Segundo ela, a expectativa para a mostra é positiva, tendo em vista que a cada edição as marcas nacionais se consolidam mais no mercado e conseguem abrir novas oportunidades de negócios. “Temos um grupo de marcas fortes nesta edição, composto por grifes que já participam da ação há anos e estão consolidadas no mercado e outras que estão buscando a abertura e crescimento no varejo norte-americano”, acrescenta Ruísa.

Mercado

Segundo a analista, a expectativa positiva passa ainda pela importância do mercado dos Estados Unidos para o calçado brasileiro. “Atualmente os Estados Unidos são o nosso principal mercado, respondendo por mais de 20% do total gerado pelas exportações de calçados”, ressalta. No ano passado, os norte-americanos compraram 13,24 milhões de pares que geraram US$ 221,36 milhões, 15,4% mais que em 2015. A tendência de aumento das importações de calçados brasileiros pelos norte-americanos seguiu no primeiro mês do ano, quando compraram 1,3 milhão de pares por US$ 16 milhões, alta de 5,1% em relação a janeiro do ano passado.

Design na Pele

Além de bons negócios, a FN Platform será palco para o lançamento do projeto Design na Pele, desenvolvido pelo Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB) e que conta com a parceria da Abicalçados e das calçadistas Kildare e Guilhermina. Criado para valorizar o design do couro, nesta edição do projeto serão desenvolvidos calçados em parceria com os estilistas Ronaldo Fraga (Kildare) e Patrícia Viera (Guilhermina), com matérias-primas diferenciadas fornecidas pelos curtumes Bom Retiro, Moderno e Rusan. O evento de lançamento está marcado para o dia 22.

Participam da feira com o apoio do Brazilian Footwear as marcas Rider, Grendha, Zaxy, Cartago, Ipanema, Anatomic & Co, Moema, Schutz, Pampili, Boaonda, Cherry by Boaonda, Lais Romani, Shoetherapy, Carrano, Ferracini 24h, Malu, Território Nacional, Via Scarpa, Scarpinha, Ferri, Vicenza, Guilhermina, Sollu, Klin, Freeway, Contramão, Raphaella Booz, Rafarillo, Suzana Santos, Renata Mello, Kidy, Adrun, Cristófoli e Bibi.

APEX. PROMOÇÃO COMERCIAL. 09/02/2017. PELA PRIMEIRA VEZ, ABEST PARTICIPA DE FEIRA DE MODA INFANTIL. A MARCA TIP TOEY JOEY PARTICIPA DA FEIRA NOVA-IORQUINA PLAYTIME

Atenta à ascensão da moda infantil no mercado global, a ABEST participa pela primeira vez da PlayTime, uma das maiores feiras de moda infantil do mundo, que acontece de 12 a 14 de fevereiro em Nova York. Para essa ação, a marca brasileira de calçados infantis Tip Toey Joey participa do evento com apoio do Fashion Label Brasil - Programa de Internacionalização da Moda Brasileira de Valor Agregado, criado pela ABEST em parceria com a Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos).

Nos Estados Unidos, o mercado infantil segue em alta, segundo os dados do relatório “Kidswear Market Report 2016 – How the global childrenswear sector has evolved and what are the future trends”, da consultoria de moda e luxo Fashionbi, com sede em Milão. O setor movimentou US$ 156,8 bilhões nos Estados Unidos em 2015, e deve seguir em alta até 2020, o que motivou a Tip Toey Joey a direcionar a maior parte de seus investimentos para o país.

“Nesse ano, a ideia é expandir a operação da marca no exterior, investindo R$ 1,5 milhão em sistemas de comunicação, depósito e logística para atender localmente mercados dos Estados Unidos, Canadá, Austrália, Nova Zelândia, França, Suécia e Inglaterra”, ressalta Scott McInerney, proprietário da marca.

ABEST

Criada em 2003, a Associação Brasileira de Estilistas tem como objetivo fortalecer e promover o design e a moda brasileira. Sua principal proposta é auxiliar o desenvolvimento de marcas brasileiras de alcance internacional e garantir a autenticidade e criatividade de cada uma delas, além de divulgar o estilo de vida do Brasil, contribuindo assim para o crescimento de todos os segmentos vinculados à moda. Atualmente a ABEST, que não tem fins lucrativos, conta com 120 marcas de todo o Brasil que exportam produtos para 57 países. Além disso, executa constantemente ações estratégicas para ampliar a penetração em novos mercados do globo e estreitar relações com os já conquistados.

Fashion Label Brasil

O Fashion Label Brasil, Programa de Internacionalização da Moda Brasileira de Valor Agregado, foi criado em 2003 pela ABEST em parceria com a Apex-Brasil, com a proposta de posicionar a imagem da moda brasileira no exterior, valorizando a imagem de um Brasil inovador e contemporâneo. O programa conta com atividades estratégicas — Projeto Comprador e Imagem, Feiras e Desfiles Internacionais, Projeto Showroom, além de ações especiais —, para ampliar a penetração em novos mercados do globo e estreitar relações com os já conquistados.

APEX. PROMOÇÃO COMERCIAL. 09/02/2017. EXPORTAÇÕES DE 2016 DO BRASIL FOODSERVICE ATINGEM US$ 46 MI

O projeto Brasil FoodService (BFS), parceria entre a ABIEPAN (Associação Brasileira das Indústrias de Equipamentos, Ingredientes e Acessórios para Alimentos) e a Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) fez um balanço dos números e dados de exportações em 2016 das empresas participantes do BFS. No ano passado, as empresas exportadoras participantes do projeto exportaram para mais de 40 países, atingindo todos os continentes. As exportações do setor geraram cerca US$ 46 milhões registrando um crescimento de 80% em relação a 2015.

Com uma grande abrangência, o mercado de food service envolve toda a cadeia de produção, distribuição de alimentos, insumos, equipamentos e serviços orientados a atender os operadores que preparam e fornecem alimentos e bebidas prontos para uma alimentação fora do lar. Dessa forma, o projeto possui desde empresas de máquinas e equipamentos até de ingredientes e acessórios.

Em 2016 os principais destinos das exportações brasileiras foram os Estados Unidos, Bolívia, Chile, Paraguai, Argentina e Colômbia. Apesar da relevância do comércio com a América do Sul, o projeto realizou ações na Itália e na França participando de feiras globais de referência para o setor de gastronomia, panificação, food service e sorvetes.

Para 2017, a expectativa é que o Projeto Brasil Foodservice continue crescendo e aumentando o número de empresas participantes, atualmente o BSF conta com 80 empresas apoiadoras. Para Alexandre Gomes, diretor de relações internacionais da ABIEPAN, o intuito é que as empresas nacionais consigam se internacionalizar cada vez mais, e assim aprimorar a participação brasileira no mercado mundial. Além das feiras internacionais, o projeto também oferece treinamentos e apoio técnico aos participantes para que os mesmos possam se capacitar e serem mais competitivos.


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LGCJ.: